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segunda-feira, janeiro 28, 2013

Opus Dei no Diário de Notícias




Tenho seguido com atenção a série de artigos sobre o Opus Dei do Diário de Notícias. Por amizade com essa instituição e com os meus amigos que lhe pertencem. Por amor à Igreja e a tudo que dela faz parte, acho que é minha obrigação ficar a par do que é publicado. Mesmo se às vezes com sacríficio pelas incompreensões e preconceitos que leio a propósito. Mas enfim, é uma mortificação também e fica para desconto dos meus pecados e limites...

Até agora, dois dias passados, impressionou-me:

- a paciência da Obra a responder a tudo o que lhe é perguntado, mesmo se as perguntas que lhe são dirigidas, poderiam dar vontade de não o fazer (e a esse propósito é bonito ver o espanto que isso suscitou nos autores da reportagem)
- a incompreensão co-natural diria que muitas das coisas de Deus inevitávelmente suscitam perante quem não vê a partir de dentro, mas apenas de fora, sem afecto pelo que tem por diante, sem lhe pertencer de coração (sem o qual as coisas importantes não são visiveis como dizia Saint-Exupéry)
- o ódio que por vezes se constata em quem se lhe opõem. A esse propósito a entrevista de Pilar del Rio é impressionante e os insultos explícitos são até a "mais branda" forma dessa espuma da raiva...
- a beleza humana da sua presença no tecido social e educativo português, mas sobretudo na vida dos seus membros que transparece daqueles que lhe pertencem e prestaram declarações ao jornal
- a unidade da Igreja católica que transparece no tom geral das declarações de membros da hierarquia e responsáveis eclesiais chamados a pronunciar-se sobre o Opus Dei.

Se houve alguma coisa da Obra que me desiludiu lendo estas reportagens? Sim, confesso. O Vigário em Portugal, Monsenhor Espírito Santo (foto acima), é benfiquista...! Mas enfim, é o problema das matérias que são da responsabilidade pessoal de cada um...;-)

quarta-feira, março 21, 2012

USA: Rick Santorum no Washington Post



No Catholic World News saiu uma nota em que se faz referência ao artigo que sobre Rick Santorum saiu no Washington Post. A Nota é esta abaixo, mas é impressionante o pânico dos media liberais (no sentido americano da expressão, nós aqui na Europa, diriamos "da esquerda") com um político católico assumido...

Santorum believes in sin, Post profile alerts readers                   March 20, 2012

Continuing to call attention to the religious beliefs of Republican presidential candidate Rick Santorum, the Washington Post carries a confused article that quotes from a speech Santorum gave 3 years ago at Ave Maria University, and speaks at length about the candidate’s ties with Opus Dei.
Santorum is not a member of Opus Dei, nor is Ave Maria University affiliated with the movement. The Post story also mentions that Santorum’s parish is regarded as conservative, apparently because the pastor preaches about sin. The Post story suggests that it is remarkable that Santorum, too, believes in the existence of sin.

terça-feira, janeiro 10, 2012

O Opus Dei e a liberdade dos cristãos

Com frequência sempre que há história com a Maçonaria acontece uma costumeira confusão entre a natureza dessa sociedade secreta e a do Opus Dei, uma Prelatura Pessoal, publica, com portas abertas para a rua, onde tenho bons amigos.
Por isso é útil ler-se esta entrevista de Monsenhor Rafael Espírito Santo, Vigário-geral do Opus Dei em Portugal.

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Politicos pressionados a assumir que são maçons

O Diário de Notícias de hoje lança a discussão sobre se os políticos devem ser obrigados a assumir a sua pertença à Maçonaria (maliciosamente naquela tipica misturada que se faz nestas ocasiões acrescenta-se o Opus Dei ao rol...). Vindo isto a propósito do caso do relatório da audiência numa comissão parlamentar de um dos ex.chefes dos serviços secretos e também ele Maçon.
Assim a quente e pouco estruturado, parece-me:
1. Era só o que faltava que se instituisse essa regra seja para a pertença à Maçonaria, seja para a pertença a qualquer associação religiosa. Está-se aqui no campo da reserva da vida privada e da liberdade individual e nada justifica, nunca!, um atentado a esses valores.
2. Até porque e no caso (como muito bem diz o Deputado António Filipe com aquele bom senso e realismo que em geral caracteriza os comunistas) a regra seria inútil. Se a Maçonaria é uma associação secreta, os seus membros pura e simplesmente, não o declararariam, sob pena de que lá se ia o secretismo...! ;-)
3. É verdade que a Maçonaria tem formalmente um compromisso de entre-ajuda que não existe nas organizações religiosas e por isso em certa medida a liberdade dos seus membros, no exercicio das suas funções, está limitada por um factor que pode prejudicar a transparência da vida democrática e da decisão política. Mesmo assim...deve prevalecer a liberdade individual!
4. Questão completamente diferente e eventualmente aplicável ao caso é a questão do "conflito de interesses" para o qual existem regras que limitam o exercício dos políticos (sejam os nacionais, seja, como é o meu caso, os autarcas [sou membro da Assembleia Municipal de Lisboa, eleito pelo PPD-PSD na Coligação Lisboa com Sentido]). Isto é: da mesma maneira que um sócio de uma sociedade que venda um certo produto e simultâneamente seja um político chamado a decidir sobre uma lei que importa de alguma forma uma vantagem para aquele produto, deve declará-lo, eximindo-se de votar, da mesma maneira um Maçon chamado a intervir num processo político em que a Maçonaria possa ser parte interessada (por exemplo, a entrega de um Palacete em Lisboa a um qualquer Grande Oriente) dever-se-ia escusar de votar na deliberação que o previsse.
Um exemplo comigo: já não me lembro porquê, mas quando estava na Assembleia da República e sendo membro da Ordem dos Advogados, juntamente com outros colegas de profissão, declarei-me impedido de votar uma lei qualquer respeitante ao exercício da profissão (peço desculpa, mas não me lembro qual...:-(
Mas isto são só as primeiras impressões. Aguardemos pelo debate.

