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segunda-feira, agosto 13, 2012

Direitos dos Animais: a silly season no seu "melhor"...!

Sob a epígrafe de direitos dos animais (um conceito juridico inexistente, direitos só os têm as pessoas, os humanos, que pena não encontrar nos meus arquivos um artigo genial que há uns anos sobre o assunto publicou o Paulo Teixeira Pinto...) Maria João Lopes, uma jornalista do Público, escreve um artigo inteiro sob o título "Crise também está a levar a pedidos de ajuda para animais de estimação". Quase que recomendaria que se leia para que cada um se dê conta de como estão os espíritos baralhados quando não francamente enlouquecidos quando se pensa que diariamente em Portugal se matam 55 crianças na barriga da mãe (duas e "pouco" por hora) à conta da lei do aborto livre... Mas, já agora, e a propósito do mesmo tema de vez em quando tem-se uma alegria ao verificar que ainda não está tudo maluco...veja-se aqui a vitória judicial da pró-toiro e a tourada que terá lugar este Domingo (19 de Agosto) na Areosa. Viva o Minho!

sexta-feira, julho 27, 2012

E na Família...não se pensa? I




Não percebi bem o ponto a que quer chegar Paula Torres de Carvalho com o seu artigo hoje no Público intitulado "Avós no papel de pais" mas é pelo menos justa a observação de que estes, os avós, vem substituindo progressivamente os pais, no cuidado dos seus netos, sobretudo nos primeiros anos de vida.

Por um lado isso é positivo não apenas para os filhos/netos (que assim tem quem cuide deles e lhes é próximo) como para os avós que muitas vezes numa fase da vida em que muitos parecem viver sem horizontes, esses cuidados os vem encher de alegria e de utilidade os seus dias. Além disso o facto representa uma considerável poupança para os seus filhos-pais e esta é mais uma confirmação de que a Família é a primeira e fundamental rede social, de convivência e amparo. Em alguns casos é até essa "utilidade" que faz perdurem os laços entre filhos (pais) e pais (avós)...

Por outro não se pode deixar de "chorar" o facto de as crianças nos seus primeiros e vitais anos de vida estarem privados da convivência, afecto e companhia, dos pais, e em especial da mãe. Quanto a isto não há volta a dar: é muito duvidoso em face dos resultados sociais e individuais das últimas gerações criadas sem essa possibilidade magnífica de amor e educação, que a ausência da mãe do lar familiar seja um valor acrescentado para toda a sociedade e para cada família em particular...

Nota: não se defende aqui que "mulher para casa e já" mas esta sociedade moderna que na sua engrenagem infernal, cultural, social e económica, impede que as mães que o desejariam, estejam em casa, é uma sociedade que já começou a sofrer os efeitos dessa ausência (desagregação familiar, crescimento "torto" das novas gerações, intranquilidade social, etc.) mas ainda não percebeu ou, pior, não quer dar o nome, ao que está na origem desses problemas...

terça-feira, julho 24, 2012

E na Natalidade não se pensa? V

"Ministério da Educação vai encerrar mais 239 escolas do 1º Ciclo" titula hoje o Público na sua primeira página...

No passado dia 5 de Julho aquando da discussão da Petição "Vemos, Ouvimos e Lemos: não podemos Ignorar" os grupos parlamentares mais à esquerda mostraram grande indignação com  a constatação pela Federação Portuguesa pela Vida de que entre outros efeitos, a actual lei do aborto (com o seu cortejo de 20.000 mortes por ano) está na origem de muito do desemprego, em especial em algumas classes profissionais: professores, educadores de infância, médicos pediatras, etc.

Infelizmente, como pela amostra acima, a realidade continua a dar-nos razão...

domingo, julho 22, 2012

Liberdade Religiosa: a 1ª das Liberdades!



No dia em que no Público aparecia a notícia de que "Parlamento alemão aprova protecção do direito à circuncisão" o mesmo jornal tinha estampado um artigo do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada intitulado "Livres à força" que além de, como sempre, contundente, inteligente, bem articulado e fundado, traz uma história maravilhosa, a das Carmelitas do convento de Compiègne, guilhotinadas a 17 de Julho de 1794. O que liga os dois (ou três factos)? A defesa da Liberdade Religiosa, a primeira das liberdades.
Esperemos que em breve, aqui, o artigo do Padre Gonçalo esteja disponível!

terça-feira, junho 26, 2012

E na Natalidade...não se pensa? IV

No Público de hoje lê-se que "Em três anos há menos 23 mil professores nos quadros, mas a contrato são mais 20 mil". O título é enganador porque lendo-o percebe-se que a perda líquida de postos de trabalho é superior à diferença entre aqueles dois valores (repare-se por exemplo na observação feita a propósito dos educadores de infância). E, como sempre, não há pior cego do que aquele que não quer ver...
Na verdade o artigo passa pela queda da natalidade em Portugal pura e simplesmente ignorando-a. Ora, e apenas para citar um estudo da Federação Portuguesa pela Vida, percebe-se que há uma perda objectiva de lugares de professores pelo simples facto da queda da natalidade (também assinalada no respectivo estudo que usa apenas os números do INE)...
Daí a pergunta (formulada pela quarta vez): E na Natalidade...não se pensa?

