Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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sexta-feira, setembro 28, 2012
Racionamento de medicamentos: porque não cortam antes no aborto?
Vale a pena seguir esta polémica com atenção (a partir desta notícia aqui) porque as questões envolvidas são muitas, mas entretanto pergunto: porque é que não começam por cortar no aborto que além da barbaridade que é por natureza, é uma das causas da queda da natalidade, deixa marcas, fisicas e psiquicas, para toda a vida nas mulheres e famílias, custa um dinheirão ao Orçamento de Estado (custo directos e indirectos no SNS, apoios da Segurança Social em licenças e outras despesas, condições extraordinárias de pagamento às clínicas privadas, etc.) e é um escândalo na prioridade que tem sobre actos de que realmente necessita quem está doente (o que não é o caso da grávida)...?
Um pouco de coragem, algum bom-senso, olhos de ver e sentido da política e respeito pelo eleitorado, precisam-se...!
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domingo, julho 01, 2012
Aborto imoderado: taxem-se os políticos!
Estou fora do país em trabalho e na Internet faço uma verificação de rotina quanto ao que se passa no tema do aborto e das taxas moderadoras (uma saga que começa mal, nunca ou raramente acaba bem...). E que leio?
Que sim, que o CDS-PP vai apresentar um projecto mas só em Setembro...! Porquê? Porque a razão apresentada para o mesmo (a desigualdade de tratamento entre o aborto e actos médicos, prestados no Serviço Nacional de Saúde) só em Setembro se verifica...?
Que sim, que o Ministro concorda (ao que parece acordou do torpor em que está no assunto...) mas não para agora, porque nas taxas moderadoras não se pode estar sempre a mexer...!?
Mas está tudo maluco...!?
Concluindo: taxem-se os políticos por cada acto de aborto imoderado. Pode ser que assim doendo-lhes no bolso despertassem para o assunto...!?
Que sim, que o CDS-PP vai apresentar um projecto mas só em Setembro...! Porquê? Porque a razão apresentada para o mesmo (a desigualdade de tratamento entre o aborto e actos médicos, prestados no Serviço Nacional de Saúde) só em Setembro se verifica...?
Que sim, que o Ministro concorda (ao que parece acordou do torpor em que está no assunto...) mas não para agora, porque nas taxas moderadoras não se pode estar sempre a mexer...!?
Mas está tudo maluco...!?
Concluindo: taxem-se os políticos por cada acto de aborto imoderado. Pode ser que assim doendo-lhes no bolso despertassem para o assunto...!?
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quarta-feira, junho 06, 2012
Aborto em Hospital Torres Vedras: é fartar, vilanagem!
A reportagem que a RTP ontem transmitiu sobre a prática clandestina de aborto no Hospital de Torres Vedras (e sabe Deus em quantos mais hospitais do Serviço Nacional de Saúde) veio demonstrar uma vez mais que a Lei do Aborto de 2007 (que introduziu o aborto livre até às 10 semanas) provocou uma grave situação de saúde pública e a respectiva prática encontra-se completamente descontrolada.
É triste, mas era fatal que tal acontecesse. E nunca na minha vida me entristeceu tanto que nós nas campanhas do Não tivessemos tido tanta razão...!
(sobre isto claro o esfingico Ministro da Saúde que temos limitou-se a do alto da sua falta de coragem política e pessoal a declarar que o processo seria enviado para a inspecção da Saúde...até me admira com não se refugiou em que os portugueses decidiram em referendo e por isso ele vivia bem com isto...!?)
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segunda-feira, maio 28, 2012
Aborto: the times they are changing...
Claramente em Portugal as revelações do que se está a passar com o aborto legal (e refiro-me apenas aos relatórios da Direcção Geral de Saúde) estão a provocar uma mudança no olhar público sobre esta triste realidade. Multiplicam-se os artigos de opinião de pessoas favoráveis ao aborto legal que se escandalizam com o privilégio deste acto (que não é médico) no Serviço Nacional de Saúde a incrível subsidiação pública do mesmo. Por todos veja-se este. Chama-se "Desculpem-me, mas sou contra e não quero pagar" de Sérgio Soares.
Mas não é só em Portugal que as coisas estão a mudar. Também nos Estados Unidos os tempos estão a mudar...
Disso dá conta o Público do último Sábado com uma local intitulada "Oposição nos EUA em máximos históricos". Na noticia é referido que nas sondagens da Gallup cada vez diminui mais a percentagem de americanos favoráveis ao aborto e aumenta (ultrapassa os 50%) aqueles que o consideram "moralmente errado"...
The times they are changing...!
