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domingo, maio 18, 2014

Benfica: comovedor para um portista...



(não sei porquê mas apeteceu-me lembrar esta fotografia, talvez por só ter aí um ano...;-)

É comovedor ver o entusiasmo dos adeptos do Benfica esta época e a festa que fazem com inegáveis êxitos desportivos cuja importância durante dezenas de anos negaram reconhecer em iguais, e muito mais numerosas, ocasiões do Futebol Clube do Porto...!

Se como dizem "o Campeão voltou" (apesar de derrotado pelo Futebol Clube do Porto no último jogo do campeonato...;-) ainda vão ter muito que fazer para justificar o entusiasmo da frase...se não veja-se o que o jornal Jogo hoje publicou depois de relatar a final, minuto a minuto: "27 anos depois, o Benfica completa a dobradinha ao conquistar campeonato e Taça de Portugal"...comovedor!

Fiado no humor que terá quem acumulou esta época "tantos" êxitos não resisto pois a transcrever o email que recebi na passada quinta-feira, 15 de Maio, de um bom amigo e melhor portista:

Faz hoje precisamente 1 ano que o Benfica perdeu a Liga Europa !!!


Como o tempo voa … Até parece que foi ontem !!!!!!! J

E a imagem que acompanhava era esta abaixo...lol!




terça-feira, maio 07, 2013

Benfica e Futebol Clube do Porto: Nervos de Aço e Alma de Fogo!



O empate ontem do Benfica com o Futebol Clube do Porto mostra uma vez mais a grandeza e fragilidade deste desporto em que de repente, por um tropeção inesperado, tudo fica em cheque outra vez. E com que prazer vi isso acontecer!

Seria estulto negar que o Benfica, este ano, está mais forte, mais capaz e mais merecedor de ganhar o campeonato, do que nós. É verdade tem sido levado ao colo pela imprensa e pelo poder lisboetas e muito ajudado por toda a gente. Mas lá que estão mais fortes do que nós, isso estão...

Mas felizmente no futebol o merecimento não chega e sobretudo não consola. E por isso a possibilidade real e próxima do Porto vir a ser campeão, não só me enche de alegria como me dá um secreto prazer de desfeitar um gosto antecipado do clube da segunda circular, que se perder este campeonato, apanhará um dos maiores melões da sua história...

Mas para já ainda é cedo. É necessário que o Porto não só ganhe no Dragão (o que não é nada certo) como que também obtenha o mesmo resultado com o Paços Ferreira. Ou seja, como diz o cartaz em cima, é necessário "Nervos de Aço e Alma de Fogo"...não fora a dúvida que me assalta no uso da espressão: assim seja...! ;-)


quinta-feira, fevereiro 14, 2013

Bibó Porto (cidade e clube, claro)!




A minha família (Pinheiro Torres) é do Porto. Desde que nasci que vou com regularidade ao Porto: reuniões e visitas a familiares, encontro com amigos e, até, por ocasiões políticas. Também no Porto namorei três anos com a minha mulher. E nesta cidade está o meu clube desde que eu nasci: o Futebol Clube do Porto. Assim nascido em Lisboa, há já cinquenta anos, pela conjugação desta história e de praticamente todas as férias passadas no Minho, sempre me considerei do Norte, apesar de viver contente em Lisboa.

Razões suficientes para que tenha hoje recebido por email com agrado e aqui reproduza este Elogio do Porto (cuja melhor definição é de facto esta maravilhosa canção do Rui Veloso) de que desconheço o respetivo autor:

"   O Porto é uma das Cidades mais antigas do Mundo!

     Tem a 3ª mais bela Livraria do Mundo - Lello!

     Tem o 6º mais belo Café do Mundo - Majestic!

     Tem um dos mais perfeitos e inteligentes edifícios do Mundo - Burgo!

     Tem uma das melhores salas sonorizadas do Mundo - Casa da Música!

     Tem o único Parque citadino do Mundo ligado ao Mar - Parque Ocidental
     da Cidade com quase 80 ha!

     Tem uma das maiores construções em ferro do Mundo - Ponte D. Luíz I !

     Tem um dos maiores arcos em betão do Mundo - Ponte da Arrábida!

     Tem uma das maiores Torres do Mundo construídas em granito -
     Clérigos!

     Tem o quinto melhor aeroporto do mundo na sua categoria.

     Tem um dos melhores e maiores portos artificiais do Mundo - Leixões!

     Tem dois Pulitzers - com três prémios - de Arquitectura: Álvaro Siza e Souto Moura.

