Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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domingo, fevereiro 01, 2015
Manifestações: todas iguais mas umas mais iguais que as outras...
Em Fevereiro de 2014 o colectivo La Manif Pour Tous organizou uma gigantesca manifestação em Paris contra os casamento e adopção gay. Centenas de milhares de pessoas como se pode ver na fotografia acima e nesta notícia aqui. Foi uma festa cuja alegria, colorido e determinação, a todos em França espantou. Aqui em Portugal quase ninguém ouviu falar no assunto...(mesmo se ele foi notícia nas páginas do interior do Público, justiça lhe seja feita...)
Ao que parece ontem em Madrid também o Podemos promoveu uma manifestação muito concorrida. E que foi logo motivo de capa hoje no Público e no Diário de Notícias. As manifestações são todas iguais mas realmente há algumas que são mais iguais que outras...:-(
E por falar em manifestações que valem menos que outras veja o que quanto ás portuguesas se tem passado em posts anteriores deste Blog nomeadamente sobre as Caminhadas pela Vida e a manifestação que a Plataforma Cidadania e Casamento promoveu aquando da discussão do casamento de pessoas do mesmo sexo.
Mais sobre a Manif Pour Tous no respectivo canal do YouTube.
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quarta-feira, abril 09, 2014
De como o lobby gay persegue quem se lhe opõem...
Incrível!
Director do Mozilla
demitido por ter financiado opositores do casamento gay
Por PÚBLICO e Reuters
03/04/2014 - 23:21
Director do Mozilla
demitido por ter financiado opositores do casamento gay
Por PÚBLICO e Reuters 03/04/2014 - 23:21
Empresa de software pede desculpa por ter nomeado
Brendan Eich há menos de duas semanas.
Durou uma semana e
meia o mandato de Brendan Eich como presidente-executivo (CEO) da Mozilla, a
empresa de software que produz o Firefox. Eich não resistiu às pressões,
depois de um site de encontros ter apelado a um boicote ao Firefox por o seu
CEO ser um opositor ao casamento gay.
Em 2008, Eich financiou a campanha contra a legalização do casamento entre
pessoas do mesmo sexo na Califórnia. Uma polémica que renasceu no início da
semana passada, quando a Mozilla o nomeou para o cargo de director-executivo,
contrariando a tradição de uma empresa conhecida pela diversidade e pela
promoção da open source.
“Sabemos por que razão as pessoas estão magoadas e zangadas
e elas têm razão. É porque não nos mantivemos fiéis a nós próprios”, escreveu a
presidente da empresa, Mitchell Baker, num post no blogue da
companhia. “Não agimos como se espera que a Mozilla actue. Não agimos tão
rapidamente quanto era necessário desde que a polémica começou. Pedimos
desculpa. Temos de fazer melhor.”
O próximo passo em relação à liderança da empresa “ainda está em discussão”, disse Mitchell Baker, prometendo novidades na próxima semana.
Enquanto os activistas gay aplaudem a demissão, alguns especialistas em tecnologia lamentam a saída de Eich, que inventou a linguagem de programação Javascript e foi co-fundador da Mozilla.
“Brendan Eich é um bom amigo há 20 anos e fez uma enorme contribuição para a Internet e para todo o mundo”, escreveu no Twitter o multimilionário Marc Andreessen, co-fundador da Netscape.
Eich doou mil dólares em 2008 para apoiar a Proposition 8 na Califórnia, que baniu o casamento gay neste estado norte-americano, até à decisão do Supremo Tribunal em Junho passado.
A demissão de Eich ocorre dias depois de o OkCupid.com, um popular site de encontros, ter apelado a um boicote ao Mozilla Firefox, por a empresa que detém o segundo browser mais popular do mundo ter nomeado para a liderança executiva um opositor do casamento gay.
O próximo passo em relação à liderança da empresa “ainda está em discussão”, disse Mitchell Baker, prometendo novidades na próxima semana.
Enquanto os activistas gay aplaudem a demissão, alguns especialistas em tecnologia lamentam a saída de Eich, que inventou a linguagem de programação Javascript e foi co-fundador da Mozilla.
“Brendan Eich é um bom amigo há 20 anos e fez uma enorme contribuição para a Internet e para todo o mundo”, escreveu no Twitter o multimilionário Marc Andreessen, co-fundador da Netscape.
Eich doou mil dólares em 2008 para apoiar a Proposition 8 na Califórnia, que baniu o casamento gay neste estado norte-americano, até à decisão do Supremo Tribunal em Junho passado.
A demissão de Eich ocorre dias depois de o OkCupid.com, um popular site de encontros, ter apelado a um boicote ao Mozilla Firefox, por a empresa que detém o segundo browser mais popular do mundo ter nomeado para a liderança executiva um opositor do casamento gay.
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terça-feira, outubro 01, 2013
Da intolerância do lobby gay: um exemplo
Já uma vez no Prós e Contras sobre o casamento gay alertei para o facto da intolerância do lobby gay ser hoje em dia, na Europa ou no mundo ocidental em geral, uma ameaça maior á liberdade. Na verdade uma coisa é bater-se pelo direito a viver a própria vida como se entende e outra é atacar quem sobre a vida não tenha a mesma visão. Na verdade quer tem direito a firma Barilla a dizer "para nós a família é assim" como o lobby gay em dizer "nesse caso não vamos consumir o vosso produto". Já totalmente diferente é partir daí para acusações de homofobia...Tenho recebido ás dezenas notícias abaixo (quem quiser ir seguindo o assunto tem aqui um bom site não apenas a esse propósito). Fica este "exemplo":
Pasta firm Barilla boycotted over 'classic family' remarks
Chairman
Guido Barilla causes outrage in Italy after saying he would not consider using
a gay family to advertise his products
Guido Barilla is accused by Aurelio Mancuso, chairman of
Equality Italia, of being deliberately provocative. Photograph: Frank
Augsteinb/AP
Gay rights activists in Italy have launched a boycott of
the world's leading pasta maker after its chairman said he would only portray
the "classic family" in his advertisements and, if people objected to
that, they should feel free to eat a different kind of pasta.
Guido Barilla, who controls the fourth-generation Barilla Group family business with his two brothers, sparked outrage among activists, consumers and some politicians when he said he would not consider using a gay family to advertise Barilla pasta.
"For us the concept of the sacred family remains one of the basic values of the company," he told Italian radio on Wednesday evening. "I would not do it but not out of a lack of respect for homosexuals who have the right to do what they want without bothering others … [but] I don't see things like they do and I think the family that we speak to is a classic family."
Asked what effect he thought his attitude would have on gay consumers of pasta, Barilla said: "Well, if they like our pasta and our message they will eat it; if they don't like it and they don't like what we say they will … eat another."
In response, Aurelio Mancuso, chairman of Equality Italia, accused Barilla of being deliberately provocative. "Accepting the invitation of Barilla's owner to not eat his pasta, we are launching a boycott campaign against all his products," he added.
Within hours, the hashtag 'boicotta-barilla' was trending on Twitter. The Barilla chairman issued a statement saying that he was sorry if his remarks had caused offence and that he had only been trying to draw attention to the "central role" played by women within the family.
