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quarta-feira, abril 09, 2014

De como o lobby gay persegue quem se lhe opõem...

Incrível!

Director do Mozilla demitido por ter financiado opositores do casamento gay

Por PÚBLICO e Reuters
03/04/2014 - 23:21

Empresa de software pede desculpa por ter nomeado Brendan Eich há menos de duas semanas.

Reuters

Durou uma semana e meia o mandato de Brendan Eich como presidente-executivo (CEO) da Mozilla, a empresa de software que produz o Firefox. Eich não resistiu às pressões, depois de um site de encontros ter apelado a um boicote ao Firefox por o seu CEO ser um opositor ao casamento gay.
Em 2008, Eich financiou a campanha contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia. Uma polémica que renasceu no início da semana passada, quando a Mozilla o nomeou para o cargo de director-executivo, contrariando a tradição de uma empresa conhecida pela diversidade e pela promoção da open source.

“Sabemos por que razão as pessoas estão magoadas e zangadas e elas têm razão. É porque não nos mantivemos fiéis a nós próprios”, escreveu a presidente da empresa, Mitchell Baker, num post no blogue da companhia. “Não agimos como se espera que a Mozilla actue. Não agimos tão rapidamente quanto era necessário desde que a polémica começou. Pedimos desculpa. Temos de fazer melhor.”
O próximo passo em relação à liderança da empresa “ainda está em discussão”, disse Mitchell Baker, prometendo novidades na próxima semana.
Enquanto os activistas gay aplaudem a demissão, alguns especialistas em tecnologia lamentam a saída de Eich, que inventou a linguagem de programação Javascript e foi co-fundador da Mozilla.
“Brendan Eich é um bom amigo há 20 anos e fez uma enorme contribuição para a Internet e para todo o mundo”, escreveu no Twitter o multimilionário Marc Andreessen, co-fundador da Netscape.
Eich doou mil dólares em 2008 para apoiar a Proposition 8 na Califórnia, que baniu o casamento gay neste estado norte-americano, até à decisão do Supremo Tribunal em Junho passado.
A demissão de Eich ocorre dias depois de o OkCupid.com, um popular site de encontros, ter apelado a um boicote ao Mozilla Firefox, por a empresa que detém o segundo browser mais popular do mundo ter nomeado para a liderança executiva um opositor do casamento gay.

terça-feira, outubro 01, 2013

Da intolerância do lobby gay: um exemplo


Já uma vez no Prós e Contras sobre o casamento gay alertei para o facto da intolerância do lobby gay ser hoje em dia, na Europa ou no mundo ocidental em geral, uma ameaça maior á liberdade. Na verdade uma coisa é bater-se pelo direito a viver a própria vida como se entende e outra é atacar quem sobre a vida não tenha a mesma visão. Na verdade quer tem direito a firma Barilla a dizer "para nós a família é assim" como o lobby gay em dizer "nesse caso não vamos consumir o vosso produto". Já totalmente diferente é partir daí para acusações de homofobia...Tenho recebido ás dezenas notícias abaixo (quem quiser ir seguindo o assunto tem aqui um bom site não apenas a esse propósito). Fica este "exemplo":

Pasta firm Barilla boycotted over 'classic family' remarks


Chairman Guido Barilla causes outrage in Italy after saying he would not consider using a gay family to advertise his products

Barilla

Guido Barilla is accused by Aurelio Mancuso, chairman of Equality Italia, of being deliberately provocative. Photograph: Frank Augsteinb/AP

