Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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sábado, janeiro 10, 2015
Presidenciais e Alberto João Jardim
Tenho muita simpatia e admiração por Alberto João Jardim. Nos raros contactos que tivemos (sempre por causa dos chamados temas fracturantes ou mais raramente em encontros do PSD) foi impecável connosco. Admiro-lhe a frontalidade e a coragem, a clareza em tantas coisas e a capacidade de combate. Admiro além disso estar-se nas tintas para o politicamente correcto e afrontar as conveniências e o senso comum. Reconheço deve ser difícil a um presidente do PPD/PSD conviver com o fenómeno que ele é e em muitas situações não teria agido como ele. Mas o que interessa é que tem muita categoria e tantas e tantas vezes a virtude de saber reconhecer onde está o adversário e o que ele quer. E a sua obra na Madeira é notável. Sendo também das poucas figuras de relevo com que a Maçonaria sabe que não conta e isso não é dizer pouco nos dias de hoje...
Por isso já aqui neste Blog o referi uma meia dúzia de vezes. Tudo razões de sobejo para assinalar a notícia da sua intenção de candidatar-se nas próximas eleições não com a pretensão de ser eleito mas de fazer ouvir o seu pensamento político para Portugal. A notícia está aqui e vale a pena ser lida. Bem como a recomendação ao centro-direita e cito de que "a coligação PSD/CDS no próximo mandato deve ter uma “mensagem apontada à pessoa humana e às famílias”".Mais certeiro é impossível!
Sobre o Congresso do PSD-Madeira este fim-de-semana e a sucessão com Miguel Albuquerque, vale a pena ler esta notícia.
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sexta-feira, abril 20, 2012
Tribunal Constitucional: sensibilidade e bom senso
Começou desastrado o processo de eleição (como estão as coisas é mais de nomeação do que outra coisa como bem o referiu hoje o Professor Jorge Miranda...) dos novos juizes do Tribunal Constitucional...
Primeiro que tudo dois maçons, dois, como nas Touradas, e do GOL ainda por cima. Depois um dos candidatos parece estar envolvido numa embrulhada no Ministério da Justiça (o do PS) e o outro (daí o bom senso), indicado pelo PSD, acaba de retirar a candidatura (provavelmente será mais correcto dizer que a sua candidatura foi retirada...).
Mas continuamos com um problema de sensibilidade: o da sub-representação dos católicos nas instituições políticas e no Tribunal Constitucional...cirurgicamente se afasta estes (representativos de uma esmagadora maioria da população que assim se o declara embora como se veja pela prática, com alguma inconsequência...) não vá haver quem olhe para o que a Constituição de facto diz e sem ligar à filiação partidária ou ao partido proponente da lei em exame, se lembre de decidir independentemente...
Para mim é desde há muito claro: acabe-se com este Tribunal e remetam-se as suas funções para uma secção do Supremo Tribunal de Justiça. Foi de credenciada gente que o ouvi e estou cada vez mais convencido da solução.
Primeiro que tudo dois maçons, dois, como nas Touradas, e do GOL ainda por cima. Depois um dos candidatos parece estar envolvido numa embrulhada no Ministério da Justiça (o do PS) e o outro (daí o bom senso), indicado pelo PSD, acaba de retirar a candidatura (provavelmente será mais correcto dizer que a sua candidatura foi retirada...).
Mas continuamos com um problema de sensibilidade: o da sub-representação dos católicos nas instituições políticas e no Tribunal Constitucional...cirurgicamente se afasta estes (representativos de uma esmagadora maioria da população que assim se o declara embora como se veja pela prática, com alguma inconsequência...) não vá haver quem olhe para o que a Constituição de facto diz e sem ligar à filiação partidária ou ao partido proponente da lei em exame, se lembre de decidir independentemente...
Para mim é desde há muito claro: acabe-se com este Tribunal e remetam-se as suas funções para uma secção do Supremo Tribunal de Justiça. Foi de credenciada gente que o ouvi e estou cada vez mais convencido da solução.
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segunda-feira, março 12, 2012
Católicos e maçons...?
Se dúvidas ainda restassem (sobre a incompatibilidade) o artigo do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, acaba de vez com as mesmas...leia-se sem falta e passe-se a palavra.
