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quinta-feira, julho 07, 2011

Zézinha (Maria José Nogueira Pinto): obrigado e até ao Céu!


Morreu hoje a Maria José Nogueira Pinto que conheci em 1980 quando comecei a trabalhar com o Jaime, seu marido na revista "Futuro Presente". Conhecia-a então e no tempo fomos ficando amigos de casa. Sendo momento de dor pela perda de uma amiga e pela falta que faz aos seus, é também ocasião de dar graças a Deus por uma vida dada no bom combate. Muito bem na sua memória o José Ribeiro e Castro nas suas declarações. Curiosamente ambos tínhamos jantado juntos ontem e estado a falar sobre ela a uns amigos americanos.
Na história dos nossos movimentos cívicos (pro-família e pro-vida), começada com os Juntos pela Vida em 1996/1997 ela foi decisiva (a origem mesmo) e desde então para mim pessoalmente determinante no meu envolvimento na política "oficial" e dos partidos.
Uma grande mulher, uma grande católica, uma grande portuguesa.
Na Misericórdia esperamo-la já no Céu e com ela daí contamos. Como na despedida entre o Francisco e a Jacinta (pastorinhos de Fátima): "Até ao Céu!"

segunda-feira, novembro 02, 2009

Aborto e cancro da mama

No dia nacional de prevenção do cancro da mama, quer os Juntos pela Vida, quer a Federação Portuguesa pela Vida, emitiram comunicados, assinalando a evidencia cientifica existente de que o abortamento provocado podendo conduzir ao cancro da mama devia tal ser expressamente informado às mulheres que desejassem recorrer ao mesmo no âmbito de um consentimento informado digno desse nome.
Nos emails trocados entre nós a esse propósito surgiu este esclarecimento que reproduzo porque de utilidade a todos e por ser tão clarinho que até um Advogado como eu o entende ;-)

"De facto há evidência científica suficiente para se afirmar que a queda súbita da produção hormonal que se verifica no abortamento provocado ( por oposição a uma diminuição gradual, ao longo de semanas, na perda expontânea ) constitui um factor de risco importante para a neoplasia mamária. Há artigos - que poderei tentar fazer-lhe chegar - que quantificam o risco relativo, nomeadamente face aos anovulatórios. (...) Não há dúvida de que muitos outros factores de risco não são comunicados às pessoas; isso é verdade para os DIU's como para os anticoncepcionais hormonais."

quarta-feira, outubro 28, 2009

Cancro da Mama: Juntos pela Vida patrocinam acções contra Estado português



Associação Juntos pela Vida
COMUNICADO

Associação Juntos pela Vida Patrocina Processos contra o Estado


No Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama (30 de Outubro) queremos recordar o seguinte:

1. Em 1986 uma equipa de cientistas escreveu que "o aborto provocado antes da primeira gravidez levada a termo aumenta o risco de cancro da mama". ("Induced abortion before first term pregnancy increases the risk of breast cancer." Lancet, 2/22/86, p. 436)

2. A descoberta acima abriu um novo campo de pesquisa científica e médica que suscitou um amplo debate público, alguma controvérsia e dolorosas consequências para quem foi deliberadamente privado do seu conhecimento.

3. Na verdade, a evidência científica reunida nos últimos 50 anos é clara: o aborto provocado é, entre os factores de risco evitáveis, o que tem maior impacto no aumento do cancro da mama. Independentemente da posição pessoal ou institucional no debate sobre o aborto diversas organizações médicas afirmam que o aborto aumenta o risco de cancro da mama.

4. O Estado português tem o dever de informar todas as mulheres: o aborto provocado agrava o risco de contrair cancro da mama. No entanto não o faz.

5. A nossa associação oferece-se para ajudar as mulheres que desejem pedir responsabilidades e eventual indemnização ao Estado por não terem sido informadas de que o aborto aumenta o risco de ter cancro da mama.

Lisboa, 30 de Outubro de 2009.