Mas não é só em Portugal que as coisas estão a mudar. Também nos Estados Unidos os tempos estão a mudar...
Disso dá conta o Público do último Sábado com uma local intitulada "Oposição nos EUA em máximos históricos". Na noticia é referido que nas sondagens da Gallup cada vez diminui mais a percentagem de americanos favoráveis ao aborto e aumenta (ultrapassa os 50%) aqueles que o consideram "moralmente errado"...
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sábado, fevereiro 18, 2012
Maçonaria: se calhar foi mesmo só branqueamento...?
As declarações que reproduzo abaixo de Fernando Lima, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (a facção hard da agremiação), vem dar razão áquela "teoria da conspiração" que foi ventilada em alguns meios, aquando da polémica pública suscitada pela loja Mozart...ou seja, aquilo que parecia ter sido um "rombo" na imagem da Maçonaria, contribuiu isso sim para um seu "branqueamento" e neste contexto comunicações como a reproduzida em notícia da Agência Lusa. Até atingir aquele ponto em que ser dirigente partidário e maçon se torna um facto corrente e até, no limite, imprescindivel e/ou recomendável...
"Muitos dos melhores em Portugal são maçons" - Fernando Lima
"Muitos dos melhores em Portugal são maçons" - Fernando Lima
Famalicão, 18 fev (Lusa) - O grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, Fernando Lima, afirmou na sexta-feira que ainda há um grande preconceito em Portugal em relação à maçonaria, mas lembrou que "muitos dos melhores no país foram ou são maçons".
"Há uma recusa em entender, dizer ou aceitar que muitos dos melhores em Portugal foram ou são maçons e que as maçãs podres são a exceção", referiu Fernando Lima.
Deu como exemplo o Serviço Nacional de Saúde e "as principais leis" do país, que foram criados por maçons, "mas estes, como são muito humildes, não andam com bandeiras a apregoar o que fizeram".
Reconheceu que a maçonaria ainda é olhada "como algo pateticamente obsoleto e promotor de conspiração ou interesses inconfessáveis", mas sublinhou que é "a mais antiga instituição democrática do mundo".
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segunda-feira, janeiro 16, 2012
Em defesa de Manuela Ferreira Leite
Com a liberdade de quem nas Directas do PSD em que esta se candidatava, não votou nela, mas em Pedro Santana Lopes, mas também com o reconhecimento de que, como se vê na actual situação do país, quando foi a campanha eleitoral em que se candidatou a Primeiro-ministro, a Senhora estava carregada de razão e melhor teria sido para todos se fosse ela quem então tivesse vencido as eleições, venho agora em defesa de Manuela Ferreira Leite, tão duramente causticada por uma frase descontextualizada num recente debate televisivo.
A frase polémica está aqui no Jugular mas este omite que mais adiante no debate MFL corrigiu a mesma explicando que aquilo que defendia era que a hemodiálise deveria ser paga consoante os rendimentos de cada um (isto é desde o gratuito ao por completo, conforme a respectiva situação económica do doente). Como aliás também estava na respectiva notícia do Público e em que se desmentia o título respectivo:
"A intervenção da social-democrata gerou bastante polémica durante o debate. “Abominável é sempre”, sublinhou o sociólogo António Barreto. Já o socialista e antigo comissário europeu António Vitorino, que também estava no programa, reagiu dizendo: “A mim choca-me pessoalmente a frase da doutora Manuela Ferreira Leite, que é quem tem mais de 70 anos e quer fazer hemodiálise paga. Não era, de certeza absoluta, esta a frase que ela queria exactamente dizer, na medida em que não é possível dizer que as pessoas que precisam de fazer hemodiálise e que tenham dinheiro é que podem passar para além da meta de 70 anos. Não é possível definir a questão nesses termos porque estamos a tratar de um problema de direitos humanos”.
A declaração de António Vitorino obrigou Manuela Ferreira Leite a reformular a sua intervenção, afirmando que “racionar significar sempre alguma coisa que não é para todos”, mas que “racionamento não é exclusão” e que, por isso, apenas queria dizer que “uns têm [a hemodiálise] gratuitamente, outros não” – consoante a capacidade financeira."
Isto acabou por se saber, não na altura (na medida em que o título "Ferreira Leite defende que doentes com mais de 70 anos paguem hemodiálise" matou qualquer hipótese de se saber o que realmente se tinha passado), mas hoje no Público em que numa página inteira o Provedor do Leitor responde aos leitores que se queixaram do título da notícia respectiva no jornal.
