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segunda-feira, janeiro 28, 2013

Opus Dei no Diário de Notícias




Tenho seguido com atenção a série de artigos sobre o Opus Dei do Diário de Notícias. Por amizade com essa instituição e com os meus amigos que lhe pertencem. Por amor à Igreja e a tudo que dela faz parte, acho que é minha obrigação ficar a par do que é publicado. Mesmo se às vezes com sacríficio pelas incompreensões e preconceitos que leio a propósito. Mas enfim, é uma mortificação também e fica para desconto dos meus pecados e limites...

Até agora, dois dias passados, impressionou-me:

- a paciência da Obra a responder a tudo o que lhe é perguntado, mesmo se as perguntas que lhe são dirigidas, poderiam dar vontade de não o fazer (e a esse propósito é bonito ver o espanto que isso suscitou nos autores da reportagem)
- a incompreensão co-natural diria que muitas das coisas de Deus inevitávelmente suscitam perante quem não vê a partir de dentro, mas apenas de fora, sem afecto pelo que tem por diante, sem lhe pertencer de coração (sem o qual as coisas importantes não são visiveis como dizia Saint-Exupéry)
- o ódio que por vezes se constata em quem se lhe opõem. A esse propósito a entrevista de Pilar del Rio é impressionante e os insultos explícitos são até a "mais branda" forma dessa espuma da raiva...
- a beleza humana da sua presença no tecido social e educativo português, mas sobretudo na vida dos seus membros que transparece daqueles que lhe pertencem e prestaram declarações ao jornal
- a unidade da Igreja católica que transparece no tom geral das declarações de membros da hierarquia e responsáveis eclesiais chamados a pronunciar-se sobre o Opus Dei.

Se houve alguma coisa da Obra que me desiludiu lendo estas reportagens? Sim, confesso. O Vigário em Portugal, Monsenhor Espírito Santo (foto acima), é benfiquista...! Mas enfim, é o problema das matérias que são da responsabilidade pessoal de cada um...;-)

segunda-feira, novembro 05, 2012

Eleições USA: a minha aposta em Mitt Romney



Hoje no Diário de Notícias Luis Queiró diz melhor do que sou capaz no artigo A minha aposta em Mitt Romney porque também eu estou com este candidato e desejo ardentemente o mesmo vença amanhã as eleições presidenciais americanas.

Só um ponto posso acrescentar: com Mitt Romney estaremos seguros contra os escandalosos e inéditos atentados de Obama contra a liberdade religiosa (um ataque ao coração da ideia de liberdade que fez grande a América) e consideravelmente mais amparados nas reivindicações pro-família e pro-vida às quais o actual presidente com aquele ar cândido que Nosso Senhor lhe deu se tem oposto...

quinta-feira, maio 03, 2012

Números do Aborto: sempre a subir...


(site de desenvolvimento fetal)

O Diário de Notícias publica hoje uma noticia sobre os numeros do aborto (2011 e 2010 corrigido) ontem divulgados pela Direcção Geral de Saúde. Infelizmente confirma-se tudo o que dissemos durante as campanhas do Não e vimos dizendo desde então. O aborto em Portugal não é raro (todos os anos aumenta), é inseguro (já há mortes na sequência de abortos legais) e continua ilegal (o aborto clandestino, medido pelos episódios hospitalares, abortos mal feitos que lá terminam, andará pela metade do que era antes da nova lei). Isto é, o resultado do segundo referendo foi um logro e a despenalização (as mulheres não irem para a cadeia na sequência de um aborto ilegal) transformou-se numa liberalização (feito à balda e à barda, veja-se que pelo menos um quarto dos abortos são repetidos, entre uma a, em dois casos, dez vezes...!) promovida pelo Estado (não paga taxa moderadora, tem prioridade sobre qualquer outro serviço do sistema nacional de saúde, dá direito a férias pagas durante um mês...!).
Duas últimas notas:
1. Sempre quero ver se perante os números revistos de 2010 (afinal os abortos a pedido foram 19.560 e não 18.911) que mostram que, ao contrário do então dito, houve mais abortos do que em 2009, a Fernanda Câncio e "tutti quanti", tem agora a coragem de reconhecer que se enganaram (o que se poderia ter evitado se nos tivessem ouvido, já que podemos ser uns "matarruanos", mas disto percebemos bem e já sabíamos que desde 2007, as revisões dos números são sempre "em alta"...)...mas isso talvez seja esperar mais do que podem-querem-sabem dar...
2. Hoje em dia em Portugal uma em cada seis gravidezes termina em aborto. Isto não preocupa o Governo? O Ministro da Saúde vai continuar a olhar para os custos do aborto e dizer apenas que "os portugueses no último referendo quiseram o aborto legal"...!!??