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Contacto para a Comunicação Social:

Dr. João Paulo Malta, médico ginecologista e obstetra.

Para mais informação:

http://www.abortionbreastcancer.com/
www.juntospelavida.org

sexta-feira, abril 10, 2009

Aborto e como mentem os abortistas

Ou se não acreditam, leiam este comunicado ontem emitido pelos Juntos pela Vida (que também enviei à Fernanda Câncio e sempre quero ver se esta tem a coragem de apurar o assunto ou se o DN só publica propaganda facturante...):

Úteros perfurados e Corações partidos

1. A Associação Juntos pela Vida foi surpreendida pelas declarações (veja-se entre outros o Diário de Notícias de ontem, 8 de Abril de 2009) do Director Geral de Saúde, Dr. Francisco George, congratulando-se com o fim das perfurações do útero após a aprovação da lei do aborto.
2. Cumpre esclarecer que de acordo com as informações oficiais da Direcção Geral de Saúde em 2002 e 2006 houve um caso de perfuração do útero de mulheres que fizeram um aborto clandestino. De 2003 a 2005 houve zero casos de úteros perfurados.
3. Em 2007, primeiro ano de vigência da lei do aborto, houve 12 casos de perfurações do útero;
4. Os dados de 2008 são apenas conhecidos do Dr Francisco George, mas permitimo-nos expressar a dúvida de que em 2008 tenha havido menos úteros perfurados do que houve no período 2003-2005.
5. Além disso, ao número de úteros perfurados em 2008 convém juntar os 8 mil e 500 úteros rasgados das 8 mil e 500 meninas que foram cruelmente abortadas durante esse ano. [durante o ano de 2008 houve, de acordo com a DGS, 16.839 abortos legais sendo razoável estimar que ½ das crianças abortadas fossem do género feminino]
6. Vistas seja por que prisma for as declarações do Director-geral de Saúde são não apenas infelizes como sobretudo revelam um desconhecimento não apenas das informações oficias que ele próprio presta como um profundo desconhecimento da realidade
7. Por nada nos garantir que o Director-geral de Saúde não trate com igual displicência, insensibilidade e irresponsabilidade, outros dos importantes assuntos que lhe estão confiados e fundamentais para a saúde dos portugueses, interrogamo-nos se tem justificação a sua continuidade nas actuais funções…

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Aborto: Veladas de hoje (dia de Natal) e convém recordar...

1. Hoje em diversos pontos do país e como todos os dias 25 realizar-se-ão Veladas de Oração em frente aos novos fornos de Auchwitz (a propósito que farão eles com os fetos abortados?): os hospitais e clinicas onde se fazem abortos legais e ilegais.

2. A notícia já é velhinha (vejam o comunicado dos Juntos pela Vida na altura) mas é sempre bom recordar porque é por estas e por outras que mais cedo ou mais tarde em novo referendo esta lei injusta e cruel será certamente revogada:

Em Portugal segundo a nova lei, a interrupção voluntária da gravidez (aborto) dá direito a 30 dias de Licença com 100% do ordenado !
Mas uma mulher que esteja grávida e que se veja forçada a ficar de baixa antes do parto, sem este ser de risco, recebe um subsídio de 65% do seu ordenado;
E uma mãe que tenha de assistir na doença um seu filho menor, recebe apenas 65% do seu ordenado !!!
Há coisas fantásticas, não há ?

É neste país de "abortos" políticos que vivemos…

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Notas sobre números aborto e consentimento informado

1. Números oficiais da Direcção Geral de Saúde entregues em mão pela mesma ao grupo dos Juntos pela Vida no decurso de uma reunião na passada Sexta. Notas: a apreciação da DGS sobre os números é positiva porque comparam os 6 mil abortos legais de 6 meses com as expectativas que tinham seja em quantidade seja em quem o iria fazer (descobriram agora que os números estavam inflacionados pela propaganda do SIM e surpresa! que só ½ % são de adolescentes…)
Outras: 1/3 dos abortos é no privado e enquanto no público predomina o medicamentoso, no privado impera (90 e tal %) o cirúrgico (mais rendoso…).

