Dedicado a todos quantos amparam e defendem estas crianças, aos seus pais, aos meus amigos com filhos assim, a todos os defensores da Vida da concepção à morte natural.
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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segunda-feira, março 24, 2014
Querida Futura Mãe/21 de Março: Dia mundial do síndrome de Down
Que video extraordinário!
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quinta-feira, abril 04, 2013
O abraço de Cristo á dignidade humana
Impressionou-me muito esta fotografia do Papa Francisco que encontrei no site da Renascença. Não é isto o mais humano? Abraçar a circunstância de cada um e ser capaz de reconhecer a imensa e esplêndida dignidade de cada homem?
Sobre este episódio (é mais impressionante ainda ver o vídeo que está na Renascença) estava no mesmo site esta notícia:
Pais de criança deficiente que Papa abraçou falam em testemunho de amor
Inserido em 02-04-2013 16:53
Os pais de Dominic
Gondreau acreditam que o seu filho os ensina a amar e que é uma prova da
dignidade e valor infinito de todo o Ser Humano, até os que parecem ser
“inúteis”.
Os pais de Dominic
Gondreau, o jovem com paralisia cerebral que o Papa Francisco pegou ao colo e
beijou no Domingo de Páscoa, escreveram sobre a torrente de emoção que o gesto
provocou neles e no mundo.
Paul Gondreau, que é professor de teologia e está a passar uma temporada em Roma com a família, diz que toda a família desatou a chorar quando o Papa teve aquele gesto e recorda que uma senhora que estava próxima foi dizer à sua mulher: “Sabe, o seu filho está cá para nos mostrar como amar”.
“Este comentário atingiu a minha mulher como uma confirmação divina daquilo que ela sempre suspeitou: que a vocação especial do Dominic no mundo é levar as pessoas a amar, mostrar-lhes como amar. Os seres humanos são feitos para amar e precisamos de exemplos que nos mostrem como fazê-lo”, escreve Paul num post que foi convidado a contribuir para um blogue sobre teologia moral.
O pai de cinco filhos diz que Dominic já partilhou do sofrimento da Cruz de Cristo mais do que ele em toda a sua vida “vezes mil”, mas confessa que muitas vezes a relação entre os dois parece ser unidimensional: “Sim, ele sofre mais do que eu, mas sou sempre eu que tenho de o ajudar a ele. É assim que a nossa cultura olha para os deficientes: indivíduos fracos, cheios de necessidades, que dependem tanto dos outros e que contribuem pouco, ou nada, para quem os rodeia”.
Mas o gesto do Papa e a subsequente reacção mundial levaram Paul a compreender melhor o papel do seu filho no mundo: “Sim, eu dou muito ao meu filho Dominic. Mas ele dá-me mais, muito mais. Eu ajudo-o a pôr-se de pé e a andar, mas ele ensina-me a amar. Eu dou-lhe de comer, mas ele ensina-me a amar. Eu levo-o à fisioterapia, mas ele ensina-me a amar. Eu tiro-o e ponho-o na cadeira de rodas e empurro-o para todo o lado, mas ele ensina-me a amar. Dou-lhe o meu tempo, tanto tempo, mas ele ensina-me a amar”.
Segundo o professor de teologia, a vida do seu filho é uma prova da dignidade de todos os homens: “A lição que o meu filho dá é um testemunho potente da dignidade e do infinito valor de todos os seres humanos, sobretudo aqueles que o mundo considera os mais fracos e ‘inúteis’”.
“Pela sua partilha na ‘loucura’ da cruz, os deficientes são, na verdade, os mais produtivos de todos nós”, conclui Paul Gondreau.
Paul Gondreau, que é professor de teologia e está a passar uma temporada em Roma com a família, diz que toda a família desatou a chorar quando o Papa teve aquele gesto e recorda que uma senhora que estava próxima foi dizer à sua mulher: “Sabe, o seu filho está cá para nos mostrar como amar”.