Gay rights activists in Italy have launched a boycott of the world's leading pasta maker after its chairman said he would only portray the "classic family" in his advertisements and, if people objected to that, they should feel free to eat a different kind of pasta.
Guido Barilla, who controls the fourth-generation Barilla Group family business with his two brothers, sparked outrage among activists, consumers and some politicians when he said he would not consider using a gay family to advertise Barilla pasta.
"For us the concept of the sacred family remains one of the basic values of the company," he told Italian radio on Wednesday evening. "I would not do it but not out of a lack of respect for homosexuals who have the right to do what they want without bothering others … [but] I don't see things like they do and I think the family that we speak to is a classic family."
Asked what effect he thought his attitude would have on gay consumers of pasta, Barilla said: "Well, if they like our pasta and our message they will eat it; if they don't like it and they don't like what we say they will … eat another."
In response, Aurelio Mancuso, chairman of Equality Italia, accused Barilla of being deliberately provocative. "Accepting the invitation of Barilla's owner to not eat his pasta, we are launching a boycott campaign against all his products," he added.
Within hours, the hashtag 'boicotta-barilla' was trending on Twitter. The Barilla chairman issued a statement saying that he was sorry if his remarks had caused offence and that he had only been trying to draw attention to the "central role" played by women within the family.
"I apologise if my words generated misunderstandings or arguments, or if they offended the sensibilities of some people," he said.
The interview started by asking Barilla what he thought of an appeal made on Tuesday by the speaker of the lower house of parliament, Laura Boldrini, to change the often stereotypical image of women in Italian advertisements.
"There are some adverts … which, when I see them, I think, 'but would this advert be broadcast in other countries? In the United Kingdom would this advert be broadcast?" said Boldrini. "And the answer is certainly not. An advert in which the children and father are all sitting down and the mother is serving at the table cannot be accepted as normal."
Barilla responded by saying Boldrini did not understand the advertising world and women were fundamental to adverts.
He went on to discuss gay rights, saying that he "respected everyone" and was in favour of gay marriage, but against gay adoption.
The remarks provoked anger among many of the politicians who are trying to pass legislation against homophobic crimes.
The country, on whose politics the Catholic church has long exerted a conservative influence, lags behind many other European countries on gay rights. Far from moving towards the legalisation of gay marriage, Italy still does not recognise same-sex civil unions.
Alessandro Zen, an MP for the opposition Left Ecology Freedom party, said: "Here is another example of Italian homophobia. I am taking part in the [Barilla] boycott and invite other MPs – at least those who are not resigning – to do the same."

quinta-feira, maio 23, 2013

segunda-feira, novembro 19, 2012

A manifestação em Paris contra o casamento gay




Lê-se no Público de hoje: Católicos integristas contra casamento gay agridem grupo de feministas.
O que vale é que já se sabe o que a casa gasta...

Na verdade vai-se aqui e vêem-se as imagens. Começam por mostrar os manifestantes e depois vê-se aparecer aquele grupo de miudas patuscas que se costumam manifestar em trajes menores (Femen de seu nome), desta vez com véus de freira, de cinto de ligas (o frio que devem ter apanhado!) e, note-se, de extintores na mão, cujos apontam á multidão e começam a accionar contra esta...

Devo ser eu que não estou a ver bem, mas quem agrediu, quem...? Ganhem juízo meus senhores!
Nota: e mesmo que não tivessem accionado os extintores contra os manifestantes...que diria uma manif LGBT se tivessem sido católicos a postar-se no caminho da mesma, de Terço na mão, por exemplo (já nem digo a accionar extintores)...? Não era considerado provocação? Não suscitaria a reacção indignada dos manifestantes?

O que aliás, vê-se pelas imagens nem foi o caso do respectivo serviço de ordem que se limitou a afastá-las e não fora o esperneanço com mais calma ainda tinha sido feito o que é necessário: deixar passar a manifestação em paz e tranquilidade.

Mas é sempre assim a parcialidade do jornalismo "engagé" e curiosamente propriedade dos  grupos capitalistas que dizem abominar...

Para mais informação veja-se aqui o site da Civitas.

quinta-feira, outubro 25, 2012

Comentários de Capitão Gay ao inquérito sobre a vida sexual dos portugueses publicado no Expresso

De um amigo meu recebi há um mês o email que abaixo reproduzo assinado por "Capitão Gay" (uma referência ao personagem do mesmo nome criado pelo humorista brasileiro Jô Soares).
É sintomático do actual ambiente cultural e social (das limitações objectivas á liberdade de expressão) que a pessoa que o escreveu (uma análise dos números da homossexualidade em Portugal a partir de um vasto inquérito à vida sexual dos portugueses promovido e publicado pelo jornal Expresso) tenha preferido refugiar-se no anonimato...
O ponto central que me parece de sublinhar, sobretudo num momento em que se inicia a discussão da co-adopção, é que esta análise quantitativa vem demonstrar que estamos perante um modo de vida mais do que residual que se já nos princípios não justificava mudanças significativas na ordem júridica (o "legislar a espreitar pelo buraco da fechadura" na expressão feliz de Maria José Nogueira Pinto) muito menos como fenómeno social.
Quem quiser ver este estudo do Expresso pode fazê-lo aqui.

