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domingo, janeiro 18, 2015

Os Pilares da Criação: alguém ainda duvida da existência de Deus?



(esta imagem foi retirada da notícia do Público a que se refere este Post)

No passado dia 8 no Público há duas páginas fascinantes sobre os chamados Pilares da Criação, ou seja uns berçários de estrelas, existentes a uma distância de 6.500 milhões de ano-luz, da nossa Terra. Primeiro descobertos pelo Telescópio Espacial Hubble, agora há novas imagens A notícia pode ler-se aqui e aqui (onde há uma série de fotografias óptimas).

O tema já por si (e a beleza estonteante das imagens) é fascinante. Mas sobretudo suscita a grande pergunta: quem o fez? E, desculpem a pretensão, também a pergunta: alguém ainda duvida da existência de Deus?


quinta-feira, abril 10, 2014

Des hommes et des dieux: que filme!

Revi ontem com os meus pais o filme "Dos homens e dos Deuses". Que filme extraordinário! Passa por ali toda a beleza  do Cristianismo: a presença missionária, a vida religiosa, a atracção de Deus, o amor a Jesus, a obediência e a oferta da  própria vida, o absurdo e a violência das guerras, em especial das feitas por "razões" religiosas, a magnífica história da Igreja Católica, a verdadeira natureza do martírio (que é aceite, mas não procurado), e um largo etc.
Além disso do ponto de vista cinematográfico está excepcionalmente bem realizado. As cenas focadas nas caras dos monges evocam as pinturas antigas italianas (a minha ignorância não me consente mais do que citar Caravaggio e Giotto...).

Vejam o trailer legendado em português:


Indo aos meus arquivos e sobre o filme encontrei estes dois textos:

A beleza do humano
Aura Miguel
RR on-line 12-11-2010 09:21
 Estreou ontem, nas salas de cinema, um filme extraordinário de Xavier Beauvois, sobre os monges cistercenses de Thibirine que, em 1996, foram mortos por fundamentalistas argelinos.
 O filme começa por mostrar a vida do mosteiro, perdido naquela longínqua aldeia do Atlas, e a profunda ligação que aqueles monges tinham com a população, que se manifestava em fortes laços de amizade.

Os monges levavam uma vida simples, com estudo, trabalho manual para garantir a sua sobrevivência, e muita oração. Quando estala a violência, contra cristãos estrangeiros, surge a questão: partir ou ficar.

O mais fascinante deste filme é ver como os monges franceses eram homens normais, frágeis como nós: claro que tinham medo e, numa primeira fase, queriam sair dali. Mas o superior da comunidade pediu-lhes tempo para reflectir e o resultado é um fascinante percurso de crescimento interior e humano que cada um desses homens cumpre, reforçado com a oração e o canto litúrgico. Humanamente, têm medo, mas tomam uma opção de amor e cada um decide ficar, sabendo que vai morrer.

O que fascina é que, apesar da debilidade que tinham, tomaram a sua vida a sério e arriscaram amar até ao fim.

filme não exalta o martírio nem cai na mística publicitária da morte bela. Nada disso. O que brota deste magnífico filme é a beleza do humano, sempre que a vida é vivida como dom.


