Dois meses depois de termos entregue a nossa Iniciativa Popular de Referendo, a mesma foi finalmente admitida pelo Presidente da Assembleia da República. Em Setembro lá estaremos para defender com convicção que a lei aprovada pelo parlamento deve ser submetida a referendo porque o assunto é sério de mais para que fique só confiado aos senhores deputados.
Entretanto as (poucas) novidades estarão em www.referendo-pma.org .
Uma das notícias (in http://jn.sapo.pt/2006/07/21/nacional/gama_aceitou_peticao_para_referendo.html) dizia assim:
Gama aceitou petição para referendo
O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, justificou ontem ter admitido a petição que pede um referendo sobre Procriação Medicamente Assistida (PMA) para "não obstaculizar" uma iniciativa legal de cidadãos e permitir a sua discussão política. "Não faria sentido indeferir a admissibilidade uma vez respeitadas as formalidades legais", sublinhou Jaime Gama, em declarações aos jornalistas no Parlamento. Para o Presidente da Assembleia da República, rejeitar a petição subscrita por mais de 70 mil cidadãos seria "usar um procedimento administrativo inaceitável". "Por um lado, obstaculizaria o direito constitucional de iniciativa popular e, por outro, impediria os deputados de, na Assembleia da República, proceder à discussão da matéria pelo seu mérito próprio", explicou. Num despacho assinado terça-feira, Jaime Gama admitiu a petição que pede um referendo sobre PMA, quase dois meses depois desta ter sido entregue no Parlamento, a 25 de Maio. O processo está agora na Comissão de Saúde, que reuniu anteontem mas não teve tempo para iniciar as diligências necessárias.
Penso, também, que é um assunto demasiado polémico e importante para ser decidido por uma Assembleia da República onde existe uma maioria absoluta. Espero que em Setembro traga mais (boas) notícias.
ResponderEliminarO Império
Fiquei com uma dúvida. Anexaram um novo projecto lei ás assinaturas?
ResponderEliminarSerá ético e honesto fazer isso?
Eu não assinei nenhum projecto lei nem faço ideia em que consiste. Que direito têm de usar o meu nome num documento que não subscrevi?
Como haverá mais quem tenha dúvida semelhante, respondo a esta em post. Obrigado!
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