Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quarta-feira, janeiro 21, 2015
O Papa e a procriação: uma belíssima ocasião de testemunho!
(esta fotografia, do Papa a falar com os jornalistas depois da sua viagem ás Filipinas foi retirada daqui)
As declarações do Papa sobre a questão da procriação dos católicos (na íntegra: "Algumas pessoas pensam... e desculpem-me as palavras, que para ser bons católicos temos de ser como coelhos. Não. Paternidade responsável. Isto é evidente") que se podem ver e ouvir aqui no site da RR têm sido uma belíssima ocasião de testemunho da alegria da experiência que os católicos (idealmente...) fazem e do entendimento vivencial da doutrina da Igreja Católica nestes temas,
Isso se conclui vendo o que hoje saiu no Público (muito completa, isenta e plural) e no i. Vamos ver agora como tratarão as declarações do Papa de hoje (reproduzidas na RR) em que este renova o elogio das famílias numerosas...
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terça-feira, janeiro 20, 2015
O Papa Francisco, a Família, os filhos e a paternidade responsável
Anda para aí um sururu a propósito de declarações ontem do Papa Francisco. Há pouco e a um jornalista expliquei que tenho por princípio que não comento declarações do Papa ou de Bispos e Padres. Não é por mau feitio, mas porque declarações de Papa, Bispos e Padres, não são para eu comentar. São para as escutar e procurar perceber qual o desafio que colocam para a minha vida e para a minha conversão. Tenho-me dado bem com este sistema e isso reforça a minha Fé naquilo que a palavra quer dizer: o reconhecimento de uma Presença boa para mim e para a minha vida. Na minha circunstância essa Presença revela-se viva na Igreja Católica à qual pertenço, conduzida pelo Papa e pelos Bispos, abençoada com tantos santos e bons sacerdotes e comunidades de fiéis. Acresce que da minha experiência o que a Igreja recomenda é para mim origem de uma vida mais completa e feliz, onde tudo sabe melhor, apesar dos meus pecados e limites: a mulher, os filhos, a família, o trabalho, os amigos, etc.
Dito isto e porque, não desfazendo (como se diz nos filmes portugueses antigos...;-), a ignorância da comunicação social sobre o que a Igreja diz é muita, não fica desadequado recordar a Carta dos Direitos da Família (do tempo de João Paulo II) e em especial esta parte:
ARTIGO 3
Os esposos têm o direito inalienável de constituir uma família e de determinar o intervalo entre os nascimentos e o número de filhos que desejam, levando em consideração os deveres para consigo mesmos, para com os filhos que já têm, para com a família e a sociedade, numa justa hierarquia de valores e de acordo com a ordem moral objectiva que exclui o recurso à contracepção, à esterilização e ao aborto.
a) As actividades dos poderes públicos ou das organizações privadas, que tratam de limitar de algum modo a liberdade dos esposos nas suas decisões relativas aos filhos, constituem uma grave ofensa à dignidade humana e à justiça;
b) Nas relações internacionais, a ajuda económica concedida para o desenvolvimento dos povos não deve ser condicionada pela aceitação de programas de contracepção, esterilização ou aborto;
c) A família tem direito à ajuda da sociedade no que se refere ao nascimento ou à educação dos filhos. Os casais que têm uma família numerosa têm direito a uma ajuda adequada e não devem sofrer discriminações.
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sábado, junho 14, 2014
Ofensiva Islâmica no Iraque: tanta razão tinha o Papa João Paulo II!
O original desta imagem (o Bartoon do jornal Público) está aqui.
Lêem-se as noticias sobre o Iraque e percebe-se a razão que tinha o Papa João Paulo II na sua tão veemente oposição a guerra que se sucedeu aos acontecimentos de Setembro de 2001 em Nova Iorque...
Estou a escrever num Mac e não atino com a forma como podia por links em três pontos acima...fica a observação e voltarei a este post de um bom velho portátil equipado com Windows...;-)
Regressado ao Windows (Aleluia!) remeto também para o comunicado de Comunhão e Libertação sobre a guerra do Iraque datado de 13-Fevereiro-2003. Está aqui. Ao mesmo fazia referência então esta notícia.
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sábado, março 30, 2013
A premonição do filme As Sandálias do Pescador e a guerra na Coreia
Ontem em família estivemos a ver o filme "As Sandálias do Pescador". Muito bom! E impressionante (o filme foi rodado em 1968, 10 anos antes da eleição de João Paulo II) a "premonição" do filme! Premonição de um Papa vindo de Leste (no filme, da Rússia, na realidade, da Polónia) e premonição de um Papa que haveria de apelar à simplicidade: o Papa Francisco...
