Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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domingo, dezembro 28, 2014
Francisco Louçã ou de como o Natal é de e para todos
(imagem do cartaz de Natal 2014 de Comunhão e Libertação)
No Blog Tudo Menos Economia onde escrevem para o Público, nada mais nada menos, que António Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral, o segundo daqueles escreveu dois, na sua generalidade, sintomáticos e bonitos, posts alusivos ao Natal: "Os reis magos chegaram com a droga no cofre" e "Um Natal nunca se esquece".
Do primeiro desses posts recolho o final: "No cofre dos reis magos ia essa sabedoria, essa simples humanidade. Estimai o que é importante, tende curiosidade e descobri o que não conheceis, sabei usar o que vos é dado, respeitai os bens da terra e vivei em paz com os outros."
Ou seja, uma confirmação de que o Natal, o nascimento do Menino Jesus, é de facto aquele acontecimento por que toda a humanidade anseia e a resposta a todos os anseios do coração humano, seja a pergunta melhor ou pior formulada, e a resposta melhor ou pior acolhida na instintividade do preconceito ou da simples circunstância pessoal...
Um dia, por Sua Misericórdia, no Céu, faremos todos uma grande festa no Natal, havemos de nos rir dos nossos antagonismos e diante Daquele Menino já não será preciso explicar nada, nem nada nos deveremos ou cobraremos mutuamente!
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segunda-feira, dezembro 26, 2011
Mensagem de Natal de Passos Coelho
Gostei muito da mensagem de Natal do Primeiro-ministro. Não foi apenas o pormenor do Presépio por trás (significativo de um Chefe de Governo que não lhe sendo conhecida fé em Jesus [o que não quer dizer não esteja lá mas pode ser não a reconheça pelo nome], O reconhece no entanto como raíz e razão da festa do Natal) mas sobretudo uma parte importante do seu conteúdo que não sei se foi entendido na sua totalidade e por todos: o apelo à responsabilidade individual, à autonomia e liberdade de cada um, ao espírito de empreendimento e iniciativa, à capacidade de dar vida a empresas, obras, projectos e realizações. Muito bem.
Procurei-a mas não a encontrei (a ontem transmitida na RTP1, apenas em versão texto)...mas dei com esta (que estou a ouvir enquanto escrevo isto, mas já percebi não é a mesma, nem sequer o Presépio está lá...): aqui.
Procurei-a mas não a encontrei (a ontem transmitida na RTP1, apenas em versão texto)...mas dei com esta (que estou a ouvir enquanto escrevo isto, mas já percebi não é a mesma, nem sequer o Presépio está lá...): aqui.
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sábado, dezembro 26, 2009
O Natal por Sartre: uma percepção aguda!
Há muito tempo que não me dava assim uns dias de praticamente não fazer nada: dormir, ler (um óptimo livro sobre a Cosa Nostra), estar com a familia descansado, saborear (isso já é mais frequente ;-), etc.
E despachar agora algum correio electrónico. No meio deste a preciosidade abaixo: a percepção da encarnação por alguém "de fora" da Igreja (o que me lembra o "ralhete" que uma vez me fez o Patriarca de Lisboa quando eu usando essa expressão, me perguntou: "fora? onde está a porta?" ;-)
O texto é este e atribuido por um amigo meu editor (logo, uma autoridade literaria ;-) a Sartre:
«A Virgem está pálida e olha para o Menino. Seria preciso pintar no seu rosto aquela admiração ansiosa que se viu apenas uma vez num rosto humano.
Porque Cristo é o seu filho, a carne da sua carne e fruto do seu ventre. Ela teve-O em si própria durante nove meses e dar-Lhe-á o seio e o seu leite tornar-se-á sangue de Deus.
Nalguns momentos a tentação é tão forte que esquece que Ele é Filho de Deus.
Aperta-O nos braços e sussurra-lhe: “Meu pequerrucho”.
Mas noutros momentos fica perplexa e pensa: “Deus está ali” e é invadida por um religioso temor por este Deus mudo, por esta criança que num certo sentido incute medo.
Todas as mães ficam perplexas, por um momento, diante daquele fragmento da sua carne que é a sua criança, e sentem-se exiladas perante esta nova vida feita da sua vida, habitada por pensamentos alheios. Mas nenhum filho foi arrancado à sua mãe de forma tão cruel e radical, porque Ele é Deus e ultrapassa completamente tudo o que ela poderia imaginar… Mas penso que houve também outros momentos, rápidos e fugazes em que ela sente que Cristo é o seu Filho, o seu menino, e que é Deus.
Olha-O e pensa: “Este Deus é meu menino. Esta carne é a minha carne, é feito de mim, tem os meus olhos e a forma da sua boca é semelhante à minha, assemelha-Se a mim. É Deus e assemelha-Se também a mim”.
E nenhum homem recebeu da sorte o seu Deus só para si, um Deus tão pequenino para apertar nos braços e cobrir de beijos, um Deus quentinho que sorri e respira, um Deus que se pode tocar e que ri.