“Este comentário atingiu a minha mulher como uma confirmação divina daquilo que ela sempre suspeitou: que a vocação especial do Dominic no mundo é levar as pessoas a amar, mostrar-lhes como amar. Os seres humanos são feitos para amar e precisamos de exemplos que nos mostrem como fazê-lo”, escreve Paul num post que foi convidado a contribuir para um blogue sobre teologia moral.
O pai de cinco filhos diz que Dominic já partilhou do sofrimento da Cruz de Cristo mais do que ele em toda a sua vida “vezes mil”, mas confessa que muitas vezes a relação entre os dois parece ser unidimensional: “Sim, ele sofre mais do que eu, mas sou sempre eu que tenho de o ajudar a ele. É assim que a nossa cultura olha para os deficientes: indivíduos fracos, cheios de necessidades, que dependem tanto dos outros e que contribuem pouco, ou nada, para quem os rodeia”.
Mas o gesto do Papa e a subsequente reacção mundial levaram Paul a compreender melhor o papel do seu filho no mundo: “Sim, eu dou muito ao meu filho Dominic. Mas ele dá-me mais, muito mais. Eu ajudo-o a pôr-se de pé e a andar, mas ele ensina-me a amar. Eu dou-lhe de comer, mas ele ensina-me a amar. Eu levo-o à fisioterapia, mas ele ensina-me a amar. Eu tiro-o e ponho-o na cadeira de rodas e empurro-o para todo o lado, mas ele ensina-me a amar. Dou-lhe o meu tempo, tanto tempo, mas ele ensina-me a amar”.
Segundo o professor de teologia, a vida do seu filho é uma prova da dignidade de todos os homens: “A lição que o meu filho dá é um testemunho potente da dignidade e do infinito valor de todos os seres humanos, sobretudo aqueles que o mundo considera os mais fracos e ‘inúteis’”.
“Pela sua partilha na ‘loucura’ da cruz, os deficientes são, na verdade, os mais produtivos de todos nós”, conclui Paul Gondreau.
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quinta-feira, janeiro 05, 2012
O bebé da Covilhã que nasceu apenas com um pé
Não sei se é verdade o que diz a mãe do bebé da Covilhã que nasceu apenas com um pé ou seja que a Médica lhe teria dito que não lho revelou por receio que em o sabendo a mãe fosse fazer um aborto (o que tratando-se de ciganos, segundo me pareceu, muito me espantaria). Mas se assim foi acho muito bem e faria igual.
Já basta desta estúpida mortandade pelo aborto legal (entre 60 a 70 abortos diários) que além de um atentado à vida e dignidade humanas é também um óbvio prejuízo para o país em termos de natalidade e demografia!
Por outro lado (e repito, por conhecimento de causa, amizade com alguns ciganos de Lisboa, não suspeito a família em causa dada a sua origem assim reagisse) impressiona a mentalidade eugénica que campeia hoje em dia em Portugal e como um "defeito" como o descrito possa ser considerado hoje em dia motivo suficiente para dar a morte a alguém. Ao que acrescento a minha estupefacção e um desafio: porque nunca sairam à liça nestas discussões as associações de deficientes e seus familiares...?
As notícias sobre este caso estão aqui e aqui.
Já basta desta estúpida mortandade pelo aborto legal (entre 60 a 70 abortos diários) que além de um atentado à vida e dignidade humanas é também um óbvio prejuízo para o país em termos de natalidade e demografia!
Por outro lado (e repito, por conhecimento de causa, amizade com alguns ciganos de Lisboa, não suspeito a família em causa dada a sua origem assim reagisse) impressiona a mentalidade eugénica que campeia hoje em dia em Portugal e como um "defeito" como o descrito possa ser considerado hoje em dia motivo suficiente para dar a morte a alguém. Ao que acrescento a minha estupefacção e um desafio: porque nunca sairam à liça nestas discussões as associações de deficientes e seus familiares...?
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sexta-feira, dezembro 05, 2008
Quem dera ser um pai assim...!
E que sorte temos em ter um Pai assim!
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