Mostrar mensagens com a etiqueta ordem dos médicos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ordem dos médicos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, outubro 04, 2011

Prémios de mérito aos melhores alunos: a Subsidiariedade funciona!

É impressionante a profusão de notícias sobre entidades, organismos, associações e particulares, que desde o fim dos prémios de mérito aos melhores alunos das escolas secundárias, se propõem a fazê-lo em vez do Estado.
Um exemplo é esta da Ordem dos Médicos.
A importância disto é enorme pois veio demonstrar que esteve bem o Governo ao deixar-se substituir pela sociedade nesse campo especifico. E que esta (a sociedade) desde que solicitada responde espôntaneamente ás necessidades sem necessidade do Governo ou do seu orçamento (que recorde-se é suportado por todos nós através dos impostos ou do fardo da divida).
Ou seja: de facto a Subsidiariedade funciona!

quinta-feira, maio 26, 2011

Aborto: as declarações de hoje de Pedro Passos Coelho

As declarações de hoje de Pedro Passos Coelho, prontamente corroboradas por Paulo Portas, são muito importantes porque correspondem não apenas a um sentido democrático (se houver cidadãos que proponham um terceiro referendo ao aborto, tem direito a que este se realize, desde que preenchidas as condições legais) mas também à constatação do "falhanço" da actual lei (quando comparada com os seus objectivos, nas palavras dos seus promotores, "que o aborto se torne legal, seguro e raro"), veja-se a este propósito o estudo mais recente da Federação Portuguesa pela Vida, e, sobretudo, de que o debate na sociedade continua tão vivo como em 1998 e 2007, como um recente seminário do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, veio demonstrar.
A essse propósito (do falhanço da lei) falam melhor do que nós figuras de referência do Sim como Miguel Oliveira e Silva e Luis Graça (do Hospital de Santa Maria)como se pode ver no primeiro número do Biojornal o que revela a existência clara de um consenso em Portugal (ao qual se juntou o Bastonário da Ordem dos Médicos como se pode ver aqui e defendendo o pagamento também no aborto de uma taxa moderadora) no sentido de que a actual lei deve ser revista.

domingo, novembro 18, 2007

A arrogância do poder: a Ordem dos Médicos e o aborto

"A arrogência do poder" assim se chama um artigo da editora do Público São José Almeida, se não estou em erro, militante do PCP. Nele trata de duas questões entre as quais a do actual conflito entre o Ministro da Saúde e a Ordem dos Médicos a propósito do Código Deontológico destes últimos.
É impressionante que esta gente favorável ao aborto livre e legal não quer só que assim seja. Quer, exige, que toda a gente diga que está bem! De outra forma como compreender a ofensiva a que São José Almeida dá cobertura?
Mas por outro lado esta ofensiva do poder do mundo é também sintomática de outra fobia que anima os impulsionadores da mentalidade dominante: a fobia, o pavor, da liberdade. No limite por que raio não poderia uma Ordem profissional castigar um seu membro pela prática de um acto legal? Por que raio não pode uma classe de profissionais dizer a alguém: "se queres ser dos nossos, segues estas regras ou sujeitas-te a estas sanções"...? "Se queres praticar actos que à luz do nosso Código não podes, resignas a ser um dos nossos ou a viver constantemente castigado se insistires em estar connosco"...?
Note-se só para não haver confusões que não é esse o caso hoje da Ordem onde a proibição da prática do aborto se mantém no respectivo Código sem que sejam sancionados os médicos que o fazem ao abrigo e por causa da lei actual.
Neste post estava só a "esticar a corda" para, por absurdo, demonstrar que em reacções como as do Ministro da Saúde e dos seus apoiantes, o que existe, no fundo, é um pavor à liberdade. Uma pretensão totalitária que ou é combatida ou na próxima geração acabamos todos no matadouro da politicamente correcto, excluídos da convivência social, atirados para a pobreza e a marginalidade, como num qualquer cenário de ficção cientifica...! É que já estivemos muito mais longe...

quinta-feira, novembro 01, 2007

O caso James Watson e a coragem de José Manuel Fernandes

No passado dia 21 de Outubro José Manuel Fernandes publicou um editorial de altíssima coragem sobre o caso James Watson.
Resumo com o destaque feito pelo jornal: "James Watson, um dos mais notáveis cientistas do século XX, disse que achava que os negros eram menos inteligentes. Pode ser o maior dos disparates, mas será sempre um disparate maior pretender silenciá-lo".
Num tempo em que a liberdade se vai esvaíndo e o pensamento ou é detido nas masmorras do politicamente dominante e correcto ou mesmo causa de perseguição efectiva (veja-se o caso Charrua, a Directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, a sede do sindicato na Covilhã, ou a "ordem" de Correia de Campos à Ordem dos Médicosno sentido de esta última modificar o seu estatuto deontológico), é muito importante cerrar fileiras em defesa daquele que é "o maior bem que os céus deram aos homens" (Cervantes em "D. Quixote").
Nota: ouvi dizer que Correia de Campos deu já instruções ao Ministério Público no sentido de mandar notificar um tal Hipócrates, habitante da Grécia, no sentido de que este corrija o juramento dos médicos, em conformidade com as leis da República portuguesa... ;-)