sábado, junho 16, 2012

E na Natalidade...não se pensa? II




Hoje na última página do Público Vasco Pulido Valente a propósito da situação do ensino superior em Portugal (e a proliferação de cursos) conta no seu artigo (a que se refere este blog) que o actual Ministro da Educação terá mandado encerrar alguns cursos, entre os quais os de educadoras de infância e de professoras do ensino básico.
Não me deterei aqui (até por falta de informação suficiente) sobre a estranheza que me causa que a existência de cursos seja decidida por despacho ministerial e não por decisão das famílias que os procuram, ou não...
O que me interessa no caso é chamar a atenção para as consequências práticas da actual falta de natalidade no nosso país. No caso, o desemprego de quem ensinaria nessas faculdades e a falta de perspectiva para essas profissões, devido à pura e simples inexistência de crianças a nascer...
No mesmo sentido (deste alerta) apareceu e bem a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas a comentar a recomendação da OCDE para o aumento da idade da reforma. Diz a APFN no seu comunicado (por palavras minhas aqui no post): "a questão não está aí, mas na falta de crianças e por isso de contribuintes para o sistema". Bem observado!

segunda-feira, junho 11, 2012

E no fim ganham os bancos

"E no fim ganham os bancos" é o título do artigo de Rui Tavares hoje no Público. Muito bem escrito como sempre. Apesar da distância que nos separa não se pode deixar de concordar com a conclusão do artigo que depois dá o título ao mesmo.
Na verdade não se consegue perceber porque não hão-de pagar os bancos pelos excessos que praticaram e que conduziram à actual crise financeira e depois à sucessão de resgates a que diversos países tiveram de se submeter...? Bem sei que todos nos encontramos sob chantagem: o nosso dinheiro encontra-se-lhes confiado e a perda de valor e prejuízos dos bancos acabaria de alguma forma por dever ser suportado por nós. Mas teria mesmo de ser assim?
Outras perspectivas e saídas precisam-se urgentemente, mas não parece que exista seja na União Europeia seja no sistema económico mundial protagonistas com ideias alternativas...?

sexta-feira, junho 08, 2012

Guardas Nocturnos desarmados...

Lê-se hoje no Público e não se acredita...! "Governo tira armas de fogo e cassetetes a guardas-nocturnos"...extraordinário! Depois queixem-se que isto está uma selva e admirem-se com a desmobilização das polícias...!
A notícia é tão mais absurda quanto contraria completamente o que têm sido as (boas) propostas políticas do CDS-PP em termos de segurança interna...!? A não ser que seja uma medida de diminuição da despesa imposta pela Troika!? Lol!

sábado, junho 02, 2012

Vaticanleaks




Do jornal Público de hoje num artigo de duas páginas de Jorge Almeida Fernandes sobre o caso em referência:

"Por estes dias, circula no Vaticano, a réplica do Cardeal Ercole Consalvi, secretário de Estado de Pio VII, a Napoleão quando este ameaçou destruir a Igreja: "Não o conseguirá, magestade. Nós próprios nunca a conseguimos destruir.""

Uma beleza, uma pérola de sabedoria, uma grande verdade. "E contra Ela não prevalecerão as portas do inferno!".

domingo, maio 06, 2012

Mulheres que não querem filhos...um dó...!



No Público de hoje, em tom laudatório, aborda-se a questão das mulheres que não querem ter filhos. O estilo é de "mais um tabu que se deita abaixo"...no fim da leitura fica só um grande dó...

Claro que tem estas mulheres todo o direito de não ter filhos (até pelo seu programa de vida e o que transmitiriam aos filhos, o melhor mesmo é que não os tenham...;-) e desde que não usem o aborto para o efeito, pouco me importa. Mas confesso impressiona-me muito não apenas o deitarem fora toda a potencialidade inscrita na própria humanidade e também, no fundo, não acreditarem seja possível um contexto amoroso durável que torna essa aventura possível, como também o sózinhas como uns cães que muito previsivelmente irão estar no fim das suas vidas...um dó!

Digo-o porque conforme os meus pais vão envelhecendo (e somos apenas dois irmãos) e nos seus 80's os "problemas" se vão multiplicando vou-em progressivamente dando conta como é uma graça que eles se deram a de ter filhos, que agora podemos (não fazendo mais do que a nossa obrigação em gratidão e retribuição do amor que nos deram ao longo da vida) ajudá-los e cuidá-los. E que triste, pouco prático e mesmo infeliz seria o quadro se esta dimensão familiar (que envolve também os nossos filhos) não existisse...

É que essas mulheres, muitas delas estupendas e não cito quais da reportagem não vá a minha mulher ler este post...;-) para já parecem não precisar de nada. Mas isso não vai durar sempre e por muitas plásticas que façam um dia o cabelo embraquece mesmo, as articulações já não dão para tanta fogosidade e mesmo o poder e dominio profissionais passam porque outras melhores e mais interessantes as substituirão. A não ser tenham a sorte de se cruzar com outro solitário disposto a juntar os trapinhos, que "sistema de suporte de vida" terão? Bom, sejamos optimistas, talvez o das nossas famílias grandes sempre abertas a mais um abraço e onde aquela "tia" original acaba por compor o ramalhete...lol!