     Tem o presidente do clube desportivo com mais títulos no Mundo - Pinto da Costa!

     Tem o atleta com mais títulos conquistados mundialmente - Victor Baía!

     Tem a atleta com mais títulos conquistados mundialmente - Rosa Mota!

     Deu o nome ao melhor vinho do Mundo - o Porto.

     Foi portuense umas das maiores violoncelistas do Mundo - Guilhermina Suggia.

     Tem a Estação Ferroviária de São Bento considerada a 16ª mais bela Estação do Mundo!

     Foi o Porto que deu o nome a Portugal, o primeiro País do Mundo com as fronteiras definidas   desde 1267!

     É a única Cidade no mundo com 4 especilidades gastronómicas únicas no mundo criadas no seu seio: Francesinhas, Bacalhau à Brás, Bacalhau à Zé do Pipo e as Tripas à Moda do Porto, criadas no séc. XV.

     Possui uma das mais conceituadas universidades do Mundo - a Universidade do Porto.

     Nele nasceu o mais antigo e um dos mais conceituados cineastas do Mundo - Manoel de Oliveira.

     E finalmente, o Porto foi considerado o melhor destino 2012 e 2013 do Mundo!

     E bibó PORTO !!!!!!
"




segunda-feira, abril 30, 2012

Campeões, Campeões, nós somos Campeões!



Dos meus 50 anos de vida, 30 foram passados com Pinto da Costa como presidente do Futebol Clube do Porto. Ou seja, foi-me dado o privilégio de viver na época de ouro do meu clube. Quanto tempo mais esta durará não sei...mas que grandes alegrias isso me proporciona, disso não há dúvida...! ;-) Obrigado, presidente!

terça-feira, novembro 22, 2011

Otelo Saraiva de Carvalho

Republico aqui um artigo do Rui Moreira (do Porto) que saiu no Jornal de Noticias há dois dias. Sei bem que é o perdão que nos deve comandar, mas esse pressupõe um(a) arrependido(a) que no-lo pede. O que não é manifestamente o caso de Otelo. Nem nunca o pediu pelas prisões arbitrárias e sevicias no PREC, nem pelas FP-25 Abril. E agora ainda vem clamar por uma revolução, o que em face do actual Código Penal, é crime...o que seria se o mesmo tivesse sido feito por qualquer protagonista da extrema-direita...!? Caía o Carmo e a Trindade...
Mas a esquerda dominante nos media é assim: tudo para os meus (maluqueiras incluidas) e nada para os outros...
Recomendo pois leiam este artigo:

