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sábado, junho 02, 2012

Vaticanleaks




Do jornal Público de hoje num artigo de duas páginas de Jorge Almeida Fernandes sobre o caso em referência:

"Por estes dias, circula no Vaticano, a réplica do Cardeal Ercole Consalvi, secretário de Estado de Pio VII, a Napoleão quando este ameaçou destruir a Igreja: "Não o conseguirá, magestade. Nós próprios nunca a conseguimos destruir.""

Uma beleza, uma pérola de sabedoria, uma grande verdade. "E contra Ela não prevalecerão as portas do inferno!".

quarta-feira, março 21, 2012

A conversão ao catolicismo por Pedro Arroja

Extraordinário este post de Pedro Arroja...!

17 Março 2012

tenho medo

Há cerca de três meses um amigo meu convidou-me para proferir
uma palestra perante uma audiência católica sobre a minha experiência
com o catolicismo. Eu aceitei de bom grado, mas quando chegou a
altura de dar o título à palestra eu fiquei sem saber o que dizer.
Foi ele próprio que sugeriu: "Do liberalismo ao catolicismo,
onde ainda não cheguei". Aceitei a sugestão porque reflectia bem a realidade.

Passei o dia de hoje a reler o livro do Chesterton "Por qué soy católico"
sempre com a seguinte pergunta no espírito: Será que, não sendo católico,
eu me converteria ao catolicismo depois de ler este livro?
No final do dia,
a minha resposta foi um conclusivo Não.

E, no entanto, o livro está cheio de artigos admiráveis que o Chesterton
escreveu em defesa do catolicismo e do processo da sua conversão
a partir do anglicanismo. Mas a conclusão a que cheguei é que
nenhum deles me levaria a tornar-me católico. Mais importante,
cheguei à conclusão que ninguém se converte ao catolicismo
por argumento intelectual
. Esta é a forma maciça de conversão
ao protestantismo e às doutrinas laicas saídas do protestantismo
- como o socialismo e o liberalismo -, mas não é a forma de
conversão ao catolicismo.

Foi, de resto, o ensaio "A Igreja Católica e a conversão" ,
escrito em 1927, e reproduzido logo no início do livro que
hoje me prendeu mais a atenção.

O Chesterton distingue três fases na conversão ao catolicismo:

    a primeira é a da protecção à Igreja (de todos os ataques
    que lhe são dirigidos),  
a segunda - e a mais excitante do ponto de vista intelectual -
é a da descoberta da Igreja, e é nesta fase que eu ainda estou.

  • A terceira é a de fugir da Igreja.
Ora eu sei perfeitamente o que são as duas primeiras fases porque
já as vivi
. Quanto à terceira, é dela que eu tenho medo e medo
é a palavra verdadeira. Para não ter de fugir, eu tenho medo de entrar.

Se o catolicismo é incapaz de gerar conversões por argumento
intelectual, o que é que leva um homem a converter-se ao catolicismo?
Outro homem. E o que é que esse homem inspira? Mistério.

No fim, o mais interessante e misterioso naquele livro
é a personalidade do autor. Eu gostava de o ter conhecido.

sábado, março 10, 2012

Em que confiam os portugueses


Foi primeiro no Expresso de hoje que vi uma referência a um estudo das "Selecções do Reader's Digest" que avalia a confiança dos portugueses em instituições, profissões e personalidades. Está aqui uma notícia sobre isso no site dessa publicação e é interessante ler.

Conclusão: "Os números traçam assim o perfil português: uma sociedade em crise virada para o que é sólido e básico (família, casamento, amigos, Igreja), gente fechada em si e no seu círculo, sem razões para crer nas instituições (Governo, políticos, justiça), com confiança apenas na protecção mais imediata e próxima (bombeiros, pessoal de saúde, Polícia). Há razões evidentes para considerar este um retrato de confiança."

Sublinho o "sociedade em crise virada para o que é sólido e básico (família, casamento, amigos, Igreja)"...;-)

domingo, fevereiro 12, 2012

Whitney Houston: Jesus Loves me

"Jesus loves me" terá sido a última canção cantada em público por Whitney Houston. Hoje se Deus quiser isso ser-lhe-á completamente evidente. Que rapidamente no tempo do Céu essa consciência e vivência lhe seja experiência única é o que se pode desejar-lhe e por isso rezar.