"I apologise if my words generated misunderstandings or arguments, or if they offended the sensibilities of some people," he said.
The interview started by asking Barilla what he thought of an appeal made on Tuesday by the speaker of the lower house of parliament, Laura Boldrini, to change the often stereotypical image of women in Italian advertisements.
"There are some adverts … which, when I see them, I think, 'but would this advert be broadcast in other countries? In the United Kingdom would this advert be broadcast?" said Boldrini. "And the answer is certainly not. An advert in which the children and father are all sitting down and the mother is serving at the table cannot be accepted as normal."
Barilla responded by saying Boldrini did not understand the advertising world and women were fundamental to adverts.
He went on to discuss gay rights, saying that he "respected everyone" and was in favour of gay marriage, but against gay adoption.
The remarks provoked anger among many of the politicians who are trying to pass legislation against homophobic crimes.
The country, on whose politics the Catholic church has long exerted a conservative influence, lags behind many other European countries on gay rights. Far from moving towards the legalisation of gay marriage, Italy still does not recognise same-sex civil unions.
Alessandro Zen, an MP for the opposition Left Ecology Freedom party, said: "Here is another example of Italian homophobia. I am taking part in the [Barilla] boycott and invite other MPs – at least those who are not resigning – to do the same."
Guido Barilla, who controls the fourth-generation Barilla Group family business with his two brothers, sparked outrage among activists, consumers and some politicians when he said he would not consider using a gay family to advertise Barilla pasta.
"For us the concept of the sacred family remains one of the basic values of the company," he told Italian radio on Wednesday evening. "I would not do it but not out of a lack of respect for homosexuals who have the right to do what they want without bothering others … [but] I don't see things like they do and I think the family that we speak to is a classic family."
Asked what effect he thought his attitude would have on gay consumers of pasta, Barilla said: "Well, if they like our pasta and our message they will eat it; if they don't like it and they don't like what we say they will … eat another."
In response, Aurelio Mancuso, chairman of Equality Italia, accused Barilla of being deliberately provocative. "Accepting the invitation of Barilla's owner to not eat his pasta, we are launching a boycott campaign against all his products," he added.
Within hours, the hashtag 'boicotta-barilla' was trending on Twitter. The Barilla chairman issued a statement saying that he was sorry if his remarks had caused offence and that he had only been trying to draw attention to the "central role" played by women within the family.
"I apologise if my words generated misunderstandings or arguments, or if they offended the sensibilities of some people," he said.
The interview started by asking Barilla what he thought of an appeal made on Tuesday by the speaker of the lower house of parliament, Laura Boldrini, to change the often stereotypical image of women in Italian advertisements.
"There are some adverts … which, when I see them, I think, 'but would this advert be broadcast in other countries? In the United Kingdom would this advert be broadcast?" said Boldrini. "And the answer is certainly not. An advert in which the children and father are all sitting down and the mother is serving at the table cannot be accepted as normal."
Barilla responded by saying Boldrini did not understand the advertising world and women were fundamental to adverts.
He went on to discuss gay rights, saying that he "respected everyone" and was in favour of gay marriage, but against gay adoption.
The remarks provoked anger among many of the politicians who are trying to pass legislation against homophobic crimes.
The country, on whose politics the Catholic church has long exerted a conservative influence, lags behind many other European countries on gay rights. Far from moving towards the legalisation of gay marriage, Italy still does not recognise same-sex civil unions.
Alessandro Zen, an MP for the opposition Left Ecology Freedom party, said: "Here is another example of Italian homophobia. I am taking part in the [Barilla] boycott and invite other MPs – at least those who are not resigning – to do the same."
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sexta-feira, setembro 20, 2013
Ainda a entrevista do Papa Francisco
A entrevista do Papa Francisco ás revistas dos Jesuítas já está em português.
Sobre isso vale também a pena ler: o que se publicou hoje na Aciprensa e pela alegria que dá ver um jornal diário a retomar palavras essenciais do anúncio cristão (como, por exemplo “Deus está presente na vida de todas as pessoas, mesmo se essa vida tiver sido destruída por maus hábitos, por drogas ou seja o que for”) a notícia sobre a entrevista que saiu no Público, aqui. Apesar do erro de citação da entrevista...o Público "transcreve": "Sabemos qual é a opinião da Igreja e eu sou um filho da Igreja, mas não é preciso continuar a falar disto"...mas na entrevista está: "(...) mas não é necessário falar disso continuamente»."...enfim...! ;-)
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A entrevista do Papa Francisco
Estou de partida para um fim-de-semana fora e por isso sem tempo para grandes desenvolvimentos, mas o Papa Francisco deu uma entrevista belíssima à Civiltá Católica que também aparece publicada no Avvenire, jornal da Conferência Episcopal Italiana. Vale muito a pena ler.
No âmbito dessa entrevista fala também do assunto do anúncio cristão e da relação deste com as chamadas questões fracturantes (aborto, casamento gay, etc.). Basicamente e nos termos da entrevista, reafirmando como não podia deixar de ser a sua filiação na Igreja, o que o Papa alerta é para a redução contemporânea do cristianismo a um moralismo, do anúncio cristão a uma proposta moral, que, isso não diz mas acrescento eu, é não apenas uma tentação eclesial como o resultado da pressão da mentalidade contemporânea que procurando ocultar o que a Igreja é, ou percebendo a resistência que encontra no facto cristão, tenta reduzi-la a isso.
Além disso e na mesma parte da entrevista e em termos muito bonitos o Papa fala da Misericórdia, da liberdade humana e do amor de Deus a cada um, independentemente da sua circunstância particular, da relação dos sacerdotes com as pessoas que lhe estão confiadas, da confissão e do pecado. A projecção que estas suas intervenções têm, a força do anúncio que faz, são de facto a confirmação daquilo que a propósito do seu pontificado, diz Bento XVI, ou seja, que se sente confortado em verificar a justeza da sua renúncia, a intervenção de Deus na Sua Igreja. Que bom é que finalmente a voz da Igreja seja escutada sem a oposição imediata de um preconceito pessoal ou institucional!
Tudo o resto, por parte da mentalidade dominante, dos seus meios de comunicação, é pó, tentativa de semear a confusão e sobretudo medo de se confrontar pessoalmente com a verdade do anúncio que temos para fazer ao mundo: Deus existe, ama-nos, e faz-se encontrar na pessoa física, real e viva, de Jesus, hoje, na Sua Igreja. Ou seja, com o mesmo anúncio que uma vez recebido por cada um, faz com que naquelas questões concretas, a nossa posição de cristãos seja a da valorização da Família, de defesa da Vida humana da concepção até á morte natural, de defesa do embrião humano (veja-se aqui o que disse o Papa Francisco num dos Angelus [e no qual anuncia também o dia da Evangelium Vitae no qual estiveram presentes portugueses dos movimentos cívicos a favor da Família e da Vida]), da afirmação que a família se baseia no casamento entre homem e mulher, etc.
