Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quinta-feira, abril 12, 2012
Maternidade Alfredo da Costa: partos e abortos
Diz o Publico hoje que a MAC sofreu uma redução de 6000 para 3000 partos anuais e que faltam 1500 partos ao Hospital Santa Maria para classificá-lo como maternidade. É útil recordar que desde que há aborto por opção da mulher em Portugal (meio de 2007) na MAC já se fizeram estes abortos:
2007 - 509
2008 - 1406
2009 - 1497
2010 (provisório) - 1476
Não tenho aqui agora os abortos feitos no Hospital de Santa Maria mas duas conclusões desde já:
a) Não tenho pena nenhuma que encerre uma "maternidade" em que se faz abortos e
b) Não fora os abortos nem a MAC, nem o Hospital de Santa Maria, estavam com estes problemas. Isto é: cá se fazem, cá se pagam...!
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quinta-feira, maio 26, 2011
Aborto: as declarações de hoje de Pedro Passos Coelho
As declarações de hoje de Pedro Passos Coelho, prontamente corroboradas por Paulo Portas, são muito importantes porque correspondem não apenas a um sentido democrático (se houver cidadãos que proponham um terceiro referendo ao aborto, tem direito a que este se realize, desde que preenchidas as condições legais) mas também à constatação do "falhanço" da actual lei (quando comparada com os seus objectivos, nas palavras dos seus promotores, "que o aborto se torne legal, seguro e raro"), veja-se a este propósito o estudo mais recente da Federação Portuguesa pela Vida, e, sobretudo, de que o debate na sociedade continua tão vivo como em 1998 e 2007, como um recente seminário do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, veio demonstrar.
A essse propósito (do falhanço da lei) falam melhor do que nós figuras de referência do Sim como Miguel Oliveira e Silva e Luis Graça (do Hospital de Santa Maria)como se pode ver no primeiro número do Biojornal o que revela a existência clara de um consenso em Portugal (ao qual se juntou o Bastonário da Ordem dos Médicos como se pode ver aqui e defendendo o pagamento também no aborto de uma taxa moderadora) no sentido de que a actual lei deve ser revista.
A essse propósito (do falhanço da lei) falam melhor do que nós figuras de referência do Sim como Miguel Oliveira e Silva e Luis Graça (do Hospital de Santa Maria)como se pode ver no primeiro número do Biojornal o que revela a existência clara de um consenso em Portugal (ao qual se juntou o Bastonário da Ordem dos Médicos como se pode ver aqui e defendendo o pagamento também no aborto de uma taxa moderadora) no sentido de que a actual lei deve ser revista.
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