No You Tube encontrei esta gravação mais antiga dela a cantar o "Jesus loves me":



A letra da música é esta:

Jesus Loves Me

(Oo oo oo tells me tells me)
Yes, Jesus loves me
For the bible tells me so
so)Jesus loves me this I know
For the bible tells me so
Little ones to him belong
They are weak but he is strong
Chorus:Yes Jesus loves me
Oh yes Jesus loves me
Yes, Jesus loves me
For the bible tells me so
Pressing on the up way
Always guides me more I pray
Undeserving and stubbornly
Never fail to love me still
Repeat Chorus
Yes, Jesus loves me
Loves, oh yes Jesus loves me
For the bible tells me so(I know I am loved)
For the bible tells me so(Feels so good to know )
That I'm never alone
See sometimes I'm lonely but never alone
For the bible tells
For the bible tells
For the bible tells me so
See I know that he loves me
Whether I'm right (mm)
Whether I'm wrong (oh yes he did)
For the bible tells me (so)

Jesus me ama

Oo oo oo diga-me, diga-me
Sim, Jesus me ama
A Bíblia me diz isso
Jesus me ama, disso eu sei
A Bíblia me diz isso
Pequenas coisas pertencem a Ele
Elas são fracas, mas Ele é forte
Refrão:Sim Jesus me ama
Oh, sim Jesus me ama
Sim Jesus me ama
A Bíblia me diz isso
Continuando no caminho ao alto
Sempre me guie, Senhor, eu oro
Sem merecimento e teimosamente
Nunca deixa de me amar
Repete o Refrão
Sim Jesus me ama
Ama, oh sim, Jesus me ama
A Bíblia me diz isso(Sei que sou amado)
A Bíblia me diz isso
Me sinto bem em saber) que eu nunca estou sozinha
Às vezes solitário, mas nunca sozinho
A Bíblia me diz
A Bíblia me diz
A Bíblia me diz isso
Veja, eu sei que Ele me ama
Mesmo se estou certa
mesmo se estou errada
Porque a Bíblia me diz isso

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Razões para não ir à Igreja

Extraordinário este video encontrado por uma sobrinha no You Tube, cheio de sentido de humor. Tão verdadeiro! Vejam aqui.

quinta-feira, maio 22, 2008

Cónego Melo: a minha homenagem e a nossa saudade!

Com muita pena não consegui participar em nenhum dos ofícios fúnebres pelo Cónego Melo e também ainda não lhe tinha feito aqui referência (a ele ou à sua morte). O artigo que reproduzo abaixo do João Mendia diz melhor do que eu sou capaz da grandeza da vida e santidade de uma enorme figura da Igreja de Braga e portuguesa. Ter-me-ei encontrado com ele não mais de meia dúzia de vezes e falámos por telefone outras tantas sobretudo quando fui deputado por Braga. Guardo dele a imagem de um gigante. Uma pessoa muito prática e direita ao assunto, mas também muito aberta e de espírito largo. Impressionou-me particularmente a sensibilidade política porque e posta ao serviço do povo que à Igreja está confiado. Um pormenor pitoresco: o nosso último encontro foi já noite longa, debaixo de uns arcos, em plena cidade de Braga, junto do Governo Civil, uma breve troca de papeis e poucas impressões. Foi um encontro como ele era: discreto, eficaz, conciso, com noção de que tudo servia um Bem maior.
Um grande abraço Senhor Cónego Melo e aí do Céu vele por nós católicos na política, uma terra de perigos e adversidades, onde procuraremos honrar a sua tradição de coragem e ousadia! E agora mergulhado na bondade divina reze por aqueles desgraçados daqueles deputados que não foram capazes na AR de respeitar um Voto de homenagem na sua morte ou o minuto de silêncio que se lhe seguiu...quando (e eu fui testemunha disso na 9ª legislatura) esses mesmos desgraçados subscreveram todos os Votos por todos os "bichos-careta" e sabe Deus a desgraça que alguns deles foram na própria vida...!
O artigo a que faço referência acima é este:

Cónego Melo no esplendor da luz
João de Mendia

Expresso, 080517
(Conde de Resende e lugar-tenente em Portugal da Ordem de Cavalaria de Santo Sepulcro salienta o papel de Eduardo Melo Peixoto durante o PREC)