Parto pois contente para o fim-de-semana! ;-)
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terça-feira, julho 30, 2013
O Papa Francisco e os gays: um ponto de ordem
Anda aí uma excitação sem nome, com uma entrevista informal (melhor se diria, uma conversa) dada pelo Papa Francisco no voo de regresso das Jornadas Mundiais da Juventude que ocorreram no Rio de Janeiro. Entre outras coisas (como uma ofensiva ideológica generalizada que pretende impingir a homossexualidade ao mainstream senão mesmo promove-la a comportamento de excelência, no que conta com o apoio e empenho da comunicação social onde esses lobbies por comunhão de ideologia ou de atitude, imperam e reinam) o acontecido até tem uma faceta positiva: o Papa Francisco será escutado como não o foram os seus predecessores pese a que o que diz é exatamente o que os outros, por muitas e variadas formas, disseram. Deus seja louvado por isso...!
O que reproduzo abaixo é uma informação preciosa da lista É o Carteiro!
7 coisas a saber sobre
o que o Papa Francisco disse sobre gays
por Jimmy Akin
segunda-feira, 29 julho, 2013 10:45
A
imprensa encheu-se, em poucas horas, com a tese de
que o papa Francisco segue uma linha claramente diferente
do seu predecessor, Bento XVI, no tema da homossexualidade.
Alguns
sugerem que o papa anunciou "gay é fixe" (gay is okay).
Que foi que o Papa disse realmente?
Disse mesmo alguma coisa inédita?
Eis
7 coisas para saber e divulgar...
1) Onde foi que o papa
Francisco fez as declarações?
Foi
durante uma entrevista de 1hora e 20 minutos com os jornalistas a bordo do avião no regresso da JMJ no Brasil.
2) Qual foi a pergunta
que o levou a dizer o que disse?
Até
termos uma transcrição [nota: em italiano disponível aqui],
não sabemos com rigor qual foi a pergunta, mas ao que parece
foi interrogado sobre o famoso "lobby gay" no Vaticano. [Nota:
a parte da pergunta que suscitou as palavras em análise foi - come Sua Santità intende affrontare tutta la questione della lobby gay]
3) O que foi que disse
exactamente?
A
primeira parte da declaração parece minimizar o 'quem'
do tema do "lobby gay". Ele não nega que possa haver,
mas sugere que tem havido algum exagero.
Em
seguida, explica a sua atitude para lidar com os gays:
ele distingue entre o seu "ser gay" e o "fazer parte de um
lobby."
O
que ele quer dizer com "ser gay" explica-o mais à frente.
Na linguagem comum, "ser gay" pode significar
várias coisas
desde sentir atração pelo mesmo sexo até assumir um "estilo
de vida gay" activo e promover a ideologia pró-homossexual.
Dentro
desta última estaria o ser membro de um lobby,
e ele
indica que não é disso que ele está a falar.
Ele
então refere-se àqueles de quem está a falar
como pessoas
que "aceitam o Senhor e têm boa vontade."
Parece,
assim, clarificar sobre quem está a falar,
dizendo que "a tendência [isto é, a atracção pelo mesmo sexo]
não é o problema ... eles são nossos irmãos."
Tomando
as suas declarações em conjunto, o que surge
é um retrato de pessoas que têm atração pelo
mesmo sexo,
mas que, no entanto, aceitam o Senhor e têm boa vontade,
em contraste com o perfil de quem actua para promover
a ideologia pró-homossexual.
Isto é, estaria a falar das pessoas com atração pelo mesmo
sexo
que se esforçam por viver castamente (mesmo que às vezes falhem).
Também
poderia estar a incluir pessoas que não vivem castamente,
mas que não fazem lobby activamente em favor da agenda homossexual.
Seria bom se ele tivesse desenvolvido um pouco mais para esclarecer melhor o ponto..
Seria bom se ele tivesse desenvolvido um pouco mais para esclarecer melhor o ponto..
5) O que ele diz sobre
as pessoas nestas circunstâncias?
Ele
diz que acha que não está numa posição para os julgar
e que eles não devem ser marginalizados.
Ele
também diz que a mera tendência (atração pelo mesmo sexo)
"não é o problema", e que "eles são nossos irmãos."
6) O que há aqui de
novo?
Não muito.
Declinar
o direito de "julgar" os outros é coisa
que remonta a Jesus. Isso não significa, no entanto,
que não se possa avaliar o caráter moral das acções dos outros.
Pode-se
fazer a avaliação moral de que o que alguém faz
é errado (Jesus obviamente não proíbe isso), sem ter ou usar
de malícia em relação a essa pessoa.
A afirmação de que eles não devem ser marginalizados
está em sintonia com a abordagem da Santa Sé sobre o assunto
no documento sobre o atendimento pastoral das pessoas homossexuais (de 1986).
A
afirmação de que a atração pelo mesmo sexo "não é o problema",
quando compreendida corretamente, também não é novidade.
"O problema", como o Papa Francisco parece aqui entender, vai mais além do simples sentir uma tendência pecaminosa, uma tentação a que se é sujeito.
quando compreendida corretamente, também não é novidade.
"O problema", como o Papa Francisco parece aqui entender, vai mais além do simples sentir uma tendência pecaminosa, uma tentação a que se é sujeito.
Os
cristãos, como todos, têm lutado com toda a espécie de
tentação em toda a história.
Obviamente,
as tentações são um problema, mas se se resiste
à tentação não se peca. "O problema", neste entendimento,
está em ceder à tentação e em pecar ou - pior – em construir
uma ideologia em volta do pecado e tentando defender o pecado.
Finalmente,
a afirmação de que "eles são nossos irmãos"
também não é novidade.
A
atracção pelo mesmo sexo é apenas uma tentação
como muitas outras, e o facto de uma pessoa sofrer esta tentação
de modo nenhum a priva do estatuto de irmão em Cristo, tal como acontece com as outras tentações.
7) Tudo isto é assim
tão diferente comparando com o Papa Bento?
A
imprensa tem (como de costume) tentado fazer comparações
desfavoráveis ao Papa Bento, lembrando que durante o seu pontificado,
a Santa Sé emitiu um documento a dizer que as pessoas com tendências
homossexuais profundamente arraigadas não devem admitidas ao sacerdócio.
O
Papa Francisco não mencionou esse documento ou a sua política
e por isso não fez nada diferente do que aí fez Bento.
Nem
nenhuma das observações de Francisco contrariam a abordagem
de Bento XVI durante o seu pontificado.
Na
verdade, o próprio Bento XVI (como cardeal Joseph Ratzinger)
foi o signatário da carta acima mencionada sobre o atendimento pastoral
das pessoas homossexuais, bem como do documento posterior
sobre a não-discriminação em relação a pessoas homossexuais.
A imprensa está a pintar um
quadro falso,
pondo em contraste o "bom" Francisco e o "mau" Bento.
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quinta-feira, maio 23, 2013
Co-Adopção: dêem as voltas que derem...
Nenhuma ideologia ou personalismo individualista pode jamais cancelar do
espírito humano a certeza de que PAIS são duas pessoas de sexo diferente.
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quarta-feira, abril 10, 2013
Casamento Gay: uma lei fotografia!
