Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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terça-feira, setembro 24, 2013
O Ministro Crato e o inglês obrigatório ou não
Confesso que estou um pouco baralhado com a questão do inglês obrigatório onde ao que parece, lendo os jornais, o Governo anda para a trás e para a frente...mas uma coisa é clara: o drama de que o inglês seja ou não obrigatório, por imperativo do Ministério da Educação, demonstra, em acto, qual o problema de não existir liberdade de escolha na educação.
Na verdade, se os pais pudessem optar livremente pela escola dos seus filhos (como a Constituição obriga, não me cansarei de o lembrar) e as escolas tivessem autonomia para definir e propor os seus projectos educativos, a questão do inglês (de os alunos o aprenderem) era muito simples: aquelas famílias para quem isso seja fundamental (número do qual não me excluo) podiaminscrever os seus filhos em escolas que o oferecessem, iniciar escolas onde este existisse, e as mesmas oferecê-lo livremente.
Ao contrário, na situação presente, só há uma forma de os pais que o pretendem, o obterem. Ou seja exigirem que uma autoridade central, nas escolas que lhe pertencem (80% do sistema) o imponha autoritariamente sem consideração pelas possibilidades reais das escolas, ou dos pais que o dispensariam (por as suas prioridades, legitimamente, serem outras). E daí as discussões políticas, os embaraços do Ministro da Educação, os "confrontos" civis no assunto, o desnorte dos professores desta disciplina...está claro, o conceito?
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sexta-feira, agosto 09, 2013
Ainda o cheque-ensino: a não perder o Público de hoje!
(o movimento SOS Educação de que encontrei este site no You Tube, é um movimento de pais que se bate pela liberdade de educação e que surgiu no contexto da batalha dos pais das escolas com contrato de associação contra o Governo Sócrates que contra os mesmos conduziu uma ofensiva generalizada)
Ainda sobre o cheque-ensino vale a pena ler a notícia hoje do Público, mas de preferência na versão papel, já que nesta estão uma série de gráficos e informações muitíssimo interessantes, sobre os custos do ensino "público" (isto é, estatal) e do particular, número de alunos num caso e em outro, etc.
Valha-nos pelo menos isso nesta confusão: os jornais estão a interessar-se pelo assunto...! Aleluia!
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quinta-feira, agosto 08, 2013
Cheque-ensino: infelizmente, much ado about nothing...
(esta magnífica fotografia acima foi retirada de O Insurgente neste post)
Entre o acordar tarde e a mudança de rotinas com as férias, as tarefas dos múltiplos festejos e combinações deste alargado núcleo familiar, com quem passos as férias, mais a falta de pachorra para a política e até (pasme-se!) os noticiários na rádio (da televisão nem falo, pois há dias não vejo, reservando-se o aparelho para magníficos serões de cinema, até agora com predominância do Padrinho, o um e o dois já foram, hoje á noite é o três), as notícias estão a chegar aqui no Norte profundo, poucas, em ritmo lento e nem sempre facilmente enquadráveis.
Mas de facto ouvir a palavra cheque-ensino (sobre o que isso é ver este artigo aqui sobre o tema, datado de 2007) não podia ter deixado de me chamar a atenção, atenta a raridade com que o tema é abordado (e apesar do esforço em prol da liberdade de educação que tem sido realizado pelo Fórum do mesmo nome, organização em que de facto, passe a vaidade, muito me orgulho de ter participado na respectiva fundação). O mote foi dado por este artigo do Público de hoje. E o motivo da mesma terá sido a revisão em curso do Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo.
Procurei informar-me e infelizmente é "much ado about nothing"...(não no sentido da comédia de Shakespeare ou do filme [ver trailer abaixo], mas de muita confusão/barulho para nada...). Ou seja parecendo ignorar que desde sempre (desde que foi introduzido) o contrato simples existiu naquele estatuto (trata-se de um apoio ás famílias que têm os seus filhos no ensino particular e que é "dado" [melhor seria dizer, devolvido...] e calculado em função do rendimento) os tradicionais inimigos da liberdade (a camarilha de burocratas do Ministério da Educação, os sindicalistas que não estão nas escolas há 20 ou 30 anos, os professores cuja preocupação com os alunos e a escola pública, tão bem se revelou na greve que fizeram aos exames [antepondo os seus interesses particulares aos dos alunos que lhes foram confiados, á força, é verdade, dada a falta de alternativa, pelas famílias])* encerrado o episódio dos Swaps, sem mais terem com que se entreter, e porque tudo serve no tiro ao alvo ao Ministro da Educação, começaram a entrar em pânico...
