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domingo, fevereiro 01, 2015

Manifestações: todas iguais mas umas mais iguais que as outras...



Em Fevereiro de 2014 o colectivo La Manif Pour Tous organizou uma gigantesca manifestação em Paris contra os casamento e adopção gay. Centenas de milhares de pessoas como se pode ver na fotografia acima e nesta notícia aqui. Foi uma festa cuja alegria, colorido e determinação, a todos em França espantou. Aqui em Portugal quase ninguém ouviu falar no assunto...(mesmo se ele foi notícia nas páginas do interior do Público, justiça lhe seja feita...)

Ao que parece ontem em Madrid também o Podemos promoveu uma manifestação muito concorrida. E que foi logo motivo de capa hoje no Público e no Diário de Notícias. As manifestações são todas iguais mas realmente há algumas que são mais iguais que outras...:-(

E por falar em manifestações que valem menos que outras veja o que quanto ás portuguesas se tem passado em posts anteriores deste Blog nomeadamente sobre as Caminhadas pela Vida e a manifestação que a Plataforma Cidadania e Casamento promoveu aquando da discussão do casamento de pessoas do mesmo sexo.

Mais sobre a Manif Pour Tous no respectivo canal do YouTube.


domingo, março 03, 2013

Manifestações Que se Lixe a Troika



Tenho a maior das simpatias pelas iniciativas cívicas e fico contente haja ainda no meu país quem não adormeça na modorra e seja capaz de reagir, sair à rua e protestar. É bom ver que por todas as razões há quem esteja acordado e decidido a acordar os outros. Ou seja, parabéns aos organizadores da manifestação, mesmo se estes embalados reivindicam aqui multidões maiores do que as que tiveram de facto como se pode concluir lendo este artigo do Público. Mas o entusiasmo é compreensível e a tendência promissora.

Dito isto suscitam-se-me as seguintes dúvidas:

1. Quem se manifestou está consciente de que o país esteve à beira da bancarrota e que tivemos de pedir dinheiro emprestado e que, como é natural, não só não podíamos continuar a gastar o que gastávamos, como temos de pagar o que devemos, juro e capital?
2. Quem se manifestou faz a menor das ideias de que solução alternativa eventualmente existe? E existe de facto alternativa?
3. Quem se manifestou ao longo dos anos tem votado? E em quem? Que políticas tem sufragado ou abstido de de sufragar ou propor?
4. Quem se manifestou pensa no seu perfeito juízo que o Governo devia cair só porque se manifestou? Isto é, que os Governos devem aceder ao poder ou de lá sair, porque há maiores ou menores manifestações?
5. Quem se manifestou está disponível para se empenhar quotidianamente na vida política e dar o litro pela sua indignação e pela sua revolta e por aquilo em que acredita?
6. Quem se manifestou se pensa sinceramente (e sobretudo se tem evidência penal relevante) que os políticos são todos uns gatunos e uma cambada a correr do poder rapidamente, porque não acciona os meios judiciais adequados, apresentando queixas e provas?
7. Quem se manifestou está também por seu lado à espera que alguém, outros políticos, lhe resolva os problemas, ou está disposto (conforme muitos exemplos de subsidariedade que aqui dei) a tomar nas próprias mãos a solução de muitos desses problemas?

Muito gostava eu de ter resposta a estas perguntas...!

Nota: juro que não me move nas perguntas acima nenhuma inveja pela cobertura mediática que tem qualquer iniciativa destes movimentos e que é sistematicamente negada a qualquer iniciativa civica a favor da Vida e da Família, mesmo quando estas muito numerosas percorreram a Avenida da Liberdade (no exemplo a manifestação a favor de um referendo ao casamento gay)...;-)




segunda-feira, novembro 19, 2012

A manifestação em Paris contra o casamento gay




Lê-se no Público de hoje: Católicos integristas contra casamento gay agridem grupo de feministas.
O que vale é que já se sabe o que a casa gasta...

