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terça-feira, janeiro 13, 2015

Presidenciais: Santana Lopes, Rangel e Rio



(imagem retirada do Diário de Notícias e que regista o apoio de Santana Lopes à candidatura nas últimas europeias de Paulo Rangel e Nuno Melo)

Ou muito me engano ou é de Rui Rio que Paulo Rangel está a falar no seu artigo hoje no Público quando escreve:

"5. Que Presidente queremos para a entrada na década de 20 do século XXI? Mais do mesmo com os protagonistas inevitáveis dos últimos quarenta anos? Não será altura de assumir a fadiga do regime e confiar num candidato com uma agenda reformista e activa, capaz de mobilizar a reforma político-institucional a partir da presidência? Se não nos deixarmos embalar, Guterres não será imbatível."

E por falar em presidenciais é de saudar o artigo de Joaquim Jorge do Clube dos Pensadores que ontem apareceu no Público e que desenvolve o mote: "Se PSL é assim tão fraco e cheio de defeitos qual o problema de concorrer?". Uma pergunta justa e um apelo à liberdade, de que tanto carece o centro-direita.

sexta-feira, julho 06, 2012

Zézinha: um ano depois...


Regressado ontem a Lisboa, a tempo de hoje estar na Missa de um ano sobre a sua partida para a casa do Pai (alguma coisa no Céu estava a precisar de conserto...;-) foi-me chamada a atenção para o belíssimo artigo que sobre Maria José Nogueira Pinto escreveu Paulo Rangel e que tão bem conta da falta que ela nos faz...!

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Paulo Rangel e o PSD

Gostei ontem de ver a apresentação da candidatura de Paulo Rangel pelo tom e sobriedade, pelo ponto de partida, o discurso da ruptura e a ideia de não hipotecar o futuro.
A entrevista de hoje no Público também está boa.
Mas a questão para nós (os que filiados no PSD subscrevemos a agenda Mais Vida Mais Família: liberdade de educação e religiosa, subsidiariedade, defesa da familia e da vida) é qual o interesse efectivo de uma nova liderança do partido em deixar de dizer Besices (coisas do BE ;-) com as quais não ganha um voto e perde-os para o PP, e marcar efectivamente a diferença com o Partido Socialista, reconhecendo o povo PPD quando ele se mexe (por exemplo a campanha do referendo pelo casamento) e que as ideias acima são aquelas que se reconhecem na base popular dos votantes no partido.
Quando tivermos uma resposta de todos os candidatos a estas questões (independentemente do que cada um individualmente pense) então saberemos a quem apoiar.