Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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domingo, maio 06, 2012
Blog Jugular: se não falarmos no assunto pode ser que ninguém note...
É engraçado ver como no Jugular a melhor reacção ás más notícias (que a aplicação da Lei do Aborto é um desastre e que ao contrário dos objectivos utópicos do Sim o aborto em Portugal não é nem raro, nem legal, nem seguro) é a destes macacos.
Não ouvimos nada, não vimos nada, não dizemos nada...pode ser que assim a coisa passe desapercebida...estão muito enganados...! De facto já não há coragem política como havia dantes...:-(
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domingo, março 04, 2012
Matar recém-nascidos: como eles ficaram caladinhos...!
É impressionante como os abortistas estão mudos e a esconder-se depois da noticia do Público que reproduzo abaixo...não há posts no Blog Jugular, nem artigos da Fernanda Câncio (tão prestimosa a atirar-se a nós mal nós fazemos o minímo movimento...), nem Duarte Vilar da APF (a conseguir incrivelmente, deve ser uma nova "patologia", explicar que o mal é não haver educação sexual...lol!), nada...silêncio rádio. Mais embaraçadinhos do que com 100 declarações de Lídia Jorge...
Um juizo sobre o assunto:
1. "Não espanta nada" se defenda isto. A diferença de uma criança no seio da sua mãe com uma já nascida é a respectiva visibilidade. E nos Estados Unidos já se faz o "aborto do pré-nascimento": no dia do parto, puxa-se a cabeça da criança para fora e assim se a mata com uma agulha que lhe atravessa o cérebro...uma barbárie! E na lógica destes fracturantes está tudo isto: pedofilia (chamado amor entre gerações), incesto (por que raio não há-de um irmão estar com uma irmã, se são adultos e o consentem , até não viveram juntos, porque são por exemplo filhos de pais separados, se forem para Espanha ninguém os identifica e podem fazê-lo, o chamado turismo incestuosos, não é para todos os casos mas apenas para aqueles que nunca viveram juntos ou só para os meio-irmãos, ou seja, a argumentação do costume...), infanticidio e eutanásia (na Holanda tem sido um massacre repugnante e agora é aplicada em crianças deficientes...!). Só para nomear aqueles objectivos que tem autores, doutrina e defesa em casos concretos.
2. Apesar da aberração que são tais propósitos mal estavamos se achassemos estes não podiam ser publicados. Uma revista é livre de ter os seus propósitos editoriais, tem o seu publico que a compra e lê, e cada um é livre de defender as asneiras que quiser. Foi por isso que em declarações à renascença, perguntado sobre este ponto defendi a liberdade de expressão destes autores e da sua publicação (e não foi por dar jeito ver esta gente a descobrir a careca e o que lhes vai no fundo em relação, citando Lídia Jorge, ás "coisas humanas")
Bioética
Artigo científico defende como moralmente aceitável a morte de um recém-nascido 
02.03.2012 - 09:32 Por PÚBLICO
Um artigo publicado na última semana de Fevereiro pelo Journal of Medical Ethics defende que deveria ser permitido matar um recém-nascido nos casos em que a legislação também permite o aborto. A polémica segue em crescendo. A autora do texto já recebeu ameaças de morte.O artigo em causa (clique aqui para a versão html , ou aqui para descarregar uma versão pdf, ambas em inglês), aceite por aquela publicação científica ligada ao British Medical Journal intitula-se “After-birth abortion: why should the baby live?”, que se poderia traduzir como “Aborto pós-parto: por que deve o bebé viver?”. É assinado por Francesca Minerva, formada em Filosofia pela Universidade de Pisa (Itália) com uma dissertação sobre Bioética, que se doutorou há dois anos em Bolonha e é uma investigadora associada da Universidade de Oxford, em Inglaterra. A sua polémica tese é a de que o “aborto pós-nascimento” (matar um recém-nascido”) deve ser permitido em todos aqueles casos em que o aborto também é, incluindo nas situações em que o recém-nascido não é portador de deficiência”.
Esta ideia – entendida pelos leitores mais críticos do artigo como um apelo à legalização do infanticídio – é a conclusão de um debate moral que a autora, em conjunto com outro investigador que co-assina o artigo – Alberto Giubilini –, tentam fazer partindo de três princípios: 1) “o feto e um recém-nascido não têm o mesmo estatuto moral das pessoas”; 2) “é moralmente irrelevante o facto de feto e recém-nascido serem pessoas em potência”; 3) “a adopção nem sempre é no melhor interesse das pessoas”.