E é nesses momentos que eu, se fosse pintor, pintaria Maria».
Jean-Paul Sartre
(Trecho teatral escrito por ocasião do Natal, enquanto prisioneiro)
E despachar agora algum correio electrónico. No meio deste a preciosidade abaixo: a percepção da encarnação por alguém "de fora" da Igreja (o que me lembra o "ralhete" que uma vez me fez o Patriarca de Lisboa quando eu usando essa expressão, me perguntou: "fora? onde está a porta?" ;-)
O texto é este e atribuido por um amigo meu editor (logo, uma autoridade literaria ;-) a Sartre:
«A Virgem está pálida e olha para o Menino. Seria preciso pintar no seu rosto aquela admiração ansiosa que se viu apenas uma vez num rosto humano.
Porque Cristo é o seu filho, a carne da sua carne e fruto do seu ventre. Ela teve-O em si própria durante nove meses e dar-Lhe-á o seio e o seu leite tornar-se-á sangue de Deus.
Nalguns momentos a tentação é tão forte que esquece que Ele é Filho de Deus.
Aperta-O nos braços e sussurra-lhe: “Meu pequerrucho”.
Mas noutros momentos fica perplexa e pensa: “Deus está ali” e é invadida por um religioso temor por este Deus mudo, por esta criança que num certo sentido incute medo.
Todas as mães ficam perplexas, por um momento, diante daquele fragmento da sua carne que é a sua criança, e sentem-se exiladas perante esta nova vida feita da sua vida, habitada por pensamentos alheios. Mas nenhum filho foi arrancado à sua mãe de forma tão cruel e radical, porque Ele é Deus e ultrapassa completamente tudo o que ela poderia imaginar… Mas penso que houve também outros momentos, rápidos e fugazes em que ela sente que Cristo é o seu Filho, o seu menino, e que é Deus.
Olha-O e pensa: “Este Deus é meu menino. Esta carne é a minha carne, é feito de mim, tem os meus olhos e a forma da sua boca é semelhante à minha, assemelha-Se a mim. É Deus e assemelha-Se também a mim”.
E nenhum homem recebeu da sorte o seu Deus só para si, um Deus tão pequenino para apertar nos braços e cobrir de beijos, um Deus quentinho que sorri e respira, um Deus que se pode tocar e que ri.
E é nesses momentos que eu, se fosse pintor, pintaria Maria».
Jean-Paul Sartre
(Trecho teatral escrito por ocasião do Natal, enquanto prisioneiro)
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segunda-feira, novembro 17, 2008
Lisboa corre com Jesus do Natal!
Extraordinário! O Natal dos pagãos (ou dos filhos da Viúva...):
LISBOA
Iluminações de Natal acendem-se dia 15
03 11 2008 16.42H
As iluminações de Natal de Lisboa vão acender-se em 24 ruas e 15 praças, incluindo locais inéditos como a zona ribeirinha, sob o signo dos contos natalícios, em que o Rossio dedicado ao "Quebra-Nozes" será o núcleo principal.
As iluminações de Natal, financiadas pela primeira vez inteiramente por privados, através de um concurso lançado pela autarquia, serão inauguradas no dia 15 deste mês.
O investimento, assegurado por patrocinadores, cuja publicidade estará presente em alguns dos locais iluminados, estima-se entre dois e três milhões de euros, revelou Vasco Perestrelo, da empresa Multimédia Outdoors Portugal (MOP), que venceu o concurso.
O responsável adiantou que as marcas não estarão presentes em mais de dez locais e garantiu que a sua presença não será excessiva, mas antes "integrada no projecto" de iluminação e animação da cidade.
Ao investimento dos privados junta-se a verba de 200 mil euros que a autarquia irá transferir para as juntas de freguesia, no âmbito das iluminações de bairro.
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), sublinhou que "este novo modelo marca uma ruptura com um modelo desenvolvido durante anos", através de um protocolo com a União de Comerciantes.
No ano passado, a autarquia pagou a esta associação um milhão de euros de dívida referente a iluminações de anos anteriores e a iluminação de 2008 ficou cingida estritamente à verba de cerca de 400 mil euros estabelecida no protocolo entre a União de Comerciantes e a Câmara.
"Percebemos que era insustentável", disse António Costa, justificando o lançamento do concurso para um projecto de iluminação e animação exclusivamente pago por patrocinadores.
Sob o tema "conto de luz", as iluminações terão como fio condutor os contos de Natal e como epicentro a Praça do Rossio dedicada à história do "Quebra-Nozes", o bailado com música de Tchaikovsy e libreto de Lev Ivanov, que estreou em 1892 na cidade russa de São Petersburgo.
As iluminações serão divididas em quatro eixos: História, Natureza, Sonho e Inclusão Social.
