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sexta-feira, setembro 06, 2013

Extraordinário!: Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho


Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho
Inserido em 06-09-2013 10:21
Anna Romano escreveu ao Papa quando soube que estava grávida, mas nunca esperou o telefonema que a convenceu a deixar avançar a gravidez.

Foi o desespero que levou Anna Romano a escrever ao Papa Francisco. A mulher, italiana, encontrava-se grávida do seu amante, um homem casado, e este já lhe tinha deixado claro que não iria ajudar a criar o bebé, tentando convencê-la a abortar.

Sob pressão, Anna escreveu ao Papa, mais por desabafo do que por outra razão, e foi com grande surpresa que recebeu um telefonema de Francisco.

“Fiquei estupefacta ao telefone. Ouvi-o a falar. Tinha lido a minha carta. Assegurou-me que o bebé é um dom de Deus, um sinal da providência. Disse-me que nunca estaria sozinha”, conta Romano ao jornal italiano “Il Messagero”.

Após alguns minutos de conversa, a futura mãe encontrava-se novamente cheia de esperança e decidida a levar a gravidez até ao fim. “Ele encheu-me o coração de alegria quando me disse que eu era corajosa e forte pelo meu filho”, recorda.

As palavras do Papa foram ainda tranquilizadoras noutro sentido. Anna disse a Francisco que gostaria de baptizar o filho, mas "tinha medo que não fosse possível", por ser "mãe solteira e divorciada". O Papa não só explicou que seria possível baptizá-lo, como se ofereceu para ser ele próprio o padrinho. “Estou convencido que não terá dificuldade em encontrar um pai espiritual, mas, se não conseguir, estou sempre disponível”, disse Francisco.

Compreensivelmente, Anna Romano já fez saber que, se a criança for rapaz, chamar-se-á Francisco.

Desde a sua eleição, o Papa já pegou várias vezes no telefone para falar pessoalmente com pessoas que sabia estarem a passar dificuldades. Um caso envolveu um rapaz cujo irmão tinha sido morto e, mais recentemente, uma mulher argentina vítima de violação.

terça-feira, dezembro 11, 2012

Isabel Jonet e o medo da palavra Caridade



Hoje no i a Isabel Jonet tem publicada uma excelente entrevista na qual (e assim é o título da 1ª página) declara “Sou mais adepta da caridade do que da solidariedade social”. No corpo da entrevista é bem explicado porquê:

"O trabalho desta cadeia é fazer solidariedade ou caridade?
Hoje em dia as pessoas têm medo da palavra “caridade”, têm medo de palavras, atribuem conotações e pesos à palavra “caridade”. Na acepção de São Paulo, caridade é amor, é espírito de serviço, é o outro precisar de nós sem que nós precisemos do outro e portanto levamos o que ele precisa e não o que nós queremos levar. A solidariedade é algo mais frio que incumbe ao Estado e que não tem que ver com amor, mas sim com direito adquiridos. Infelizmente empobrecemos a nossa língua atribuindo algumas conotações a algumas palavras e portanto temos medo de as usar.
Resumindo, solidariedade ou caridade?
Sou mais adepta da caridade do que da solidariedade social… Embora defenda que ambas se completam e ambas fazem parte do bem fazer."

Graças a Deus tinha comprado o jornal e lido a entrevista o que me permitiu na Assembleia Municipal de Lisboa responder ao ataque que um deputado municipal do BE fez a Isabel Jonet por causa desta entrevista e da posição que aquele partido vai tomar daqui a um bocado numa Saudação a Isabel Jonet e ao Banco Alimentar proposta pelo Movimento Partido da Terra.

É realmente uma pena o "medo" que há desta palavra...

sábado, novembro 17, 2012

Isabel Jonet: um balanço provisório



No Blog Povo o meu amigo Pedro Aguiar Pinto publicou o mapa acima (evolução da subscrição das petições por e contra Isabel Jonet) e este post aqui. Tal como ele sei que estas manifestações "online" valem o que valem, mas a tendo sido essas que suscitaram o "escândalo" não me parece se deva ignorar que nas quatro votações "online" que existem os que atacaram Isabel Jonet levaram uma trepa...!

No entanto o balanço que mais interessa não é o da quantidade de subscrições, mas da formidavel explosão de solidariedade, clareza de juizo e argumentário, defesa pessoal e institucional de Isabel Jonet e do Banco Alimentar, que este ataque fez nascer. E o que se progrediu na compreensão do que é a Caridade. Basta ver por aqui.






quarta-feira, maio 30, 2012

Espanha: somos católicos e podemos ter muito orgulho nisso

Numa agradável coincidência com o meu post de ontem, recebi de uma amiga, este email que presentemente circula em Espanha. Só mesmo o Zapatero é que não o percebeu...mas desse felizmente já não é preciso ocupar-nos.

