Tão bom um Sábado!
Mais uma da Paula Fernandes:
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
Mostrar mensagens com a etiqueta Sábado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sábado. Mostrar todas as mensagens
sábado, janeiro 21, 2012
Não Precisa
Etiquetas:
musica brasileira,
Paula Fernandes,
Sábado
quarta-feira, junho 22, 2011
Maçonaria: a coragem de Pacheco Pereira
Na Sábado que hoje saiu (Corpo de Deus amanhã, oblige...) Pacheco Pereira chama a atenção para o pudor que há em nomear a maçonaria e como é importante perceber que na política hoje em dia em Portugal não se consegue ler os acontecimentos sem tomar em consideração a sua existência.
Bem-haja pela coragem!
Bem-haja pela coragem!
Etiquetas:
Maçonaria,
pacheco pereira,
Sábado
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Mãe lésbica: mudava...Dah...!
Anda por ai uma campanha mais de promoção da homossexualidade intitulada "Se a tua mãe fosse lésbica mudava alguma coisa?" que apesar de termos de reconhecer primorosamente concebida (veja-se o video no mesmo Blog) só merece a resposta acima: "Mudava...Dah...!".
Podia mudar para bem ou para mal, umas coisas se calhar bem, outras mal, podia até parecer que não mudava, mas mudava de facto...Dah...!
Sobre esse assunto na Sábado de hoje Pacheco Pereira escreveu umas linhas luminosas sob o título "Propaganda falsa paga com o nosso dinheiro" que enviarei a quem me o pedir por não ter conseguido encontrar este texto na net.
Parece-me também que no tempo actual de discussão do casamento entre pessoas do mesmo sexo a Câmara Municipal não podia nem devia ter colaborado com a mesma...?
Podia mudar para bem ou para mal, umas coisas se calhar bem, outras mal, podia até parecer que não mudava, mas mudava de facto...Dah...!
Sobre esse assunto na Sábado de hoje Pacheco Pereira escreveu umas linhas luminosas sob o título "Propaganda falsa paga com o nosso dinheiro" que enviarei a quem me o pedir por não ter conseguido encontrar este texto na net.
Parece-me também que no tempo actual de discussão do casamento entre pessoas do mesmo sexo a Câmara Municipal não podia nem devia ter colaborado com a mesma...?
sábado, fevereiro 21, 2009
Notas de leitura do Publico de hoje: do Sábado e da Eutanásia
Um Sábado maravilhoso é aquele em que se dorme de manhã, dá voltas antes do almoço com a mulher, almoça-se e vê-se um filme de aventuras com o filho rapaz (para registo hoje foi "As Minas do Rei Salomão" de há já uns bons anos, com o Richard Chamberlain e a Sharon Stone muito novinha em estreia como actriz...).
Segue-se-lhe a leitura dos jornais de fim-de-semana (por um lado um entretenimento, mas também uma distracção e uma perda de tempo, mas como dizia o outro "se for uma tentação, ao menos que não lhe consiga resistir"...;-)
Algumas notas depois de ler o Público:
- bem o Presidente da CIP a dizer que não há nem regulação nem supervisão que nos safem dos vigaristas profissionais
- mal um médico que se atira ao Pedro Vaz Patto por causa do caso Eluana e da eutanásia. Anda aí uma embriaguez de morte que não sei se haverá Guronsan suficiente para curar a respectiva ressaca
- idem para o Francisco Teixeira da Mota em que se percebe o ponto fundamental dos eutanasistas: se houver sofrimento, cortem-me o pio, por favor...ora, uma sociedade com esta repugnância do sofrimento (em si natural e até desejável desde que não paralisante como é o caso) começa a matar os velhinhos, segue pela meia-idade e acaba como na Holanda a matar crianças...!
Era melhor que todos os Sábados fossem como este (com fados à noite! ;-) mas nunca será demais abdicar deles para dizer e fazer tudo para que se ouça um rotundo Não!
