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sexta-feira, abril 11, 2014

Obama ou de como a natureza humana nos aproxima a todos e, sim, quase, todos os homens somos iguais, e as mulheres também...;-)


O episódio foi este (no enterro de Mandela) e vale a pena ver com atenção e sorrir com a atitude de cada personagem:



O que originou este post (ou de como quase todas as mulheres são iguais...;-):


Mas também felizmente, como, quase, todos os homens (e com o perdão de, quase, todas as mulheres):



Lol!


terça-feira, março 19, 2013

Dia do Pai: como São José e Cinderella Man



Conforme avanço na idade, mas também pelas dificuldades da vida, mais me dou conta da nobreza da vocação de Pai e da responsabilidade consequente. E também como nós pais, homens, muito lucraríamos em ser o mais possível seguidores de São José, pai de Jesus: dóceis ás circunstâncias, capazes de dar tudo pela nossa família (pela mulher e filhos que nos foram confiados, no meu caso apenas quatro), amando e protegendo as nossas mulheres sem esperar a troca, servidores fieis, atentos e santos...

Sobre este assunto o Pedro Aguiar Pinto, hoje, na lista Povo, publicou este texto:

Hoje, comemoramos o grande patrono da Igreja Universal, São José. Ninguém ignora que São José é o esposo de Nossa Senhora e pai adoptivo de Jesus. A Bíblia não fala muito dele. No entanto, o amor cristão faz de cada palavra do Evangelho de São Mateus um ensinamento novo para a vida. Eis alguns factos que sempre recordamos: A ordem dada a São José, de receber Maria como esposa. É o fim do Antigo Testamento e o começo do Novo. Ele é o patriarca, o grande pai. A fuga para o Egipto e a volta lembram a história de todo o povo de Israel - o Êxodo. Portanto, São José é o amigo do povo, dos pobres, dos pequeninos, dos perseguidos e dos sofredores. Da Bíblia, recebeu ele o título maior que ela costuma dar a alguém: Justo. São José era um homem "justo". Tanto a Idade Média quanto os tempos modernos lembraram muito São José como modelo para o lar e, também, para o operário. A simplicidade e a fidelidade fizeram de São José o protector escolhido para Maria e para o próprio Jesus, bem como para todos nós.

É que de facto é heróica esta nossa condição de pais, homens, de família! E sabe Deus como precisamos ás vezes que nos mostrem a beleza que vivemos e nos seja devolvido um orgulho masculino da nossa condição. O que é saudavelmente feito neste filme Cinderela Man:




domingo, março 11, 2012

Ainda o dia internacional da mulher: belíssima mensagem da APFN!

DIA DA MULHER
08.MARÇO.2012
Mensagem

Ao longo desta semana, e sobretudo neste dia, os meios de comunicação, “opinion-makers”e governantes, num discurso politicamente correcto, procurarão evocar  a Mulher nas suas múltiplas facetas, conquistas e méritos.

Falar-se-á da Mulher e o Poder, ou da Mulher e a Política, ou  Economia; aplaudir-se-ão nomes destacados na Ciência, na Literatura, nas Artes, no Espectáculo, no Desporto, na Comunicação, etc. e voltar-se-á a falar de quotas para que a Mulher possa atingir o topo das empresas e lugares de chefia. Alguém recordará também, as grandes vítimas da violência doméstica e o seu número crescente, em parte relacionado com a crise em que estamos mergulhados. E outros ainda, se lembrarão por certo, de mencionar novas “conquistas” por alcançar, que em boa hora, algum resto de sensatez impediu que fossem recentemente aprovadas pela maioria dos nossos parlamentares…

A APFN gostaria também de celebrar esta data, recordando porém, aquela que tende a ser a mais esquecida nos nossos dias, apesar do seu inequívoco lugar na nossa sociedade:
aquela Mulher que sendo mãe de família numerosa, ou não, continua a ser exemplo na defesa de um projecto de família assente no modelo que a História reconhece como o “primeiro grupo humano organizado como unidade-base da sociedade”.