Dos Homens e dos Deuses
A fé dos homens
 
A partir de uma história verdadeira de terrorismo, o francês Xavier Beauvois faz um filme sobre o que de mais humano há em nós
Vamos colocar a coisa assim, de modo bruto e peremptório, para não deixar dúvidas: é um dos grandes filmes do ano. O júri de Tim Burton em Cannes 2010 também achou que sim - deu-lhe o Prémio Especial do Júri - e França, onde se tornou num dos mais improváveis êxitos comerciais do ano, elegeu-o como o seu candidato ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2011.
"Dos Homens e dos Deuses", sexta longa do actor e realizador Xavier Beauvois (e primeira a estrear em sala em Portugal), traz uma daquelas advertências que assusta qualquer um: é "baseado em factos verídicos" - o rapto e assassínio de sete monges trapistas franceses durante a guerra civil argelina de 1996. Muitas vezes, essa advertência equivale ao afogamento no pântano das boas intenções mas, neste caso, corresponde a um dos mais notáveis filmes do ano. Que desacelera brutalmente de velocidade em relação a tudo aquilo que se propõe actualmente nas salas de cinema; que pega em temas "do momento" (a religião, o terrorismo, o fundamentalismo) e os usa como "ponte" entre o passado e o presente. Que abre portas para um olhar sobre a essência das coisas, que cria um momento de silêncio e contemplação para nos permitir olhar para o mundo e para o ser humano tal como ele é. O que torna então o filme de Beauvois tão contemporâneo, nestes dias em que o fundamentalismo religioso parece estar constantemente nas notícias, das controvérsias do Ground Zero nova-iorquino aos debates sobre a burqa?
É um filme de resistência: de resistência ao medo, de resistência ao desconhecido, de resistência a tudo aquilo que nos rouba a humanidade (e, por consequência, nos rouba também o divino que há em nós - porque a verdadeira fé, que implica sempre a dúvida, é algo de profundamente humano). Estes monges condenados, magnificamente interpretados por um elenco de conjunto onde não há vedetas que se safem, nunca são erguidos a mártires nem a heróis. Beauvois quer-nos apenas fazer compreender o porquê do destino destes homens de um modo que nunca separa os homens da sua fé nem da sua casa, uma comunidade monástica tão parte do próprio tecido da comunidade local que se torna tão argelina como aqueles que ali viviam, uma partilha de uma existência e um apego à terra que transcende divisões de classe, religião ou nacionalidade.
Haverá quem se lembre do "Grande Silêncio", o documentário de Phillip Gröning sobre os monges cartuxos que se tornou num pequeno fenómeno. Mas isso seria reduzir "Dos Homens e dos Deuses" àquilo que ele não é: um filme sobre a religião. Este não é um filme sobre os deuses, mas sim sobre os homens.


segunda-feira, março 24, 2014

Querida Futura Mãe/21 de Março: Dia mundial do síndrome de Down

Que video extraordinário!




Dedicado a todos quantos amparam e defendem estas crianças, aos seus pais, aos meus amigos com filhos assim, a todos os defensores da Vida da concepção à morte natural.

sábado, outubro 19, 2013

Miss Mundo: sou provida e pelo casamento




Ás vezes há umas assim "fora do baralho" mas também por isso com uma possibilidade de testemunho grande e para o qual não lhes falta coragem. É o caso da mais recente Miss Mundo, Megan Young de seu nome, filipina de origem, que fez as declarações que reproduzo abaixo e que, em versão portuguesa, retirei deste Blog brasileiro de música católica:

Miss Mundo 2013: Sou pró vida e relações sexuais são para o casal

Megan Young. Foto: Rede Touch Média
 
Megan Young. Foto: Rede Touch Média
 
Megan Lynn Young, jovem filipina-estadounidense de 23 anos que se coroou como Miss Mundo 2013 o 28 de setembro em Bali (Indonésia), deixou clara durante sua participação no certâmen sua postura pró-vida e a favor do casal.

Numa entrevista com o canal ANC, Megan assegurou que “sou pró-vida, e se isso significa matar a alguém que já está aí –disse, assinalando a seu corpo-, estou na contramão disso, por suposto”.

“Estou contra o aborto”, remarcou.

Megan também foi clara para assinalar sua rejeição às relações sexuais pré-matrimoniais, pois “o sexo é para o casal, é o que crio”, ao mesmo tempo em que revelou que “estou na contramão do órcio”.

Para a jovem Miss Mundo, “se te casas com alguém, essa deve ser a pessoa com a que estarás para sempre, através da doença e a saúde, através do bem e do mal”.