Curiosa a mensagem deixada por alguém na página do You Tube onde está o trailer acima chamando a atenção para o paralelismo com a actual crise e guerra eminente entre as duas Coreias devido à situação de fome generalizada em que se encontra a do Norte...!?
Recomendo vivamente o vejam! Além de que o Anthony Quinn era de facto um actor de mão cheia.
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quinta-feira, março 14, 2013
Os três últimos Papas numa mesma fotografia!
Acabadinha de receber de uma rede europeia de providas. Olhando para o Papa João Paulo II (ainda tão novo) e lembrando as imagens ontem do Beato João Paulo II a elevar ao Cardinalato o actual Papa Francisco, este, nesta fotografia ainda seria "apenas" Bispo.
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segunda-feira, maio 14, 2012
Há 30 anos: João Paulo II na Universidade Católica
Faz hoje 30 anos que o Papa João Paulo II esteve na Universidade Católica em Lisboa. À sua chegada foi recebido pelo grupo de peregrinos que entre 8 e 12 Maio tinham ido a pé a Fátima e aí no Santuário estado com ele, no meio da multidão.
Lembro-me com precisão da data e do momento porque coincide essa peregrinação com o meu encontro com o cristianismo, presente na história dos homens na sua Santa (e não Sagrada, como este Sábado ouvi numa belissima homília) Igreja, ou seja com o que de mais decisivo aconteceu na minha vida, fonte de uma segurança, alegria e gratidão, sem medida!
Que isso tenha acontecido no encontro com o Beato João Paulo II faz com que este seja um motivo mais da minha gratidão.
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domingo, abril 15, 2012
Papa Bento XVI e quando os media estão tão longe e não imaginam
Acabo de passar uma vista de olhos sobre o editorial de hoje do Público e as páginas desenvolvidas sobre "os nove casos que estão a abalar um Papa que perdeu a mão no Vaticano"...a tentação primeira é um sorriso tão "ao lado" e "fora" está o seu conteúdo...mas depois vem a segunda tentação: que experiência triste e desconsoladora de Igreja tem quem assim a vive ou vê...até que depois assalta-nos a gratidão e a graça em que mais não se quer do que corresponder ao pedido que o Papa fez e que a Ecclesia reproduz assim:
Vaticano: Papa pede «força» para cumprir missão, antecipando 7.º aniversário do pontificado
Bento XVI completa 85 anos esta segunda-feira e lembrou eleição, a 19 de abril de 2005

Lusa | Bento XVI na janela do seu apartamento, Vaticano, 15.04.2012
Cidade do Vaticano, 15 abr 2012 (Ecclesia) – Bento XVI apelou hoje às orações dos católicos numa semana em que vai celebrar o seu 85.º aniversário natalício e 7 anos de pontificado, pedindo “força” para a sua missão.
“Na próxima quinta-feira, por ocasião do sétimo aniversário da minha eleição para a sede de Pedro, peço-vos que rezem por mim, para que o Senhor me dê a força de cumprir a missão que me foi confiada”, afirmou o Papa, em francês, perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a recitação da oração do “Regina Coeli” que durante o tempo da Páscoa substitui o Angelus.
Joseph Ratzinger, que esta segunda-feira completa 85 anos, nasceu na localidade alemã Marktl am Inn, Diocese de Passau (Alemanha), região da Baviera.
O então cardeal Ratzinger foi eleito sucessor de João Paulo II na tarde de 19 de abril de 2005, no quarto escrutínio do conclave iniciado um dia antes, tendo escolhido o nome de Bento XVI.
Nestes sete anos, o Papa alemão realizou 26 viagens na Itália e 23 ao estrangeiro, incluindo um visita a Portugal, entre 11 e 14 de maio de 2010, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto.
Bento XVI assinou três encíclicas e presidiu a três Jornadas Mundiais da Juventude, para além de ter convocado quatro Sínodos de Bispos, um Ano Paulino e um Ano da Fé; em outubro vai ter lugar um novo Sínodo e inicia-se o Ano da Fé.
Num balanço do atual pontificado, o porta-voz do Vaticano destaca que o Papa enfrentou “com coragem, humildade e determinação situações difíceis, como a crise que se seguiu aos abusos sexuais” cometidos por membros do clero ou em instituições católicas de vários países.