Aborto: sem comentários...


dn

Mais consultas para abortar que para ter filhos

 
A responsável pela Espírito Santo Saúde, entidade que gere o Hospital de Loures, disse hoje que, em março, houve mais pessoas naquela unidade para realizarem abortos do que a marcarem consultas para...
"Tivemos mais consultas de interrupção voluntária da gravidez do que de obstetrícia [para terem filhos]. E algumas das pessoas a repetirem segunda e terceira vez", sublinhou Isabel Vaz, em Fátima, durante a sua intervenção no XXIV Encontro Nacional da Pastoral Social.
À Agência Lusa, Isabel Vaz notou que estes são os primeiros números desde que iniciaram a gestão em fevereiro e dizem respeito a março.
"Isto não tem nada a ver com ser ou não católico", destacou a responsável daquela entidade do Grupo Espírito Santo, lembrando que "a cobertura universal dos cuidados de saúde não é possível".
Isabel Vaz sustentou que uma das "discussões sérias que tem que ser feita" é "sobre o que deve ser de facto pago por todos nós", porque "não há dinheiro para pagar tudo". Ou seja, "há que fazer escolhas", defendeu.
A responsável explicou que "não vale a pena fazer declarações de amor ao Serviço Nacional de Saúde (SNS)". O que é imperioso, sustentou, é "gerir melhor".
A presidente da comissão executiva da Espírito Santo Saúde salienta que "o ministro [da Saúde] Paulo de Macedo tem carradas de razão quando fala do combate ao desperdício".
A responsável da Espírito Santo Saúde afirmou que as despesas com a saúde em Portugal "vão continuar a crescer" e que isso coloca em causa a sustentabilidade do SNS.
Isabel Vaz defendeu que é preciso acabar com o mito dos malefícios das Parcerias Público-Privadas e destacou que "as pessoas em necessidade não diabolizam o setor público ou privado", sustentando que, em Portugal, "não existem doenças rentáveis, mas uma péssima definição de preços".
Por outro lado, disse ainda, é preciso desfazer outros mitos como os da exigência da exclusividade médica, "de que os velhotes é que dão cabo disto [SNS] tudo", e, ao mesmo tempo, perceber que é essencial investir na tecnologia e na prevenção das doenças crónicas.
A intervenção da presidente da comissão executiva da Espírito Santo Saúde foi realizada na sessão da tarde no primeiro dia dos trabalhos do XXIV Encontro Nacional da Pastoral da Saúde, que decorre em Fátima até ao próximo sábado.
A iniciativa, promovida pela Comissão Nacional da Pastoral da Saúde da Igreja Católica Portuguesa, está subordinada ao tema "Cuidados de Saúde, Lugares de Esperança (A Saúde em Portugal)".
Lusa

publicado a 2012-05-02 às 19:40

Para mais detalhes consulte:
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2453313
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domingo, abril 22, 2012

Nos 30 anos de Pinto da Costa á frente do FCP: parabéns presidente!