A entrevistadora, surpresa, perguntou-lhe como era possível para uma mulher “tão formosa como tu” negar-se às relações sexuais pré-matrimoniais, ao que Megan lhe respondeu que simplesmente “dizes não”.

“Se tratam de pressionar-te, retiras-te, porque essa pessoa não te valoriza, não valoriza tanto a relação”, indicou.

Para a Miss Mundo 2013, antes Miss Filipinas, “se o garoto está disposto a sacrificar isso, significa muito”."
 
Ah miúda valente! Deus continue a dar-lhe um coração com tanta ou mais beleza do que aquela pela qual ganhou o concurso de Miss Mundo...!


Mais sobre o assunto na Tempi, aqui, onde sobretudo vale a pena ler os comentários dos mais sérios, aos mais bem-humorados...;-)





sábado, abril 13, 2013

Que coisa maravilhosa e mistério é o homem!


Bem sei há um factor sentimental e a música de fundo ajuda. Mas através de tudo isso passa a humanidade como ela é: grande, à imagem e semelhança Dele. Que este rapaz, a viver nas ruas desde os 5 anos, cante assim e pela razão que ele explica, tenha sobrevivido e conservado vivo um coração que deseja a beleza, é extraordinário. Como isso não pode resultar da simples carne, é porque vem da Alma, e esta Quem no-la deu foi Deus...vejam isto:


 
 
Percebe-se melhor agora qual é a imensa dignidade humana e porque é que uma dúvida plausivel sobre a qualidade de vida não pode justificar nunca que se disponha da mesma...?

domingo, novembro 11, 2012

A beleza do Sacerdócio e da Igreja Católica!

E quanto mais fieis ao Papa, ao Magistério e à Tradição, mais gente reúnem à sua e Dele volta...! Ou é isto que é a Nova Evangelização ou Nova Evangelização não haverá...(passe a pretensão da frase, claro...;-)


"Levar a Deus todas as almas que seja possível". O padre Michel Marie Zanotti Sorkine tomou esta frase a sério, e é o seu principal o objectivo como sacerdote.

É o que está a fazer depois de ter transformado uma igreja a ponto de fechar e de ser demolida na paróquia com mais vida de Marselha. O mérito é ainda maior dado que o templo está no bairro com uma enorme presença de muçulmanos numa cidade em que menos de 1% da população é católica praticante.

Foi um músico de sucesso
A chave para este sacerdote que antes foi músico de éxito em cabarés de Paris e Montecarlo é a "presença", tornar Deus presente no mundo de hoje. As portas da sua igreja estão abertas de par em par o dia inteiro e veste de batina porque "todos, cristãos ou não, têm direito a ver um sacerdote fora da igreja".

Na Missa: de 50 a 700 assistentes
O balanço é impressionante. Quando em 2004 chegou à paróquia de S. Vicente de Paulo no centro de Marselha a igreja estava fechada durante a semana e a única missa dominical era celebrada na cripta para apenas 50 pessoas.

Segundo o que conta a primeira coisa que fez foi abrir a igreja todos os dias e celebrar no altar-mor. Agora a igreja fica aberta quase todo o dia e é preciso ir buscar cadeiras para receber todos os fiéis. Mais de 700 todos os domingos, e mais ainda nas grandes festas. Converteu-se num fenómeno de massas não só em Marselha mas em toda a França, com reportagens nos meios de comunicação de todo o país, atraídos pela quantidade de conversões.

Um novo 'cura de Ars' numa Marselha agnóstica
Uma das iniciativas principais do padre Zanotti Sorkine para revitalizar a fé da paróquia e conseguir a afluência de pessoas de todas as idades e condições sociais é a confissão. Antes da abertura do templo às 8h00 da manhã já há gente à espera à porta para poder receber este sacramento ou para pedir conselho a este sacerdote francês.

Os fregueses contam que o padre Michel Marie está boa parte do dia no confessionário, muitas vezes até depois das onze da noite. E se não está lá, anda pelos corredores ou na sacristia consciente da necessidade de que os padres estejam sempre visíveis e próximos, para ir em ajuda de todo aquele que precisa.