Acrescento que é preciso não conhecer a Senhora para pensar que esta cinicamente declararia que quem tem mais de 70 anos, azarina, não tem hemodiálise...! Digo-o porque me foi uma vez dada a ocasião (estavamos na campanha do Não do segundo referendo do aborto) de viajar com Manuela Ferreira Leite e desta guardo a melhor memória seja pelo sentido de humor e humanidade, como pela fé que nos testemunhou além da capacidade de sacrificio no serviço público de que aquelas horas de viagem, a altas horas, debaixo de mau tempo, foram eloquente exemplo.
E repito-o: no PSD, infelizmente, nunca nos demos bem (não sei porquê, tendo tudo para nos identificarmos, salvo um certo estatismo) e sempre estivemos em campos diferentes...
A frase polémica está aqui no Jugular mas este omite que mais adiante no debate MFL corrigiu a mesma explicando que aquilo que defendia era que a hemodiálise deveria ser paga consoante os rendimentos de cada um (isto é desde o gratuito ao por completo, conforme a respectiva situação económica do doente). Como aliás também estava na respectiva notícia do Público e em que se desmentia o título respectivo:
"A intervenção da social-democrata gerou bastante polémica durante o debate. “Abominável é sempre”, sublinhou o sociólogo António Barreto. Já o socialista e antigo comissário europeu António Vitorino, que também estava no programa, reagiu dizendo: “A mim choca-me pessoalmente a frase da doutora Manuela Ferreira Leite, que é quem tem mais de 70 anos e quer fazer hemodiálise paga. Não era, de certeza absoluta, esta a frase que ela queria exactamente dizer, na medida em que não é possível dizer que as pessoas que precisam de fazer hemodiálise e que tenham dinheiro é que podem passar para além da meta de 70 anos. Não é possível definir a questão nesses termos porque estamos a tratar de um problema de direitos humanos”.
A declaração de António Vitorino obrigou Manuela Ferreira Leite a reformular a sua intervenção, afirmando que “racionar significar sempre alguma coisa que não é para todos”, mas que “racionamento não é exclusão” e que, por isso, apenas queria dizer que “uns têm [a hemodiálise] gratuitamente, outros não” – consoante a capacidade financeira."
Isto acabou por se saber, não na altura (na medida em que o título "Ferreira Leite defende que doentes com mais de 70 anos paguem hemodiálise" matou qualquer hipótese de se saber o que realmente se tinha passado), mas hoje no Público em que numa página inteira o Provedor do Leitor responde aos leitores que se queixaram do título da notícia respectiva no jornal.
Acrescento que é preciso não conhecer a Senhora para pensar que esta cinicamente declararia que quem tem mais de 70 anos, azarina, não tem hemodiálise...! Digo-o porque me foi uma vez dada a ocasião (estavamos na campanha do Não do segundo referendo do aborto) de viajar com Manuela Ferreira Leite e desta guardo a melhor memória seja pelo sentido de humor e humanidade, como pela fé que nos testemunhou além da capacidade de sacrificio no serviço público de que aquelas horas de viagem, a altas horas, debaixo de mau tempo, foram eloquente exemplo.
E repito-o: no PSD, infelizmente, nunca nos demos bem (não sei porquê, tendo tudo para nos identificarmos, salvo um certo estatismo) e sempre estivemos em campos diferentes...
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quinta-feira, outubro 27, 2011
O Ministro da Saúde e aborto
A resposta do Ministro Paulo Macedo à pergunta que ontem lhe foi colocada sobre a questão do aborto além de revelar que este não percebeu a pergunta (aquilo em que foi questionado foi se o actual governo tencionava continuar com a politica do partido socialista de deitar dinheiro para cima de quem aborta através da isenção de taxas moderadoras, concessão de licenças e subsidio "de parentalidade"...!, pagamento das despesas de transporte que não são feitas a quem se encontra em situação de doença grave, etc.) mostra o desnorte em que se encontra parte dos responsáveis do centro-direita ou aqueles que estes colocam em postos de responsabilidade, em relação àquelas que são as preocupações dos seus eleitores e também aquele medo primitivo que a esquerda dominante na comunicação social conseguiu impor sobre este e outros temas aparentados...
No entanto e no que à pergunta respeitava tratava-se tão só de uma questão de justiça (porque há-de quem aborta ser mais bem tratado que um doente com doença grave?) e também de inteligência na redução de custos do SNS: ou abortar é uma prioridade "de saúde"?
No entanto e no que à pergunta respeitava tratava-se tão só de uma questão de justiça (porque há-de quem aborta ser mais bem tratado que um doente com doença grave?) e também de inteligência na redução de custos do SNS: ou abortar é uma prioridade "de saúde"?
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