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domingo, janeiro 08, 2012
Católico e maçon? Uma contradição nos próprios termos
Fonte (com a devida e grata vénia à lista É o Carteiro! ;-)
Excertos de uma entrevista a Mgr. Rey Bispo de Fréjus - Toulon
Excertos de uma entrevista a Mgr. Rey Bispo de Fréjus - Toulon
Poderia resumir a posição da Igreja?
A posição da Igreja, desde que a questão se pôs pela primeira vez,
é que não é possível pertencer a uma loja maçónica e ao mesmo
tempo professar a fé católica.
A pertença à maçonaria é a adesão a um sistema de pensamento
que se inscreve no relativismo, na negação do papel da graça de
Deus na relação com o esforço do homem, num sistema que relativiza
também o lugar da Igreja, e que pode ser definido como a exaltação
de uma inteligência privada do amor. É uma nova forma de gnosticismo.
é que não é possível pertencer a uma loja maçónica e ao mesmo
tempo professar a fé católica.
A pertença à maçonaria é a adesão a um sistema de pensamento
que se inscreve no relativismo, na negação do papel da graça de
Deus na relação com o esforço do homem, num sistema que relativiza
também o lugar da Igreja, e que pode ser definido como a exaltação
de uma inteligência privada do amor. É uma nova forma de gnosticismo.
Para os maçons, a verdade é considerada insusceptível de ser conhecida;
enquanto na fé católica ocupa o centro.
enquanto na fé católica ocupa o centro.
De fato, para os maçons, não há verdade absoluta. Tudo parte da
inteligência do homem, da explicação de que o homem dá de si mesmo e
do sentido das coisas.
A vida já não é recebida; é construída. É ao homem que compete
transformar o mundo através do conhecimento íntimo das leis do
universo (é a visão do arquiteto), é o homem que se salva pela sua
inteligência, ele não precisa de Deus.
O recurso a Deus passa então a valer mais como uma emoção interior
do que como uma graça; enquanto, para nós cristãos, é o principal alento
para a nossa ação.
inteligência do homem, da explicação de que o homem dá de si mesmo e
do sentido das coisas.
A vida já não é recebida; é construída. É ao homem que compete
transformar o mundo através do conhecimento íntimo das leis do
universo (é a visão do arquiteto), é o homem que se salva pela sua
inteligência, ele não precisa de Deus.
O recurso a Deus passa então a valer mais como uma emoção interior
do que como uma graça; enquanto, para nós cristãos, é o principal alento
para a nossa ação.
Que respostas pode a Igreja dar para o desafio posto pela maçonaria?
Eu julgo que a Maçonaria desafia a Igreja em quatro pontos.
· Primeiro, a necessidade de criar grupos de reflexão,
de pôr em ação a pastoral da inteligência.
de pôr em ação a pastoral da inteligência.
· Segunda coisa, a ritualização: a dessacralização que podemos
encontrar num ou noutro espaço eclesial, numa comunidade
ou noutra, faz que se tenham procurado simbólicas alheias,
que se tenham utilizado outras reservas simbólicas
encontrar num ou noutro espaço eclesial, numa comunidade
ou noutra, faz que se tenham procurado simbólicas alheias,
que se tenham utilizado outras reservas simbólicas
· A terceira coisa é a fraternidade: a experiência de uma comunhão
entre pessoas, não apenas na ordem da experiência espiritual,
interior, mas uma reflexão construída e compartilhada por todos.
entre pessoas, não apenas na ordem da experiência espiritual,
interior, mas uma reflexão construída e compartilhada por todos.
· Acrescentaria, ainda, a formação de uma elite: é preciso libertar-se
do elitismo iniciático das lojas, que muitas vezes são também redes
de influência, mas precisamos nos dias de hoje de formar uma elite
verdadeiramente cristã, de pessoas que fazem uma autêntica
experiência de Cristo e que nos seus talentos, competências e redes
expressam uma mensagem que se pretende universal, onde os pequenos
e os pobres têm um lugar central.
do elitismo iniciático das lojas, que muitas vezes são também redes
de influência, mas precisamos nos dias de hoje de formar uma elite
verdadeiramente cristã, de pessoas que fazem uma autêntica
experiência de Cristo e que nos seus talentos, competências e redes
expressam uma mensagem que se pretende universal, onde os pequenos
e os pobres têm um lugar central.
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