A igreja sempre aberta
Outra das suas originalidades mais características é a ter a igreja permanentemente aberta. Isto gerou críticas doutros padres da diocese mas a ele assegura que a missão da paróquia é "permitir e facilitar o encontro do homem com Deus" e o padre não pode ser um obstáculo para que isso aconteça.

O templo deve favorecer a relação com Deus
Numa entrevista a uma televisão disse estar convencido de que "se hoje em dia a igreja não está aberta é porque de certa maneira não temos nada a propor, que tudo o que oferecemos já acabou. No nosso caso em que a igreja está aberta todo o dia, há gente que vem, praticamente nunca tivemos roubos, há gente que reza e garanto que a igreja se transforma num instrumento extraordinário que favorece o encontro entre a alma e Deus".

Foi a última oportunidade para salvar a paróquia
O bispo mandou-o para esta paróquia como último recurso para a salvar, e fê-lo de modo literal quando lhe disse que abrisse as portas. "Há cinco portas sempre abertas e todo o mundo pode ver a beleza da casa de Deus". 90.000 carros e milhares de transeuntes passam e vêem a igreja aberta e com os padres à vista. Este é o seu método: a presença de Deus e da sua gente no mundo secularizado.
 
A importância da liturgia e da limpeza

E aqui está outro ponto chave para este sacerdote. Assim que tomou posse, com a ajuda de um grupo de leigos renovou a paróquia, limpou-a e deixou-a resplandecente. Para ele este é outro motivo que levou as pessoas a voltarem à igreja: "Como é podemos querer que as pessoas acreditem que Cristo vive num lugar se esse lugar não estiver impecável, é impossível."

Por isso, as toalhas do altar e do sacrário têm um branco imaculado. "É o pormenor que faz a diferença. Com o trabalho bem feito damos conta do amor que manifestamos às pessoas e às coisas". De maneira taxativa assegura que "estou convicto que quando se entra numa igreja onde não está tudo impecável é impossível acreditar na presença gloriosa de Jesus".


A liturgia torna-se o ponto central do seu ministério e muitas pessoas sentiram-se atraídas a esta igreja pela riqueza da Eucaristia. "Esta é a beleza que conduz a Deus", afirma.

As missas estão sempre cheias e incluem procissões solenes, incenso, cânticos bem cantados... Tudo ao detalhe. "Tenho um cuidado especial com a celebração da Missa para mostrar o significado do sacrifício eucarístico e a realidade da sua Presença". "A vida espiritual não é concebível sem a adoração do Santíssimo Sacramento e sem um ardente amor a Maria", por isso introduziu a adoração e o terço diário, rezado por estudantes e jovens.

Os sermões são também muito aguardados e, inclusive, os paroquianos põem-nos online. Há sempre uma referência à conversão, para a salvação do homem. Na sua opinião, a falta desta mensagem na Igreja de hoje "é talvez uma das principais causas de indiferença religiosa que vivemos no mundo contemporâneo". Acima de tudo clareza na mensagem evangélica. Por isso previne quanto à frase tão gasta de que "vamos todos para o céu". Para ele esta é uma "música que nos pode enganar", pois é preciso lutar, a começar pelo padre, para chegar até ao Paraíso.

O padre da batina
Se alguma coisa distingue este sacerdote alto num bairro de maioria muçulmana é a batina, que veste sempre, e o terço nas mãos. Para ele é primordial que o padre ser descoberto pelas pessoas. "Todos os homens, a começar por aquela pessoa que entra numa igreja, tem direito de se encontrar com um sacerdote. O serviço que oferecemos é tão essencial para a salvação que o ver-nos deve ser tangível e eficaz para permitir esse encontro".

Deste modo, para o padre Michel o sacerdote é sacerdote 24 horas por dia. "O serviço deve ser permanente. Que pensaríamos de um marido que a caminho do escritório de manhã tirasse a aliança?".

