Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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sexta-feira, março 21, 2014
Na morte do Fernando Ribeiro e Castro: mais um reforço no Céu
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quarta-feira, janeiro 23, 2013
O escândalo da esterilização "obrigatória" em Portugal!
É inconcebível a história que veio no Sol desta última sexta-feira e a que se refere a carta aberta da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas que também reproduzo abaixo! Uma história de violência do Estado sobre uma pessoa e uma família, sobre sete (!) crianças, sobre todas as mulheres e homens de Portugal. Decididamente em alguns pontos nevrálgicos (desgraçadamente toda a inexistente "política" familiar) a equipe que conduz o Ministério da Segurança Social está com sérias dificuldades em dominar uma estrutura dominada por uma mentalidade anti-natalista e completamente estatista (veja-se a sistemática retirada de crianças às suas famílias como refiro no meu artigo que tendo saído no Público, está aqui também)...!
No processo, não há qualquer referência a maus-tratos físicos ou psicológicos ou a outro tipo de abusos. Na sentença, a que o SOL teve acesso, considera-se mesmo que há laços de afectividade fortes na família e refere-se que as filhas mais velhas têm sucesso escolar e estão bem integradas no seu ambiente social.
A decisão do Tribunal de Sintra sustenta-se nas dificuldades económicas da família e no facto de a mãe ter desrespeitado o acordo de promoção e protecção de menores ao recusar-se a laquear as trompas.

Esse acordo – proposto pelas técnicas da Segurança Social e homologado pelo juiz – obrigava os pais a tomar uma série de medidas, entre as quais realizar uma operação para não poderem ter mais filhos.
«Tinha de arranjar emprego, zelar pela higiene e vestuário das crianças, assegurar a pontualidade e a assiduidade deles na escola, ter em dia os planos de vacinação e fazer uma laqueação das trompas», conta a mãe, lembrando que deixou claro ao juiz que, por ser muçulmana, não se poderia submeter a essa operação.
«O que o juiz me disse foi que tínhamos de deixar em África os nossos hábitos e tradições e que aqui tínhamos de nos adaptar».
Sobre estes factos saiu ontem esta carta aberta da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas:
Atendendo à gravidade do assunto, que fere os mais elementares direitos humanos, torna-se imperioso e urgente o esclarecimento sobre se a imposição da obrigação de esterilização foi uma decisão infeliz dos serviços ou se faz parte das orientações politicas atuais.
Lisboa, 22 de Janeiro de 2013
NOTA: A presente Carta Aberta que agora é tornada pública foi enviada por fax para os respectivos gabinetes do Senhor Primeiro-Ministro e Ministro da Solidariedade e Segurança Social
Ficou sem 7 filhos por
recusar
laqueação de trompas
laqueação de trompas
por Margarida Davim
18 de Janeiro, 2013
Liliana
Melo ficou sem sete dos seus dez filhos há sete meses. Por ordem do Tribunal de
Sintra, as crianças, com idades entre os seis meses e os sete anos, foram
sujeitas à medida de protecção de menores mais extrema: dadas à confiança para
adopção, perdendo todos os vínculos parentais para sempre.
A sentença determinou que as filhas mais velhas ainda menores,
na altura com 16 e 11 anos, ficassem com os pais. Mas o tribunal entendeu que a
menor de seis meses, os gémeos de dois anos e os irmãos de três, cinco, seis e
sete anos estavam em risco, e resolveu retirá-los de casa.
No processo, não há qualquer referência a maus-tratos físicos ou psicológicos ou a outro tipo de abusos. Na sentença, a que o SOL teve acesso, considera-se mesmo que há laços de afectividade fortes na família e refere-se que as filhas mais velhas têm sucesso escolar e estão bem integradas no seu ambiente social.
A decisão do Tribunal de Sintra sustenta-se nas dificuldades económicas da família e no facto de a mãe ter desrespeitado o acordo de promoção e protecção de menores ao recusar-se a laquear as trompas.
Tribunal determinou laqueação de trompas

Esse acordo – proposto pelas técnicas da Segurança Social e homologado pelo juiz – obrigava os pais a tomar uma série de medidas, entre as quais realizar uma operação para não poderem ter mais filhos.
«Tinha de arranjar emprego, zelar pela higiene e vestuário das crianças, assegurar a pontualidade e a assiduidade deles na escola, ter em dia os planos de vacinação e fazer uma laqueação das trompas», conta a mãe, lembrando que deixou claro ao juiz que, por ser muçulmana, não se poderia submeter a essa operação.
«O que o juiz me disse foi que tínhamos de deixar em África os nossos hábitos e tradições e que aqui tínhamos de nos adaptar».
Sobre estes factos saiu ontem esta carta aberta da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas:
CARTA ABERTA AO PRIMEIRO-MINISTRO E
AO MINISTRO DA SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL
Tomámos conhecimento
de que foi imposta pelos serviços de segurança social a uma mãe a obrigação de
se submeter a esterilização. O não acatamento desta imposição por essa mãe
esteve na base, posteriormente, de uma decisão judicial de retirada à família
de sete dos seus nove filhos. Estes estão institucionalizados e sem contacto
com os pais e irmãos. Estes filhos perderão, para sempre, a ligação aos seus
pais e à sua família biológica.
Atendendo à gravidade do assunto, que fere os mais elementares direitos humanos, torna-se imperioso e urgente o esclarecimento sobre se a imposição da obrigação de esterilização foi uma decisão infeliz dos serviços ou se faz parte das orientações politicas atuais.