* Desde já peço desculpa pela virulência da expressão, mas como tenho outros compromissos a seguir a isto, e não queria deixar de escrever sobre a questão, saiu-me assim à bruta, sendo que não me custa reconhecer que do ponto subjectivo possa haver nos adversários do cheque-ensino, mais boa intenção e sincera convicção, algumas vezes diria muito baseada no desconhecimento do que seja o cheque-ensino, dos malefícios desta proposta concreta e da liberdade de educação...veja-se um exemplo aqui.
Resumindo e concluindo: ainda não é desta, infelizmente que teremos (as famílias portuguesas) na prática a liberdade de escolha que a Constituição (sim, a actual...!) nos promete e a Declaração Universal dos Direitos do Homem proclama...
Mas entretanto e felizmente temos o cinema...! E já que estamos em férias e veio a propósito o Much Ado About Nothing porque não rever este filme (trailer abaixo)?
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domingo, junho 23, 2013
Greve dos Professores: a famosa Escola Pública no seu melhor...!
(a imagem acima foi retirada deste Blog Preso por Fora, aqui)
A Greve dos Professores da semana passada e das próximas semanas, além das greves ás avaliações, vem bem demonstrar o que entendem os sindicatos e uns bons milhares de professores, por escola pública: a mim, a mim, o que me interessa é o Ministério da Educação, o meu patrão, os miúdos que se lixem (mesmo se subjctivamente possam não senti-lo assim e a loucura, no sentido de alheamento da realidade, seja já tão grande, que entendam isto é até feito por estima pelo futuro dos miúdos...), quero ser funcionário público, privilegiado e acarinhado, não quero que a minha vida dependa de mim, tenho medo de pensar por mim e com os meus, que bom é haver uma "besta" de um director no Ministério a decidir pela minha vida e contra quem eu depois com o Mário Nogueira virei protestar contra...!
No entanto é verdade que a verdadeira Escola Pública, onde a sério é prestado serviço público, ao público, funcionou...na escola privada (oh escândalo! resguem-se já as vestes e gritemos em uníssono pela Escola Pública!!) não houve uma só greve (perdão, houve três professores, pelo menos em intenção, pelo país inteiro) e 20% dos alunos do país puderam fazer os seus exames...
Pelo que o que apetece perguntar ao Governo que ontem reuniu para um balanço e para pensar a reforma do Estado: does not the above, ring you a bell...? [o dito acima não o desperta para alguma coisa?]
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quarta-feira, junho 06, 2012
Um passo de liberdade: Despacho-surpresa de Nuno Crato revoluciona organização das escolas
Até que enfim um passo concreto na direcção da liberdade de escolha na educação que começa pela concessão de maior autonomia às escolas! A notícia hoje divulgada é animadora e assinale-se o pormenor da "surpresa"...;-)
Eis uma reforma indispensável e em que Nuno Crato honra os seus pergaminhos e dá uma machadada potente no sistema do eduquês que tem assassinado escolarmente gerações de alunos e conduzido Portugal aos últimos lugares nas tabelas de eficiência do sistema educativo.
Assim a estrutura do Ministério da Educação dominada pelas forças que se sabe, não se encarregue agora de demolir este gesto reformista e emprisionar de novo as escolas naquele temor primitivo que tem da liberdade dos professores, dos pais e dos alunos...!
Vale a pena ler o que sobre isto se escreve no Cachimbo de Magritte.
Eis uma reforma indispensável e em que Nuno Crato honra os seus pergaminhos e dá uma machadada potente no sistema do eduquês que tem assassinado escolarmente gerações de alunos e conduzido Portugal aos últimos lugares nas tabelas de eficiência do sistema educativo.
Assim a estrutura do Ministério da Educação dominada pelas forças que se sabe, não se encarregue agora de demolir este gesto reformista e emprisionar de novo as escolas naquele temor primitivo que tem da liberdade dos professores, dos pais e dos alunos...!
Vale a pena ler o que sobre isto se escreve no Cachimbo de Magritte.
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