Os autores sustentam, assim, que matar um bebé nos primeiros dias não é muito diferente de fazer um aborto, concluindo (ao contrário dos movimentos pró-vida) que desse modo seria moralmente legítimo ou deveria ser aceite que se matasse um recém-nascido, mesmo que este seja saudável, desde que a mãe declare que não pode tomar conta dele.
Face à polémica que se gerou em torno desta leitura, o editor do jornal veio a público defender a publicação do texto, com o argumento de que a função do jornal é a de apresentar argumentos bem sustentados e não a de promover uma ou outra corrente de opinião. Porém, outros cientistas e pares de Francesca Minerva qualificam a tese do artigo como a “defesa desumana da destruição de crianças”.
“Como editor, quero defender a publicação deste artigo”, afirma Julian Savulescu, num texto que pode ser consultado online. “Os argumentos apresentados não são, na maioria, novos e têm sido repetidamente apresentados pela literatura científica por alguns dos mais eminentes filósofos e peritos em bioética do mundo, incluindo Peter Singer, Michael Tooley e John Harris, em defesa do infanticídio, que estes autores denominam como aborto pós-nascimento”, escreve Savulesco.
As reacções viscerais ao artigo incluem ameaças de morte endereçadas à autora, que admitiu que os dias seguintes à publicação e divulgação do artigo foram “os piores” da sua vida. Entre as mensagens que lhe foram enviadas, há quem lhe deseja que “arda no inferno”.
“O que é mais perturbador não são os argumentos deste artigo, nem a sua publicação num jornal sobre ética. O que perturba é a resposta hostil, abusiva e ameaçadora que desencadeou. Mais do que nunca a discussão académica e a liberdade de debate estão sob ameaça de fanáticos que se opõem aos valores de uma sociedade livre”, sublinha o editor.
O artigo afirma que, tal como uma criança por nascer, um recém-nascido ainda não desenvolveu esperanças, objectivos e sonhos e, por essa razão, apesar de constituir um ser humano, não é ainda uma pessoa – ou alguém com o direito moral à vida. Pelo contrário, os pais, os irmãos e a sociedade têm metas e planos que podem ser condicionados pela chegada de uma criança e os seus interesses devem vir primeiro.
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segunda-feira, janeiro 16, 2012
Em defesa de Manuela Ferreira Leite
Com a liberdade de quem nas Directas do PSD em que esta se candidatava, não votou nela, mas em Pedro Santana Lopes, mas também com o reconhecimento de que, como se vê na actual situação do país, quando foi a campanha eleitoral em que se candidatou a Primeiro-ministro, a Senhora estava carregada de razão e melhor teria sido para todos se fosse ela quem então tivesse vencido as eleições, venho agora em defesa de Manuela Ferreira Leite, tão duramente causticada por uma frase descontextualizada num recente debate televisivo.
A frase polémica está aqui no Jugular mas este omite que mais adiante no debate MFL corrigiu a mesma explicando que aquilo que defendia era que a hemodiálise deveria ser paga consoante os rendimentos de cada um (isto é desde o gratuito ao por completo, conforme a respectiva situação económica do doente). Como aliás também estava na respectiva notícia do Público e em que se desmentia o título respectivo:
"A intervenção da social-democrata gerou bastante polémica durante o debate. “Abominável é sempre”, sublinhou o sociólogo António Barreto. Já o socialista e antigo comissário europeu António Vitorino, que também estava no programa, reagiu dizendo: “A mim choca-me pessoalmente a frase da doutora Manuela Ferreira Leite, que é quem tem mais de 70 anos e quer fazer hemodiálise paga. Não era, de certeza absoluta, esta a frase que ela queria exactamente dizer, na medida em que não é possível dizer que as pessoas que precisam de fazer hemodiálise e que tenham dinheiro é que podem passar para além da meta de 70 anos. Não é possível definir a questão nesses termos porque estamos a tratar de um problema de direitos humanos”.
A declaração de António Vitorino obrigou Manuela Ferreira Leite a reformular a sua intervenção, afirmando que “racionar significar sempre alguma coisa que não é para todos”, mas que “racionamento não é exclusão” e que, por isso, apenas queria dizer que “uns têm [a hemodiálise] gratuitamente, outros não” – consoante a capacidade financeira."