Num tempo em que a par de desentendimentos, divórcios e separações crescentes, e de um verdadeiro Inverno demográfico, proliferam novas formas de convivência, mais permissivas, mais frágeis, instáveis e flutuantes, será no mínimo, justo e oportuno, que alguém se lembre de saudar e felicitar estas mulheres, na sua maioria anónimas, que acreditam e vivem a natural complementaridade mulher-homem. Heroicamente, contra tudo e contra todos, elas defendem nas suas boas práticas quotidianas, a coesão, a justa partilha de funções, tarefas, direitos e deveres, bem como a estabilidade dos laços familiares, a confiança e fidelidade mútuas, e a ternura.

Lisboa, 8 de Março de 2012


Rua José Calheiros, 15  
1400-229 Lisboa  
Tel: 217 552 603 - 919 259 666 - 917 219 197
Fax: 217 552 604  




Carta de uma mulher no dia 8 de Março: gosto dos homens



No dia 8 de Março (dia internacional da mulher) a jornalista Costanza Miriano, escreveu o artigo abaixo:

Prenda pelo dia oito de março 

de Costanza Miriano



Gosto dos rapazes porque batem-se selvaticamente à espadeirada
disputando o título de Supremo Soberando do Corredor, e cinco
segundos depois de se terem matado dividem varonilmente uma
garrafa de coca cola, para depois recomeçarem a brincar como se nada fosse.

Gosto deles porque nunca fazem um psicodrama, como as da
sua idade, não descem aos abismos angustiantes do desespero
só porque alguém "disse que eu sou máááá".


Gosto deles porque o máximo de vingança de que são capazes
é um pontapé, e nunca se dedicam a fazer comentários perversos
a meia voz sobre a cor da camisola da sua inimiga nas suas costas.


Gosto deles porque são o modelo utilitário, o Fiat 127 do género
humano: sem opcionais, mas sólidos e imprescindíveis.


Gostos dos homens quando armam mesas, remendam as paredes
com betume, encontram caminhos e desencantam soluções. Quando
não querem parar para perguntar onde fica a rua e, apesar de darem
seis voltas à praça, acabam por encontrá-la, mantendo uma atitude condigna.


Gosto deles mesmo se fazem perguntas e, quando ela começa a
responder, saem da sala.


Gosto deles quando, interrogados com um "lembras-te do que te disse
ontem sobre a Ana Luísa?", com o olhar perdido no vazio rebuscam
afanosamente a memória e fingem lembrar-se perfeitamente e
respondem com monossílabos que não os atraiçoem, que não denunciem
que, do segredo sobre a amiga, esqueceram tudo no preciso momento
em que você lho confiou solenemente.


Gosto do homem mesmo quando tem o olhar abstraído, se fecha no
silêncio, e no breve tempo que você se convence, numa escalada de
pessimismo, que acabará por lhe dizer que a vossa relação chegou ao
fim, eles, na realidade, elaboraram complexos pensamentos do género:
sou bem capaz de mandar vir uma pizza; este sofá é incómodo;
esperemos que demitam o treinador.


Gosto dos homens porque sem as mulheres são totalmente inábeis
para a vida social, andam no mundo perdidos e desadaptados. Gosto
deles porque nos fazem sentir indispensáveis.


Gosto da forma como escrevem, como falam, como cantam. Gosto
deles porque realmente têm gosto pela música, pela arquitectura, pela arte.


Gosto dos homens porque sabem manter uma visão do todo, e analisar
lucidamente a economia global, mas não conseguem conceber um plano
estratégico que consiga conciliar pediatra, aula de dança e lanche.


Gosto deles mesmo quando, conscientes do amor da sua predilecta
– que gasta horas a tentar manter um aceitável nível estético, fazer
manicure, perfurmar-se e depilar-se -, vagueiam pela casa em roupas
desalinhadas.


Gosto deles mesmo quando deitam as chaves de casa no caixote do
lixo, confundem os dias da semana e os amigos dos filhos, trazem para
casa, orgulhosos, sacos de compras cheios de objectos inúteis.


Gosto deles porque não se perdem em minúcias, sabem manter a bússola
direita, e permanecer lúcidos e razoáveis e confiáveis, quando nós nos
precipitamos nos redemoinhos misteriosos que trazemos dentro.


Gosto deles porque fazem o trabalho pesado por nós, e quando complicamos
demasiado as coisas, sabem parecer, no momento certo, o lacónico e
sábio grande chefe Boi Sentado.


Gosto dos homens porque eles são a nossa prenda do dia 8 de março.