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quarta-feira, julho 11, 2012

Greve dos Médicos: deste já não há mais...!




Não tenho especial simpatia pelo Ministro da Saúde que me parece muito engonhado e temeroso apesar das inegáveis e muitas qualidades profissionais que tem (para mal dos nossos pecados de contribuintes, tem de se reconhecer que pôs a máquina dos impostos a funcionar como nenhum outro, antes ou depois de si...:-) mas no caso da greve dos médicos estou com ele no sentido que me parece (a cautela a escrever é porque nunca se sabe se se vai parar às mãos de nenhum...lol!) há classes profissionais que ainda não perceberam que a "festa" acabou e que vamos ter de nos habituar a viver uns furos bem abaixo da qualidade de vida que até hoje todos gozámos...
Daí a inclusão do video acima de saudosa memória porque como na cena a partir dos 7 minutos: "Deste já não há mais!"...Deste leia-se "tipo de vida, direitos adquiridos, conforto e paz, expectativas de que vai ser sempre a crescer"...etc.

sexta-feira, dezembro 09, 2011

Cesarianas sem justificação clinica devem ser pagas a um preço inferior

Com a autoridade de quem teve quatro filhos por cesariana (a minha mulher...;-) sempre me pareceu que havia alguma coisa de errado no elevadissimo recurso a cesarianas nos partos nos últimos anos. Errado porque casos como o da minha mulher de "ir a jogo" várias vezes nessas condições são muito raros (e assim muito provavelmente a uma cesariana segue-se por receios diversos o "fecho da loja" com todas as consequências para uma familia que fica privada de crescer e para uma sociedade que definha por falta de crianças) e porque suspeito que o recurso ás cesarianas não é ditado (como o foi com a minha mulher) por razões médicas (impossibilidade de saída do feto por outro modo) mas de comodidade das puérperas ou dos médicos (as cesarianas de forma geral, novamente a minha mulher foi pelo menos duas vezes, que eu me lembre, uma excepção, têm sempre lugar em datas e horas convenientes para estes...), medo do risco que um parto natural sempre implica, etc.
Bem sei me sujeito a uma critica dura das mulheres ("já te dou a comodidade"...;-) e dos médicos que alegarão o fazem na melhor das práticas médicas, mas lá que tenho esta suspeita, tenho...
Na medida da reflexão acima parece-me de saudar as tentativas (por via económica) de atacar o fenómeno, mas ao mesmo tempo suscita-me uma perplexidade (que sempre se aplica na área da Saúde): então e se num hospital a percentagem é a que a mãe natureza dita, se atingidos os limites percentuais dos objectivos de redução, faz-se parto natural, mesmo que este não seja aconselhável? Esquisito de facto...!