Do euro-deputado Nigel Farage do grupo Europe of Freedom and Democracy. Os bois chamados pelos nomes, a realidade exposta a cores e ao vivo, a denuncia da actual União Europeia que é simultaneamente uma negação da ideia dos seus pais fundadores e uma consequência dos sucessivos "grandes passos em frente" da burocracia de Bruxelas e de toda a casta de politicos que nos seus próprios países venderam uma ilusão aos seus eleitorados (que depois e em referendo sempre se recusaram a consultar...).
Pode ser vista (dois minutos e pouco) aqui.
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quarta-feira, dezembro 14, 2011
Extraordinária intervenção no Parlamento Europeu!
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quinta-feira, junho 23, 2011
A poupança de Passos Coelho
Impressionou-me pela simplicidade e pelo valor de exemplo o facto do nosso primeiro-ministro ter escolhido ir a Bruxelas de avião não em executiva mas em classe económica. Não faltará quem diga que é demagogia e que a despesa (a diferença de 2265 euros, segundo o i) não era significativa, mas:
a) como sempre a minha mãe me repetiu (tendo aprendido com um tio que fez fortuna no Brasil) a poupança faz-se nos cêntimos e não nos euros ou às unidades e não às dezenas ou a estas e não às centenas (a imagem dela era com escudos, mas já não me lembro dos valores...;-)
b) grão a grão enche a galinha o papo e
c) o valor de exemplo é de facto muito significativo para todos e dá outra credibilidade aos nossos credores
Parabéns pois e começamos bem!
a) como sempre a minha mãe me repetiu (tendo aprendido com um tio que fez fortuna no Brasil) a poupança faz-se nos cêntimos e não nos euros ou às unidades e não às dezenas ou a estas e não às centenas (a imagem dela era com escudos, mas já não me lembro dos valores...;-)
b) grão a grão enche a galinha o papo e
c) o valor de exemplo é de facto muito significativo para todos e dá outra credibilidade aos nossos credores
Parabéns pois e começamos bem!
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terça-feira, outubro 26, 2010
Arcebispo belga e a "justiça" da SIDA
Anda para aí uma chinfrineira com as declarações de um Arcebispo belga sobre a questão da SIDA num livro de entrevistas a dois jornalistas. Por cá foi o Público que agarrou a noticia que depois de lida se percebe não justifica os impropérios de que o Arcebispo foi seguidamente vitima.
Na verdade o que o Arcebispo de Bruxelas se limitou a dizer já eu o disse há muito tempo neste mesmo blog em post que já não consigo localizar por ao tempo não existir o sistema de etiquetas. Isto é que a suposição de que a SIDA surja como uma reacção do corpo da humanidade, vista como um todo, ao mau uso que do mesmo é feito a partir de determinadas práticas sexuais é inteiramente razoável.
Só uma manifesta má vontade extrai daqui que quer eu quer o Arcebispo André-Mutien Léonard achemos justo ou adequado (e isso sim, de facto é insultuoso da parte de quem de tal nos acusa), que alguém por uma determinada forma de vida adquira uma doença como a SIDA (ou qualquer outra) ou ignoremos que uma vez a doença existente esta não atinja também pessoas estranhas a essas práticas ou que nem sequer em contacto estiveram com quem o tenha feito uma vez ou habitualmente.
É mesmo ignorar o ânimo de um cristão (cujo primeiro mandamento é o de amar o próximo sem outra consideração se não a que resulta de estar em face de um filho de Deus e por isso um irmão) e até que, como o reconhecem todos os organismos internacionais, o maior prestador mundial de serviços de cuidado e assistência aos doentes de SIDA é a Igreja Católica...!
O emprego da palavra justiça tem pois este contexto que exemplifico: cortei-me com uma faca, a ferida daí resultante faz-lhe justiça (o resultado corresponde ao acto que a originou). Analogicamente admitindo que o corpo da humanidade, aqui pensada como um todo, a sua fisicidade, não esteja concebido, preparado, se coadune bem, com determinados actos (como, por exemplo a homossexualidade nas suas diversas manifestações), a doença daí resultante, no caso a SIDA, faz-lhe justiça, isto é corresponde o resultado ao acto. O que repito tratando-se de um juizo geral não se pode transpor para um juizo individual sendo que a plavra juizo aqui empregue não é no sentido de julgamento de tribunal mas de ajuizar da razão.
