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segunda-feira, novembro 12, 2012

Portugal e a Alemanha: o vídeo de Marcelo e a Merkel

Calhou bem a simultaneidade entre a saída do vídeo promovido por Marcelo Rebelo de Sousa e a visita da Chanceler Merkel...! De parabéns estão os seus promotores e todos os que com ele, Marcelo, colaboraram. E também, já agora, Carlos Carreiras que inaugurou este tipo de guerrilha com o vídeo dirigido aos finlandeses.
O vídeo está aqui:

sexta-feira, setembro 28, 2012

Salvação nacional: é o que está a fazer o Governo de Passos Coelho



Sucessivamente (não é deliberado, foi acontecendo...) no PSD em Lisboa estive no lado oposto a Carlos Carreiras. Quando ele era presidente da Distrital de Lisboa do partido e agora na situação que lhe sucedeu e que a ele se referencia. Nothing personal, just politics...;-)

Ao longo destes sete anos, de facto, tenho sempre apoiado os candidatos de oposição sistema de poder em Lisboa e no caso concreto das eleições autárquicas de 2009 e do que se lhe seguiu discordo totalmente da gestão política do então presidente da Distrital de Lisboa.

Juntos parece-me só estivemos no apoio a Passos Coelho quando este concorreu pela segunda vez e venceu a eleição directa para presidente do partido (na 1ª vez em que este se candidatou apoiei Pedro Santana Lopes ao contrário dele que já estava com Passos Coelho).

Dito isto há que reconhecer não apenas as suas qualidades políticas como que o actual presidente da Câmara de Cascais, de facto, escreve bem. E neste artigo no jornal i intitulado "Quem pediu um Governo de salvação nacional?" explica melhor do que eu seria capaz porque de facto é um imperativo patriótico apoiar o Governo de Passos Coelho, porque há razões fundadas para fazê-lo e porque nestes tempos que não são quaisquer, o que o Governo está a fazer é o que precisa ser feito.

Melhor será possível? Sim, certamente. Mas para as coisas serem melhores é preciso que não nos demitamos e ajudemos no que faltar...!

sexta-feira, novembro 09, 2007

Eleições de ontem para a Distrital de Lisboa do PSD

Ontem a lista de Helena Lopes da Costa (a qual eu integrava como candidato a vogal do Conselho de Jurisdição Distrital) perdeu as eleições na Distrital de Lisboa do PSD contra a lista dirigida por Carlos Carreiras (um sócio da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, diga-se de passagem). É assim a vida em democracia: vai-se a votos, propondo aos eleitores um certo caminho e protagonistas, e umas vezes perde-se e outras ganha-se...a vida essa continua igual a antes (quer se perca, quer se ganhe): família, trabalho, a comunidade, etc. E é bom que assim seja. Ai de quem tem a vida dependente das vitórias políticas...
Por outro lado e na minha Secção (a G, do Lumiar), no que diz respeito a outras eleições que ontem tinham lugar (para a escolha dos delegados da Secção à Assembleia Distrital do partido) já o resultado da lista que eu integrava foi mais honroso: 5 votos de distância da lista mais votada (e mais 13 que a seguinte), e apenas menos um delegado que a vencedora (universo eleitoral: 151 votantes que elegeram 23 delegados).
Algumas observações retiradas desta experiência eleitoral:
- no PSD está-se a assistir em Lisboa a um fenómeno preocupante de sindicatos de voto (em si uma coisa natural: pertence-se a um determinado grupo, em nome deste alguns integram uma lista e a "malta" desse grupo vota nessa lista) que são determinados não por opções políticas (escolher um rumo não outro) ou ligações pessoais (pessoas em quem se confia e que se quer ver protagonizar determinadas posições), mas por fenómenos de puro caciquismo.
- a abstenção ou o desempenho de tantos eleitores do partido recompensa o fenómeno acima e sobretudo desmotiva a militância política e partidária, tão importantes para o crescimento da democracia e o desenvolvimento da sociedade. Se temos os políticos que temos devemo-lo aos eleitores que queixando-se deles, não arriscam nenhum tempo das suas vidas para que a atmosfera política seja diferente.
- consequência final: a politica reduz-se aos dias de eleições, o debate é nulo, as ideias definham ou desaparecem, e depois queixem-se que os partidos uma vez no poder naveguem à vista, sem um ideal...
Nota final: as pessoas não imaginam o universo curioso e simultâneamente engraçado e comovente que é uma Secção de um partido: gente tão diferente, circunstâncias tão peculiares, convivências e amizades diversificadas, muita boa vontade e também algum interesseirismo, etc. E no entanto a partir daquele nível é que se começam a desenvolver os níveis de poder e influência. Seria tão bom (e tão decisivo para os partidos, para o poder) que houvesse mais participação...