O eixo História, dedicado à história do "quarto Rei Mago", abrange a zona ribeirinha, de Belém à Ribeira das Naus, enquanto o eixo Natureza, dedicado à história das "três árvores", inclui a Avenida da Igreja, Alvalade, Avenida de Roma, Areeiro, Praça de Londres, Avenida Guerra Junqueiro, Avenida Almirante Reis, Rua Morais Soares, Martim Moniz e Santa Apolónia.
A Rua Castilho, Ferreira Borges e Amoreiras constituem o eixo Sonho, sobre a história do "sapateiro e dos gnomos mágicos", e a Baixa-Chiado e a Avenida da Liberdade formam o eixo da Inclusão Social, dedicado ao "Quebra-Nozes".
As iluminações serão acesas no dia 15, num evento em que participará a Orquestra Metropolitana de Lisboa.
LISBOA
Iluminações de Natal acendem-se dia 15
03 11 2008 16.42H
As iluminações de Natal de Lisboa vão acender-se em 24 ruas e 15 praças, incluindo locais inéditos como a zona ribeirinha, sob o signo dos contos natalícios, em que o Rossio dedicado ao "Quebra-Nozes" será o núcleo principal.
As iluminações de Natal, financiadas pela primeira vez inteiramente por privados, através de um concurso lançado pela autarquia, serão inauguradas no dia 15 deste mês.
O investimento, assegurado por patrocinadores, cuja publicidade estará presente em alguns dos locais iluminados, estima-se entre dois e três milhões de euros, revelou Vasco Perestrelo, da empresa Multimédia Outdoors Portugal (MOP), que venceu o concurso.
O responsável adiantou que as marcas não estarão presentes em mais de dez locais e garantiu que a sua presença não será excessiva, mas antes "integrada no projecto" de iluminação e animação da cidade.
Ao investimento dos privados junta-se a verba de 200 mil euros que a autarquia irá transferir para as juntas de freguesia, no âmbito das iluminações de bairro.
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), sublinhou que "este novo modelo marca uma ruptura com um modelo desenvolvido durante anos", através de um protocolo com a União de Comerciantes.
No ano passado, a autarquia pagou a esta associação um milhão de euros de dívida referente a iluminações de anos anteriores e a iluminação de 2008 ficou cingida estritamente à verba de cerca de 400 mil euros estabelecida no protocolo entre a União de Comerciantes e a Câmara.
"Percebemos que era insustentável", disse António Costa, justificando o lançamento do concurso para um projecto de iluminação e animação exclusivamente pago por patrocinadores.
Sob o tema "conto de luz", as iluminações terão como fio condutor os contos de Natal e como epicentro a Praça do Rossio dedicada à história do "Quebra-Nozes", o bailado com música de Tchaikovsy e libreto de Lev Ivanov, que estreou em 1892 na cidade russa de São Petersburgo.
As iluminações serão divididas em quatro eixos: História, Natureza, Sonho e Inclusão Social.
O eixo História, dedicado à história do "quarto Rei Mago", abrange a zona ribeirinha, de Belém à Ribeira das Naus, enquanto o eixo Natureza, dedicado à história das "três árvores", inclui a Avenida da Igreja, Alvalade, Avenida de Roma, Areeiro, Praça de Londres, Avenida Guerra Junqueiro, Avenida Almirante Reis, Rua Morais Soares, Martim Moniz e Santa Apolónia.
A Rua Castilho, Ferreira Borges e Amoreiras constituem o eixo Sonho, sobre a história do "sapateiro e dos gnomos mágicos", e a Baixa-Chiado e a Avenida da Liberdade formam o eixo da Inclusão Social, dedicado ao "Quebra-Nozes".
As iluminações serão acesas no dia 15, num evento em que participará a Orquestra Metropolitana de Lisboa.
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terça-feira, dezembro 04, 2007
Não haverá Natal este ano...? ;-)
Felizmente não é verdade...!
Mas tem graça este email que recebi agora :-)
Este ano não vai haver presépio!...
Lamentamos mas: - Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta
foi retirada do estábulo até decisão governamental;
- Os camelos estão no governo;
- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos;
- A vaca está louca e não se segura nas patas ;
- O burro está na Escola Básica a dar aulas de substituição;
- Nossa Senhora e São José foram chamados à Escola Básica para avaliar o burro;
- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela;
- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico;
- A ASAE fechou temporariamente o estábulo pela falta da manjedoura e, sobretudo,até serem corrigidas as péssimas condições higiénicas do estábulo, de acordo com as normas da União Europeia.
Mas tem graça este email que recebi agora :-)
Este ano não vai haver presépio!...
Lamentamos mas: - Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta
foi retirada do estábulo até decisão governamental;
- Os camelos estão no governo;
- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos;
- A vaca está louca e não se segura nas patas ;
- O burro está na Escola Básica a dar aulas de substituição;
- Nossa Senhora e São José foram chamados à Escola Básica para avaliar o burro;
- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela;
- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico;
- A ASAE fechou temporariamente o estábulo pela falta da manjedoura e, sobretudo,até serem corrigidas as péssimas condições higiénicas do estábulo, de acordo com as normas da União Europeia.
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