Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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domingo, outubro 07, 2012
5 de Outubro: Bandeira da República ao contrário
Por um episódio que me originou muitos e diversos prejuízos (uma pessoa na EMEL enganou-se a registar a matrícula do meu carro por eles rebocado e assim o meu carro ficou quatro meses desaparecido...) apercebi-me uma vez mais de como o gesto mais simples da nossa vida pode ter imensas repercussões na vida dos outros. E esse foi o primeiro pensamento que me assaltou quando tomei conhecimento do episódio acima retratado: a desatenção momentânea de quem enfiou a bandeira e quantas chatices para tantos, para não falar nos rios de tinta e discussões respectivas...
O segundo foi, confesso, que Deus tarda, mas não falta...a República pôs o país virado do avesso, e no último feriado do 5 de Outubro, a bandeira do regime é içada ao contrário...ironias ;-)
Altura pois boa para voltar a Fernando Pessoa e ao que este génio pensava sobre a República...
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quarta-feira, julho 16, 2008
Sózinho em Lisboa...
Quando o José Sócrates acordou, descobriu que estava sozinho na Residência de S. Bento. Não havia ajudantes de ordens. Não havia ministros, não havia cozinheiros. Nem contínuos, nem mesmo os seus mais fiéis assessores e ministros mais próximos ele encontrou. Não havia ninguém!
Então José Sócrates pegou no carro e saiu para dar uma volta pela cidade para ver se encontrava alguém. Mas a cidade estava deserta. Não havia ninguém nas elegantes avenidas de Lisboa, e ele voltou para a Residência muito preocupado.
Daí a pouco,o telefone tocou. Era o António Costa.
- Zé?, disse o António Costa. És tu?
- Sim, sou eu!, repondeu José Sócrates, furioso. Mas o que é que se passa? Não está ninguém aqui em Lisboa? Assim, não pode ser. Assim, não dá! O que é que houve?
- É claro que não há ninguém. Nem em Lisboa nem no resto do país, meu amigo. Não te lembras do teu discurso de ontem à noite na televisão? Descontrolaste-te e disseste que quem não estivesse satisfeito com o teu governo que fosse embora, que mudasse de país.
- Eu?!? Eu disse isso!?! E agora?... Então quer dizer que ficámos só nós dois aqui em Portugal?
- Nós dois, porra nenhuma! Eu estou a telefonar de Paris...
Então José Sócrates pegou no carro e saiu para dar uma volta pela cidade para ver se encontrava alguém. Mas a cidade estava deserta. Não havia ninguém nas elegantes avenidas de Lisboa, e ele voltou para a Residência muito preocupado.
Daí a pouco,o telefone tocou. Era o António Costa.
- Zé?, disse o António Costa. És tu?
- Sim, sou eu!, repondeu José Sócrates, furioso. Mas o que é que se passa? Não está ninguém aqui em Lisboa? Assim, não pode ser. Assim, não dá! O que é que houve?
- É claro que não há ninguém. Nem em Lisboa nem no resto do país, meu amigo. Não te lembras do teu discurso de ontem à noite na televisão? Descontrolaste-te e disseste que quem não estivesse satisfeito com o teu governo que fosse embora, que mudasse de país.
- Eu?!? Eu disse isso!?! E agora?... Então quer dizer que ficámos só nós dois aqui em Portugal?
- Nós dois, porra nenhuma! Eu estou a telefonar de Paris...
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