Morreu um homem bom. Morreu um homem caridoso. Morreu um homem independente. Morreu um homem de fé. Morreu um patriota. Morreu o senhor ‘cónego Melo’, monsenhor Eduardo Melo Peixoto.
Quem não tiver Cristo no coração, como dizia o filósofo, é inevitavelmente pertença de outros homens. O cónego Melo teve, e terá sempre, Cristo no coração. E se isso se passava por força das velhinhas e fortes tradições da sua Braga natal, fortificou-se pela vida fora pela inteligência, pela investigação e pela inestimável vocação de servir a Igreja, e através dela todos nós.
As suas fortes e firmes convicções foram dos principais alentos para aqueles que viam na condução da vida pública, nos tempos do PREC, o advento de um perigoso fim anunciado, quando eram poucas as hipóteses de grande resistência, resistia ele, e muito bem, por todos nós. A pessoa deste homem caridoso e justo, motivador e transmissor de confiança, foi uma das principais razões de se resistir e de se não desistir de ter razão. Que quase todos tínhamos, mas que poucos a defendiam. O senhor cónego Melo foi, assim, um dos patriotas a quem a história vai ficar a dever que o descalabro se não tenha verificado.
É óbvio que não era inocente a circunstância deste homem ter tirado partido da feliz realidade de fazer parte da hierarquia da Igreja, pela simples razão de que é exactamente sob a protecção dessa mesma Igreja de Roma que todos nos colocamos quando nos atacam. E a defesa que sentimos vinda do sr. cónego Melo não foi senão, igualmente, o renovar e o reviver da convicção segundo a qual a tenebrosa ditadura comunista que se instalava em Portugal nos primeiros anos do PREC iria ter tempos difíceis. ‘Milagre’ que todos esperávamos, mas que poucos colaboraram para que ele acontecesse.
Dadas a coragem e a inteligência deste cavaleiro da Ordem do Santo Sepulcro e Deão da Sé Primacial de Braga, o combate ao comunismo instalado em Lisboa era por ele feito de forma eficiente e, sobretudo, onde lhes doía. Razão pela qual acabaram por se desenfrear os ataques sem qualquer limite tanto à instituição da Igreja como à pessoa do monsenhor. Mente-se, deturpa-se, altera-se, inventam-se as situações mais graves e insultuosas usando para isso as armas a que os comunismos e outras coribecas nos habituaram de há muito. Mas a serenidade daquela rocha portuguesa tudo tolera e absolve, não perdendo nunca de vista o sacerdote que nunca deixou de ser. É que, à semelhança de outro, ele tinha razão.
Faz falta, o senhor cónego Melo. Muita falta. E vai fazer ainda mais falta para combater não os velhos inimigos contra quem ele nos ensinou a lutar mas os novos. Aqueles que nos enfraquecem a única arma com que o cónego Melo os venceu em toda a linha: as convicções.

segunda-feira, abril 28, 2008

Trabalho e emprego: a sabedoria de João XXIII

Contou-me hoje o meu Pai que perguntado o Papa João XXIII sobre quantas pessoas trabalhavam na Santa Sé, no Vaticano, terá respondido: "cerca de metade"... :-)
Mais uma vez se confirma como a Igreja é sábia. Dizendo-o um Papa sobre o seu ambiente de trabalho sabe Deus como isto é verdadeiro em tantos lados...

quarta-feira, novembro 28, 2007

Bispo do Porto defende presença pública dos crucifixos

Bispo do Porto defende presença pública dos crucifixos
O Bispo do Porto defendeu a presença dos crucifixos "em qualquer espaço adequado, mesmo que público", numa atitude de "cidadania justamente partilhada com crentes e não crentes".
Na homilia da solenidade de Cristo Rei, que a Igreja celebrou no passado Domingo, D. Manuel Clemente sublinhou que "gostamos de ver a Cruz por a reconhecermos como altíssimo sinal de tantas vidas abnegadas ao serviço do próximo".
"No nosso caso português ela, a Cruz de Cristo, foi até o mais alto símbolo do que fizemos de melhor, na descoberta do mundo e na construção duma humanidade comum", acrescentou.
O Bispo admitiu "eventuais contrafacções que se tenham verificado da nossa parte", mas indicou que "foi exactamente o regresso à Cruz e aos sentimentos de Cristo que constantemente nos corrigiu e mais longe nos transportou e transporta, como cidadania amável e solidariedade universal".
Numa mensagem particularmente dirigida aos leigos do Porto, D. Manuel Clemente pediu uma maior colaboração na vida "interna" da Igreja, "para sustentar as comunidades paroquiais, que têm poucos presbíteros e diáconos ao seu serviço".
Esta, disse, é "uma situação que se poderá agravar nos próximos anos, apesar da muita abnegação pastoral de que o nosso clero dá bastas provas".
"Havemos de promover ainda mais e formar persistentemente muitos de vós para os ministérios e serviços que a Igreja vos pode e deve conferir, dentro do que as normas canónicas e pastorais contemplam", indicou ao laicado da Diocese.
D. Manuel Clemente recordou algumas indicações deixadas pelo Papa, durante a recente visita Ad limina dos Bispos portugueses, pedindo avanços "numa corresponsabilidade cada vez maior, ao serviço da comunidade cristã e da sua missão no mundo".
"A urgência da nova evangelização impele-nos a aumentarmos a projecção missionária das nossas comunidades, para levar a cada sector específico da sociedade e da cultura a verdade, a beleza e a bondade divinas que refulgem em Cristo", indicou.
Nacional Octávio Carmo 27/11/2007 16:30 1998 Caracteres 70 Diocese do Porto