Lembro-me que nos tempos da Faculdade foi-nos ensinado que existia uma categoria de leis que se caracterizavam por ter como destinatário da acção legislativa uma só pessoa ou um grupo muito restrito, identificável e individualizável e, por isso, o termo fotografia.
A reflexão vem a propósito de hoje nas Jornadas Pensar a Família do grupo parlamentar do PSD se ter dado a conhecer, pela voz da Professora do ISCSP, Dália Costa, os números dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, em Portugal, desde a aprovação da lei em 2010. São estes:
2010 (Junho a Dezembro): 266 dos quais 177 de homens e 89 de mulheres
2011: 324 (221 de homens e 103 de mulheres)
Ora, supondo que em 2012 (dados não disponíveis, creio...?) e já para dar uma margem "favorável", houve uma vez e meia o mesmo número (324*1,5= 486), teremos um número total de 1.076 casamentos que, por ora, abrangendo apenas duas pessoas por casamento, implicou um total de 2.152 pessoas (admitindo não há repetições, uma vez que já se conhecem divórcios na respectiva categoria).
Ou seja, em 2010 o parlamento recusou um pedido de referendo ao casamento gay subscrito por cerca de 92 mil portugueses. E aprovou uma lei destinada a apenas 2.156 pessoas...!!! Isto é, a própria da lei fotografia. Incrível que isto se tenha passado sem o povo português ter sido consultado!
E sobram pois razões para que o parlamento que neste momento tem em apreciação a Petição Defender o Futuro encare com seriedade a proposta que lhe é feita: suspender ou revogar a actual lei e propôr um referendo sobre a matéria. Assim o centro-direita se lembre das suas raízes e tradição políticas...
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domingo, março 03, 2013
Manifestações Que se Lixe a Troika
Tenho a maior das simpatias pelas iniciativas cívicas e fico contente haja ainda no meu país quem não adormeça na modorra e seja capaz de reagir, sair à rua e protestar. É bom ver que por todas as razões há quem esteja acordado e decidido a acordar os outros. Ou seja, parabéns aos organizadores da manifestação, mesmo se estes embalados reivindicam aqui multidões maiores do que as que tiveram de facto como se pode concluir lendo este artigo do Público. Mas o entusiasmo é compreensível e a tendência promissora.
Dito isto suscitam-se-me as seguintes dúvidas:
1. Quem se manifestou está consciente de que o país esteve à beira da bancarrota e que tivemos de pedir dinheiro emprestado e que, como é natural, não só não podíamos continuar a gastar o que gastávamos, como temos de pagar o que devemos, juro e capital?
2. Quem se manifestou faz a menor das ideias de que solução alternativa eventualmente existe? E existe de facto alternativa?
3. Quem se manifestou ao longo dos anos tem votado? E em quem? Que políticas tem sufragado ou abstido de de sufragar ou propor?
4. Quem se manifestou pensa no seu perfeito juízo que o Governo devia cair só porque se manifestou? Isto é, que os Governos devem aceder ao poder ou de lá sair, porque há maiores ou menores manifestações?
5. Quem se manifestou está disponível para se empenhar quotidianamente na vida política e dar o litro pela sua indignação e pela sua revolta e por aquilo em que acredita?
6. Quem se manifestou se pensa sinceramente (e sobretudo se tem evidência penal relevante) que os políticos são todos uns gatunos e uma cambada a correr do poder rapidamente, porque não acciona os meios judiciais adequados, apresentando queixas e provas?
7. Quem se manifestou está também por seu lado à espera que alguém, outros políticos, lhe resolva os problemas, ou está disposto (conforme muitos exemplos de subsidariedade que aqui dei) a tomar nas próprias mãos a solução de muitos desses problemas?
Muito gostava eu de ter resposta a estas perguntas...!
Nota: juro que não me move nas perguntas acima nenhuma inveja pela cobertura mediática que tem qualquer iniciativa destes movimentos e que é sistematicamente negada a qualquer iniciativa civica a favor da Vida e da Família, mesmo quando estas muito numerosas percorreram a Avenida da Liberdade (no exemplo a manifestação a favor de um referendo ao casamento gay)...;-)
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quarta-feira, fevereiro 13, 2013
Casamento homossexual em França
Podem dar as voltas que quiserem, mas como genialmente o evocaram há uns anos (numa sensibilização por ocasião eleitoral) os meus amigos do Blog O Inimputável:
Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe casamento entre duas pessoas de sexo diferente.
Verdadeiro com leis ou sem elas.
A frase que tem este belíssimo poster é:Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe casamento entre duas pessoas de sexo diferente.
Verdadeiro com leis ou sem elas.
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quarta-feira, janeiro 16, 2013
Gay, francesa e contra o casamento e a adopção
A notícia vi-a primeiro na Tempi (a entrevista que reproduzo abaixo). Depois encontrei aqui também em português, mas não tão completa. Impressiona a naturalidade, equílibrio e razoabilidade da posição. E a denúncia de quanta intolerância praticam os lobbies militantemente LGBT...
«Sono gay, francese e contro le lobby. Non voglio né matrimonio né l’adozione. E ora provate a dire che sono omofobo»
gennaio 11, 2013Leone Grotti
Intervista a Nathalie de Williencourt, portavoce di Homovox: «Rappresentiamo la maggioranza dei francesi omosessuali ma non ci ascoltano. Non vogliamo il matrimonio, perché non siamo come le coppie eterosessuali, che possono fare figli».
Chi rappresenta Homovox in Francia?
Homovox è un collettivo di cittadini francesi che porta la voce degli omosessuali francesi che si oppongono al progetto di legge Taubira. Sul nostro sito Homovox.com si possono trovare le testimonianze delle persone omosessuali che spiegano perché si oppongono al progetto di legge.
Perché avete firmato l’appello della “manifestazione per tutti”?In Francia si ascoltano sempre le lobby LGBT, parlano sempre loro nei media, ma molti omosessuali non fanno parte di questo movimento. La maggior parte degli omosessuali sono amareggiati dal fatto che questa lobby parli a loro nome, perché non abbiamo votato per loro. Noi vogliamo dare la parola alla maggioranza degli omosessuali in Francia e sosteniamo la “Manifestazione per tutti” perché noi gay non vogliamo il matrimonio.
Perché?
Perché la coppia omosessuale è diversa da quella eterosessuale. Ed è diversa per un semplice dettaglio: non può dare origine alla vita, per cui ha bisogno di una forma di unione specifica che non sia il matrimonio. Ha bisogno di un’altra cosa perché la realtà delle coppie omosessuali è diversa da quella delle coppie eterosessuali.
Nel vostro comunicato accusate la comunità LGBT di essersi autoproclamata portavoce della comunità omosessuale.È proprio così. Le comunità LGBT sono composte molto spesso da persone omosessuali che sono state rigettate dalla famiglia, sono venute a Parigi e hanno trovato ospitalità nella comunità Lgbt, sorta nel quartiere del Marais. Queste persone hanno una ferita in rapporto alla loro omosessualità: poiché non la accettano, rivendicano di essere come gli eterosessuali. Il nostro movimento rivendica invece che gli omosessuali siano trattati diversamente dagli eterosessuali, perché siamo differenti. Non possiamo chiedere l’uguaglianza per situazioni che sono differenti. Non è l’uguaglianza ad essere importante, ma la giustizia. C’è un’uguaglianza giusta e un’uguaglianza ingiusta.
