Enviei ontem mensagens encomiásticas a alguns dos meus amigos que são dirigentes do MEP a felicitá-los vivamente pela vitória ontem no Tribunal de Oeiras (cuja independência, respeito da legalidade e sentido de justiça, são também de louvar) da segunda providência cautelar que puseram (seguindo a do MRPP).
Na verdade essa vitória extraordinária (sobre a tirania dos grandes partidos e dos media que os servem e promovem) aproveita de hoje em diante a todos (nesta e nas próximas gerações) que vão gozar mais democracia em Portugal e vinga todos os humilhados e esquecidos que ao longo de 37 anos, na politica partidária ou civica, foram vitimas de descriminação no acesso aos meios de comunicação e de um silenciamento sistemático, incompreensivel até nos próprios termos e interesses de um jornalismo digno desse nome.
No caso particular não sei, como ninguém sabe,qual o destino e sucesso reservados ao MEP, empresa na qual não estou envolvido, mas tenho a certeza profunda que através da iniciativa deles pelo menos um grande resultado já alcançaram: o de lutando pela liberdade deles, terem-na proporcionado a todos nós.
Em nome dos portugueses que o percebem e sobretudo em nome dos que não o percebem, de todas as cores e todos os matizes: muito obrigado.
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quarta-feira, junho 01, 2011
As providências cautelares e os debates na Televisão (desta vez o MEP)
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segunda-feira, maio 30, 2011
Pequenos partidos e Televisão: haja justiça e liberdade!
Hoje na sua coluna do Público sobre televisão Jorge Mourinha publicou o artigo "Assim se vê a força do PC(TP)" sobre o sucesso da providência cultural interposta pelo MRPP no Tribunal de Oeiras contra as televisões por omissão do dever de cobertura igual e imparcial de todas as candidaturas às eleições. O artigo pode ler-se aqui.
Em consequência da mesma as televisões são obrigadas a realizar debates que incluam os pequenos partidos o que (independentemente da simpatia menor ou menor por um ou outro) é de inteira justiça e um momento importante para a democracia em Portugal.
Vitimas de silenciamento sistemático nós, nos movimentos civicos, não podemos deixar de nos congratular com esta vitória dos pequenos partidos, na consciência de que defendendo a liberdade de uns, defendemos a liberdade de todos, a nossa incluída...!
Em consequência da mesma as televisões são obrigadas a realizar debates que incluam os pequenos partidos o que (independentemente da simpatia menor ou menor por um ou outro) é de inteira justiça e um momento importante para a democracia em Portugal.
Vitimas de silenciamento sistemático nós, nos movimentos civicos, não podemos deixar de nos congratular com esta vitória dos pequenos partidos, na consciência de que defendendo a liberdade de uns, defendemos a liberdade de todos, a nossa incluída...!
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