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quinta-feira, janeiro 10, 2013

Portugal mais longe da bancarrota!


A informação chegou de um amigo meu com quem partilho intervenções comuns no PSD em Lisboa. Embora ele não indique a fonte, considerando se trata de pessoa séria, com formação nesta área e cujo trabalho passa pela análise destas e de outras informações da mesma natureza, posso dar por fiáveis os dados apresentados. É um quadro que reproduz a avaliação feita a nível profisisonal e internacional do risco de falhanço no pagamento de dívida, por diversos países. E diz assim:


Entity Name
Risco de Default (%)
Greece
97.48
Argentina
67.25
Cyprus
59.40
Pakistan
46.71
Venezuela
37.20
Ukraine
33.27
Illinois/State of
31.25
Iraq
29.85
Egypt
29.44
Portugal
29.14

No mesmo email ele envia um quadro de evolução dos CDS (Credit Default Swap) de, por ordem de pior para melhor, Grécia, Chipre, Portugal, Irlanda e Itália. É impressionante verificar ao longo do tempo a convergência do nosso país com aqueles dois últimos países. A quem me pedir posso enviar esse quadro.

Ou seja: há melhoras! E embora muitas vezes nós não vejamos como nem quando, é possível, vamos, sair do actual estado cataléptico em que nos encontramos. Faça cada um o que deve e chegaremos lá!


quinta-feira, novembro 29, 2012

Fernando Seara candidato em Lisboa?


(esta fotografia é também de alguma forma uma minha homenagem a Pôncio Monteiro, grande portista e portuense, falecido em Dezembro de 2010, fará dia 6, dois anos)

Com reserva do que pense sobre o assunto Pedro Santana Lopes que por muitas, boas e fundadas razões, deve ter a sua opinião levada em conta e até prioridade no que decida sobre o assunto (embora me digam esta candidatura não está nos seus horizontes...?), parece-me assim às primeiras (porque há muitos aspectos para mim importantes em que não lhe conheço nem o juizo que faz nem a forma como está) uma boa ideia a candidatura de Fernando Seabra em Lisboa (também aqui se for verdade o que dizem os jornais de hoje porque o Expresso de Sábado passado dizia o contrário...) pelas seguintes razões (e no pressuposto que as notícias não são uma pressão sobre ele...?):

1. Tem obra feita em Sintra e já conhece o métier
2. Fala grosso (pelo menos pelo que eu tenho visto na Assembleia Distrital de Lisboa a que preside) e isso é importante porque enfrentar António Costa não é fácil
3. Não tem nada a ver com o passado nem da Câmara de Lisboa nem do PSD do concelho. Uma das coisas que marca muito o debate municipal em Lisboa é histórias antigas que se prolongam no tempo, o mesmo pessoal político rodando entre Assembleia e Câmara, Secções e Distrital, mandatos que as circunstâncias obrigaram (voluntaria e involuntariamente) fossem interrompidos, etc. Tenho-o constatado na minha função de membro da Assembleia Municipal para onde fui eleito em 2009 nas listas do PSD por indicação de Santana Lopes
4. Não tem ar de candidato que faz o frete ou o sacrificio mas sim de quem só vai às batalhas com vontade de vencer

A propósito desta questão (candidatura do PSD em Lisboa) vale a pena ler este artigo que agora encontrei (embora de Julho passado) e que retrata alguns dos raciocinios e cálculos em jogo.




sexta-feira, setembro 28, 2012

Salvação nacional: é o que está a fazer o Governo de Passos Coelho



Sucessivamente (não é deliberado, foi acontecendo...) no PSD em Lisboa estive no lado oposto a Carlos Carreiras. Quando ele era presidente da Distrital de Lisboa do partido e agora na situação que lhe sucedeu e que a ele se referencia. Nothing personal, just politics...;-)

Ao longo destes sete anos, de facto, tenho sempre apoiado os candidatos de oposição sistema de poder em Lisboa e no caso concreto das eleições autárquicas de 2009 e do que se lhe seguiu discordo totalmente da gestão política do então presidente da Distrital de Lisboa.

Juntos parece-me só estivemos no apoio a Passos Coelho quando este concorreu pela segunda vez e venceu a eleição directa para presidente do partido (na 1ª vez em que este se candidatou apoiei Pedro Santana Lopes ao contrário dele que já estava com Passos Coelho).

Dito isto há que reconhecer não apenas as suas qualidades políticas como que o actual presidente da Câmara de Cascais, de facto, escreve bem. E neste artigo no jornal i intitulado "Quem pediu um Governo de salvação nacional?" explica melhor do que eu seria capaz porque de facto é um imperativo patriótico apoiar o Governo de Passos Coelho, porque há razões fundadas para fazê-lo e porque nestes tempos que não são quaisquer, o que o Governo está a fazer é o que precisa ser feito.

Melhor será possível? Sim, certamente. Mas para as coisas serem melhores é preciso que não nos demitamos e ajudemos no que faltar...!