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terça-feira, fevereiro 12, 2013

Viva o Papa! (ainda a resignação de Bento XVI)



Assim como na fotografia acima, na Jornada Mundial da Juventude em Madrid, em 2011, somos milhões (de facto biliões), cujo sentimento unânime é este: gratidão, admiração, afeição, ao Papa Bento XVI. Multiplicam-se por isso as iniciativas (como esta) de expressão desta gratidão, mas sobretudo e providencialmente quando amanhã começa a Quaresma, a oração em acção de graças por este grande Papa, em petição ao Espírito Santo pelo novo que aí virá. Uma oração em que sabemos teremos a companhia de Bento XVI como ele mesmo nos diz nas suas declarações de ontem. Porque essa é a nossa certeza inabalável: Jesus conduz a Sua Igreja.

Das razões para percebermos a grandeza do que ontem aconteceu, ultrapassada a primeira perplexidade e confusão de sentimentos, fala muitissimo bem o Zé Maria Duque aqui, no Blog Samurais de Cristo. Descreve o que me aconteceu e também o juízo que fomos ajudados a fazer pela companhia da Igreja (amigos, padres com quem temos relação mais próxima, leituras e declarações daqueles em que confiamos ou que admiramos). De entre todas as ajudas destacaria esta (o comunicado de imprensa de Comunhão e Libertação com as declarações do Padre Julian Carrón que sucedeu na condução do movimento a D. Luigi Giussani, ambos em fotografia aqui em baixo). 



quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Julian Carron em Portugal no dia 17 de Fevereiro: imperdível!

No próximo dia 17 de Fevereiro, uma sexta-feira, estará em Portugal o sucessor de D. Luigi Giussani, fundador do movimento Comunhão e Libertação.
É uma ocasião única de conhecer a experiência deste movimento ao qual pertenço, de uma realidade viva e dinâmica da Igreja Católica, de uma perspectiva e abordagem ao cristianismo completamente actual, atraente e de grande riqueza para a vida concreta de cada um de nós.
É de Julian Carron esta frase sobre a politica: "Da política não esperamos a salvação, mas que crie as condições para estimular e favorecer as iniciativas de quem constrói para o bem comum, de quem cria trabalho, recursos, riqueza e âmbitos em que a sociedade possa crescer". Isto é, entre outras coisas, da política esperamos o respeito da subsidiariedade.