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segunda-feira, abril 08, 2013

Ainda a saída de Miguel Relvas




Hoje, no Público, Miguel Esteves Cardoso fala sobre a saída de Miguel Relvas num tom curioso mas que a mim me parece mais humano do que tudo o que sobre o assunto se escreveu. E que tem mais presentes todos os factores, ou seja, corresponde a um mais capaz exercício da razão. Do que sabe Deus anda bem carente o actual debate político em Portugal!

Repesco acima a ligação para o artigo (republicado no Blog Povo do meu amigo Pedro Aguiar Pinto) porque quando ouvia o seu discurso de saída dei-me de repente conta de que este foi, objectivamente, um dos maiores responsáveis pela actual solução política em Portugal (primeiro ao proporcionar a eleição de Passos Coelho no PSD e depois da vitória eleitoral do partido que originou o actual Governo) e que se o barco chegar a bom porto (assim o espero!) esse mérito ninguém lho poderá tirar...

Como muitas vezes que escrevi sobre Miguel Relvas repito que o faço com total liberdade. Não só com a convicção de que o ataque de carácter é um mau instrumento político (o carácter e suas consequências, em última instância, é sempre um problema de cada um com Deus e queira Este com o próprio confessor, como uma vez a propósito de Berlusconi escrevia Vittorio Messori) como profundamente convencido que os comentários que a sua actuação política poderiam merecer ao não serem formulados enfraquecem o centro-direita e a pressão que deve ser exercida sobre a actual maioria para honrar a respectiva tradição política, ter mais coragem na sua afirmação e convicção na sua prática. Precisamente aquelas qualidades políticas que não faltaram a Margaret Tatcher e que pelas mesmas e pela respectiva obra hoje aqui recordo com esta simples menção...

segunda-feira, julho 16, 2012

Estação do Oriente: a tortura da Arquitectura "do bonito"



Fiquei muito contente com o artigo do Miguel Esteves Cardoso no Público de hoje intitulado "Sempre a Santa". Na verdade há muito que me revoltam as péssimas condições da Estação do Oriente da autoria de um tal Santiago Calatrava.

Parece-me o exemplo típico da Arquitectura "do bonito" (e que geralmente custa uma fortuna) que depois na prática tem como único resultado o desconforto dos utentes, o desperdício de energia e a desconformidade com toda a imensa sabedoria que a Arquitectura "tradicional" traz consigo devido aos séculos de experiência humana.

Ainda bem que não sou o único a pensá-lo e que vozes autorizadas aparecem no mesmo sentido...!