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sábado, janeiro 17, 2015

Primárias no centro-direita: Santana Lopes soma e segue



(fotografia retirada daqui no site do Público)

Já aqui tenho manifestado o meu entusiasmo pelas primárias no centro-direita como forma mais adequada a que este Povo indique que candidatos prefere e não deixe a tarefa nas mãos dos directórios partidários. E por maioria de razão isso é verdade para o chamado Voto Católico (o que entendo por isso está aqui ou aqui e no blog ao longo dos anos...;-).

Nesse sentido a iniciativa de Santana Lopes (há hoje mais esta notícia no Público), com a coragem e ousadia e liberdade que o caracterizam, tem sido uma fortíssima ajuda a sairmos da "marmelada" em que, no centro-direita, nos encontrávamos. Bem-haja por isso!

Uma curiosidade: que esperarão Marcelo Rebelo e Sousa e outros por se atirarem para a frente...?

segunda-feira, janeiro 05, 2015

As presidenciais 2016: Santana Lopes e Marcelo Rebelo de Sousa



(imagem retirada daqui)

Tenho a maior das simpatias por Marcelo Rebelo de Sousa, estou convencido daria um excelente Presidente da República, mas sobretudo pelo que dele conheço e dos contactos raros que tenho com o mesmo, estimo nele a consciência que de si próprio tem como de um católico que está na política e para quem isso é um referencial. Tudo isto, claro,no seu estilo próprio e muitas vezes não correspondendo ao que por isso podíamos desejar ou esperar, mas todos somos assim: uma soma nem sempre coerente de qualidades e limites, aspirações e inconsequências. Admiro claro e também o sentido de humor, o magnetismo que exerce sobre o povo laranja (e hoje em dia, creio, todos os portugueses em geral, independentemente das respectivas convicções e opções políticas), a superior inteligência, a cultura e a capacidade política. E impossível esquecer o que lhe deve a oposição ao aborto legal seja pela introdução do referendo na matéria, seja em muitas tomadas de posição, das quais a mais recente foi de apoio explicito (e subscrição) da Iniciativa Legislativa de Cidadãos "Lei de Apoio à Maternidade e à Paternidade - Do Direito a Nascer".

No entanto no que respeita ás presidenciais não percebo o cálculo que está a fazer e os tempos políticos desta eleição que ontem preconizou na TVI (isto é que uma vez Guterres só para o Outono estará disponível para decidir se se apresenta, então assim deverá ser com o candidato de centro-direita). Nem a aparente dependência de uma decisão dos partidos de centro-direita a que parece subordinar a decisão, sua ou de outros, de uma candidatura presidencial desta área política. E pelo contrário neste ponto partilho completamente os juízos políticos de Santana Lopes no que respeita seja aos tempos e autonomia individual de decisão, de cada candidato, seja a naturalidade de que a primeira volta das presidenciais sejam as primárias a que o povo de centro-direita aspira e tem direito. Como hoje consta no Diário de Notícias e na Renascença. Num rasgo de coragem e ousadia que lhe é característico e que faz muito do seu valor.

Além disso também aqui já referi muitas vezes a apreciação que tenho por Santana Lopes, feita de uma estima pessoal e identificação política. Também neste estimo a consciência de si próprio como de um filho da Igreja Católica e uma intuição de bem que lhe vi muitas vezes como imediata e instintiva em muitas atitudes que tomou ao longo dos tempos. Aprecio ainda o seu magnetismo no mesmo povo laranja, a dignidade na derrota ou na injustiça que lhe foi feita nos seus tempos de Primeiro-ministro, e a capacidade executiva de que sempre deu provas, agora mais recentemente, num trabalho notável na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. E, last but not the least, a concepção que tem do desenho constitucional do presidente da república e do respectivo exercício de mandato. Sem esquecer que lhe sou grato pela experiência autárquica que fiz entre 2009 e 2013 de membro da Assembleia Municipal de Lisboa e por isso de presidente da Comissão de Intervenção Social e promoção da Igualdade de Oportunidades, um tempo do qual guardo a melhor das memórias e em que tanto aprendi além de me ter possibilitado contactar com tanta gente de outros quadrantes políticos com quem vivi a verdade de que "na política o outro é um bem".