E per quanto riguarda l’adozione di bambini da parte di coppie gay?È importante capire che in Francia nella legge non ci sono distinzioni tra il matrimonio e l’adozione: tutte le coppie sposate hanno il diritto di adottare. Quando si propone il matrimonio per gli omosessuali, esso comprende automaticamente l’adozione. Non c’è divisione come in altri paesi europei. Noi crediamo che i bambini abbiano il diritto ad avere un padre e una madre, possibilmente biologici, che possibilmente si amino. Un figlio nasce dal frutto dell’amore di suo padre e di sua madre e ha il diritto di conoscerli. Se le coppie omosessuali adottano dei bambini che sono già privati dei loro genitori biologici, allora li si priva di un padre e di una madre una seconda volta. Questa legge in Francia è stata fatta nel dopoguerra, quando c’erano molti bambini da adottare e si voleva dare loro dei genitori. L’adozione però non è un diritto degli adulti, serve a donare dei genitori ai bambini che non ne hanno, ma oggi non è più così.
Cioè?
Le coppie che fanno domanda attendono anni prima di potere adottare un bambino, perché non ce ne sono più. Inoltre molti paesi del mondo non concederanno più adozioni alla Francia se questa legge sarà approvata, dal momento che paesi come la Cina e altri in Asia hanno procedure nelle quali chiedono che le coppie omosessuali siano escluse. Tutto ciò significa rendere l’adozione per le coppie uomo-donna ancora più difficile.
È da due mesi che in Francia sono usciti allo scoperto gli oppositori al “matrimonio per tutti”. Prima chi si opponeva al matrimonio gay veniva subito chiamato omofobo da quasi tutti i grandi media ed era impossibile opporsi senza essere immediatamente tacciati di omofobia. Io e i miei amici omosessuali, che non possiamo certo essere accusati di omofobia, chiediamo che ci sia un dibattito per permettere le unioni omosessuali, ma creando un’istituzione diversa dal matrimonio.
Ad esempio?
Che ci sia un allargamento dei Pacs, che si rifletta sui Pacs. Ma noi non vogliamo il matrimonio, che è riservato all’uomo e alla donna in quanto possono procreare. È così da secoli.
Che cosa chiedete quindi al presidente Hollande?Noi domandiamo gli Stati generali del matrimonio, cioè domandiamo un dialogo fra François Hollande e il popolo. Perché il presidente aveva promesso che non avrebbe fatto passare una legge con la forza se il popolo francese non fosse stato d’accordo. Ha detto che voleva dialogare col popolo francese. Speriamo che aprirà il dialogo con degli Stati generali sul matrimonio e con un referendum per interrogare tutti i cittadini su questo argomento.
Hollande ha una grande maggioranza all’Assemblea nazionale. Secondo voi la manifestazione può andare a buon fine, la legge potrebbe non passare?Dipenderà dalla mobilitazione della manifestazione di domenica e del modo in cui il governo ascolterà il popolo francese. La risposta dipende da François Hollande e domenica il popolo francese si rivolgerà a lui, non contro di lui ma per chiedergli di avere tutti insieme il tempo per riflettere su cosa sia meglio per la società francese perché le persone possano vivere in pace.
In che modo?
La pace si costruisce dentro la famiglia e per avere pace nella famiglia bisogna donare ai bambini il quadro più naturale e che più infonde sicurezza per crescere e diventare grandi. Cioè la composizione classica uomo-donna.
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Nathalie de Williencourt
quinta-feira, dezembro 20, 2012
Defender o Futuro reduzindo a despesa: carta aberta ao Ministro das Finanças
Defender
o futuro reduzindo a despesa
António
Pinheiro Torres
Público,
20/12/2012
Exmo. senhor Ministro das Finanças
Até Janeiro de 2013 dará entrada na Assembleia da República uma petição
intitulada Defender
o Futuro onde os seus subscritores, com diversas personalidades da
nossa vida política, social, cultural e económica, fazendo eco das posições do
Presidente da República, propõem ao Parlamento a reavaliação das diversas leis
"fracturantes" aprovadas no consulado do Governo de Sócrates.
São essas leis as da Procriação Artificial, do Aborto, do Divórcio, do Casamento entre pessoas do mesmo sexo, da mudança de sexo e do financiamento do ensino particular e cooperativo.
Uma vez reunidas 4000 assinaturas (faltam apenas cerca de 500 para que tal aconteça) a petição será obrigatoriamente apreciada em plenário da Assembleia da República e pode bem vir a originar (espera-se) um ou mais processos de revisão destas leis, ou da respectiva regulamentação. O que terá consequências também a nível redução da despesa do Estado. Assunto sabidamente do interesse de vossa excelência.
Na verdade e actualmente, sem que tal decorra forçosamente do resultado do referendo de 2007 (onde a pergunta formulada respeitava unicamente à despenalização até às 10 semanas de gestação), o aborto em Portugal é completamente gratuito e confere à mulher que aborta o direito a uma licença de parentalidade de 15 a 30 dias e ao pagamento do respectivo subsídio correspondente a 100% do vencimento. Acrescem ainda os custos com as grávidas das ilhas: o pagamento de custos do avião, do alojamento em Lisboa (até duas pessoas), táxi na cidade e acompanhamento de um técnico social. Ou seja, basta que se ponha fim, no todo ou em parte, a esta gratuidade e subsídios injustos para que dezenas de milhões de euros/ano sejam poupados ao Orçamento do Estado (na Saúde e na Segurança Social).
Por outro lado, na sequência das novas regras que regem o divórcio, muitas mulheres tem sido precipitadas, mercê da perda do direito de alimentos, em situações sociais que as empurram para o Rendimento Social de Inserção, sobrecarregando assim o já tão esgotado orçamento da Segurança Social. Se os deputados entenderem (no que irão ao encontro do sentimento da comunidade jurídica) rever toda a nova legislação do divórcio que originou tantas e tantas situações de injustiça, pobreza e abandono, V. Exa. contará, também aqui, com uma significativa redução da despesa na Segurança Social.
Acresce que, mercê da lei da Procriação Artificial, e das regulamentações conexas, aumentam as situações em que os actos médicos implicados (altamente dispendiosos e de eficácia muito reduzida) beneficiam, em termos de custo e processos, de uma situação de vantagem em relação às pessoas em situação de doenças. O que, além de uma injustiça e desigualdade, constitui no orçamento da Saúde uma despesa na qual V. Exa. poderá contar com uma substancial redução de custos. Tudo de acordo com convenções internacionais a que o Estado português se obrigou, para protecção do embrião humano.