(quanto muito pode-se fazer a nivel individual um juizo de probabilidade como se dizia no inicio da doença e agora se está a verificar outra vez depois de um esforço titânico e ideológico de tentar separar as duas realidades)
Assim, podem disparar e de preferência façam-no sobre mim e não sobre o Arcebispo ;-)
Na verdade o que o Arcebispo de Bruxelas se limitou a dizer já eu o disse há muito tempo neste mesmo blog em post que já não consigo localizar por ao tempo não existir o sistema de etiquetas. Isto é que a suposição de que a SIDA surja como uma reacção do corpo da humanidade, vista como um todo, ao mau uso que do mesmo é feito a partir de determinadas práticas sexuais é inteiramente razoável.
Só uma manifesta má vontade extrai daqui que quer eu quer o Arcebispo André-Mutien Léonard achemos justo ou adequado (e isso sim, de facto é insultuoso da parte de quem de tal nos acusa), que alguém por uma determinada forma de vida adquira uma doença como a SIDA (ou qualquer outra) ou ignoremos que uma vez a doença existente esta não atinja também pessoas estranhas a essas práticas ou que nem sequer em contacto estiveram com quem o tenha feito uma vez ou habitualmente.
É mesmo ignorar o ânimo de um cristão (cujo primeiro mandamento é o de amar o próximo sem outra consideração se não a que resulta de estar em face de um filho de Deus e por isso um irmão) e até que, como o reconhecem todos os organismos internacionais, o maior prestador mundial de serviços de cuidado e assistência aos doentes de SIDA é a Igreja Católica...!
O emprego da palavra justiça tem pois este contexto que exemplifico: cortei-me com uma faca, a ferida daí resultante faz-lhe justiça (o resultado corresponde ao acto que a originou). Analogicamente admitindo que o corpo da humanidade, aqui pensada como um todo, a sua fisicidade, não esteja concebido, preparado, se coadune bem, com determinados actos (como, por exemplo a homossexualidade nas suas diversas manifestações), a doença daí resultante, no caso a SIDA, faz-lhe justiça, isto é corresponde o resultado ao acto. O que repito tratando-se de um juizo geral não se pode transpor para um juizo individual sendo que a plavra juizo aqui empregue não é no sentido de julgamento de tribunal mas de ajuizar da razão.
(quanto muito pode-se fazer a nivel individual um juizo de probabilidade como se dizia no inicio da doença e agora se está a verificar outra vez depois de um esforço titânico e ideológico de tentar separar as duas realidades)
Assim, podem disparar e de preferência façam-no sobre mim e não sobre o Arcebispo ;-)
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terça-feira, junho 10, 2008
Referendo europeu na Irlanda: quem vota Não nunca se engana... ;-)
Pode é nem sempre vencer...! lol.
Só Deus sabe o prazer que daria uma vitória do Não no referendo europeu na Irlanda! Seria um Não àquela burocracia redonda de Bruxelas mas também a todos os abortistas que se aproveitam destas instâncias internacionais para espalharem os seus erros e domarem os povos mais resistentes aos seus propósitos...
Seria também uma lição sem igual a toda uma classe política que se crê arrogantemente intérprete de uma vontade que tem medo de auscultar.
Porque ou a Europa regressa à sua raiz e a União à ideia dos seus pais fundadores (todos católicos "por acaso") ou então não é mais de que um prenúncio de um "Admirável Mundo Novo" em que a liberdade é uma memória.
Força grande Irlanda!
Só Deus sabe o prazer que daria uma vitória do Não no referendo europeu na Irlanda! Seria um Não àquela burocracia redonda de Bruxelas mas também a todos os abortistas que se aproveitam destas instâncias internacionais para espalharem os seus erros e domarem os povos mais resistentes aos seus propósitos...
Seria também uma lição sem igual a toda uma classe política que se crê arrogantemente intérprete de uma vontade que tem medo de auscultar.
Porque ou a Europa regressa à sua raiz e a União à ideia dos seus pais fundadores (todos católicos "por acaso") ou então não é mais de que um prenúncio de um "Admirável Mundo Novo" em que a liberdade é uma memória.
Força grande Irlanda!
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