Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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terça-feira, julho 31, 2012
Liberdade de Escolha e Qualidade do Ensino
Sob o título acima, o Público de hoje, traz um artigo interessantíssimo de Eugénio Viassa Monteiro que foi aliás meu professor na AESE quando aí fiz o Programa de Alta-Direcção de Empresas. O tema é a liberdade de educação e os dois grandes pontos são por um lado de que este sistema interessa sobretudo aos pobres e que não outra garantia melhor da qualidade de ensino.
Há uns poucos anos atrás eramos poucos os que falavamos em Liberdade de Educação. Batiam-se por esta (generalizando...) os Jesuítas, a Associação das Escolas do Ensino Particular e alguns protagonistas individuais como o Fernando Adão da Fonseca (presidente do Fórum para a Liberdade de Educação desde a sua fundação).
A 1ª vez que ouvi falar em tal coisa foi lendo os documentos do Grupo de Ofir (umas jornadas de reflexão organizadas pelo CDS então presidido por Francisco Lucas Pires), depois através de amigos com quem cultivava a leitura de Hayek e Popper, por fim no âmbito de Comunhão e Libertação (recordo em especial um encontro com Mário Mauro, do Parlamento Europeu). Só então comecei a entrar no assunto a sério e quanto mais progrido no mesmo mais me convenço que a solução de boa parte do nosso sistema de ensino passa por aí mesmo e sobretudo que esse é um direito inalienável das famílias, dos pais e dos filhos. Talvez por isso se ouviu uma vez esta frase a D. Giussani: "mandem-nos nus pelas ruas, mas não nos tirem a liberdade de educação!"...
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terça-feira, novembro 22, 2011
Três artigos com muito interesse: Espanha, Itália (Berlusconi) e Homoparentalidade
Realmente e muitas vezes a leitura diária com interesse não está nos jornais mas na Internet.
De como Berlusconi não está morto mas com tempo e até 2013 se pode retomar a iniciativa politica e não deixar a Itália cair na armadilha socialista: aqui.
Um juizo implacável sobre a Espanha de Zapatero e todo um programa que a nova maioria do PP tem pela frente (um artigo do meu amigo Mário Mauro, eurodeputado da Forza Itália, um amigo de Portugal e dos católicos que por cá tentam construir uma presença de serviço do bem comum, especialista em liberdade de educação, orador no primeiro encontro do Fórum para a Liberdade de Educação).
Um artigo brilhante do Padre Gonçalo Portocarrero sobre a ideologia de género e a insidiosa ofensiva gay da homoparentalidade, saído no blog do Padre Nuno Serras Pereira.
De como Berlusconi não está morto mas com tempo e até 2013 se pode retomar a iniciativa politica e não deixar a Itália cair na armadilha socialista: aqui.
Um juizo implacável sobre a Espanha de Zapatero e todo um programa que a nova maioria do PP tem pela frente (um artigo do meu amigo Mário Mauro, eurodeputado da Forza Itália, um amigo de Portugal e dos católicos que por cá tentam construir uma presença de serviço do bem comum, especialista em liberdade de educação, orador no primeiro encontro do Fórum para a Liberdade de Educação).
Um artigo brilhante do Padre Gonçalo Portocarrero sobre a ideologia de género e a insidiosa ofensiva gay da homoparentalidade, saído no blog do Padre Nuno Serras Pereira.
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quinta-feira, junho 09, 2011
Sobre a Europa: eu já vivi o vosso "futuro"...
Do meu amigo Nuno Guedes recebi este email que transcreve um texto de Vladimir Bukovsky. Por mais que me esforce continuo um euro-céptico e este texto confima-me nessa posição. Apesar de saber da origem da União Europeia como uma gesta de católicos (os seus fundadores eram de Missa diária)e ver o entusiasmo com que o Mário Mauro e outros vivem a política e a união europeia no Parlamento Europeu...
Diz o email: Salvas as devidas distâncias, este texto não deixa de ser oportuno por ser polémico. Na realidade, há coincidências que estão longe de serem felizes, sobretudo para aqueles como Portugal e os países do Sul da Europa que dificilmente sobreviverão numa união com indicadores tão díspares como a economia, finanças, cultura e modos de vida. Sem dúvida alguma que nesta UE prevalecerá a lei do mais forte e os restantes terão que submeter às regras que lhes forem impostas. Como sair disto é a questão que se coloca.
EU JÁ VIVI O VOSSO FUTURO !
Assunto: " Declarações do escritor e dissidente soviético, Vladimir Bukovsky, sobre o Tratado de Lisboa
"É surpreendente que, após ter enterrado um monstro, a URSS, se tenha construído outro semelhante: a União Europeia (UE).
O que é, exactamente a União Europeia? Talvez fiquemos a sabe-lo examinando a sua versão soviética.