Começam hoje a ser reconhecidos os menores custos do ensino particular em comparação com o ensino estatal, pelo que, se os deputados entenderem que o serviço público de educação pode ser prestado por escolas estatais e não-estatais em pé de igualdade, e que às famílias deve ser dada a liberdade de escolha do ensino que pretendem para os seus filhos, da concessão desse serviço e da justiça e concorrência leal que daí resultará, poderá contar-se com uma muito significativa redução da despesa em Educação.
Existem outras consequências desta petição e dos resultados do trabalho de revisão das leis fracturantes a que os deputados serão chamados que não deixarão de ter outras consequências que interessam à missão política de V. Exa. e àqueles que um dia lhe sucederem nesse lugar. Na verdade, se forem seguidas as cautelas e preocupações em tempo manifestadas pelo Presidente da República, da revisão destas leis resultará um país onde a responsabilidade será um valor socialmente reconhecido, a natalidade corresponderá ao desejo das famílias e às necessidades da sustentabilidade do Estado Social, o sistema de Educação poderá ajudar a gerações de portugueses mais preparados e as famílias poderão encontrar um ambiente mais propício ao respectivo desenvolvimento. Tudo isso potenciando o crescimento do produto, a redução da despesa e a diminuição do défice. Isto é assunto de interesse maior de V. Exa. e de todos os portugueses em geral.
Esperando ter assim correspondido ao seu apelo à participação da sociedade civil na tarefa de refundação do Estado, subscrevo-me, com os meus melhores cumprimentos, de V. Exa., muito atentamente.
Petição Defender o Futuro
P.S.: Não é objecto desta petição a Lei
de Promoção e Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, mas, ao abrigo desta
lei, a Segurança Social tem retirado cada vez mais crianças às famílias,
estando disposta a suportar custos elevadíssimos no acolhimento destas, quando,
por um décimo da despesa, poderia ajudar essas mesmas famílias a criar essas
crianças... Também aqui se poderia garantir mais e melhor Estado Social
reduzindo os respectivos custosSão essas leis as da Procriação Artificial, do Aborto, do Divórcio, do Casamento entre pessoas do mesmo sexo, da mudança de sexo e do financiamento do ensino particular e cooperativo.
Uma vez reunidas 4000 assinaturas (faltam apenas cerca de 500 para que tal aconteça) a petição será obrigatoriamente apreciada em plenário da Assembleia da República e pode bem vir a originar (espera-se) um ou mais processos de revisão destas leis, ou da respectiva regulamentação. O que terá consequências também a nível redução da despesa do Estado. Assunto sabidamente do interesse de vossa excelência.
Na verdade e actualmente, sem que tal decorra forçosamente do resultado do referendo de 2007 (onde a pergunta formulada respeitava unicamente à despenalização até às 10 semanas de gestação), o aborto em Portugal é completamente gratuito e confere à mulher que aborta o direito a uma licença de parentalidade de 15 a 30 dias e ao pagamento do respectivo subsídio correspondente a 100% do vencimento. Acrescem ainda os custos com as grávidas das ilhas: o pagamento de custos do avião, do alojamento em Lisboa (até duas pessoas), táxi na cidade e acompanhamento de um técnico social. Ou seja, basta que se ponha fim, no todo ou em parte, a esta gratuidade e subsídios injustos para que dezenas de milhões de euros/ano sejam poupados ao Orçamento do Estado (na Saúde e na Segurança Social).
Por outro lado, na sequência das novas regras que regem o divórcio, muitas mulheres tem sido precipitadas, mercê da perda do direito de alimentos, em situações sociais que as empurram para o Rendimento Social de Inserção, sobrecarregando assim o já tão esgotado orçamento da Segurança Social. Se os deputados entenderem (no que irão ao encontro do sentimento da comunidade jurídica) rever toda a nova legislação do divórcio que originou tantas e tantas situações de injustiça, pobreza e abandono, V. Exa. contará, também aqui, com uma significativa redução da despesa na Segurança Social.
Acresce que, mercê da lei da Procriação Artificial, e das regulamentações conexas, aumentam as situações em que os actos médicos implicados (altamente dispendiosos e de eficácia muito reduzida) beneficiam, em termos de custo e processos, de uma situação de vantagem em relação às pessoas em situação de doenças. O que, além de uma injustiça e desigualdade, constitui no orçamento da Saúde uma despesa na qual V. Exa. poderá contar com uma substancial redução de custos. Tudo de acordo com convenções internacionais a que o Estado português se obrigou, para protecção do embrião humano.
Começam hoje a ser reconhecidos os menores custos do ensino particular em comparação com o ensino estatal, pelo que, se os deputados entenderem que o serviço público de educação pode ser prestado por escolas estatais e não-estatais em pé de igualdade, e que às famílias deve ser dada a liberdade de escolha do ensino que pretendem para os seus filhos, da concessão desse serviço e da justiça e concorrência leal que daí resultará, poderá contar-se com uma muito significativa redução da despesa em Educação.
Existem outras consequências desta petição e dos resultados do trabalho de revisão das leis fracturantes a que os deputados serão chamados que não deixarão de ter outras consequências que interessam à missão política de V. Exa. e àqueles que um dia lhe sucederem nesse lugar. Na verdade, se forem seguidas as cautelas e preocupações em tempo manifestadas pelo Presidente da República, da revisão destas leis resultará um país onde a responsabilidade será um valor socialmente reconhecido, a natalidade corresponderá ao desejo das famílias e às necessidades da sustentabilidade do Estado Social, o sistema de Educação poderá ajudar a gerações de portugueses mais preparados e as famílias poderão encontrar um ambiente mais propício ao respectivo desenvolvimento. Tudo isso potenciando o crescimento do produto, a redução da despesa e a diminuição do défice. Isto é assunto de interesse maior de V. Exa. e de todos os portugueses em geral.
Esperando ter assim correspondido ao seu apelo à participação da sociedade civil na tarefa de refundação do Estado, subscrevo-me, com os meus melhores cumprimentos, de V. Exa., muito atentamente.
Petição Defender o Futuro
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Vitor Gaspar
segunda-feira, novembro 19, 2012
A manifestação em Paris contra o casamento gay
Lê-se no Público de hoje: Católicos integristas contra casamento gay agridem grupo de feministas.
O que vale é que já se sabe o que a casa gasta...
Na verdade vai-se aqui e vêem-se as imagens. Começam por mostrar os manifestantes e depois vê-se aparecer aquele grupo de miudas patuscas que se costumam manifestar em trajes menores (Femen de seu nome), desta vez com véus de freira, de cinto de ligas (o frio que devem ter apanhado!) e, note-se, de extintores na mão, cujos apontam á multidão e começam a accionar contra esta...
Devo ser eu que não estou a ver bem, mas quem agrediu, quem...? Ganhem juízo meus senhores!
Nota: e mesmo que não tivessem accionado os extintores contra os manifestantes...que diria uma manif LGBT se tivessem sido católicos a postar-se no caminho da mesma, de Terço na mão, por exemplo (já nem digo a accionar extintores)...? Não era considerado provocação? Não suscitaria a reacção indignada dos manifestantes?
O que aliás, vê-se pelas imagens nem foi o caso do respectivo serviço de ordem que se limitou a afastá-las e não fora o esperneanço com mais calma ainda tinha sido feito o que é necessário: deixar passar a manifestação em paz e tranquilidade.