Óscar da impunidade
JN – 2011-11-20
Otelo Saraiva de Carvalho (OSC) disse, em entrevista recente, que "ultrapassados os limites (os militares deveriam) fazer uma operação militar e derrubar o Governo". Marques Júnior, outro capitão de Abril, tratou de rejeitar a ideia, garantindo não haver condições para os militares fazerem um golpe. O "establishment" político menosprezou a importância essa declaração e o assunto foi selado por Marcelo na sua homilia dominical.
Será que ninguém leva a sério as bravatas de OSC? Ora, a sua história mostra que ele constitui uma ameaça. Foi ele o chefe do COPCON que, em 1975, procedeu a inúmeras detenções arbitrárias, assinando mandados de captura em branco, de tal forma que em finais de Março desse ano havia mais presos políticos, da extrema-esquerda à direita, do que no dia 24 de Abril de 1974. Presos esses que nunca foram acusados de nada e que foram sujeitos a tortura e sevícias, como consta de um relatório elaborado por pessoas acima de qualquer suspeita. No 25 de Novembro, esteve do lado dos derrotados, e foi detido por essa razão, para logo ser libertado. Depois, e apesar disso, pode concorrer às eleições presidenciais e, perdida a batalha, optou por se travestir de Óscar, e liderou uma organização terrorista, as FP 25 de Abril, que foi responsável pelo assassinato de dezassete pessoas inocentes. Por esse crime foi preso, julgado e condenado em tribunal, apesar de traído os seus camaradas, fingindo que nada tinha que ver com a organização. Mais uma vez, foi libertado, sem nunca se mostrar arrependido, por obra e graça de uma amnistia vergonhosa. Anos mais tarde, foi promovido retroactivamente, com uma indemnização de 49800 euros, muito superior à que receberam as famílias das vítimas das FP-25.
Não acredito que haja 800 militares (os tais que, segundo ele, poderiam fazer um golpe de Estado) dispostos a seguir a sua sugestão, ou a marchar com ele. Os militares têm o direito de se manifestar ordeiramente mas, no mais, sabem que devem ficar pelos quartéis, porque Portugal é uma democracia. Ainda assim, OSC não pode ser descartado como se fosse um qualquer indigente mental, nem ter um estatuto de eterna impunidade por ter participado no 25 de Abril. Também não se pode tomar a sua declaração à laia de um desabafo. OSC nunca foi um democrata, e odeia a liberdade. A sua participação no 25 de Abril teve, como móbil, razões corporativas. Mandou no COPCON porque queria submeter o país à sua ditadura. Envolveu-se num golpe de Estado contra a liberdade, e perdeu. Fez parte de um grupo terrorista e nem sequer teve coragem para o assumir. Foi libertado, e nunca pediu perdão. Vive tranquilo, com uma reforma maior do que a que recebem 95% dos reformados deste país.
Ora, em democracia, esse sistema que ele abomina, a lei deve ser cumprida por todos, e o seu acto pode configurar o crime de "instigação pública de um crime", previsto no artº 297º do CP. De facto, OSC poderá ter instigado o crime de "alteração violenta do Estado de Direito", previsto no artº 325º do CP, o qual no seu número 1 refere que "quem, por meio de violência ou ameaça de violência, tentar destruir, alterar ou subverter o Estado de direito constitucionalmente estabelecido, é punido com pena de três a doze anos".
Em memória das vítimas das FP-25 de Abril, do meu Pai, cuja história é narrada em pormenor no relatório das sevícias, e que foi um dos muitos que foram presos e seviciados sem que nunca tenha sido acusado de qualquer crime, em homenagem à instituição militar que não merece ser confundida com OSC e quejandos, a bem dos meus filhos que, espero, possam continuar a viver em liberdade, exijo que este assunto não fique esquecido. Não me conformo com o encolher de ombros do procurador-geral da República. Se Portugal tinha alguma dívida com OSC, já a pagou muitas vezes. Agora, devia ser a hora de esse senhor se sentar no banco dos réus para, por uma vez, perceber que não é mais do que os outros portugueses. É, aliás, e a meu ver, bastante menos do que qualquer cidadão comum.

segunda-feira, junho 27, 2011

As linhas de Comboio: uma extinção inevitável?

Tenho um enorme apreço pelas viagens de Comboio, pelo charme das estações que conheci nas minhas infância e adolescência, e mais tarde durante o serviço militar: as linhas Lisboa-Porto e todas as do Minho.
E tenho visto ao longo da vida com muito desgosto como sucessivamente se fecham linhas e desaparecem os comboios das nossas paisagens e dos nossos hábitos de deslocação. Uma perda de beleza e também de comodidade.
Por isso mais triste fiquei com a noticia do Publico de ontem de que o Governo Sócrates se teria comprometido com a Troika ao encerramento de cerca de 800 kms de linha férrea...!!
Talvez por ignorância a minha teoria é esta: reduzem-se linhas porque se diz não são viáveis, essa redução engendra que as que restam se tornem menos úteis (menos horários e percursos) e daí mais encerramentos. E as contrapartidas não me parecem boas: mais utilização de transportes alternativos, estradas saturadas, maior possibilidade de acidentes de trânsito, poluição, desertificação do interior por dificuldade de transportes, etc.
Ora, as linhas de Metro do Norte a pertir do Porto, tem sido um sucesso e facilitaram enormemente a vida a milhares de pessoas...a pergunta pois é esta: quem beneficia com estes encerramentos? Será que este caminho é inevitável? Como é nos restantes países europeus? Não há quem pegue na CP e dando-lhe uma volta a torne naquilo que ela já foi como dinamizadora do tecido económico?
Isto claro tendo presente que a concentração por "pessoa quadrada" de sindicalistas irrazoáveis e irresponsáveis atinge o seu máximo precisamente nesse sector. E será também essa uma das razões deste declínio?