Na verdade vai-se aqui e vêem-se as imagens. Começam por mostrar os manifestantes e depois vê-se aparecer aquele grupo de miudas patuscas que se costumam manifestar em trajes menores (Femen de seu nome), desta vez com véus de freira, de cinto de ligas (o frio que devem ter apanhado!) e, note-se, de extintores na mão, cujos apontam á multidão e começam a accionar contra esta...

Devo ser eu que não estou a ver bem, mas quem agrediu, quem...? Ganhem juízo meus senhores!
Nota: e mesmo que não tivessem accionado os extintores contra os manifestantes...que diria uma manif LGBT se tivessem sido católicos a postar-se no caminho da mesma, de Terço na mão, por exemplo (já nem digo a accionar extintores)...? Não era considerado provocação? Não suscitaria a reacção indignada dos manifestantes?

O que aliás, vê-se pelas imagens nem foi o caso do respectivo serviço de ordem que se limitou a afastá-las e não fora o esperneanço com mais calma ainda tinha sido feito o que é necessário: deixar passar a manifestação em paz e tranquilidade.

Mas é sempre assim a parcialidade do jornalismo "engagé" e curiosamente propriedade dos  grupos capitalistas que dizem abominar...

Para mais informação veja-se aqui o site da Civitas.

sábado, setembro 15, 2012

Manifestação contra a Troika: parabéns à comunicação social que a convocou!




Tenho uma genuína simpatia por movimentações cívicas. Sou promotor de diversas desde 1997 e sem querer invocar títulos (fiz apenas o que tinha que ser feito) orgulho-me de ter sido director de campanha de várias que sistematicamente reuniram entre 80 e 200 mil assinaturas (sem falar nas online): seja na constituição dos grupos cívicos que participaram nos dois referendos do aborto, quer na Petição Mais Vida Mais Família, que num mês apenas reuniu 217 mil assinaturas e é até hoje a maior petição jamais entrada na Assembleia da República.

Mais recentemente além de ter sido director de campanha do movimento que se propunha a realização de um referendo sobre o casamento gay foram 93 mil assinaturas reunidas durante a época do Natal de 2010 fui também nessa qualidade promotor de uma manifestação que reuniu milhares de pessoas entre o Marquês de Pombal e os Restauradores.

Tudo isso, eu e os meus amigos, associações da cidade civil e um conjunto de personalidades católicas ou simplesmente independentes, fizemo-lo desde há quinze anos para cá, no completo silêncio da comunicação social, que nem antes, nem durante, nem depois, com poucas e honradíssimas excepções, se dignou a lhes dar a menor atenção...

Revolve-me por isso as entranhas (apesar da simpatia acima referida) a promoção que a comunicação social fez das manifestações que hoje tiveram lugar e a escandalosa excitação com que os mesmos media viveram esta jornada...revoltante! Revoltante não pelo objectivo das manifestações (com que por acaso, ver nota final abaixo, discordo) mas pela desigualdade de tratamento. Assim, com essa promoção também eu, nós, os movimentos cívicos que temos protagonizado, teríamos obtido o mesmo resultado ou melhor (dito isto com tranquilidade não só pelos resultados em 15 anos obtidos sem os media como com o facto de, por exemplo, no casamento gay, não haver quase vivalma que concordasse com o mesmo...).

[releio o parágrafo acima alguns dois dias depois de o ter escrito e reconheço que quanto á dimensão da manifestação que os movimentos do Não conseguiriam reunir com o mesmo apoio da comunicação social talvez tenha exagerado um pouco...;-) A não ser bem entendido que tivesse a imagem de Nossa Senhora de Fátima, como aconteceu há uns anos atrás, mas disso já ninguém fala, claro...]

Dá-me por isso vontade de rir os títulos de "manifestação convocada pelas redes sociais"...! "Pelas redes sociais"...? Pelos media isso sim!!

Nota final: não percebo como não houve um manifestante que tivesse um cartaz lembrando que o PS, nos últimos 17 anos, governou pelo menos 13...! Isto é: 1995 a 2001 e 2005 a 2010...!