Assim sendo considero que qualquer um dos dois é um excelente candidato e nada impede ambos (e outros, se possível) se apresentem e se veja quem merece a preferência do povo de centro-direita (e neste do voto católico), para depois se apurar a vontade de todos os portugueses. Mas sobretudo deixem-nos (os directórios partidários) escolher, pelas almas, como diz o meu pai...;-)

Sobre Santana Lopes no meu Blog ver aqui.
Sobre Marcelo Rebelo de Sousa no meu Blog ver aqui.

quarta-feira, setembro 19, 2012

Mitt Romney: oh pra eles a mostrar o que a casa gasta...!



O escândalo que hoje a imprensa faz a propósito das declarações de Mitt Romney num encontro com financiadores da sua campanha e que foram clandestinamente filmadas e depois divulgadas (nota: o que seria se os republicanos tivessem feito a mesma coisa com Obama? Seriam insultados de Watergate para baixo ou para cima...!) é daqueles paradigmáticos em que grande parte da comunicação social revela o que a casa gasta e como ser independente e neutral, como o exigem as regras da profissão, está definitivamente fora do alcance da maioria dos nossos jornalistas, aqui em Portugal, na Europa ou na América, e por esse mundo fora...

Vale por isso a pena ler esta notícia do Business Insider e ver este vídeo:

terça-feira, setembro 18, 2012

EUA: os Bispos católicos e Obama



Abp Chaput on voting for Obama: ‘I certainly can’t vote for somebody who’s pro-choice’


PHILADELPHIA, Sept. 17, 2012 (LifeSiteNews.com) - As the November general election approaches, America’s Catholic bishops have been walking a fine line as they strive to avoid appearances of partisanship while at the same time they wage a high-profile battle against the Obama administration over religious freedom.

Earlier this month, one of the leading lights in the U.S. episcopate insisted he “certainly” could not vote for Obama, while not specifically endorsing his Republic opponent Mitt Romney.

Asked whether a Catholic could vote for Obama in good faith, Archbishop Charles Chaput of Philadelphia replied: “I can only speak in terms of my own personal views. I certainly can’t vote for somebody who’s either pro-choice or pro-abortion.”

In a wide-ranging interview with John Allen, Jr. of the National Catholic Reporter, published Friday, the archbishop drew a sharp distinction between a candidate’s “prudential judgments” about how we care for the poor, and his position on an intrinsic evil like abortion.

Responding to concerns over the budget proposed by Republican vice presidential candidate Paul Ryan, which some Catholic bishops and other critics had called immoral because it cut programs to the poor, the archbishop pointed out that people of good faith can legitimately disagree over the role of government in providing aid to the poor.

“Jesus tells us very clearly that if we don’t help the poor, we’re going to go to hell,” he insisted. “But Jesus didn’t say the government has to take care of them, or that we have to pay taxes to take care of them. Those are prudential judgments.”

“You can’t say that somebody’s not Christian because they want to limit taxation,” he continued. “To say that it’s somehow intrinsically evil like abortion doesn’t make any sense at all.”

The archbishop, while noting he is a registered independent, said he has “deep personal concerns about any party that supports changing the definition of marriage, supports abortion in all circumstances, wants to restrict the traditional understanding of religious freedom.”

Chaput also said the bishops’ Fortnight for Freedom campaign in the summer was a success in raising greater awareness among Catholics about the grave threat to religious freedom facing America.

“The history of the world demonstrates that if we aren’t always on guard about religious freedom, we’ll lose it. It happens everywhere, and it could happen in the 

United States,” he observed.

“I would never have thought, even ten years ago, that we would be dealing with it so quickly,” he added.

On the HHS mandate, Chaput said he “can’t imagine” the courts would not overturn it. “If we don’t win, I’ll be astonished, and I’ll be even more worried about the future of religious freedom in our country,” he said.

“Those who oppose us on the mandates are very insistent. I thought they would back down by now, but they haven’t,” he continued. “We have to fight as vigorously in opposing them as they are in imposing them. Who’s going to win? I don’t know. It will be whoever fights the hardest and wins the hearts and minds of the people.”

Read the full interview at the National Catholic Reporter.