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domingo, julho 06, 2014

Três anos sobre a morte de Maria José Nogueira Pinto (foi em 6 de Julho de 2011)

Continuam a mesma saudade, amizade e presença...


Fui procurar notícias e encontrei esta entrevista em conjunto com o Jaime que não me recordava ter lido.

E também faço a lista de homenagens de que me lembrei, embora provavelmente haja mais:

Uma unidade de cuidados continuados da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Um monumento na Ribeira das Naus em Lisboa
Um prémio de responsabilidade social

Encontrando também este post no blog Delito de Opinião fui recordado da publicação no Observador do belíssimo discurso do Jaime na inauguração do monumento em Lisboa.

Até ao Céu, vamos vendo-nos na comunhão dos santos e no crescimento e recomposição da presença católica na política...




terça-feira, janeiro 29, 2013

Jaime Neves e Novembro de Jaime Nogueira Pinto


 




Na morte de Jaime Neves (a quem presto a minha mais profunda e sentida homenagem oferecendo o que um cristão pode oferecer: a oração por ele e pelos seus) há como que um país que se desvanece e um pedaço da nossa história “recente” (foi há quase 40 anos…!) que desaparece.
"Desvanece-se" o país dos antigos combatentes do Ultramar e em especial das tropas especiais que tem nele um dos seus principais heróis e figuras de referência. “Desaparece” aquele período do PREC e dos poucos lúcidos e bravos que resistiram “against all odds” e a quem devemos o regime democrático e a liberdade que todos, “bons e maus”, gozamos hoje em dia.
Razão por isso redobrada para reler ou ler pela primeira vez o livro “Novembro” de Jaime Nogueira Pinto (o link é para uma entrevista que, sobre o livro, deu à Sábado e está em vídeo) de cuja amizade me orgulho entre muitas outras razões por ele ter feito parte desses poucos que acima referi. E se refiro hoje o livro neste contexto (da morte de Jaime Neves) é precisamente porque nesse como em nenhum outro se descreve o que se passou nesse particular em Portugal entre o antes do 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, incluindo uma vivida por dentro descrição dessa jornada precisa, factos, expectativas e protagonistas. Imperdível !









segunda-feira, novembro 02, 2009

Jogos Africanos de Jaime Nogueira Pinto

Procurando o artigo sobre a Europa de Jaime Nogueira Pinto dei com estes seus dois textos que são uma beleza (de concisão, expressão e historia) e me permitem aproveitar para recomendar vivamente o livro que tem o título em epigrafe deste post.
Aqui ficam como "apetizer" para o livro que li de um folgo só (já há uns bons meses, mais de um ano, creio).
"Relativismos" e "Explicando os Jogos Africanos".
Nota: tive o prazer de desde o inicio (em 1980) participar com o Jaime Nogueira Pinto no lançamento da revista "Futuro Presente" (quando surgiu uma revista da Nova Direita onde pela primeira vez em Portugal não só eram tratados temas e autores "malditos" para a mentalidade dominante, como lançados toda uma vaga de ideias e protagonistas das correntes conservadoras e liberais sobretudo dos estados Unidos, então desconhecidos no país) ainda hoje editada e com um Blog do mesmo nome.
Para a minha geração (no sentido cronológico e ideológico da altura) foi uma oportunidade única de privar de muito perto e gozar de uma amizade com aquilo que definiria como a figura do Mestre. Uma experiência humana rara e uma das mais enriquecedoras da minha vida!

Europa e Tratado de Lisboa: a esperança Cameron

A noticia do Público de ontem é muito prometedora para quem ainda não deixou de sonhar com o abalo que percorreria a União Europeia com o chumbo do Tratado de Lisboa...

De acordo com a notícia: "Os principais líderes europeus ficaram irritados com uma tentativa do chefe conservador britânico, David Cameron, para atrasar a ratificação do Tratado de Lisboa, noticiou ontem o jornal Guardian.

Nicolas Sarkozy, Angela Merkel e José Luis Rodríguez Zapatero criticaram duramente, durante a cimeira que anteontem terminou em Bruxelas, a iniciativa de Cameron de escrever ao Presidente checo, Vaclav Klaus, num gesto interpretado como tendo por objectivo atrasar a ratificação.

Na carta, Cameron, candidato à chefia do Governo britânico, explica a intenção de referendar o tratado, no caso de chegar ao poder antes de o texto entrar em vigor. Klaus vinha manifestando reservas ao documento, mas a ratificação só já está dependente da decisão do Tribunal Constitucional checo."

Porquê? Porque a forma como este Tratado foi imposto proibindo, abafando, ignorando, referendos nos países a este sujeitos, é não só bem demonstrativo da perigosa deriva totalitária da burocraci de Bruxelas mancomunada com a classe dirigente dos países membros da União, como também o próprio Tratado (além de ilegivel e incompreensível) parece feito de propósito para acabar com o espirito que fundou e presidiu à Europa, essa sim uma ideia boa e original, cujos frutos se vão produzindo independentemente dos esforços para acabar com ela.

Para perceber melhor o que quero dizer (e muito melhor escrito, claro! ;-) ver este artigo do Jaime Nogueira Pinto no "i".