A Verdadeira Dimensão do Fenómeno: 1,6% de gays em Portugal

Por: Capitão Gay

            Escrevo este texto a propósito dos dados divulgados pelo Expresso no seu estudo intitulado Tudo Sobre o Sexo dos Portugueses e começo por louvar o semanário pelo trabalho que agora nos oferece. Não que me interesse particularmente saber se 35% da direita não tem relações sexuais há mais de um ano, ou se a rapaziada do Sporting tem menos apetite pela coisa que os do Porto. Tão pouco me interessa saber se os mais ricos se sentem menos “afectados sexualmente” pela crise do que os mais pobres, ou se uma percentagem reduzida da população (4,8%) já alguma vez se aleijou no acto. Brincadeiras aparte é um estudo sério, o primeiro realizado no nosso país, e que conta com uma equipa técnica credível na qual pontuam entre outros, o sociólogo Pedro Moura Ferreira, e o psiquiatra e sexólogo Júlio Machado Vaz. O estudo tem a chancela da multinacional de estudos de mercado GFK.

Escrevo este texto para saudar com agrado a informação que finalmente alguém nos traz, respeitante à prática da homossexualidade neste nosso torrão luso. E, não, não é necessário que comecem a soar as trombetas de alerta da milícia anti-homofobia. Descansem os guardiães do politicamente correcto que não pretendo escandalizar mentalidades. Venho apenas salientar os factos apresentados (e abstenho-me de informar, por uma questão de mero pudor intelectual, se tenho ou não “amigos gay”). Preliminares à parte (para 20% dos portugueses duram entre seis e dez minutos) vamos ao que interessa.  

Sempre me deu que pensar o facto de a mera informação quantitativa nunca ter estado disponível, nem em Portugal, nem em muitos outros países do mundo civilizado. Não será estranho que, num tema tão na agenda do dia, não saibamos quantos são os que agora já se podem casar no nosso país, os que aspiram a adoptar e, sobretudo os que intimidam a nossa frágil democracia com o seu poderoso lobi? Não será estranhíssimo nunca termos sabido de que quantidade de gente se falava quando nos referíamos à temível e agora venerada “comunidade gay”? Caramba, não seremos os Estados Unidos que tudo estudam e sobre tudo têm dados estatísticos – desde o número de baratas por metro quadrado que circulam pelos esgotos de Manhatan até à pegada ecológica do turismo realizado no Grand Canyon – mas sempre soubemos quantos diabéticos temos, quantos taxistas circulam em Lisboa, quantos votam no MRPP e quantos são os sócios do Vitória de Setúbal. Curiosamente, sobre a homossexualidade, nada. Tínhamos apenas as ideias que iam sendo feitas pela comunicação social e pela indústria do entretenimento, ideias essas que nos iam fazendo pensar que “Cada vez há mais!” ou que “Agora isso está por todo o lado!” Confesso que sempre me confundiu tanta opinião definitiva, tanta certeza progressista, tanta tolerância comovida, sem nenhuma informação fiável sobre a dimensão do fenómeno, e muito menos sobre as suas causas. Quanto a números, ficávamo-nos pelo lixo que circula pela net, nunca justificado nem sustentado, claro: se o mundo fosse uma aldeia com cem habitantes, onze (!) seriam homossexuais, etc. Claro que, para quem não perdesse quinze segundos a validar este número por entre as suas relações, o boato acabava por deixar uma ideia, claramente política: vamos dizer que somos muitos para passarmos de uma margem ou de uma excepção, a uma minoria. Penso que este é o verdadeiro motivo pelo qual nunca ninguém esteve muito interessado em falar sério sobre o fenómeno. O seu número implica sempre uma classificação, mesmo que apenas mental: uma coisa é um partido político ter uma votação minoritária de 10%, e aí sim, é uma minoria, outra coisa é ter uma votação de 1% e aí, será qualquer outra coisa que me abstenho de classificar, sobretudo quando aplicada ao domínio do comportamento sexual (eu disse que não ofendia).

