Dedicado a todos quantos amparam e defendem estas crianças, aos seus pais, aos meus amigos com filhos assim, a todos os defensores da Vida da concepção à morte natural.
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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segunda-feira, março 24, 2014
Querida Futura Mãe/21 de Março: Dia mundial do síndrome de Down
Que video extraordinário!
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segunda-feira, dezembro 16, 2013
"Pai por acaso", ou como não existe "material biológico" isolado de uma humanidade
Na sexta-feira passada fui ver este filme. Foi uma dessas escolhas ao acaso mas que se revelou feliz.
Porque através do tema (533 pessoas geradas por procriação artificial procuravam o dador de esperma utilizado nos respectivos processos) aquilo que resulta evidente é que ao contrário do que disse uma vez o Vale de Almeida num debate no Prós e Contras sobre co-adopção, não existe essa coisa de "simples" material biológico sem que uma humanidade esteja envolvida. E quem diz uma humanidade, diz uma pessoa concreta, diz um pai (no caso da doação de esperma) ou uma mãe (no caso de doação de um óvulo). E as razões são simples:
- a vida de uma pessoa gera-se no momento em que o espermatozoide se funde com o óvulo e nesse momento se constitui uma célula que leva já uma identidade genética única, produto da fusão das anteriores e
- toda a vida, toda a filiação, grita por uma paternidade e uma maternidade
- a família corresponde ao ambiente natural de desenvolvimento e salvo raras excepções é um desejo profundo do coração humano
O filme, não sendo uma fita de promoção pró-vida ou pró-família (isto é concebido e produzido militantemente nesse sentido) acaba por o demonstrar em alguns diálogos, atitudes e expressões. Que tornam por isso o filme objecto deste post e de uma recomendação (acompanhada do aviso que a classificação para maiores de 12 anos é claramente desadequada, não porque se veja o que não se deve, mas porque os diálogos são adultos e os miúdos que vimos na sala se chatearam que nem uns perus...;-)
Mais informação útil sobre a procriação artificial pode ser encontrada aqui (site da campanha pró-referendo em que participei em 2006) e aqui (uma alternativa natural de procriação medicamente assistida que vem tendo êxito até em casais que anteriormente recorreram aos métodos artificiais)
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quarta-feira, novembro 20, 2013
"Dá Tempo ao Tempo": viajar no tempo é viver o tempo que nos é dado
Ao contrário do costume só no fim deste post coloco o trailer do filme "Dá Tempo ao Tempo" porque como muitas vezes sucede este não faz justiça ao filme que anuncia. Na verdade este trailer reduz-se a uma parte pouco significativa do enredo e só se tem gosto em vê-lo porque na sequência do gosto pelo filme, até de uma versão reducionista do mesmo se gosta...
"Dá Tempo ao Tempo" partindo de uma história mais original do que parece (a possibilidade de se viajar no mesmo) é um filme maravilhoso sobre a vida, com um toque muito humano, uma deliciosa atmosfera familiar e uma filosofia de fundo que vale a pena ver representada. Põe também questões quanto á cadência de eventos nas nossas vidas e do valor ou não da modificação de circunstâncias passadas. Por fim é finalmente um daqueles filmes em que dá vontade de estar casado (ou se é confirmado no mesmo estado) o que é sensação rara com que se saia dos filmes hoje em dia (em geral um convite á aventura e ao devaneio, a momentos que não sustentam a vida ou cujo ambiente embora sedutor, não ajuda nada a viver a realidade). Por fim, saliente-se o humor inteligente.
Poder-se-ia ter ido mais longe? Talvez (e por isso recordo abaixo "O Feitiço do Tempo"). Tal como ás vezes a linguagem é um bocadito "livre" mas nada de mais, ao nível de série da Fox...;-)
Ficam pois aqui os trailers mas vão mesmo é ao Corte Inglês (com umas tapas antes, então, o programa não podia ser mais agradável).
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segunda-feira, setembro 16, 2013
O Mordomo: é longa a estrada para a liberdade e o respeito da dignidade humana...!