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

5 anos do 2º referendo sobre o aborto: a manifestação

Quando um dia as clinicas de aborto fecharem e este for proibido em Portugal e as pessoas se interrogarem como foi possível uma barbárie dessas ("havia umas casas onde as mães iam, os bebés eram mortos e o Governo pagava isso!!" dir-se-á) à pergunta "E não houve ninguém que levantasse a voz contra isso?" responder-se-á: "Havia sim. Um grupo determinado que nunca desistiu de combater e que entre outras coisas fazia manifestações de rua e assinalava sempre os aniversários dos referendos e das leis"...;-)

O que foi a manifestação pode-se ver aqui.

Em nome do Povo da Vida foi isto que foi dito:

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Lobby pela Vida: Manifestação dia 11 de Fevereiro junto à "Clínica" dos Arcos


Amanhã, Sábado, 11 de Fevereiro, o Lobby pela Vida, um grupo de jovens empenhados, promove uma manifestação junto à Clínica dos Arcos. Lá estarei!
A esse propósito editaram o seguinte Press-release:

Manifestação para assinalar 5 anos da lei que já matou 80 mil

No ano em que se assinalam 5 anos do referendo que abriu caminho para a actual lei do aborto, serão várias as acções que irão decorrer para avivar a memória da população portuguesa em relação a este flagelo silencioso. Assim, o Lobby Pela Vida vem promover uma manifestação pública no dia 11 de Fevereiro às 15h em frente à “Clínica” dos Arcos, para afirmar que a Vida prevalece sempre.

Esta manifestação vai relembrar que a actual lei do aborto (e sua aplicação maximalista) mudou muita coisa na sociedade portuguesa:
• Mais descrença na Vida Humana. Cerca de 20 mil abortos em Portugal cada ano mostram que o aborto aumentou exponencialmente desde 2007, sendo que 97% dos abortos são actualmente feitos “por opção da mulher” e apenas 3% correspondem às excepções contempladas na anterior lei.

• Passou-se a fazer negócio com a morte daqueles que, através desta lei, ficaram completamente desprotegidos. Dinheiro dos nossos impostos é pago todos os dias a clínicas privadas por cada aborto que fazem. Uma sondagem feita em Julho passado pelo Lobby Pela Vida a 617 pessoas mostra que 68% dos inquiridos (7 em cada 10 portugueses) são contra o actual financiamento público do Estado ao aborto.

• Mais de 80 mil crianças foram mortas desde 2007 por causa desta lei que liberaliza o aborto, e da sua aplicação que o incentiva e promove. 80 mil pessoas significa um Estádio da Luz cheio. São 80 mil crianças que fazem falta a Portugal e que nos dariam outra esperança nestes tempos de crise.

• O aborto passou a ser utilizado como um método contraceptivo. Por exemplo, 25% das mulheres (1 em cada 4) que abortaram em 2010, já tinham abortado antes.

• Estima-se que a “Clínica” dos Arcos realizou mais de 18 mil abortos por encomenda do Estado. Desafiamos o Ministério da Saúde e as clínicas privadas que fazem abortos em Portugal a apresentar as contas e tornar estes pagamentos públicos. Os contribuintes têm o direito de saber como o seu dinheiro é gasto.

No entanto, enquanto há vida há esperança! Pretendemos deste modo dar a conhecer a realidade, expondo o que foi feito desde há cinco anos até à actualidade. Esperamos assim contribuir para que a vida humana seja protegida desde o seu princípio, emprestando a nossa voz àqueles que ainda não a têm.

O Lobby Pela Vida é um movimento pró-vida português, que promove o respeito pela vida humana desde a concepção até à morte natural. Fundado em Maio de 2011 em Lisboa, tem apoiado várias acções de promoção da Vida humana junto de jovens universitários, pré-universitários e trabalhadores. Em cooperação com outras associações pró-vida portuguesas e internacionais, o nosso objectivo é defender sempre a Cultura da Vida.

Vamos manter acesa a defesa da Vida em Portugal!

Lisboa, 8 de Fevereiro de 2012
Lobby Pela Vida