A URSS era governada por quinze pessoas não eleitas que se cooptavam mutuamente e não tinham que responder perante ninguém. A UE é governada por duas dúzias de pessoas que se reúnem à porta fechada e, também não têm que responder perante ninguém, sendo politicamente impunes.
Poderá dizer-se que a UE tem um Parlamento. A URSS também tinha uma espécie de Parlamento, o Soviete Supremo. Nós, (na URSS) aprovámos, sem discussão, as decisões do Politburo, como na prática acontece no Parlamento Europeu, em que o uso da palavra concedido a cada grupo está limitado, frequentemente, a um minuto por cada interveniente.
Na UE há centenas de milhares de eurocratas com vencimentos muito elevados, com prémios e privilégios enormes e, com imunidade judicial vitalícia, sendo apenas transferidos de um posto para outro, façam bem ou façam mal. Não é a URSS escarrada?
A URSS foi criada sob coacção, muitas vezes pela via da ocupação militar. No caso da Europa está a criar-se uma UE, não sob a força das armas, mas pelo constrangimento e pelo terror económicos.
Para poder continuar a existir, a URSS expandiu-se de forma crescente. Desde que deixou de crescer, começou a desabar. Suspeito que venha a acontecer o mesmo com a UE. Proclamou-se que o objectivo da URSS era criar uma nova entidade histórica: o Povo Soviético. Era necessário esquecer as nacionalidades, as tradições e os costumes. O mesmo acontece com a UE parece. A UE não quer que sejais ingleses ou franceses, pretende dar-vos uma nova identidade: ser «europeus», reprimindo os vosso sentimentos nacionais e, forçar-vos a viver numa comunidade multinacional. Setenta e três anos deste sistema na URSS acabaram em mais conflitos étnicos, como não aconteceu em nenhuma outra parte do mundo.
Um dos objectivos «grandiosos» da URSS era destruir os estados-nação. É exactamente isso que vemos na Europa, hoje. Bruxelas tem a intenção de fagocitar os estados-nação para que deixem de existir.
O sistema soviético era corrupto de alto a baixo. Acontece a mesma coisa na UE. Os procedimentos antidemocráticos que víamos na URSS florescem na UE. Os que se lhe opõem ou os denunciam são amordaçados ou punidos. Nada mudou. Na URSS tínhamos o «goulag». Creio que ele também existe na UE. Um goulag intelectual, designado por «politicamente correcto». Experimentai dizer o que pensais sobre questões como a raça e a sexualidade. Se as vossas opiniões não forem «boas», «politicamente correctas», sereis ostracizados. É o começo do «goulag». É o princípio da perda da vossa liberdade. Na URSS pensava-se que só um estado federal evitaria a guerra. Dizem-nos exactamente a mesma coisa na UE. Em resumo, é a mesma ideologia em ambos os sistemas. A UE é o velho modelo soviético vestido à moda ocidental. Mas, como a URSS, a UE traz consigo os germes da sua própria destruição. Desgraçadamente, quando ela desabar, porque irá desabar, deixará atrás de si um imenso descalabro e enormes problemas económicos e étnicos. O antigo sistema soviético era irreformável. Do mesmo modo, a UE também o é. (…)
Eu já vivi o vosso «futuro»…"
Diz o email: Salvas as devidas distâncias, este texto não deixa de ser oportuno por ser polémico. Na realidade, há coincidências que estão longe de serem felizes, sobretudo para aqueles como Portugal e os países do Sul da Europa que dificilmente sobreviverão numa união com indicadores tão díspares como a economia, finanças, cultura e modos de vida. Sem dúvida alguma que nesta UE prevalecerá a lei do mais forte e os restantes terão que submeter às regras que lhes forem impostas. Como sair disto é a questão que se coloca.
EU JÁ VIVI O VOSSO FUTURO !
Assunto: " Declarações do escritor e dissidente soviético, Vladimir Bukovsky, sobre o Tratado de Lisboa
"É surpreendente que, após ter enterrado um monstro, a URSS, se tenha construído outro semelhante: a União Europeia (UE).
O que é, exactamente a União Europeia? Talvez fiquemos a sabe-lo examinando a sua versão soviética.
A URSS era governada por quinze pessoas não eleitas que se cooptavam mutuamente e não tinham que responder perante ninguém. A UE é governada por duas dúzias de pessoas que se reúnem à porta fechada e, também não têm que responder perante ninguém, sendo politicamente impunes.
Poderá dizer-se que a UE tem um Parlamento. A URSS também tinha uma espécie de Parlamento, o Soviete Supremo. Nós, (na URSS) aprovámos, sem discussão, as decisões do Politburo, como na prática acontece no Parlamento Europeu, em que o uso da palavra concedido a cada grupo está limitado, frequentemente, a um minuto por cada interveniente.
