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quinta-feira, abril 11, 2013

Na morte de Robert Edwards (o "pai" do primeiro bebé-proveta)



O Público de hoje tem um interessante artigo por ocasião da morte de Robert G. Edwards, o "pai" do primeiro bebé-proveta.

Tenho um juizo critíco sobre a fertilização "in vitro". Não me alongarei aqui sobre o assunto mas remeto para a Encíclica Evangelium Vitae e para esta secção do site da Iniciativa Popular de Referendo à Procriação Medicamente Assistida de que fui director de campanha em 2006. A frase (descritiva da actividade neste campo de Robert Edwards) "Superou barreiras [científicas, tecnológicas e] éticas" ´que sucede ao título e antecede o texto do artigo, resume as minhas objecções.

Mas não sou insensível ao problema da infertilidade e tenho pena não seja conhecida em Portugal a Naprotecnologia a que se refere também o vídeo abaixo. Nem do ponto de vista pessoal (em relação a Robert Edwards) sou indiferente à sensibilidade humana e boas intenções que terão presidido à sua actividade científica e médica. Mas cá está...o Coração não chega. É necessário, como ensinou tantas vezes Bento XVI, o uso da Razão. Na sua mais pura acepção, atendendo à totalidade dos factores...

 



quarta-feira, junho 15, 2011

Casais inférteis com niveis altos de ansiedade e depressão

No Público de hoje saiu uma noticia sobre o título em referência. Numa pesquisa no Google sobre o tema são inúmeras as páginas sobre o tema. Nomeadamente este estudo.
A interrogação que fica é: será a procriação medicamente assistida a resposta adequada a esse problema ou um engano em que esses casais são induzidos e no qual no fim não encontram a resposta que os seus corações anseiam?
Neste momento de viragem politica não será que é de colocar em novo em discussão uma lei que foi abusivamente aprovada (uma das mais disparatadas da Europa...) e em que um pedido de referendo foi ilegitimamente ignorado pelo sistema político dominado, à altura, por uma deriva de politicamente correcto completamente desrespeitadora não apenas da vida e da dignidade do embrião humano, mas também da vida e dignidade dos casais inférteis...?