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Artigo na Sábado sobre a Opus Dei

Enviei esta carta ontem ao Director da Sábado. Vamos ver se a publicam...?

Caro Director

Nunca frequentei ou pertenci à Opus Dei e sou um leitor assíduo da Sábado. Fica assim declarada a isenção da minha tristeza com o artigo de 6 de Dezembro sobre aquela instituição.
De facto ligam-me às pessoas da Opus Dei laços de amizade e admiração, nascidos no comum empenho em iniciativas cívicas e também da minha pertença à Igreja católica. São pessoas em quem vejo a entrega das próprias vidas ao crescimento da presença de Cristo no mundo, movidas por um grande amor a Deus e ao seu próximo. Quanto aos defeitos delas, chegam-me os meus…
Além disso conheço outras facetas da Opus Dei que no artigo foram omitidas em detrimento da exploração sensacionalista dos testemunhos generosamente dados. Falo das pessoas da Prelatura que assistem os deficientes profundos que ninguém quer ou pode cuidar, que trabalham nos bairros mais recônditos onde nenhum de nós ousa entrar ou daquelas que num trabalho persistente se dedicam ao acolhimento das mães que querem ter os seus filhos numa sociedade que às suas limitações e misérias só oferece o aborto. É todo um outro código…
Quanto aos testemunhos negativos: quantos factos da nossa vida pessoal, vistos isoladamente, fora do contexto, não poderiam transformar o retrato dos nossos amigos e familiares, numa realidade em que não nos reconheceríamos e que diria injustamente mal de nós?
Com os meus cumprimentos

Antonio Pinheiro Torres
Ex. Deputado à Assembleia da República

quinta-feira, novembro 15, 2007

O discurso do Papa aos Bispos portugueses

Pode encontrar-se em: http://www.ecclesia.pt/videobentoxvi.wmv.

Sobre o significado das palavras do Papa e sendo ainda cedo para medir o justo alcance e sobretudo o desafio que representam para todos nós, os católicos, há esta nota da Lusa que retoma declarações belíssimas obtidas junto do Opus Dei.
Transcrevo e partilho:

Religião: Bento XVI lançou desafio a todos os cristãos portugueses - Opus Dei
Fonte: Lusa12 de Novembro de 2007, 18:43
Lisboa, 12 Nov (Lusa) - A Opus Dei considera que o Papa Bento XVI lançou a todos os cristãos portugueses, mais do que uma crítica, um desafio para a intensificação da aplicação do Concílio Vaticano II, disse hoje à Lusa uma fonte daquela instituição católica.
No seu discurso final aos bispos, que marcou o encerramento da visita "Ad Limina" da hierarquia católica portuguesa ao Vaticano, no domingo, Bento XVI defendeu um novo estilo de organização da Igreja em Portugal.
"É preciso mudar o estilo de organização da comunidade eclesial portuguesa e a mentalidade dos seus membros para se ter uma Igreja ao ritmo do Concílio Vaticano II, na qual esteja bem estabelecida a função do clero e do laicado", afirmou o Papa.
Bento XVI considerou que este novo modelo eclesial é a "rota certa a seguir", mas sem valorizar em demasia as questões organizativas da própria Igreja.
Para a Opus Dei, na sua intervenção o Papa lançou a todos os cristãos portugueses, e não só aos bispos, um desafio que é muito mais um estímulo do que uma crítica, apelando à intensificação da aplicação do II Concílio do Vaticano, que "sempre foi, aliás, uma preocupação muito viva dos bispos portugueses".
O desafio lançado por Bento XVI, refere a Opus Dei, inclui três elementos: "Devolver a Deus a primazia", "Que os padres sejam padres e que os leigos sejam leigos" e a "Comunhão na Igreja".
No que respeita ao primeiro elemento - "Devolver a Deus a primazia" -, a instituição católica refere que "tem-se tentado construir o mundo prescindindo de Deus, agora é altura de voltar a colocá-lo no 'prime time' do quotidiano".
Relativamente ao segundo elemento - "Que os padres sejam padres e que os leigos sejam leigos " -, a Opus Dei explica que os cristãos leigos (profissionais de todos os sectores, homens e mulheres, casados e solteiros, sãos e doentes, ricos e pobres) são responsáveis por tornar Deus presente nas famílias e na sociedade.
"É a sua competência. Mas para 'dar' Deus têm de 'ter' Deus. Para isso, são imprescindíveis os padres. São os padres que permitem aos leigos encontrar Deus na Eucaristia e nos restantes sacramentos, através do ensino e pregação, e com a assistência pessoal a cada um. É a sua competência", refere um documento da Opus Dei enviado à Lusa.
Já no que se refere à "Comunhão da Igreja", a Opus Dei explica que é boa a diversidade de experiências e caminhos, podendo aprender todos uns dos outros, em sintonia plena com os bispos.
A Opus Dei é uma instituição da Igreja Católica fundada por Josemaria Escrivã de Balaguer e que colabora com as igrejas locais, organizando encontros de formação cristã (aulas, retiros, atendimento sacerdotal) destinados a quem tenha o desejo de renovar a sua vida espiritual e o seu apostolado.
GC.
Lusa/Fim