terça-feira, junho 21, 2011

A saída de Villas-Boas do Futebol Clube do Porto

Estou em estado de choque com a saída do nosso treinador, embora perceba que não há amor ao clube que resista a ganhar um milhão de contos por ano...conquanto não tenha a certeza que a oportunidade não poderia ter vindo a ocorrer mais tarde e que Villas-Boas teria ganho em fazer mais uns anitos no Porto. Mas isso nunca o saberemos.
Dois pontos importantes:
- o êxito do Porto não se deveu só nem exclusivamente aos méritos de Villas-Boas, mas sim e muito e com grande preponderância à máquina impecavelmente oleada do clube, jogadores incluídos. Que aí está e continua mais determinada que nunca e debaixo da autoridade indiscutivel do nosso presidente e
- este já em muitas ocasiões enfrentou circunstâncias dificeis e sempre soube suplantá-las com maestria e sucesso. Confio assim será mais uma vez.
Como nas Missas e em fim de homília: assim seja! ;-)
Acabo de ir buscar o endereço do site do clube e já lá está que Vitor Pereira é o novo treinador. Grande presidente Pinto da Costa!

domingo, março 29, 2009

Palavras sábias de António Barreto na apresentação livro D. Manuel Clemente

Estão sublinhadas na noticia abaixo da Ecclesia:

Textos de D. Manuel Clemente são exemplo de «tolerância e abertura ao diálogo»

António Barreto apresentou o livro «Um só propósito – Homilias e Escritos Pastorais em tempos de Nova Evangelização» de D. Manuel Clemente
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Foi lançado na passada Quarta-feira o livro “Um só propósito – Homilias e Escritos Pastorais em tempos de Nova Evangelização”, textos do magistério episcopal de D. Manuel Clemente que, nesse dia, completou dois anos à frente da diocese do Porto.

A apresentação esteve a cargo de António Barreto, sociólogo, que apontou a publicação como um exemplo salutar de diálogo, “de quem quer dialogar e debater”.

Afirmou o sociólogo que, tradicionalmente, as homilias, referentes ao actual, são efémeras. “A maior parte das homilias de cada sacerdote e da maioria dos sacerdotes nunca vê a forma impressa, nunca têm uma segunda vida de leitura e meditação”.

D. Manuel Clemente “fala para todos, espera debate e diálogo, assume as suas responsabilidades pelo que pensa e diz, sujeita-se ao contraditório e sente que é seu dever ocupar-se da vida dos homens e das mulheres na Terra e em sociedade”.

A publicação dos textos do Bispo do Porto indicam “uma maneira diferente de exercer as suas funções. Quem publica, quer ser lido. Quem lê, reflecte e pensa. Quem pensa, verifica o pensamento dos outros, dos autores. Quem comenta, acrescenta qualquer coisa”, aponta António Barreto sublinhando a abertura “ao julgamento dos leitores, à exposição e escrutínio”.

“Não se satisfaz com a palavra catedrática, não pretende que acreditem apenas na autoridade do magistério”, aponta.

O livro com a publicação das homilias e escritos do Bispo do Porto que serve todos os públicos. Para os crentes, “pode ser uma recordação, uma sugestão para voltar à matéria”. Para os não crentes, reconhece António Barreto, “é a possibilidade de entrar em conversa, em diálogo”.

“Um sacerdote que publica as suas homilias quer falar com os outros, os que não pertencem ou não comparecem à congregação, os que não são do rebanho ou os que não são religiosos. É um sinal de vontade de diálogo. E um sinal de predisposição para a tolerância”.

O sociólogo considera que sendo consensual a ideia de separação da Igreja e do Estado e da não intervenção da Igreja em questões puramente partidárias. Nesse sentido, é de opinião que “a Igreja deve intervir publicamente em tudo o que à condição humana diz respeito”. Se assim for, afirma, “a Igreja exige para si a liberdade que reconhece aos outros. Os cidadãos ficam a ganhar com isso”.

“É absurdo pensar que a Igreja apenas se ocupa de religião. Qualquer que seja o seu Deus ou a sua concepção da vida eterna, é sempre na Terra, em sociedade, na República, na cidade, que os homens vivem as suas vidas. É na cidade que as Igrejas vivem ao lado dos homens”, sendo um erro pensar que a Igreja se limita aos sacerdotes ou à hierarquia. “A Igreja é composta por todos os crentes, os fiéis, a congregação ou a comunidade”.

António Barreto aponta ainda que nos tempos actuais “faltam palavras de contenção e serenidade”.

“A doutrina cristã e a sua tradição moral estão bem colocados para contribuir. Numa altura em que a ganância, a desumanidade, a exploração da boa fé de outros e a venalidade se transformaram quase em valores universais, precisamos de vozes serenas e de contenção, de correcção moral de paixões destruidoras do respeito de uns pelos outros”.


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Nacional | Agência Ecclesia| 27/03/2009 | 12:02 | 3323 Caracteres

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