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quarta-feira, maio 02, 2012

Os descontos do Pingo Doce: um mistério...?

Para mim, nesta matéria dos descontos do Pingo Doce, há um mistério que não tenho visto abordado nos artigos sobre o assunto: com descontos de 50% acho impossivel eles não percam dinheiro (e muito!)...mas ao mesmo tempo seguindo aquela máxima (falsa, basta pensar em toda a acção caritativa) "ninguém dá nada a ninguém" não acredito a Jerónimo Martins monte uma operação que signifique uma perda, sobretudo na actual conjuntura...

A minha mulher (filha de farmacêutica reformada, antiga proprietária de uma Farmácia) explica-me que o segredo está nas quantidades...isto é, os fornecedores não só oferecem descontos extraordinários em grandes encomendas, como, para despachar stocks e produtos a desclassificar, ou quase fora de prazo, oferecem pelo preço de 100 unidades, mais 200 ou 300, em que não cobram o valor respectivo...? E aqui foi o Pingo Doce buscar a margem que perde nos descontos...?

Será assim? Alguém me sabe explicar como se monta uma operação destas? É que se a publicidade é de facto esmagadora e no dia de ontem o Continente e outros, não devem ter tido senão uma meia dúzia de clientes, isso não explica tudo...

domingo, janeiro 08, 2012

Ainda Soares dos Santos, Jerónimo Martins e Pingo Doce

Concordo com Henrique Raposo ontem no Expresso:
"Quando um ricaço holandês resolver investir em Portugal, acho que devemos fazer "manifs" à porta da embaixada holandesa: "Não, não venha para cá, não saia do seu país". Mas também podemos fazer as manifs à porta da FFMS. E, logo a seguir, podemos queimar os tratados do mercado único numa pira vingadora. No final, depois de varrermos as cinzas, sugiro a emigração para países "neo-liberais", que, como se sabe, só criam pobreza, estilo Holanda ou Polónia"...! ;-)
E concordo também com Luís Marques no mesmo jornal: "Confundir patriotismo com deslocalização empresarial é como chamar traidor a José Mourinho, por treinar o Real Madrid em vez de treinar o Benfica"
Para perceber o que se passou importa ler este artigo de Ricardo Reis no Dinheiro Vivo e esta entrevista de Soares dos Santos.
Mas sobretudo colocar-nos esta questão: se Alexandre Soares dos Santos não fosse católico mas de qualquer outra religião ou obediência ter-se-ia assistido ao mesmo "festival"...? Duvido!