“Aprendemos coma coerência e a constância do seu [Bento XVI] ensinamento que a prioridade do seu serviço à Igreja e à humanidade é orientar a vida para Deus (…), que o esquecimento de Deus e o relativismo são perigos gravíssimos no nosso tempo”, afirma o padre Lombardi, no editorial do programa ‘Octava Dies’, do Centro Televisivo Vaticano.
Bento XVI é o sexto Papa mais velho dos últimos 700 anos, superando o seu predecessor, João Paulo II, que faleceu aos 84 anos, no dia 2 de abril de 2005.
Segundo as estatísticas apresentadas pelo blogue "Popes-and-papacy.com", o atual Papa foi o quinto mais velho a ser eleito nos últimos 500 anos: tinha 78 anos aquando do final do conclave de 2005.
O Papa mais velho da história foi Leão XIII, que faleceu com 93 anos no dia 20 de julho de 1903.
OC
“Na próxima quinta-feira, por ocasião do sétimo aniversário da minha eleição para a sede de Pedro, peço-vos que rezem por mim, para que o Senhor me dê a força de cumprir a missão que me foi confiada”, afirmou o Papa, em francês, perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a recitação da oração do “Regina Coeli” que durante o tempo da Páscoa substitui o Angelus.
Joseph Ratzinger, que esta segunda-feira completa 85 anos, nasceu na localidade alemã Marktl am Inn, Diocese de Passau (Alemanha), região da Baviera.
O então cardeal Ratzinger foi eleito sucessor de João Paulo II na tarde de 19 de abril de 2005, no quarto escrutínio do conclave iniciado um dia antes, tendo escolhido o nome de Bento XVI.
Nestes sete anos, o Papa alemão realizou 26 viagens na Itália e 23 ao estrangeiro, incluindo um visita a Portugal, entre 11 e 14 de maio de 2010, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto.
Bento XVI assinou três encíclicas e presidiu a três Jornadas Mundiais da Juventude, para além de ter convocado quatro Sínodos de Bispos, um Ano Paulino e um Ano da Fé; em outubro vai ter lugar um novo Sínodo e inicia-se o Ano da Fé.
Num balanço do atual pontificado, o porta-voz do Vaticano destaca que o Papa enfrentou “com coragem, humildade e determinação situações difíceis, como a crise que se seguiu aos abusos sexuais” cometidos por membros do clero ou em instituições católicas de vários países.
“Aprendemos coma coerência e a constância do seu [Bento XVI] ensinamento que a prioridade do seu serviço à Igreja e à humanidade é orientar a vida para Deus (…), que o esquecimento de Deus e o relativismo são perigos gravíssimos no nosso tempo”, afirma o padre Lombardi, no editorial do programa ‘Octava Dies’, do Centro Televisivo Vaticano.
Bento XVI é o sexto Papa mais velho dos últimos 700 anos, superando o seu predecessor, João Paulo II, que faleceu aos 84 anos, no dia 2 de abril de 2005.
Segundo as estatísticas apresentadas pelo blogue "Popes-and-papacy.com", o atual Papa foi o quinto mais velho a ser eleito nos últimos 500 anos: tinha 78 anos aquando do final do conclave de 2005.
O Papa mais velho da história foi Leão XIII, que faleceu com 93 anos no dia 20 de julho de 1903.
OC
Internacional | Agência Ecclesia | 2012-04-15 | 15:53:27 | 2426 Caracteres | Bento XVI
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domingo, fevereiro 19, 2012
Uma orientação politica de João Paulo II
Retirada do livro "Orações de João Paulo II" (é a 29ª) e para a qual a minha atenção foi chamada no Boletim da Paróquia de Santa Joana Princesa, num artigo de António Adragão
"Uma Civilização com alma
Nenhuma experiência politica, nenhuma forma de democracia pode sobreviver, se diminuir a referência a uma comum moralidade de base. Nenhuma lei escrita garantirá a convivência humana, se não haurir a sua força intíma de fundamento moral.
Uma sociedade que perdesse a dimensão espiritual e religiosa veria os seus valores esvaziarem-se do seu conteúdo mais verdadeiro. O progresso económico revelar-se-ia ilusório. O crescente conformismo dos desejos e dos comportamentos vai plasmando uma civilização uniforme, enfadonha, repleta de bem-estar. Mas pobre de ideias e de esperanças, uma civilização pobre de alma.