Lisboa, 22 de Janeiro de 2013
Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
NOTA: A presente Carta Aberta que agora é tornada pública foi enviada por fax para os respectivos gabinetes do Senhor Primeiro-Ministro e Ministro da Solidariedade e Segurança Social
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quarta-feira, janeiro 02, 2013
Orçamento do Estado e Cavaco Silva: qual o caminho?
Tenho sempre aqui manifestado confiança no Governo e na condução que faz das políticas sociais, económica e financeira. Quanto à familiar, por inexistente, estamos falados (sobre este tema ver o que disse o Patriarca de Lisboa ontem no Dia Mundial da Paz)...
Essa confiança deriva de sinais objectivos (quase todos das intervenções e entrevistas de Carlos Moedas e outras das de Vitor Gaspar), da necessidade de como sociedade temos de acreditar que quem governa fá-lo com intenção de servir o bem comum e usando o melhor das suas capacidades, da minha confessada perplexidade perante as propostas em jogo e também de uma esperança de quem sabe que Deus não abandona o seu povo e por isso, em última instância, tudo acaba bem e corre para onde deve correr.
No entanto confesso que às vezes assalta-me a dúvida...e essa é para mim o resultado da comunicação ontem do Presidente da República. De muitas das suas afirmações pode concluir-se que talvez não seja este o caminho, ou que o caminho só pode piorar, ou que há que mudar de caminho, pelo menos em alguns pontos. Ou não? E se nesses pontos ele tiver razão?
Aqui do meu canto de militante partidário e também dirigente de movimentos da sociedade civil parece-me que o caminho para nós, que não governamos, só pode ser um: tentar suprir as lacunas, explicar o que não é claro nem explicado, sugerir aprofundamentos do caminho, reforçar a aliança com o governo para que todos um dia saíamos incólumes, ou pelo menos tanto quanto, deste "pesadelo" absurdo em que estamos mergulhados (a crise financeira também e a crise moral, primeiro). E rezar. Por quem nos governa. Para que Deus lhes dê coragem perante as dificuldades, engenho perante os obstáculos, inteligência nas decisões. Para isso contam comigo.
Nota: resisti aqui heroicamente a ironizar sobre a bondade da escolha de candidato a presidente da república que os dois principais partidos do centro-direita fizeram nas últimas eleições...devem ser resquícios do espírito natalício...;-)
Mas que tal umas primárias antes das próximas eleições presidenciais...?
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quarta-feira, setembro 26, 2012
Natalidade: comunicado APFN sobre Congresso "Presente no Futuro" da FFMS
QUE PORTUGAL EM 2030?
Comunicado da APFN
A APFN
saúda a iniciativa “Presente no Futuro” da Fundação Francisco Manuel dos
Santos, totalmente em linha com os alertas que temos vindo a fazer há anos para
o gravíssimo problema demográfico Português, que irá comprometer seriamente o
seu futuro.
Em
particular, realça a frase chave proferida por António Barreto, presidente da
Fundação: “As decisões que hoje tomarmos moldam o país em 2013”.
A APFN tem vindo a alertar a sociedade para o agravamento das
políticas anti-natalistas, nomeadamente, fazendo recair medidas de austeridade
desproporcionadas sobre as famílias com filhos a cargo. Esta situação, que se
agravou ao longo dos últimos anos, teve como consequência directa, mínimos
absolutos no número de nascimentos.
Infelizmente,
não tem havido qualquer sinal de vontade do governo em inverter a situação,
pelo que saudamos pessoas e organizações que olham para o futuro com vontade de
promover alterações agora.
Daí, a
pergunta: que Portugal quer o governo em 2030?
Se
pretender um Portugal agonizante, cada vez mais envelhecido e com menos de 10
milhões de habitantes, incapaz de recuperar economicamente, continue com o que
tem vindo a fazer!
Se, pelo
contrário, deseja um Portugal com um crescente número de jovens, dinâmico, com
empresas modernas e dinâmicas que possam viabilizar o país, deverá,
rapidamente, deixar de pressionar negativamente os casais com filhos,
designadamente considerando a dimensão da família nas suas políticas fiscais e
sociais!
Associação Portuguesa
de Famílias Numerosas
Lisboa, 16 de Setembro de 2012
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domingo, setembro 02, 2012
Visto Familiar: viva o Blog Jugular!
Muitas vezes me sinto mais perto dos meus adversários e de quem está do outro lado da barricado do que dos "meus"...muitas razões o explicam: nos nossos adversários (nos "bons") reconheço a mesma preocupação verdadeira com o assunto que nos opõem e a mesma disponibilidade para dar a vida (em qualquer dos sentidos da palavra) pelas ideias em que se acredita.
Este post do Jugular é exemplificativo de como nos unimos às vezes numa boa gargalhada e por isso através das trincheiras um grande abraço a quem conserva a lucidez, tem o sentido do ridiculo e não tem pachorra para quem não sabe viver e agir de acordo com o que anuncia...! Viva o Blog Jugular!
Para quem não tenha a pachorra (ou tenha o preconceito) de ir ver o Jugular: o actual Governo previu um Visto Familiar a que teriam de ser submetidas todas as leis para verificar a sua conformidade com uma política favorável à Família...o post relaciona esse facto com a medida em estudo do Ministério das Finanças para redução das deduções fiscais...;-)
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