Segue-se-lhe a leitura dos jornais de fim-de-semana (por um lado um entretenimento, mas também uma distracção e uma perda de tempo, mas como dizia o outro "se for uma tentação, ao menos que não lhe consiga resistir"...;-)
Algumas notas depois de ler o Público:
- bem o Presidente da CIP a dizer que não há nem regulação nem supervisão que nos safem dos vigaristas profissionais
- mal um médico que se atira ao Pedro Vaz Patto por causa do caso Eluana e da eutanásia. Anda aí uma embriaguez de morte que não sei se haverá Guronsan suficiente para curar a respectiva ressaca
- idem para o Francisco Teixeira da Mota em que se percebe o ponto fundamental dos eutanasistas: se houver sofrimento, cortem-me o pio, por favor...ora, uma sociedade com esta repugnância do sofrimento (em si natural e até desejável desde que não paralisante como é o caso) começa a matar os velhinhos, segue pela meia-idade e acaba como na Holanda a matar crianças...!
Era melhor que todos os Sábados fossem como este (com fados à noite! ;-) mas nunca será demais abdicar deles para dizer e fazer tudo para que se ouça um rotundo Não!
Etiquetas:
Campanha do Não,
CIP,
Eluana Ungaro,
Eutanásia,
Francisco Teixeira da Mota,
Francisco Vanzeller,
pedro vaz patto,
Richard Chamberlain,
Sábado,
Sharon Stone
sexta-feira, dezembro 07, 2007
Artigo na Sábado sobre a Opus Dei
Enviei esta carta ontem ao Director da Sábado. Vamos ver se a publicam...?
Caro Director
Nunca frequentei ou pertenci à Opus Dei e sou um leitor assíduo da Sábado. Fica assim declarada a isenção da minha tristeza com o artigo de 6 de Dezembro sobre aquela instituição.
De facto ligam-me às pessoas da Opus Dei laços de amizade e admiração, nascidos no comum empenho em iniciativas cívicas e também da minha pertença à Igreja católica. São pessoas em quem vejo a entrega das próprias vidas ao crescimento da presença de Cristo no mundo, movidas por um grande amor a Deus e ao seu próximo. Quanto aos defeitos delas, chegam-me os meus…
Além disso conheço outras facetas da Opus Dei que no artigo foram omitidas em detrimento da exploração sensacionalista dos testemunhos generosamente dados. Falo das pessoas da Prelatura que assistem os deficientes profundos que ninguém quer ou pode cuidar, que trabalham nos bairros mais recônditos onde nenhum de nós ousa entrar ou daquelas que num trabalho persistente se dedicam ao acolhimento das mães que querem ter os seus filhos numa sociedade que às suas limitações e misérias só oferece o aborto. É todo um outro código…
Quanto aos testemunhos negativos: quantos factos da nossa vida pessoal, vistos isoladamente, fora do contexto, não poderiam transformar o retrato dos nossos amigos e familiares, numa realidade em que não nos reconheceríamos e que diria injustamente mal de nós?
Com os meus cumprimentos
Antonio Pinheiro Torres
Ex. Deputado à Assembleia da República
Caro Director
Nunca frequentei ou pertenci à Opus Dei e sou um leitor assíduo da Sábado. Fica assim declarada a isenção da minha tristeza com o artigo de 6 de Dezembro sobre aquela instituição.
De facto ligam-me às pessoas da Opus Dei laços de amizade e admiração, nascidos no comum empenho em iniciativas cívicas e também da minha pertença à Igreja católica. São pessoas em quem vejo a entrega das próprias vidas ao crescimento da presença de Cristo no mundo, movidas por um grande amor a Deus e ao seu próximo. Quanto aos defeitos delas, chegam-me os meus…
Além disso conheço outras facetas da Opus Dei que no artigo foram omitidas em detrimento da exploração sensacionalista dos testemunhos generosamente dados. Falo das pessoas da Prelatura que assistem os deficientes profundos que ninguém quer ou pode cuidar, que trabalham nos bairros mais recônditos onde nenhum de nós ousa entrar ou daquelas que num trabalho persistente se dedicam ao acolhimento das mães que querem ter os seus filhos numa sociedade que às suas limitações e misérias só oferece o aborto. É todo um outro código…
Quanto aos testemunhos negativos: quantos factos da nossa vida pessoal, vistos isoladamente, fora do contexto, não poderiam transformar o retrato dos nossos amigos e familiares, numa realidade em que não nos reconheceríamos e que diria injustamente mal de nós?
Com os meus cumprimentos
Antonio Pinheiro Torres
Ex. Deputado à Assembleia da República
Subscrever:
Mensagens (Atom)