[para já esta notícia é falsa, mas pelo caminho que as coisas vão...?]
É a notícia do dia, a ASAE decidiu inspeccionar uma missa na Sé de Lisboa para inspeccionar as condições de higiene dos recipientes onde é guardado o vinho e as hóstias usadas na celebração. Depois de sugerir ao cardeal que se assegurasse que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabaram por prender o cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.
A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho verificam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que cardeal dê o anel beijar aos crentes procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.
Sabe-se que a ASAE ainda inspeccionou a sacristia para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois tanto quanto se sabe o inspector-geral da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.
A Asae pondera tambem a hipótese de a comunhão ter que ser dada com luvas higiénicas para evitar possiveis pandemias.
És um malade,ter filhos para os por na créche ou na rua ?Nâo existe bastante miséria para isso ...a aomentaçâo da populaçâo mundial aumenta a uma velocidade extrema ,e tu queres mais filhos ?Que espéce de monstro estàs redusido
ResponderEliminarhttp://fascismoemrede.blogspot.com/2006/04/do-guardador-de-memrias.html
ResponderEliminarParabéns, uma fotografia sua no blog "Fascismo em rede"! V. Exa. nunca me enganou! Vamos para a frente com o fascismo! Upa!
Caro Manuel: presumo pela associação de ideias que aqui fez que também acha a ASAE e a sua actuação um perfeito aborto...? ;-)Era só o que nos faltava agora: que a ASAE também venha dizer quando e como podemos dormir com a nossa mulher e que e quantos filhos podemos ter...!
ResponderEliminarUm abraço
Antonio Maria
Caro anónimo: se procurar bem encontra outras fotografias (aquela foi um amigo meu fotógrafo que então as tirou e lembro-me de há pelo menos 25 anos, as ter confiado a alguém que queria fazer um arquivo das mesmas, se der com ele, já não me lembro quem foi, diga-me porque gostava imenso de revê-las) nomeadamente uma levando uma faixa com um amigo ao lado que tinha levado um tiro (estavamos em 1978)no Largo Camões. De comum com esses tempos encontro o gosto da liberdade (a extrema-esquerda e o PCP quiseram então fazer uma ditadura em Portugal), modestia a parte, a coragem das posições politicamente incorrectas e o gosto das batalhas dificeis vividas com um grupo de amigos. Era um tempo onde ter ideias era perigoso e os anos foram de brasa como se recordará. Nacionalistas-revolucionarios assim nos chamavamos (a Nação como valor politico fundamental, hoje em dia acho é a liberdade, e uma posição socialista e anti-capitalista por desejo de justiça social, hoje católico, percebo não era por aí mas o desejo mantêm-se), detestavamos a direita dos partidos e da burguesia e musicalmente eramos mais Doors do que musica clássica (salvo um que que era completamente pro-jazz). Só um ponto me chateia na recordação desse passado por terceiros (sobretudo se com menos de 45 anos que é a minha idade e portanto a possibilidade de rever o 25 de Abril): hoje por ignorância confunde-se o que eramos com a actual extrema-direita que é marcadamente racista e anti-emigração. Ora, nós eramos o contrário: adeptos do Ultramar, companheiros dos ex.comandos africanos, os primeiros apoiantes da UNITA e da RENAMO, etc. Obrigado pela fotografia e pela visita que acabei por fazer a Blogs que desconhecia e onde encontrei algumas recordações. Ah é verdade não eramos fascistas (isto é aquela concepção do Estado como actor fundamental da vida política, tipo Sócrates ;-), eramos mais falangistas (não do Franco, que achavamos um ditador burguês e ainda por cima piedoso católico, mas do José António Primo de Rivera, que morreu fusilado pelos republicanos espanhóis ai com uns 30 anos se não me engano, e que dizia que o Homem era o centro da política). O que é que aconteceu para mudar? Encontrei Cristo, presente e vivo na Igreja Católica, afinal um lugar onde a vida podia ser mais interessante e alegre, quer corra bem ou mal, e onde se pode fazer a experiência de ser amado que é de todas a experiência humana decisiva, e isso mudou a minha vida e a de muitos. Mas continuo contente de ter dado e levado na tromba durante aqueles anos (nas batalhas dos liceus para expulsar as direcções da UEC, nas manifs do 1º de Dezembro, e em tantas outras ocasiões) por boas e por más razões! ;-)Um abraço!
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