2. Resultado prático da reunião da Associação Juntos pela Vida com a DGS: tornou-se patente ao país e eles não conseguiram responder nem mais tarde na TSF que o consentimento informado proposto às mulheres que vão abortar se baseia em literatura cientifica velha de 10 a 20 anos e que posteriormente já foram editados à volta de 500 estudos sobre os riscos para a saúde física e psíquica da mulher do aborto legal (não apenas do ilegal ao qual não me refiro aqui)! Mais informações sobre isto: no You Tube, o histórico em http://www.lisbonmedicalconference.net/PT/contacto.htm e, sobretudo, no site das Mulheres em Acção.

No aniversário do referendo do aborto: um balanço e uma convicção

Dias cheios estes de assinalar o 11 de Fevereiro! Reunião dos Juntos pela Vida com a Direcção Geral da Saúde na passada sexta, sessão muito concorrida na Associação Comercial de Lisboa no Sábado de manhã (100 pessoas!) e acção "gráfica" dos Juntos pela Vida no Marquês de Pombal (colocação de 1.500 cruzes nos jardins e uma faixa a dizer "Resultado do Sim no referendo: o Crime está na lei!" ;-)
Impressionante o silêncio que a comunicação social fez sobre as nossas acções...! Uma ditadura do pensamento único com a cumplicidade dos media sob os mais variados pretextos (desta vez que "o Sim não fez nada, não podemos mostrar o Não..."!). Mas connosco é sempre assim e já estamos habituados. A nossa rede continua a crescer, está sólida e quando "eles" menos esperam caímos-lhe em cima como aconteceu com os 14 grupos cívicos no referendo. lol!
Um balanço pessoal (o político vai em post seguinte)? Este diálogo retoma-o muito expressivamente:

“Sam: “As personagens dessas histórias…tinham uma série de hipóteses de voltar para trás, mas não o faziam. Eles continuavam…porque estavam agarrados a uma coisa.”
Frodo: “A que é que eles se agarravam, Sam?”
Sam: “A que existe algum bem e muito de bom neste mundo, Senhor Frodo. E que vale a pena lutar por isso”

(do guião do filme “O Senhor dos Anéis”)

terça-feira, outubro 16, 2007

Contas da Campanha do Não: um esclarecimento

Na Comunicação Social da semana passada foi divulgada a notícia de uma decisão da CNE relativa à prestação de contas em falta por três grupos cívicos do Não (Plataforma Não Obrigada, Juntos pela Vida e Mais Aborto Não) e por um partido político (o PNR).

Quanto aos três grupos cívicos cumpre esclarecer:

A decisão da CNE a que a Comunicação Social faz referência não é do conhecimento de nenhum dos três grupos cívicos acima referidos. Aguardamos ser notificados da mesma para lhe dar a resposta legalmente adequada.
Juntos pela Vida: tanto quanto nos apercebemos deve existir um equivoco uma vez que a 18 de Julho de 2007 este grupo cívico enviou uma carta à CNE informando que não tínhamos tido qualquer receita ou despesa relacionada com a participação na campanha e nesse facto consistia a nossa prestação de contas.
Mais Aborto Não: pelo facto de não ter tido qualquer receita ou despesa, este grupo não apresentou contas, o que vai fazer esta semana nos mesmos termos dos Juntos pela Vida.
Plataforma Não Obrigada: apresentará as suas contas quando estiverem reunidas as condições para processamento do respectivo dossier (praticamente concluído) e reunidos os montantes necessários ao pagamento das despesas incorridas.
Quem desejar, puder e/ou dever ajudar (ainda que com sacrifício…) faça-o sem hesitar.

Como estes assuntos de dinheiro são sérios, fica dado o esclarecimento.