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quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Stephen Hawking: mais uma prova da existência de Deus





Fui ontem ver A Teoria de Tudo. Impressionante! Uma história extraordinária. Uma representação de tirar o folgo (tive a mesma sensação quando vi a Cate Blanchett em Blue Jasmine: é de se lhe enviar, a Eddie Redmayne , imediatamente a estatueta sem ter de esperar pela cerimónia oficial ;-). Um filme bem montado, uma história brilhantemente contada, impecável banda sonora, esquecemos-nos que estamos no cinema.

Mas acima de tudo é um filme que mostra o tamanho do coração humano, seja no desejo de tudo, na ilimitada vontade de compreender, seja no que o amor é capaz, o que é mesmo (mais do que atracção, desejo, romance ou bem-estar): um por-se ao serviço do outro, querendo mais o seu bem, que o nosso próprio. E isto sem ser num conto de fadas. Não esquecendo os limites nem ocultando as dificuldades. É também sobre a ilimitada capacidade da mente humana, a inteligência no enfrentar da realidade, a possibilidade de não perder a face se no tempo descobrimos que a tese anterior não era a verdadeira e ficamos felizes por o descobrir, porque mais perto da verdade. E depois pormenores engraçados: como a definição da cosmologia como sendo a religião dos ateus...lol!

Por isso tudo e tranquilamente se pode escrever o título deste post. Stephen Hawking: mais uma prova da existência de Deus! Ah, é verdade, e a Felicity Jones fez-me lembrar a definição de algumas raparigas que um amigo meu dava "querida todos os dias!"... ;-)

sexta-feira, setembro 27, 2013

Blue Jasmine, Bernard Madoff e um grande filme de Woody Allen

 
 
 
Fui ver ontem este filme extraordinário de Woody Allen (dizia a minha mulher que o melhor dele de sempre...?) com uma interpretação fora de série da Cate Blanchett que, se dependesse de mim, recebia já antecipadamente o competente Óscar.
 
A história que é contada faz referência ao caso real de Bernard Madoff, a quem já fiz referência neste blog, responsável pelo maior Ponzi scheme da história dos Estados Unidos, uma dramática consequência da pirataria financeira, da ganância dos ricos da América, da sempre repetida e incompreensível falha da regulação dos mercados financeiros e da respectiva fiscalização e também do deslumbramento do mundo dos multimilionários (alguns dos quais ficaram sem nada em consequência desta fraude!). Um caso impressionante sobre o qual tenho lido muito o que também ajuda a compreender o meu entusiasmo pelo filme.
 
A personagem de Cate Blanchett retoma assim a figura real de Ruth Madoff e o que mais toca é o que acontece, significa, provoca, descer dos mais altos patamares da high-society americana, para uma situação de perseguida pelos media, pela opinião pública, pelos prejudicados pela fraude e o contraste entre o mundo dos ricos e o meio de onde se provinha na origem. Para não falar da destruição familiar que um caso como estes traz consigo. Mas ao mesmo tempo é isso que torna o personagem fascinante. Recomendo vivamente!

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Ainda os Óscares e "Os Descendentes"

Regresso às nomeações para os Óscares recomendando vão ao site oficial.

Mas também aconselhando Os Descendentes que de acordo com a minha amiga Aura Miguel (jornalista da Rádio Renascença e única portuguesa Vaticanista, isto é, credenciada junto da Sala de Imprensa da Santa Sé), é um filme onde o drama humano é levado a sério.

terça-feira, janeiro 24, 2012

Óscares: finalmente a lista de nomeados...!

Fui buscá-la aqui.



Não há grandes surpresas. O dramático é os filmes que ainda não vi, ou porque não tive tempo (A Toupeira) ou porque ainda não chegaram (A Dama de Ferro)...! :-(