INDEPENDIENTEMENTE DE QUE SE SEA CATÓLICO Ó NO, LA LABOR DE LA IGLESIA ES ENCOMIABLE. A CONTINUACIÓN ALGUNOS EJEMPLOS.     HAZ QUE SE SEPA
: A ALGUNOS NO LES INTERESA QUE SE SEPA ...Que la Iglesia española tiene ...

 · 5.141 centros de enseñanza; 990.774 alumnos. (Ahorran al Estado 3 millones de euros por centro al año). · 107 hospitales. (Ahorran al Estado 50 millones de euros por hospital al año). · 1.004 centros diversos, entre ambulatorios, dispensarios, asilos, centros de minusválidos, de transeúntes y de enfermos terminales de SIDA; un total de 51.312 camas. (Ahorran al Estado 4 millones de euros por centro al año). · Gasto de Cáritas  al año: 155 millones de euros (salidos del bolsillo de los cristianos españoles). · Gasto de Manos Unidas contra el Hambre: 43 millones de euros (del mismo bolsillo). · Gasto de las Obras Misionales  (Domund). Ayuda al Tercer Mundo: 21 millones de euros. (¿Imaginan de dónde sale?). · 365 Centros de reeducación para marginados sociales: ex-prostitutas, ex-presidiarios y ex-toxicómanos; 53.140 personas. (Ahorran al Estado, medio millón de euros por centro). · 937 orfanatos; 10.835 niños abandonados. (Ahorran al Estado 100.000 euros por centro). · El 80 % del gasto de conservación y mantenimiento del Patrimonio histórico-artístico. (Se ha calculado un ahorro aproximado al Estado de entre 32.000 y 36.000 millones de euros al año). A todo esto tenemos que sumar que casi la totalidad de personas que trabajan o colaboran con Manos Unidas, Cáritas, etc. son voluntarios 'sin sueldo' (aunque a algunos les extrañe es cierto, hay personas que trabajan por los demás sin pedir a cambio un salario), realizando su labor para ayudar a los demás sin pedir nada a cambio. ¿En cuánto podríamos cuantificar su trabajo? Esta es la razón por la cual el Estado sigue dando algunas ayudas a la Iglesia Católica , porque le sale muy, pero que muy barato. Lo asombroso es que nadie (o muy pocos) saben de este ahorro esencial para que la economí­a española 'vaya mejor ...' Como contrapartida ... hablando de otras instituciones socio-políticas ... ¿Cuántos comedores para indigentes ha abierto CC.OO.? ¿Cuántos hospitales para enfermos terminales y de SIDA mantiene abiertos UGT?  ¿A dónde puede ir un necesitado a pedir un bocadillo?,  ¿a la sede del PP? o ¿a la del PSOE? o ¿a la de IU? ... Pues todos estos viven de nuestros presupuestos...  Reenviemos este artículo para que llegue a quienes critican injustamente a la Iglesia por cualquier motivo.  ¿Por qué nos vamos a avergonzar de nuestra Iglesia?   Nos sentimos orgullosos de ser católicos.
 ¿POR QUÉ SE OCULTA TODO ESTO EN LA PRENSA, RADIO Y TELEVISIÓN?

terça-feira, janeiro 13, 2009

Horta Solidária nas Prisões: lindo!

Impressiona ver a beleza que surge de uma humanidade vivida com seriedade, mesmo em meio prisional (como hoje em dia se diz...)! Deus os ajude e pague!

Reclusos apoiam Bancos Alimentares com Horta Solidária
Data: 30-12-2008
Os reclusos de cinco estabelecimentos prisionais portugueses vão contar com 25 hectares de terreno para cultivar produtos hortícolas para os Bancos Alimentares, que, por sua vez, os distribuirão pelas populações mais desfavorecidas.
O acordo de cooperação para o desenvolvimento da iniciativa será assinado hoje, 30 de Dezembro, às 15:30h, na Quinta da Várzea, em Setúbal, entre a Direcção-Geral dos Serviços Prisionais e a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome, na presença do Ministro da Justiça, Alberto Costa.
A produção de legumes vai avançar a partir do início de 2009, nos terrenos livres dos estabelecimentos prisionais de Santa Cruz do Bispo, Alcoentre, Setúbal, Pinheiro da Cruz e Especial Leiria. Os produtos hortícolas cultivados pelos reclusos serão entregues ao Banco Alimentar mais próximo.
Esta acção, segundo os Bancos Alimentares contra a Fome, contribui igualmente para "promover mais actividades de cariz laboral por parte dos reclusos ao longo do cumprimento da pena que se afigura fundamental na promoção da empregabilidade, factor decisivo no âmbito do processo de reinserção social".
Simultaneamente, voluntários formados pelos Bancos Alimentares vão desenvolver acções junto dos reclusos para aquisição de competências na área da cidadania e responsabilidade social, no âmbito do projecto “Educar para a Cidadania”.
Fonte: Portal do Cidadão com Bancos Alimentares contra a Fome