Impressionou-me muito o conteúdo do novo programa do PSD aprovado no último Congresso. Ousaria mesmo dizer que há uma mais claro e inspirado regresso às origens do PPD (nomeadamente quando se pensa na declaração de princípios intitulada "Os Nossos Valores" e que se encontra no site do partido) e à matriz social-cristã ou da Doutrina Social da Igreja que era a formação original da maior parte dos fundadores do partido e os inspirou nos primeiros documentos (a este propósito é fundamental ler o inspirado artigo de Pedro Lomba "O fim da social-democracia").
Claro que depois o problema, como me observava uma destacada figura do catolicismo nacional, é que "as mesmas
palavras não têm o mesmo significado para toda a gente"...;-)
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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segunda-feira, abril 16, 2012
O novo programa do PSD
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terça-feira, dezembro 13, 2011
Pedro Lomba e Assunção Esteves: a propósito dos deputados e dos políticos
Hoje no Público Pedro Lomba atira-se a Assunção Esteves (salvo seja...;-) a propósito de uma frase desta última que ele transcreve assim: "Os deputados sabem que podem contar comigo para defender a imagem a que temos direito, que é uma imagem de dignidade. E é uma dignidade acrescida pelo sentido de entrega que é superior ao do cidadão comum, á das pessoas que estão habituadas às suas vidinhas".
Enveredando pela exploração caricatural desta frase e pelo fácil apelo primário contra "os políticos" Pedro Lomba constrói um artigo que agradará ao sentimento anti-partidário de boa parte da nossa população, mas presta um mau serviço à política, á democracia e ao serviço do bem comum que é a grande marca de quem se empenha em intervir na vida do país a qualquer nivel de responsabilidade: local ou nacional, no executivo ou na fiscalização, em termos sectoriais ou gerais.
Sou testemunha dos bons sentimentos de tantos e tantos que se dedicam à política e dos sacrificios que isso implica a nivel profissional, pessoal e familiar. E não é por um punhado de meliantes que também os há na política que se pode julgar esse empenho de milhares e milhares de homens e mulheres deste país.
E que sim, em termos civicos, esão uns furos acima da generalidade da população que vive a sua vidinha...! Não quer isto dizer que sejam superiores a outros, mereçam mais do que outros ou se possam arrogar títulos especiais. Mas no serviço do bem comum (e não faço aqui distinções ideológicas, partidárias ou outras) estão claramente à frente de outros, mesmo se cheios de limites, dificuldades, pecados, estupidezes e ilusões. Um à frente que repito não lhes dá direitos nenhuns senão o de serem respeitados por essa generosidade da qual todos beneficiamos. Mas voltarei ao tema.
Enveredando pela exploração caricatural desta frase e pelo fácil apelo primário contra "os políticos" Pedro Lomba constrói um artigo que agradará ao sentimento anti-partidário de boa parte da nossa população, mas presta um mau serviço à política, á democracia e ao serviço do bem comum que é a grande marca de quem se empenha em intervir na vida do país a qualquer nivel de responsabilidade: local ou nacional, no executivo ou na fiscalização, em termos sectoriais ou gerais.
Sou testemunha dos bons sentimentos de tantos e tantos que se dedicam à política e dos sacrificios que isso implica a nivel profissional, pessoal e familiar. E não é por um punhado de meliantes que também os há na política que se pode julgar esse empenho de milhares e milhares de homens e mulheres deste país.
E que sim, em termos civicos, esão uns furos acima da generalidade da população que vive a sua vidinha...! Não quer isto dizer que sejam superiores a outros, mereçam mais do que outros ou se possam arrogar títulos especiais. Mas no serviço do bem comum (e não faço aqui distinções ideológicas, partidárias ou outras) estão claramente à frente de outros, mesmo se cheios de limites, dificuldades, pecados, estupidezes e ilusões. Um à frente que repito não lhes dá direitos nenhuns senão o de serem respeitados por essa generosidade da qual todos beneficiamos. Mas voltarei ao tema.
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quarta-feira, janeiro 28, 2009
Sócrates, o Freeport e Pedro Lomba
O artigo de Pedro Lomba no Diário Económico é durissimo para Sócrates e parece-me resumir bem todas as dúvidas existentes nesta "pega" com o chefe do Governo. Vale a pena ler.
Embora me pareça irrealista pedir que Sócrates se lembre de uma das milhares de reuniões que teve enquanto Ministro do Ambiente...!?
Isto promete...Dava muito para saber o que pensará a Câncio disto...? ;-)
Embora me pareça irrealista pedir que Sócrates se lembre de uma das milhares de reuniões que teve enquanto Ministro do Ambiente...!?
Isto promete...Dava muito para saber o que pensará a Câncio disto...? ;-)
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