Neste aspecto é muito insistente: "quanto àqueles que dizem que o traje cria uma distância é porque não conhecem o coração dos pobres para quem o que se vê diz mais do que o que se diz".

 
Por último, lembra um pormenor relevante. Os regimes comunistas a primeira coisa que faziam era eliminar o traje eclesiástico sabendo a importância que tem para a comunicação da fé. "Isto deve fazer pensar a Igreja de França", acrescenta.

No entanto, a sua missão não se realiza apenas no interior do templo. É uma personalidade conhecida em todo o bairro, também pelos muçulmanos. Toma o pequeno almoço nos cafés do bairro, aí conversa e com os fiéis e com pessoas que não praticam. Ele chama a isso a sua pequena capela. Assim conseguiu já que muitos vizinhos sejam agora assíduos da paróquia, e tenham convertido esta igreja de São Vicente de Paulo numa paróquia totalmente ressuscitada.

Uma vida peculiar: cantor em cabarés

A vida do padre Michel Marie foi agitada. Nasceu em 1959 e tem origem russa, italiana e da Córsega. Aos 13 anos perdeu a mãe, o que lhe causou uma "fractura devastadora"  que o levou a unir-se ainda mais a Nossa Senhora.

Com um grande talento musical, apagou a perda da mãe com a música. Em 1977 depois de ter sido convidado a tocar no café Paris de Montecarlo mudou-se para a capital onde começou a sua carreira de compositor e cantor em cabarés. No entanto, o apelo de Deus foi mais forte e em 1988 entrou na ordem dominicana por devoção a S. Domingos. Esteve com eles quatro anos, e perante o fascínio por S. Maximiliano Kolbe passou pela ordem franciscana, onde permanceu quatro anos.

Foi em 1999 quando foi ordenado sacerdote para a diocese de Marselha com quase quarenta anos. Além da música, que agora dedica a Deus, também é escritor de êxito, tendo publicado já seis livros, e ainda poeta.



segunda-feira, agosto 13, 2012

Coisas de Verão...um poema

Das coisas boas do Verão é a disponibilidade para ver e ler outras coisas que não as habituais e assim descobrir belezas desconhecidas. Como é o caso deste poema que Nicolau Santos reproduz na sua página no Expresso do último Sábado.

Chama-se El Último Trago e é de autoria de Jose Alfredo Gimenez e no You Tube encontrei a versão musical original (acima):

Tomate esta botella conmigo
y en el ultimo trago nos vamos
quiero ver a que sabe tu olvido
sin poner en mis ojos tus manos
esta noche no voy a rogarte
esta noche te vas de deveras
que dificil tener que dejarte
sin que sienta que ya no me quieras

Nada me han enseñado los años
siempre caigo en los mismo errores
otra vez a brindar con extraños
y a llorar por los mismos dolores

(Salusita mi amor......)

Tomate esta botella conmigo
y en el ultimo trago....
me besas
esperamos que no haya testigos
por si acaso...
te diera verguenza
si algun dia sin querer tropezamos
no te agaches ni me hables de frente
simplemente...
la mano nos damos
y despues que murmure la gente

Nada me han enseñado los años
siempre caigo en los mismos errores
otra vez a brindar con extraños
y a llorar por los mismos dolores

Tomate esta botella conmigo
Y EN EL ULTIMO TRAGO NOS VAMOOOSSSS!!!!!!


quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Padres e Bispos: nunca lhes agradeceremos suficientemente!

A morte de D. Manuel Falcão e a sua vida inteira dada ao serviço da Igreja Católica, do Senhor que por ela Se manifesta na história, de todos os homens que com ele se cruzaram e outros que nunca o viram, fez-me dar conta outra vez da Beleza que é a vida destes homens: "simples" Padres ou mais "nas vistas" Bispos...! Este vídeo também simples é um tocante agradecimento. Temos que fazer um assim sobre os Bispos! ;-)