Mas é sempre assim a parcialidade do jornalismo "engagé" e curiosamente propriedade dos grupos capitalistas que dizem abominar...
Para mais informação veja-se aqui o site da Civitas.
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domingo, outubro 07, 2012
Obama ou como o casamento é verdade...
Bem entendido que nutro o maior dos desejos que os Obamas regressem a casa já neste mês de Novembro e o visionamento do vídeo abaixo não me fez esquecer nem o apoio que os Obamas têm dado ao aborto e ao casamento gay, nem o ataque sem precedentes à liberdade religiosa que se vive hoje em dia nos Estados Unidos, nem tantas outras coisas sucedidas (ou sobretudo não sucedidas) que demonstraram a inconsistência do homem.
Mas a graça que encontrei neste vídeo, certamente cozinhado pelos seus campaigners, justifica que aqui o coloque. Porque é tão engraçado verificar como apesar de todas as nossas diferenças, entre todos nós, os humanos, há uma unidade no género humano, uma comunhão de experiências, uma identidade essencial do coração humano, uma universalidade nos sentimentos, uma comum vivência da instituição familiar, que, melhor que todos os discursos, mostra como só podemos ter uma idêntica e comum origem e como de facto deveremos ter sido feitos "á imagem e semelhança" de Alguém...!
No caso são os 20 anos de casados. Quem de nós que teve a sorte e a graça de os alcançar (cá em casa vamos nos 26 anos...) não se identifica com esta história, assim contada neste vídeo...? ;-)
Mas a graça que encontrei neste vídeo, certamente cozinhado pelos seus campaigners, justifica que aqui o coloque. Porque é tão engraçado verificar como apesar de todas as nossas diferenças, entre todos nós, os humanos, há uma unidade no género humano, uma comunhão de experiências, uma identidade essencial do coração humano, uma universalidade nos sentimentos, uma comum vivência da instituição familiar, que, melhor que todos os discursos, mostra como só podemos ter uma idêntica e comum origem e como de facto deveremos ter sido feitos "á imagem e semelhança" de Alguém...!
No caso são os 20 anos de casados. Quem de nós que teve a sorte e a graça de os alcançar (cá em casa vamos nos 26 anos...) não se identifica com esta história, assim contada neste vídeo...? ;-)
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segunda-feira, setembro 17, 2012
Manifestação em Lisboa: é bom lembrar!
É bom lembrar que como titulava o Diário de Notícias no dia seguinte "Milhares pediram hoje referendo ao casamento gay"...impressionante pensar que foi já em 20 de Fevereiro de 2010...e tão urgente que era essa essa reforma social que nos números conhecidos é de um "casamento" por dia...
Se esta manifestação foi o que foi (nem o Diário de Notícias o conseguiu negar), imaginem o que não teria sido se tivesse contado com o patrocínio da comunicação social com que contou a manifestação contra a troika...
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terça-feira, setembro 04, 2012
Hitler reage ao "ataque" do Cavaleiro Marcelo Mendes
Provocatoriamente recordo que Hitler também era vegetariano (e não fumava nem bebia)...
Quem quiser ver as imagens originais do que se passou na Tourada que teve lugar na Torreira (Aveiro) estão aqui (com reserva de que a notícia está muito tendenciosa...). Mas o "escândalo" vem provar que há em Portugal cidadãos de primeira e outros de segunda. Os de primeira podem ir perturbar, insultar, incomodar, os de segunda que se limitavam a participar e assistir a um espectáculo, gozando a liberdade que a lei reconhece a todos. Sobre o episódio em concreto é bom ler o Público de hoje e o que conta sobre este episódio o Cavaleiro Marcelo Mendes...ou aqui as declarações do mesmo.
No fundo o que já se tinha passado na manifestação pelo referendo ao casamento gay em Fevereiro de 2010, em que, com plena impunidade, um grupo de contra-manifestantes pôde ir alegremente insultar os manifestantes, gozando de protecção policial e de ampla cobertura mediática...
Nota: não há um jornalista que pergunte aos animalistas porque é que estes não se batem também pelos animais racionais (humanos) e se opõem ao aborto? Para mim não há comparação, mas para eles, suponho que sim...
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terça-feira, agosto 14, 2012
Paul Ryan ou dos católicos no Partido Republicano
A escolha por Mitt Romney de Paul Ryan, um católico, como seu candidato à vice-presidência dos Estados Unidos, além de demonstrar a importância da componente católica da movimentação republicana, e de ser um factor importantissimo na mobilização da militância Tea party, vem também mostrar como é cada vez mais saudável a relação entre católicos e outras confissões religiosas cristãs, desde os Mórmons aos Evangélicos.
Um sinal de esperança para a América e também para todos os países onde fenómenos semelhantes estão a ocorrer. Entre todos lembro-me agora da bancada evangélica no parlamento brasileiro ou do que se passou em Portugal na última campanha do Não ou na batalha por um referendo ao casamento gay.
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segunda-feira, junho 25, 2012
Parentalidade Homosexual não é igual à do Casamento Heterosexual
Apanhei esta referência aqui. Parece-me lógico constatá-lo apesar do escândalo que provoca afirmar coisas destas. Porque infelizmente confunde-se a apreciação objectiva de um assunto com a convivência subjectiva com o mesmo, o juízo que se faz de maior ou menor adequação com um julgamento das pessoas concretas em causa, o estudo científico com a polémica política. É o problema do preconceito ideológico e da intolerância do politicamente correcto...
A notícia sobre o assunto é esta:
A notícia sobre o assunto é esta:
Study Shows Homosexual Parenting Not Equal to Heterosexual Marriage
By Wendy Wright and Lisa Correnti
WASHINGTON, DC, June 15 (C-FAM) A groundbreaking study reveals that adult children of homosexual and lesbian parents experience far greater negative social, economic and emotional outcomes than children raised within intact biological families.
The quality of University of Texas professor Mark Regnerus’ study highlights the deficiencies of previous studies that homosexual advocates have relied on to grant same-sex couples a right to marry and adopt children.
"The empirical claim that no notable differences exist must go," said Regnerus in his study published in Social Science Research.
Regnerus’ comprehensive study examines nearly 3,000 adult children from eight different family structures and evaluates them within 40 social and emotional categories. The results reveal that children who remain with intact biological families were better educated, experienced greater mental and physical health, less drug experimentation, less criminal activity and reported overall higher levels of happiness.
The greatest negative outcomes were found among children of lesbian mothers. This contradicts defective studies popularized by the media claiming children fare as well, or better, with lesbian mothers. Regnerus’ study showed negative outcomes for these adult children in 25 of 40 categories including far higher rates of sexual assault (23% of children with lesbian mothers were touched sexually by a parent or adult, in contrast to 2% raised by married parents), poorer physical health, increased depression, increased marijuana use and higher unemployment (69% of children from lesbian households were on welfare, compared to 17% of those with married parents).