Fui ver este filme na sexta-feira passada. Se o filme é curioso pela sua vertente de mostrar a Casa Branca vista do lado do serviço que implica, o seu valor maior e grande tema é a luta prolongada, corajosa, heroica, sofrida, da população afro-americana pela sua liberdade, o reconhecimento da sua dignidade e o direito á igualdade com a população branca. Em frente dos nossos olhos desfilam datas dos anos cinquenta e sessenta (!) e não se acredita que ainda então fosse tal a brutalidade, a desigualdade, a opressão, a humilhação (desde o não ser atendido por igual numa loja, a não se poder sentar no mesmo autocarro escolar ou andar nas mesmas escolas, ser agredido quando se reivindicava a liberdade ou tratado abaixo de cão por iguais em idade, profissão ou condição). Impressionante!
Além disso há outros pontos relevantes no filme e na história: dos movimentos civis, da passagem de alguns do pacifismo á violência (com os Panteras Negras), os diferentes presidentes americanos e como reagiam á questão racial (e não é que quem mais passos deu no bom sentido foi um que era católico, John Kennedy, e outro republicano e conservador, sim, Ronald Reagan*...? Bem feito para todos esses historiadores esquerdistas incapazes de reconhecer grandeza moral e política no outro lado das suas convicções!) e por fim um tema completamente humano, verdadeiro, doloroso mas passível de redenção, qual seja o da relação atribulada de um pai com um filho. Grande filme!
Pensando em tudo isto e em quão é longa e sofrida a estrada para a liberdade e o respeito da dignidade humana no fim do filme não pude deixar de pensar no empenho de alguns na defesa da Vida humana desde a concepção até á morte natural. Como hoje defrontamos por vezes a mesma hostilidade ou a mesma incompreensão, mas também ao mesmo tempo vivemos a mesma convicção e crença na humanidade que tiveram aqueles lutadores pelos direitos cívicos. E em relação ás crianças mortas pelo aborto ou os velhinhos e os doentes massacrados pela eutanásia também o nosso grito é o mesmo: porque não reconheces a sua humanidade...!?
Duas notas finais: o filme tem música do Rodrigo Leão (ver aqui) e pode-se ler sobre o Mordomo real: Eugene Allen.
* Apesar das críticas de que o Público se fez eco.
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Rodrigo Leão
sábado, abril 13, 2013
Que coisa maravilhosa e mistério é o homem!
Bem sei há um factor sentimental e a música de fundo ajuda. Mas através de tudo isso passa a humanidade como ela é: grande, à imagem e semelhança Dele. Que este rapaz, a viver nas ruas desde os 5 anos, cante assim e pela razão que ele explica, tenha sobrevivido e conservado vivo um coração que deseja a beleza, é extraordinário. Como isso não pode resultar da simples carne, é porque vem da Alma, e esta Quem no-la deu foi Deus...vejam isto:
Percebe-se melhor agora qual é a imensa dignidade humana e porque é que uma dúvida plausivel sobre a qualidade de vida não pode justificar nunca que se disponha da mesma...?
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segunda-feira, junho 13, 2011
100 mil em defesa das Touradas
É uma boa notícia...!
Pode ler-se, entre outros sitios, no Expresso.
Neste momento em que cresce um neo-paganismo (vejam-se os resultados do Partido dos Animais e da Natureza) e quem defende a natureza, defende-a toda, desde que não seja a humana (tudo abortistas convictos e encartados ;-), é bom que haja a noção que um homem é um homem, e um bicho é um bicho. E que toda a qualidade de são relacionamento com a natureza, é-o porque revelando uma caracteristica humana, e não por causa dos animais, criados, como tudo do mundo das coisas, para nós, homens.
Há uns anos atrás o Paulo Teixeira Pinto escreveu um texto genial sobre o tema que tenho de encontrar e reproduzir aqui...
Pode ler-se, entre outros sitios, no Expresso.
Neste momento em que cresce um neo-paganismo (vejam-se os resultados do Partido dos Animais e da Natureza) e quem defende a natureza, defende-a toda, desde que não seja a humana (tudo abortistas convictos e encartados ;-), é bom que haja a noção que um homem é um homem, e um bicho é um bicho. E que toda a qualidade de são relacionamento com a natureza, é-o porque revelando uma caracteristica humana, e não por causa dos animais, criados, como tudo do mundo das coisas, para nós, homens.
Há uns anos atrás o Paulo Teixeira Pinto escreveu um texto genial sobre o tema que tenho de encontrar e reproduzir aqui...
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