Mas o que é certo é que os números sempre apareceram. E, pasme-se, falamos de 1,6%! 1,6%, leram bem. No total, temos em Portugal 1,6 % de homossexuais –  0,8 % são homens e 0,8% são mulheres (se o peso for igual entre os sexos, o que não vem explicitado) – se a isto somarmos mais 0, 8 % de pessoas que já alguma vez na vida tiveram relações sexuais com alguém do mesmo sexo (entre os bissexuais) ou seja, 0,4% são homens e 0,4% são mulheres, atingimos a expressiva soma de 2,4% da população (1,2% são homens e 1,2% são mulheres) que, ou têm uma prática homossexual regular, ou alguma vez na sua vida tiveram uma relação sexual com alguém do mesmo sexo. Confesso que demorei algum tempo a perceber o que estava à frente dos meus olhos quando li a revista do Expresso, mas por fim arregalei os olhos com a certeza. Não será isto absolutamente, como agora se diz, poderoso? Desculpem-me o desabafo, mas depois de tanto filme gay – do charmoso Quatro Casamentos e um Funeral até ao viril Brokeback Mountain – depois de tanta dose diária na comunicação social e nas séries da Fox, AXN, ou nas telenovelas, depois de tanta orgulhosa parada por esse mundo fora, chegamos a isto? É disto que estamos a falar? Terá a montanha parido um hamster? Cerca de um e meio por cento?

É isto, sim, e ao Expresso o devemos. Mas no melhor pano cai a nódoa. O(a) jornalista que apresenta os dados borrou a escrita, talvez cedendo (como eu!) à ira que estes números pudessem provocar no famoso lobi. Tentou esconder - é o único tópico de todos os apresentados em que não comenta os números apurados, preferindo inventar uma suspeita sobre a veracidade do resultado no Porto…  E tentou baralhar com algumas contas bizarras de forma a que apareça por lá um 5, 7% de gente heterossexual que já beijou ou teve algum contacto sexual com alguém do mesmo sexo – o que também não é verdade, são apenas mais 2,4% (1,2% são homens e 1,2% são mulheres?) se descontarmos todos os tipos de bissexuais que estão incluídos e que, já agora, são na sua totalidade 3,1% - (1,6% são homens e 1,5% são mulheres, assumindo pesos iguais entre os sexos)

São estes os números, afinal. E aparentemente passaram despercebidos no meio das excelentes medidas preconizadas pelo nosso ministro Gaspar para revitalizar a economia. O 1,6% passou despercebidos e o lobi está calado, à espera que ninguém dê por isso. Mas eu registo porque já me basta de confusões sobre o tema e porque acho que faço um serviço a todos, divulgando-os.

E pronto. Retiro-me escondido atrás da máscara do personagem criado pelo grande Jô Soares, porque qualquer coisa que se diga sobre este tema, mesmo que seja apenas para apresentar factos, corre sempre o risco de atrair ódios e adjectivos. Como não mereço nem tenho paciência para falsas guerras, vai assim.

segunda-feira, setembro 17, 2012

Manifestação em Lisboa: é bom lembrar!



É bom lembrar que como titulava o Diário de Notícias no dia seguinte "Milhares pediram hoje referendo ao casamento gay"...impressionante pensar que foi já em 20 de Fevereiro de 2010...e tão urgente que era essa essa reforma social que nos números conhecidos é de um "casamento" por dia...

Se esta manifestação foi o que foi (nem o Diário de Notícias o conseguiu negar), imaginem o que não teria sido se tivesse contado com o patrocínio da comunicação social com que contou a manifestação contra a troika...

segunda-feira, junho 25, 2012

Parentalidade Homosexual não é igual à do Casamento Heterosexual

Apanhei esta referência aqui. Parece-me lógico constatá-lo apesar do escândalo que provoca afirmar coisas destas. Porque infelizmente confunde-se a apreciação objectiva de um assunto com a convivência subjectiva com o mesmo, o juízo que se faz de maior ou menor adequação com um julgamento das pessoas concretas em causa, o estudo científico com a polémica política. É o problema do preconceito ideológico e da intolerância do politicamente correcto...