Regnerus’ study debunks an often-cited 2005 American Psychological Association (APA) brief that concluded, “[n]ot a single study has found children of lesbian or gay parents to be disadvantaged in any significant respect relative to children of heterosexual parents."
In contrast to Regnerus, previous studies compared children of homosexual parents to children of stepfamilies and single parents. Regnerus also relies solely on information directly from adult children rather than opinions from their parents.
A second new study confirms the studies touted by the APA are unreliable. Loren Marks, an associate professor at Louisiana State University, found the APA’s studies had limited data and focused on gender roles and sexual identities. They neglected to examine the children’s education outcomes, employment, risk of substance abuse, criminal behavior or suicide.
The discredited APA-endorsed studies have been used in attempts to impact international legal decisions.
Amicus briefs submitted in E.B. v. France in the European Court of Human Rights defended adoption rights for same sex couples citing APA studies with claims that no objective scientific evidence exists to justify “different treatment of same sex couples who wish to adopt because (to the knowledge of FIDH, ILGA-Europe, BAAF and APGL) all reputable scientific studies have shown that the children of lesbian and gay parents are no more likely to suffer from emotional or other problems than the children of heterosexual parents.”
In the case of Karen Atala and Daughters v. Chile in the Inter-American Court of Human Rights (IACHR), an amicus brief defending lesbian parents who lost custody of their children noted that the American Academy of Pediatrics “recognizes that a considerable body of professional literature provides evidence that children with parents who are homosexual can have the same advantages and the same expectations for health, adjustment, and development as can children whose parents are heterosexual.”
The quality of University of Texas professor Mark Regnerus’ study highlights the deficiencies of previous studies that homosexual advocates have relied on to grant same-sex couples a right to marry and adopt children.
"The empirical claim that no notable differences exist must go," said Regnerus in his study published in Social Science Research.
Regnerus’ comprehensive study examines nearly 3,000 adult children from eight different family structures and evaluates them within 40 social and emotional categories. The results reveal that children who remain with intact biological families were better educated, experienced greater mental and physical health, less drug experimentation, less criminal activity and reported overall higher levels of happiness.
The greatest negative outcomes were found among children of lesbian mothers. This contradicts defective studies popularized by the media claiming children fare as well, or better, with lesbian mothers. Regnerus’ study showed negative outcomes for these adult children in 25 of 40 categories including far higher rates of sexual assault (23% of children with lesbian mothers were touched sexually by a parent or adult, in contrast to 2% raised by married parents), poorer physical health, increased depression, increased marijuana use and higher unemployment (69% of children from lesbian households were on welfare, compared to 17% of those with married parents).
Regnerus’ study debunks an often-cited 2005 American Psychological Association (APA) brief that concluded, “[n]ot a single study has found children of lesbian or gay parents to be disadvantaged in any significant respect relative to children of heterosexual parents."
In contrast to Regnerus, previous studies compared children of homosexual parents to children of stepfamilies and single parents. Regnerus also relies solely on information directly from adult children rather than opinions from their parents.
A second new study confirms the studies touted by the APA are unreliable. Loren Marks, an associate professor at Louisiana State University, found the APA’s studies had limited data and focused on gender roles and sexual identities. They neglected to examine the children’s education outcomes, employment, risk of substance abuse, criminal behavior or suicide.
The discredited APA-endorsed studies have been used in attempts to impact international legal decisions.
Amicus briefs submitted in E.B. v. France in the European Court of Human Rights defended adoption rights for same sex couples citing APA studies with claims that no objective scientific evidence exists to justify “different treatment of same sex couples who wish to adopt because (to the knowledge of FIDH, ILGA-Europe, BAAF and APGL) all reputable scientific studies have shown that the children of lesbian and gay parents are no more likely to suffer from emotional or other problems than the children of heterosexual parents.”
In the case of Karen Atala and Daughters v. Chile in the Inter-American Court of Human Rights (IACHR), an amicus brief defending lesbian parents who lost custody of their children noted that the American Academy of Pediatrics “recognizes that a considerable body of professional literature provides evidence that children with parents who are homosexual can have the same advantages and the same expectations for health, adjustment, and development as can children whose parents are heterosexual.”
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terça-feira, maio 15, 2012
“Casamento” entre homossexuais banido em mais de 30 Estados americanos
Inserido em 09-05-2012 12:59 na Rádio Renascença
Igreja Católica saúda decisão dos eleitores da Carolina do Norte, o mais recente Estado a consagrar o casamento tradicional na sua Constituição.
A Carolina do Norte tornou-se o 31º Estado americano a aprovar uma emenda constitucional que define o casamento como sendo apenas entre um homem e uma mulher.
A afluência às urnas foi elevada e a emenda acabou por ser aprovada com uma margem confortável.
O debate sobre o chamado casamento entre homossexuais continua em alta nos Estados Unidos, com os diversos Estados divididos sobre o assunto.
Apenas seis Estados, a que se junta a cidade de Washington, reconhecem o “casamento” entre dois homens ou entre duas mulheres, contra 31 que já o baniram através de emendas constitucionais ou legislativas. Ao nível federal, também só se reconhece o casamento como sendo entre um homem e uma mulher, embora a Administração de Obama tenha abdicado de defender esta posição em casos judiciais.
O assunto está ainda diante dos tribunais de vários Estados. A Califórnia, por exemplo, aprovou o “casamento homossexual" por via judicial em 2008, mas um referendo acabou por reverter essa decisão, no mesmo ano. A questão não está, porém, resolvida e os argumentos serão decididos em tribunal.
As sondagens revelam que os defensores do “casamento homossexual” estão a ganhar terreno, sobretudo entre as gerações mais novas, mas até agora em todos os Estados em que a questão foi posta a voto popular, a vitória coube sempre aos defensores do casamento entre um homem e uma mulher.
A decisão de ontem na Carolina do Norte foi saudada pela Igreja Católica local, que participou na campanha. Os bispos americanos têm feito da defesa do casamento tradicional um cavalo de batalha nos últimos anos.
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quinta-feira, março 15, 2012
Defender o Futuro: primeiras notícias
Saíram hoje as primeiras notícias sobre a Petição Defender o Futuro que amanhã será colocada online depois de lançada no Congresso da Federação Portuguesa pela Vida (amanhã, sexta-feira, 16 de Março, na Associação Comercial de Lisboa). Estão aqui e ali.
A ideia central da Petição é esta: tivemos seis anos "alucinantes" com leis (aborto, divórcio selvagem, procriação artificial, mudança de sexo, casamento gay, educação sexual obrigatória) que destroem o tecido social do país e correspondem a uma mentalidade de irresponsabilidade e "tudo se pode fazer desde que possível" que são também pilares do sistema cultural dominante que está na origem da crise que o país vive.
Na altura de aprovação dessas leis o Presidente da República nos vetos ou promulgações "anotadas" chamou a atenção para as implicações, erros técnicos, ameaças e incongruências dessas leis. Num novo ciclo político vale a pena olhar para estas leis, avaliá-las pelos resultados objectivos (e não pelas intenções), e conforme aplicável e as circunstâncias o permitam, mudá-las ou revogá-las, no todo ou em parte.
Estejamos pois atentos.
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