Na UE há centenas de milhares de eurocratas com vencimentos muito elevados, com prémios e privilégios enormes e, com imunidade judicial vitalícia, sendo apenas transferidos de um posto para outro, façam bem ou façam mal. Não é a URSS escarrada?
A URSS foi criada sob coacção, muitas vezes pela via da ocupação militar. No caso da Europa está a criar-se uma UE, não sob a força das armas, mas pelo constrangimento e pelo terror económicos.
Para poder continuar a existir, a URSS expandiu-se de forma crescente. Desde que deixou de crescer, começou a desabar. Suspeito que venha a acontecer o mesmo com a UE. Proclamou-se que o objectivo da URSS era criar uma nova entidade histórica: o Povo Soviético. Era necessário esquecer as nacionalidades, as tradições e os costumes. O mesmo acontece com a UE parece. A UE não quer que sejais ingleses ou franceses, pretende dar-vos uma nova identidade: ser «europeus», reprimindo os vosso sentimentos nacionais e, forçar-vos a viver numa comunidade multinacional. Setenta e três anos deste sistema na URSS acabaram em mais conflitos étnicos, como não aconteceu em nenhuma outra parte do mundo.
Um dos objectivos «grandiosos» da URSS era destruir os estados-nação. É exactamente isso que vemos na Europa, hoje. Bruxelas tem a intenção de fagocitar os estados-nação para que deixem de existir.
O sistema soviético era corrupto de alto a baixo. Acontece a mesma coisa na UE. Os procedimentos antidemocráticos que víamos na URSS florescem na UE. Os que se lhe opõem ou os denunciam são amordaçados ou punidos. Nada mudou. Na URSS tínhamos o «goulag». Creio que ele também existe na UE. Um goulag intelectual, designado por «politicamente correcto». Experimentai dizer o que pensais sobre questões como a raça e a sexualidade. Se as vossas opiniões não forem «boas», «politicamente correctas», sereis ostracizados. É o começo do «goulag». É o princípio da perda da vossa liberdade. Na URSS pensava-se que só um estado federal evitaria a guerra. Dizem-nos exactamente a mesma coisa na UE. Em resumo, é a mesma ideologia em ambos os sistemas. A UE é o velho modelo soviético vestido à moda ocidental. Mas, como a URSS, a UE traz consigo os germes da sua própria destruição. Desgraçadamente, quando ela desabar, porque irá desabar, deixará atrás de si um imenso descalabro e enormes problemas económicos e étnicos. O antigo sistema soviético era irreformável. Do mesmo modo, a UE também o é. (…)
Eu já vivi o vosso «futuro»…"
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segunda-feira, novembro 19, 2007
Parlamento Europeu defende liberdade religiosa (uma importante iniciativa de Mario Mauro)
Libertad religiosaUnión Europea aprueba resolución que condena persecución de cristianos en el mundo
ESTRASBURGO, 17 Nov. 07 / 04:32 pm (ACI).- La Unión Europea aprobó ayer la resolución "Serios episodios que ponen en peligro la existencia de las comunidades cristianas y de otras comunidades religiosas", en la que se condena la persecución, en algunas partes del mundo, de quienes creen en Cristo.
Según informa la agencia italiana SIR, Mario Mauro, presentador de la iniciativa y vicepresidente del Parlamento Europeo, indicó que "la libertad religiosa es la prueba de fuego respecto a las otras libertades y derechos, y la persecución de los cristianos en todo el mundo es uno de los desafíos más grandes contra la dignidad del hombre".
El texto, que contó con el apoyo del Partido Socialista, el Partido Liberal Demócrata, el UEN. Independencia y Democracia, el GUE; condena todos los hechos de violencia contra las comunidades cristianas especialmente en África y Asia ; y pide a los países involucrados "proporcionar las garantías necesarias para la libertad religiosa y seguridad de las comunidades cristianas".
Además de mencionar algunos casos de persecución a los cristianos en Pakistán, Gaza, Turquía, China, Vietnam, Sudán, Irak y Siria, el documento "deplora el secuestro del Padre Giancarlo Bossi en Filipinas, condena firmemente el asesinato del periodista Hrant Dink y del sacerdote católico Andrea Santoro en Turquía; así como también destaca los problemas de libertad de expresión en China y remarcan las represiones en Vietnam.
"Gracias a la votación de hoy –que tuvo solo dos pronunciamientos en contra y una abstención– la Comisión Europea tendrá que tomar medidas para el desarrollo y planeamiento para que la cooperación y ayuda sean entregadas a condición de que se respete el principio del respeto a la verdadera libertad religiosa", dijo Mauro.
Finalmente, la resolución también expresa que "la importancia del diálogo entre religiones para promover la paz y el entendimiento entre las personas" y llama a los líderes religiosos a luchar "contra los extremismos y promover el respeto mutuo", finalize Mario Mauro.
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