A notícia sobre o assunto é esta:

Study Shows Homosexual Parenting Not Equal to Heterosexual Marriage
WASHINGTON, DC, June 15 (C-FAM) A groundbreaking study reveals that adult children of homosexual and lesbian parents experience far greater negative social, economic and emotional outcomes than children raised within intact biological families.
The quality of University of Texas professor Mark Regnerus’ study highlights the deficiencies of previous studies that homosexual advocates have relied on to grant same-sex couples a right to marry and adopt children.

"The empirical claim that no notable differences exist must go," said Regnerus in his study published in Social Science Research.

Regnerus’ comprehensive study examines nearly 3,000 adult children from eight different family structures and evaluates them within 40 social and emotional categories. The results reveal that children who remain with intact biological families were better educated, experienced greater mental and physical health, less drug experimentation, less criminal activity and reported overall higher levels of happiness.

The greatest negative outcomes were found among children of lesbian mothers. This contradicts defective studies popularized by the media claiming children fare as well, or better, with lesbian mothers. Regnerus’ study showed negative outcomes for these adult children in 25 of 40 categories including far higher rates of sexual assault (23% of children with lesbian mothers were touched sexually by a parent or adult, in contrast to 2% raised by married parents), poorer physical health, increased depression, increased marijuana use and higher unemployment (69% of children from lesbian households were on welfare, compared to 17% of those with married parents).

Regnerus’ study debunks an often-cited 2005 American Psychological Association (APA) brief that concluded, “[n]ot a single study has found children of lesbian or gay parents to be disadvantaged in any significant respect relative to children of heterosexual parents."

In contrast to Regnerus, previous studies compared children of homosexual parents to children of stepfamilies and single parents. Regnerus also relies solely on information directly from adult children rather than opinions from their parents.

A second new study confirms the studies touted by the APA are unreliable. Loren Marks, an associate professor at Louisiana State University, found the APA’s studies had limited data and focused on gender roles and sexual identities. They neglected to examine the children’s education outcomes, employment, risk of substance abuse, criminal behavior or suicide.

The discredited APA-endorsed studies have been used in attempts to impact international legal decisions.

Amicus briefs submitted in E.B. v. France in the European Court of Human Rights defended adoption rights for same sex couples citing APA studies with claims that no objective scientific evidence exists to justify “different treatment of same sex couples who wish to adopt because (to the knowledge of FIDH, ILGA-Europe, BAAF and APGL) all reputable scientific studies have shown that the children of lesbian and gay parents are no more likely to suffer from emotional or other problems than the children of heterosexual parents.”

In the case of Karen Atala and Daughters v. Chile in the Inter-American Court of Human Rights (IACHR), an amicus brief defending lesbian parents who lost custody of their children noted that the American Academy of Pediatrics “recognizes that a considerable body of professional literature provides evidence that children with parents who are homosexual can have the same advantages and the same expectations for health, adjustment, and development as can children whose parents are heterosexual.”

terça-feira, maio 15, 2012

“Casamento” entre homossexuais banido em mais de 30 Estados americanos




Inserido em 09-05-2012 12:59 na Rádio Renascença

Igreja Católica saúda decisão dos eleitores da Carolina do Norte, o mais recente Estado a consagrar o casamento tradicional na sua Constituição.

A Carolina do Norte tornou-se o 31º Estado americano a aprovar uma emenda constitucional que define o casamento como sendo apenas entre um homem e uma mulher.

A afluência às urnas foi elevada e a emenda acabou por ser aprovada com uma margem confortável.

O debate sobre o chamado casamento entre homossexuais continua em alta nos Estados Unidos, com os diversos Estados divididos sobre o assunto.

Apenas seis Estados, a que se junta a cidade de Washington, reconhecem o “casamento” entre dois homens ou entre duas mulheres, contra 31 que já o baniram através de emendas constitucionais ou legislativas. Ao nível federal, também só se reconhece o casamento como sendo entre um homem e uma mulher, embora a Administração de Obama tenha abdicado de defender esta posição em casos judiciais.

O assunto está ainda diante dos tribunais de vários Estados. A Califórnia, por exemplo, aprovou o “casamento homossexual" por via judicial em 2008, mas um referendo acabou por reverter essa decisão, no mesmo ano. A questão não está, porém, resolvida e os argumentos serão decididos em tribunal.