Isto acabou por se saber, não na altura (na medida em que o título "Ferreira Leite defende que doentes com mais de 70 anos paguem hemodiálise" matou qualquer hipótese de se saber o que realmente se tinha passado), mas hoje no Público em que numa página inteira o Provedor do Leitor responde aos leitores que se queixaram do título da notícia respectiva no jornal.
Acrescento que é preciso não conhecer a Senhora para pensar que esta cinicamente declararia que quem tem mais de 70 anos, azarina, não tem hemodiálise...! Digo-o porque me foi uma vez dada a ocasião (estavamos na campanha do Não do segundo referendo do aborto) de viajar com Manuela Ferreira Leite e desta guardo a melhor memória seja pelo sentido de humor e humanidade, como pela fé que nos testemunhou além da capacidade de sacrificio no serviço público de que aquelas horas de viagem, a altas horas, debaixo de mau tempo, foram eloquente exemplo.
E repito-o: no PSD, infelizmente, nunca nos demos bem (não sei porquê, tendo tudo para nos identificarmos, salvo um certo estatismo) e sempre estivemos em campos diferentes...
A frase polémica está aqui no Jugular mas este omite que mais adiante no debate MFL corrigiu a mesma explicando que aquilo que defendia era que a hemodiálise deveria ser paga consoante os rendimentos de cada um (isto é desde o gratuito ao por completo, conforme a respectiva situação económica do doente). Como aliás também estava na respectiva notícia do Público e em que se desmentia o título respectivo:
"A intervenção da social-democrata gerou bastante polémica durante o debate. “Abominável é sempre”, sublinhou o sociólogo António Barreto. Já o socialista e antigo comissário europeu António Vitorino, que também estava no programa, reagiu dizendo: “A mim choca-me pessoalmente a frase da doutora Manuela Ferreira Leite, que é quem tem mais de 70 anos e quer fazer hemodiálise paga. Não era, de certeza absoluta, esta a frase que ela queria exactamente dizer, na medida em que não é possível dizer que as pessoas que precisam de fazer hemodiálise e que tenham dinheiro é que podem passar para além da meta de 70 anos. Não é possível definir a questão nesses termos porque estamos a tratar de um problema de direitos humanos”.
A declaração de António Vitorino obrigou Manuela Ferreira Leite a reformular a sua intervenção, afirmando que “racionar significar sempre alguma coisa que não é para todos”, mas que “racionamento não é exclusão” e que, por isso, apenas queria dizer que “uns têm [a hemodiálise] gratuitamente, outros não” – consoante a capacidade financeira."
Isto acabou por se saber, não na altura (na medida em que o título "Ferreira Leite defende que doentes com mais de 70 anos paguem hemodiálise" matou qualquer hipótese de se saber o que realmente se tinha passado), mas hoje no Público em que numa página inteira o Provedor do Leitor responde aos leitores que se queixaram do título da notícia respectiva no jornal.
Acrescento que é preciso não conhecer a Senhora para pensar que esta cinicamente declararia que quem tem mais de 70 anos, azarina, não tem hemodiálise...! Digo-o porque me foi uma vez dada a ocasião (estavamos na campanha do Não do segundo referendo do aborto) de viajar com Manuela Ferreira Leite e desta guardo a melhor memória seja pelo sentido de humor e humanidade, como pela fé que nos testemunhou além da capacidade de sacrificio no serviço público de que aquelas horas de viagem, a altas horas, debaixo de mau tempo, foram eloquente exemplo.
E repito-o: no PSD, infelizmente, nunca nos demos bem (não sei porquê, tendo tudo para nos identificarmos, salvo um certo estatismo) e sempre estivemos em campos diferentes...
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quarta-feira, agosto 18, 2010
Uniões de facto e batatas fritas
A promulgação pelo Presidente da República da lei das uniões de facto veio demonstrar uma vez mais que este promulgará todas as leis que o governo lhe apresentar e mais um pacote de batatas fritas...
E também que quem governa mesmo o partido socialista é o BE. "Sans rancune" estão de parabéns estes mais a Fernanda Câncio e todos os do Jugular...! Mas também com um Presidente destes e uma direita tão anémica eu se tivesse do outro lado, até sózinho não perdia uma...! Lol!
E também que quem governa mesmo o partido socialista é o BE. "Sans rancune" estão de parabéns estes mais a Fernanda Câncio e todos os do Jugular...! Mas também com um Presidente destes e uma direita tão anémica eu se tivesse do outro lado, até sózinho não perdia uma...! Lol!
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