Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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sexta-feira, outubro 26, 2012
Por uma vez de acordo com Jorge Sampaio
Porque ainda não me esqueci do golpe de estado constitucional que Sampaio protagonizou com o Governo Santana Lopes e apesar de muitas razões de queixa de Cavaco Silva, por uma vez também subscrevo:
"Felizmente não sou Presidente da República", Jorge Sampaio, Público, 24 de Outubro de 2012
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quinta-feira, setembro 20, 2012
Crise na Coligação PSD-PP: Jorge Sampaio e golpe de estado constitucional
Olhando para a actual crise na Coligação entre o PSD e o PP é impossível não fazer a comparação com o que se passou na 9ª legislatura, entre 2002 e 2005, e verificar não apenas a diferença entre ambas as experiências, como lembrar que nunca nessa altura se assistiu às "cenas" que estamos a presenciar agora.
Lembro-o agora, com a autoridade de quem, como eu, era á época deputado do PSD, porque mais evidente se torna com a comparação acima, como a Jorge Sampaio, então Presidente da República, não assistiu nenhuma razão institucional ou política, para ter dissolvido na altura o parlamento (já que a coligação que suportava se manteve coesa sem falhas até ao último dia)...aliás se não fosse triste daria mesmo razão para gargalhadas lembrar que o presidente invocou como razão para a dissolução a existência de "episódios"...que diria então ele hoje...?
Ou seja e concluindo: o que então se tratou foi de facto de um golpe de estado constitucional, montado com o propósito, como depois se verificou, de entregar o poder ao Partido Socialista...razão mais que suficiente para titular este post como o fiz (e mesmo tendo presente que no seu livro sobre este período Pedro Santana Lopes já afirmou que se o tempo andasse para trás não teria acedido ao poder "por sucessão" mas teria ido a eleições)
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quinta-feira, junho 02, 2011
O assunto das próximas eleições: há mais vida além do défice!
Retomo o meu artigo no Público de ontem para sublinhar que no próximo Domingo não se decide apenas quem será o próximo primeiro-ministro mas a eleição de 230 deputados que nos próximos quatro anos (normalmente...) decidirão sobre multiplos aspectos da nossa vida e do bem comum.
Isso não significa que tendo isto em consideração não se vote coincidentemente com o que seria o "voto útil" (conceito que varia com a perspectiva e a posição: o PSD pode ser o voto útil do centro-direita, como o PP pode ser o voto útil da área conservadora e o MEP em Lisboa o voto útil da área dos pequenos partidos que integra aquela última...) mas chama a atenção para que há mais vida além do défice (e do FMI) como acertada, embora inoportunamente, disse um dia Jorge Sampaio.
A propósito ainda destes últimos temas é útil ir ao Publico de hoje e aí na página 13 ver duas noticias: pedido condenação de uma mulher que ocultou o cadáver de um feto de 37 semanas e queixa no DIAP contra "barrigas de aluguer". E já agora ver a nota genial de Helena Matos "referendos fofinhos e referendos muito feios" ;-)
Isso não significa que tendo isto em consideração não se vote coincidentemente com o que seria o "voto útil" (conceito que varia com a perspectiva e a posição: o PSD pode ser o voto útil do centro-direita, como o PP pode ser o voto útil da área conservadora e o MEP em Lisboa o voto útil da área dos pequenos partidos que integra aquela última...) mas chama a atenção para que há mais vida além do défice (e do FMI) como acertada, embora inoportunamente, disse um dia Jorge Sampaio.
A propósito ainda destes últimos temas é útil ir ao Publico de hoje e aí na página 13 ver duas noticias: pedido condenação de uma mulher que ocultou o cadáver de um feto de 37 semanas e queixa no DIAP contra "barrigas de aluguer". E já agora ver a nota genial de Helena Matos "referendos fofinhos e referendos muito feios" ;-)
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