As sondagens revelam que os defensores do “casamento homossexual” estão a ganhar terreno, sobretudo entre as gerações mais novas, mas até agora em todos os Estados em que a questão foi posta a voto popular, a vitória coube sempre aos defensores do casamento entre um homem e uma mulher.

A decisão de ontem na Carolina do Norte foi saudada pela Igreja Católica local, que participou na campanha. Os bispos americanos têm feito da defesa do casamento tradicional um cavalo de batalha nos últimos anos.

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Ajuda externa dos EUA vai servir para promover direitos dos homossexuais

Diz o Publico hoje. Lida a noticia percebe-se que a ideia é os EUA ajudarem a que nos países onde a homossexualidade é reprimida de facto (prisão, penas degradantes ou mesmo de morte, etc.) isso deixe de acontecer. O que, claro, é coisa com que só se pode concordar. Embora seja pena que a mesma determinação não se manifeste em defesa das vitimas de perseguição política (como na China) ou religiosa (como nos países árabes)...
Mas o problema é que se está mesmo a ver a mesma agenda cobrir os países onde as populações democraticamente decidiram não haver casamento gay ou as Igrejas se reservam o direito de não os casar ou...ou...tantos exemplos mais.
A unica noticia boa é que isto corresponde a uma instrução expressa de Obama (que insisto é a maior das ilusões políticas que vi na minha vida) e o faz perder votos e sobretudo no eleitorado negro...venham pois mais destas...! ;-)

segunda-feira, novembro 21, 2011

Espanha: a vitória do Partido Popular

Até que enfim, Zapatero foi-se embora...!
Agora vai ser preciso juntar os cacos e reconstruir tudo outra vez. E não é só á economia do país que me refiro mas sobretudo àquele pacote fracturante a que ele (como Sócrates em Portugal) dedicou o "melhor" do seu tempo e energia: casamento gay, aborto, educação para a cidadania, etc.
Como fazê-lo com inteligência, determinação e sem medo (penso no contexto global de ambos os centro-direita, mentalmente colonizados pela esquerda post-moderna) é o grande desafio. Porque para o resto há (ou não) as troikas de serviço...!

domingo, agosto 28, 2011

Aquecimento global: eu bem me parecia...!

No Público de hoje saem duas páginas muito interessantes sobre as próximas presidenciais americanas e a candidatura de Rick Perry e o ambiente de primárias no Partido Republicano.
Fazendo referência a este último ponto o artigo tem um quadro à parte em que retoma as opiniões de Rick Perry, Mitt Romney e Michele Bachmann, sobre um conjunto de assuntos: casamento gay, teoria da evolução, aborto e, cá está, aquecimento global...Ou seja, confirma-se trata-se este último de um assunto tão ideológico como os restantes e "tabu" para a mentalidade politicamente correcta dos media e da esquerda...ou seja, não é assunto em que se os deva levar a sério e para enervá-los nada como dar-lhes para trás nisso...;-)

segunda-feira, julho 18, 2011

Casamento gay e independência da Madeira

Conforme o tempo passa mais gosto de Alberto João Jardim: desempoeirado, autêntico, razoável e de bom senso político no registo politicamente incorrecto.
Vem isto a propósito do que reproduz o Público no passado dia 1 de Julho como sendo suas declarações (sobre a exibição no Funchal de bandeiras da FLAMA):
"A partir do momento em que há casamentos gay por que razão não pode haver pessoas que pensem a favor da independência?" Lol!

quinta-feira, junho 16, 2011

França rejeita casamento homossexual

De acordo com o jornal Metro os deputados franceses rejeitaram no dia 14 de Junho por maioria (293 votos contra 222) um projecto de lei que visava a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Na linha da frente da oposição ao projecto esteve o partido (conservador acrescenta o jornal...;-) UMP, liderado por Nicolas Sarkozy.
É sempre consolador quando há um país onde o presidente, nestas matérias, tem juizo...! Lol!

