Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quarta-feira, dezembro 24, 2014
Do liberalismo clássico e de Carlos Abreu Amorim
Três meses depois cá estou de regresso. São muitas campanhas (a mais recente é esta) e há que trabalhar para sustentar a família...
Desta vez por causa da entrevista de Carlos Abreu Amorim ao Público e na qual aquele abandona as suas convicções liberais...
E que belíssima resposta lhe dá Gonçalo Almeida Ribeiro com o artigo Súmula Liberal no Observador.
Melhor mesmo só percorrer, imagem a imagem, o magnifico repositório de citações de pensadores liberais que está no Facebook Liberalismo Clássico e de onde retirei a imagem acima...delicioso! ;-)
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quarta-feira, março 27, 2013
Deixem que os bancos sofram e poupem os contribuintes!
Foi com profunda alegria que hoje no Público em artigos dedicados à crise no Chipre, encontrei esta pérola:
"Na terça-feira, o primeiro-ministro da Finlândia, Jyrki Katainen, defendeu que “os proprietários e os investidores têm de sofrer perdas em caso de falência de um banco”. "
Até que enfim! De facto ao contrário do que se tem vindo a dizer a crise geral, fundada na crise financeira, não é uma consequência do capitalismo, mas precisamente da falta do mesmo. Na verdade quando se impede, por pânico injustificado ou interesses mal disfarçados, a falência de bancos, está-se a ir contra uma das regras básicas do capitalismo: que cada empresa é livre de usufruir todos os lucros que consiga gerar, mas totalmente responsável por todas as perdas que venha a suportar. E isso é extensivo aos depositantes que devem assumir as responsabilidades das suas escolhas livres.
Que finalmente na União Europeia haja (é o que se conclui da leitura desses diversos artigos) um clima favorável a que não sejam os contribuintes, mas sim, os accionistas, investidores e depositantes, a pagar os prejuízos, é do que mais saudável há e moral também (porque no fundo, repare-se os bancos apoiados até agora, nem por isso melhoraram a sua prestação de crédito à economia, e antes pelo contrário, reduzem-na, para restituir-se a um balanço saudável...).
Vá lá, sirva para alguma coisa a União Europeia...! Porque farto de liberais estatistas, estou eu.
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