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sexta-feira, setembro 21, 2012

Despesas sociais em Portugal 1980-2010: há muito por onde cortar...




No seu mais recente comunicado, o Partido Portugal pro Vida, reproduz um quadro produzido pela Pordata, em que está retratada a evolução da despesa da Segurança Social em % do PIB. Na Pordata a informação respectiva está aqui.

É necessária uma análise mais fina (possível de realizar também aqui na Pordata) mas intuitivamente percebe-se que isto não pode se assim. Intuitivamente porque tendo presente toda a despesa social que as leis fracturantes originam e que não têm qualquer justificação (exemplos: subsidios de "maternidade", pagos a 100%!, às mulheres que abortam, RSI atribuído às mulheres que, na sequência da lei do divórcio selvagem, perderam as suas pensões, mensalidades de centros de acolhimento, estatais e privados, para as crianças que a Segurança Social, na sequência da mentalidade socialista de que os filhos não pertencem à família, está sistematicamente a retirar aos respectivos pais...etc.).

Parece-me que esta é uma das saídas da nsituação actual de crise mais solicitadas pelos portugueses que ameaçam perder a confiança no Governo: nós fazemos a nossa parte, vocês façam a vossa...!


sábado, fevereiro 18, 2012

Nascer em Portugal: não faz mal se não acontecer...

Parece ter sido esta a grande conclusão do encontro ontem promovido pela Presidência da República...

Isto pelo menos a fiar-nos do que do discurso de Cavaco é retomado nos jornais de hoje (exemplo aqui), da notícia do Público ("Nasce-se menos em Portugal, mas nasce-se melhor" e ser criança tem "outro valor"...), da intervenção de António Barreto (em completa colisão com a sua inteligência e clarividência), da entrevista no Expresso da responsável pela Pordata (Maria João Valente Rosa) e por aí adiante...uma desilusão! No sentido de que o que devia ser um alerta que "empurrasse" os outros poderes públicos, acaba num "eh...é assim a vida...".

É esta a nossa desgraça neste e em outros âmbitos: "nem fazem filhos, nem saem de [...]" ;-)

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Da turbamulta em torno de Alexandre Soares dos Santos*

* Por acaso quem pegou em parte considerável da sua fortuna e com ela fez uma Fundação que entre outras coisas tem só a melhor e mais credivel base de dados estatisticos de Portugal...

A propósito da migração da Jerónimo Martins para a Holanda que soltou boa parte da matilha mediática, o meu amigo Pedro Aguiar Pinto da lista electrónica e Blog Povo, escreveu hoje isto:

"Nenhum de nós escapa à influência da opinião dominante, quanto mais não seja porque domina, isto é, está por cima, ouve-se mais vezes, mune-se de uma credibilidade artificial – usando sistematicamente personalidades credíveis - . Nunca vai até ao fundo. Aquilo que se pretende é vencer-nos mostrando-nos um “sumário executivo” que não sendo totalmente mentira é apenas uma parte da realidade. Aposta na nossa preguiça em procurar melhor informação. Vem isto a propósito do caso da “emigração do Pingo-Doce para a Alemanha”. Mas fico-me por aqui e deixo-vos com este artigo do director do Jornal de Negócios, Pedro Santos Guerreiro, que me parece tocar exactamente no ponto:
Estamos saturados de manhosos, desconfiados de moralistas, estamos sem ídolos, sem heróis, estamos encandeados pelos faróis dos que saltam para o lado do bem para escapar à turba contra o mal. Quando apanhamos, abocanhamos. Estraçalhamos. Somos uma multidão furiosa. Às vezes, erramos. A família Soares dos Santos não está a fugir aos impostos. Mesmo se vai fugir ao País.
Só há um antídoto contra a especulação: a informação. É assustador ver tanta opinião instantânea sobre o que se desconhece. A sede de vingança tomou o lugar da fome de justiça. O problema não está na rua, nas redes sociais, nas esquinas dos desempregados. Está em quem tem a obrigação de saber do que fala. Do Parlamento, de Ana Gomes, de António Capucho, dos que pedem boicotes ao Pingo Doce (para comprar onde, já agora? No Continente da Sonae que tem praças na Holanda? No Lidl, que as tem na Alemanha?) (ler o resto…).