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

A lei esfumada ou o fascismo higienista

Vou morrer sem conseguir perceber porque multiplicam as proibições, os mesmos que não se cansam de propôr "liberdades" (casamento gay, aborto, procriação artificial, divórcio, etc.)...!?
O artigo "A lei esfumada" de Fernanda Câncio, publicada na revista do Jornal e Diário de Notícias, é o exemplo acabado de como quer mandar na vida dos outros quem aparentemente diz não ter nada a ver com isso...
Fumadores, caçadores, apreciadores do alcóol e da tauromaquia, de todo o mundo: uni-vos! Porque se não com o fascismo higiénico a avançar desta maneira, qualquer dia temos de ir para a clandestinidade...

domingo, novembro 09, 2008

Yes, we can (fazê-los voltar à primeira forma)!

Do Blog Povo do meu amigo Pedro Aguiar Pinto retirei esta notícia consoladora:

Aprovada a proibição do casamento homossexual na Califórnia, Florida e Arizona

Cerca de 52,1% dos californianos aprovaram a emenda “Proposition 8” à Constituição do Estado para proibir o casamento homossexual, não obstante, a campanha a favor ter gasto qualquer coisa como 73 milhões de USD. Houve ainda dois Estados, neste caso a Florida e o Arizona, que decidiram proibir o casamento homossexual.Para ter uma ideia da dimensão da campanha pro-gay, a campnha nacional de Obama (nos 50 estados, quando aqui foi apenas 1) foi de 600 milhões, o que foi considerado uma exorbitância, face ao anterior recorde de 400 milhões).No Arizona, a proibição dos casamentos homossexuais foi adoptada por 56%dos votos a favor e 44% contra e na Florida o resultado foi ainda mais expressivo, com 62% a favor e 38%contra.No Arkansas, os eleitores decidiram impedir a adopção de crianças por casais não casados, independentemente de serem ou não homossexuais.ver também no blogue o Inimputável

segunda-feira, julho 28, 2008

PSD (e casamento homossexuais): das vantagens da clareza

É um gosto verificar a clareza com que a líder do meu partido se tem pronunciado sobre a "magna" questão do casamento dos homossexuais (como diz um amigo meu: "além de tudo são parvos, porque casar é o que de mais desvantajoso há do ponto de vista fiscal e legal em Portugal"...:-)
Louve-se também a convicção e o estar disposta a "morrer" por isso. Assinale-se também a previsão da possível cobardia política de Sócrates...

Tudo isto a propósito da entrevista de Manuela Ferreira Leite ao Expresso no Sábado, 26 de Julho de 2008:

“Mantêm que o casamento tem subjacente a procriação?

Mantenho. Se perder votos, assumo as consequências de dizer o que penso. Não aceito é transformar um tabu noutro tabu. Há uns anos a homossexualidade era um preconceito e agora não o é, mas não queiram criar outro. A relação homem-mulher é diferente e assenta no valor da família. Não contribuo para desmoronar esse conceito.

Espera conhecer a posição de Sócrates sobre os casamentos homossexuais antes das eleições?

Bem gostaria mas não creio que ele caia nessa.”

quinta-feira, novembro 15, 2007

Alemanha: uma agressão à Igreja católica

Polémica entre Igreja e «Verdes» na Alemanha

A acusação de "pregador do ódio", lançada pelo líder do Partido dos Verdes na Alemanha, Volker Beck contra o cardeal-arcebispo de Colónia, Joachim Meisner, desencadeou nova polémicas entre o partido ecologista e a Igreja Católica no país, que estuda até mesmo a possibilidade de uma acção legal contra os Verdes.
Numa entrevista publicada pelo semanário "Der Spiegel", Volker Beck chama o cardeal, textualmente, de "pregador do ódio", referindo-se a declarações feitas, precedentemente, pelo cardeal, nas quais, entre outras coisas, critica a legalização dos matrimónios homossexuais e a adopção de crianças por esse tipo de pares.
Um porta-voz da Arquidiocese de Colónia a anunciou neste Domingo, 28 de Outubro, que está a ser avaliada a possibilidade de uma acção legal contra Beck, como já foi feito no passado, quando um tribunal proibiu que um humorista político alemão usasse a mesma definição para se referir ao Cardeal Meisner.
Outros parlamentares "verdes" distanciaram-se das afirmações de Beck, qualificando-as de "desapropriadas e desproporcionais".
(Com Rádio Vaticano)
Internacional Agência Ecclesia 30/10/2007 10:35 1097 Caracteres 26 Europa