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sexta-feira, março 08, 2013

8 de Março: Dia Internacional da Mulher



No dia em que tantas e tão desvairadas coisas são ditas a propósito do Dia Internacional da Mulher além da calorosa saudação ás minhas (mãe, mulher, filhas, e um largo etc de todas as idades, feitios, origens, âmbitos e proveniências, desde as amigas àquelas com quem estou nas obras de caridade ou na política, colegas de profissão ou companheiras de caminho em diversas circunstâncias) uma observação e uma constatação.

Conforme avançam os tempos e as laudas ao dia internacional da Mulher mais cresce aquela mentalidade que as oprime e esmaga: pela prostituição, no aborto, pela pornografia, etc. Na Igualdade de Género e na ideologia que esta expressa se radica e origina essas e outras opressões. E só sairemos desta situação quando olhando para o quadro acima pudermos reconhecer, nas relações também neste retratadas, a Mulher como resposta de Deus às necessidades da humanidade, como manifestação da Sua imensa ternura por cada um de nós: homens e filhos.


sexta-feira, novembro 30, 2012

De como a realidade desmonta a Ideologia do Género




É o que se pode concluir do artigo "Reduzidas ao Corpo" da insuspeita Carla Quevedo na sua página "cinco sentidos" na revista do Sol de hoje.
É por aqui que cai a Ideologia do Género: pela base, pela vida, pela realidade...
É este o texto:

Reduzidas ao corpo

Chegam notícias desconcertantes da Suécia por uma notícia no Telegraph. A Toys'R'Us mostra no seu catálogo rapazes a brincar com bonecas e raparigas com armas de brincar. As leis no país levam a discriminação de género ao limite de eliminar diferenças entre o que é socialmente definido como feminino e masculino. A obsessão chega ao ponto de erradicação de pronomes. Mas as tentativas de equiparar os sexos são só superficiais. As mulheres ganham menos que os homens e a percentagem de violação e violência doméstica são das mais elevadas da Europa. A explicação apresentada no livro Living Dolls: The return of Sexism, de Natasha Walter, em que defende que a libertação feminina feita à custa da objectificação sexual tem custos sérios para as mulheres, porque faz delas apenas crua e fisicamente diferentes dos homens. As construções e os preconceitos têm assim uma utilidade inesperada. Chegam a ser sexy.