A armadilha mais grave desse processo está precisamente na tendência a sufocar o sopro transcendente da cultura, empobrecendo-a, nivelando-a, esvaziando-a de energia.
Uma cidade é tanto mais rica quanto mais rica for a sua cultura, porque as cidades são unidades vivas, que integram uma memória, guardam um espírito, exaltam o seu génio e a sua vocação específica. As cidades podem tornar-se fontes inesgotáveis, livros vivos, ser luz no caminho das novas gerações."
Para um membro de Assembleia Municipal (de Lisboa) como é o meu caso, isto faz todo o sentido.
"Uma Civilização com alma
Nenhuma experiência politica, nenhuma forma de democracia pode sobreviver, se diminuir a referência a uma comum moralidade de base. Nenhuma lei escrita garantirá a convivência humana, se não haurir a sua força intíma de fundamento moral.
Uma sociedade que perdesse a dimensão espiritual e religiosa veria os seus valores esvaziarem-se do seu conteúdo mais verdadeiro. O progresso económico revelar-se-ia ilusório. O crescente conformismo dos desejos e dos comportamentos vai plasmando uma civilização uniforme, enfadonha, repleta de bem-estar. Mas pobre de ideias e de esperanças, uma civilização pobre de alma.
A armadilha mais grave desse processo está precisamente na tendência a sufocar o sopro transcendente da cultura, empobrecendo-a, nivelando-a, esvaziando-a de energia.
Uma cidade é tanto mais rica quanto mais rica for a sua cultura, porque as cidades são unidades vivas, que integram uma memória, guardam um espírito, exaltam o seu génio e a sua vocação específica. As cidades podem tornar-se fontes inesgotáveis, livros vivos, ser luz no caminho das novas gerações."
Para um membro de Assembleia Municipal (de Lisboa) como é o meu caso, isto faz todo o sentido.
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domingo, janeiro 29, 2012
Abortistas e Orcs
Reconheço todos os "exageros" implícitos mas esta notícia (sobre um estudo que defende ser mais seguro para uma mulher fazer um aborto do que dar um bebé a nascer) pela loucura da "proposta" subjacente, a indiferença na sua divulgação, a inconsciência da sociedade actual de que é reflexo, lembrou-me os Orcs de O Senhor dos Aneis...
Mais civilizadamente a Cultura da Morte a que fazia referência o Beato João Paulo II. Mas mais visceralmente os próprios dos Orcs e por isso também os que no filme O Senhor dos Aneis protagonizam a luta contra essas criaturas. Chefiadas por Aragorn que numa das minhas cenas preferidas (no fim do primeiro filme) se vira para os companheiros de jornada e lhes diz "Let's hunt some Orcs!"...;-)
Não por acaso esta faz parte das melhores tiradas do personagem como se pode ver aqui.
Mais civilizadamente a Cultura da Morte a que fazia referência o Beato João Paulo II. Mas mais visceralmente os próprios dos Orcs e por isso também os que no filme O Senhor dos Aneis protagonizam a luta contra essas criaturas. Chefiadas por Aragorn que numa das minhas cenas preferidas (no fim do primeiro filme) se vira para os companheiros de jornada e lhes diz "Let's hunt some Orcs!"...;-)
Não por acaso esta faz parte das melhores tiradas do personagem como se pode ver aqui.
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terça-feira, novembro 04, 2008
John McCain: God bless you, God bless America!
Não sei quem ganhará mas se ganhasse John McCain havia uma dupla derrota: de Obama mas também de todo o establishment burguês europeu, com roupagens de esquerda ou direita. E duas grandes vitórias: dos Estados Unidos como nação e dos valores da dignidade humana nas questões civilizacionais naquele país e no contexto internacional.
Quanto ao Iraque não me parece melhore com nenhum deles: a guerra era e é um erro (como sempre denunciou o Papa João Paulo II) e dali nunca resultará coisa boa, independentemente do "jeitinho" que cada um deles (Obama ou McCain) dê na questão...
Como homenagem e acto de militância deixo aquilo que retirei da página da campanha republicana no You Tube!
Quanto ao Iraque não me parece melhore com nenhum deles: a guerra era e é um erro (como sempre denunciou o Papa João Paulo II) e dali nunca resultará coisa boa, independentemente do "jeitinho" que cada um deles (Obama ou McCain) dê na questão...
Como homenagem e acto de militância deixo aquilo que retirei da página da campanha republicana no You Tube!
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