quinta-feira, novembro 15, 2007

Alemanha: uma agressão à Igreja católica

Polémica entre Igreja e «Verdes» na Alemanha

A acusação de "pregador do ódio", lançada pelo líder do Partido dos Verdes na Alemanha, Volker Beck contra o cardeal-arcebispo de Colónia, Joachim Meisner, desencadeou nova polémicas entre o partido ecologista e a Igreja Católica no país, que estuda até mesmo a possibilidade de uma acção legal contra os Verdes.
Numa entrevista publicada pelo semanário "Der Spiegel", Volker Beck chama o cardeal, textualmente, de "pregador do ódio", referindo-se a declarações feitas, precedentemente, pelo cardeal, nas quais, entre outras coisas, critica a legalização dos matrimónios homossexuais e a adopção de crianças por esse tipo de pares.
Um porta-voz da Arquidiocese de Colónia a anunciou neste Domingo, 28 de Outubro, que está a ser avaliada a possibilidade de uma acção legal contra Beck, como já foi feito no passado, quando um tribunal proibiu que um humorista político alemão usasse a mesma definição para se referir ao Cardeal Meisner.
Outros parlamentares "verdes" distanciaram-se das afirmações de Beck, qualificando-as de "desapropriadas e desproporcionais".
(Com Rádio Vaticano)
Internacional Agência Ecclesia 30/10/2007 10:35 1097 Caracteres 26 Europa

O discurso do Papa aos Bispos portugueses

Pode encontrar-se em: http://www.ecclesia.pt/videobentoxvi.wmv.

Sobre o significado das palavras do Papa e sendo ainda cedo para medir o justo alcance e sobretudo o desafio que representam para todos nós, os católicos, há esta nota da Lusa que retoma declarações belíssimas obtidas junto do Opus Dei.
Transcrevo e partilho:

Religião: Bento XVI lançou desafio a todos os cristãos portugueses - Opus Dei
Fonte: Lusa12 de Novembro de 2007, 18:43
Lisboa, 12 Nov (Lusa) - A Opus Dei considera que o Papa Bento XVI lançou a todos os cristãos portugueses, mais do que uma crítica, um desafio para a intensificação da aplicação do Concílio Vaticano II, disse hoje à Lusa uma fonte daquela instituição católica.
No seu discurso final aos bispos, que marcou o encerramento da visita "Ad Limina" da hierarquia católica portuguesa ao Vaticano, no domingo, Bento XVI defendeu um novo estilo de organização da Igreja em Portugal.
"É preciso mudar o estilo de organização da comunidade eclesial portuguesa e a mentalidade dos seus membros para se ter uma Igreja ao ritmo do Concílio Vaticano II, na qual esteja bem estabelecida a função do clero e do laicado", afirmou o Papa.
Bento XVI considerou que este novo modelo eclesial é a "rota certa a seguir", mas sem valorizar em demasia as questões organizativas da própria Igreja.
Para a Opus Dei, na sua intervenção o Papa lançou a todos os cristãos portugueses, e não só aos bispos, um desafio que é muito mais um estímulo do que uma crítica, apelando à intensificação da aplicação do II Concílio do Vaticano, que "sempre foi, aliás, uma preocupação muito viva dos bispos portugueses".
O desafio lançado por Bento XVI, refere a Opus Dei, inclui três elementos: "Devolver a Deus a primazia", "Que os padres sejam padres e que os leigos sejam leigos" e a "Comunhão na Igreja".
No que respeita ao primeiro elemento - "Devolver a Deus a primazia" -, a instituição católica refere que "tem-se tentado construir o mundo prescindindo de Deus, agora é altura de voltar a colocá-lo no 'prime time' do quotidiano".
Relativamente ao segundo elemento - "Que os padres sejam padres e que os leigos sejam leigos " -, a Opus Dei explica que os cristãos leigos (profissionais de todos os sectores, homens e mulheres, casados e solteiros, sãos e doentes, ricos e pobres) são responsáveis por tornar Deus presente nas famílias e na sociedade.
"É a sua competência. Mas para 'dar' Deus têm de 'ter' Deus. Para isso, são imprescindíveis os padres. São os padres que permitem aos leigos encontrar Deus na Eucaristia e nos restantes sacramentos, através do ensino e pregação, e com a assistência pessoal a cada um. É a sua competência", refere um documento da Opus Dei enviado à Lusa.
Já no que se refere à "Comunhão da Igreja", a Opus Dei explica que é boa a diversidade de experiências e caminhos, podendo aprender todos uns dos outros, em sintonia plena com os bispos.
A Opus Dei é uma instituição da Igreja Católica fundada por Josemaria Escrivã de Balaguer e que colabora com as igrejas locais, organizando encontros de formação cristã (aulas, retiros, atendimento sacerdotal) destinados a quem tenha o desejo de renovar a sua vida espiritual e o seu apostolado.
GC.
Lusa/Fim