Um sucesso notável, um homem à altura da função, um marco inigualável na história do meu clube, um presidente que deixará por certo muitas saudades.
E cuja personalidade, história e significado estão aqui no Diário de Notícias magnificamente caracterizadas por Pedro Marques Lopes:

dn

No país que odeia vencedores

Jorge Nuno Pinto da Costa completou na última terça-feira trinta anos como presidente da mais bem sucedida instituição portuguesa da nossa história recente: o Futebol Clube do Porto.

Em nenhum sector de actividade uma organização conseguiu sequer aproximar-se do desempenho nacional e internacional do clube nortenho. Até o mais distraído dos cidadãos não ignora as sistemáticas vitórias do Futebol Clube do Porto no plano interno em todos os desportos profissionais ou semiprofissionais e os êxitos retumbantes a nível internacional. Desde 1964, o único clube de futebol português a ganhar provas europeias e mundiais foi o FC Porto. Ganhou sete, batendo-se de igual para igual com clubes representativos de cidades e países com muitíssimas mais capacidades financeiras e com uma capacidade de recrutamento de jogadores e treinadores quase ilimitada - não vale a pena perder tempo referindo os campeonatos e taças dentro de fronteiras, o espaço nesta página é demasiado pequeno.
A pergunta impõe-se: que empresa portuguesa, que instituição, foi a melhor da Europa, no seu ramo de actividade, por duas vezes ou, pelo menos, chegou perto disso nos últimos trinta anos? Pois...
Os sócios e adeptos do FC Porto, o desporto português e a comunidade portuguesa devem todos esses feitos a uma pessoa: Pinto da Costa. Claro que nenhum homem sozinho seria capaz de tão espantosa obra, mas foi, de facto, ele o grande motor, o grande líder duma das mais extraordinárias histórias de sucesso duma organização portuguesa.
Pinto da Costa é, sem sombra de dúvida, o mais brilhante gestor português e, no seu sector, um dos melhores do mundo, senão o melhor (é o presidente dum clube, no mundo inteiro, com mais títulos ganhos). Em qualquer país que não estivesse minado pela inveja, que não vivesse obcecado pela intriga e não odiasse vencedores, o presidente do FC do Porto seria um autêntico herói nacional. O exemplo de alguém que com parcos recursos, liderando uma organização originária duma região pobre da Europa, conseguiu, à custa de trabalho, capacidade de organização e uma dedicação sem limites transformar um clube como muitos outros num dos maiores do mundo seria estudado, promovido, glorificado. Não é em vão que por esse mundo fora o FC Porto e o seu presidente são homenageados e vistos como autênticos fenómenos. Mas, em Portugal, quanto maior for o sucesso, maior será o ódio, maior será o desprezo, e, claro está, Pinto da Costa é o alvo de toda a desconsideração, de toda a infâmia, de toda a calúnia.
Desenganem-se os que acreditam que a razão para tanta falta de respeito pela obra realizada se deve exclusivamente à paixão que rodeia as coisas do futebol, ao facto de um clube com menos adeptos que os seus rivais lhes ganhar sistematicamente, às tomadas de posição muitas vezes duras do presidente ou ao discurso exageradamente regionalista. Terão essas razões algum peso, mas estão longe de ser as fundamentais. Pinto da Costa é invejado e odiado porque ganha. E ganha porque sabe mais do seu ofício, porque trabalha mais, porque sabe organizar melhor a sua empresa. Mas isso no nosso país pouco conta. Toda a gente sabe que se alguém é rico é porque roubou, se alguém tem um bom contrato é porque tem cunhas. Porque seria diferente com Pinto da Costa?
O sucesso em Portugal nunca serve de exemplo, nunca leva as pessoas a quererem fazer melhor, a trabalharem mais, a serem mais empenhadas.
Como dizia um meu bom amigo benfiquista, em Portugal só no futebol se fazem declarações de interesses. Sou sócio do FC Porto. Estarei eternamente agradecido a quem me proporcionou tantas alegrias e me fez quase arrebentar de orgulho por ser portista e português. Mas isso, para o tema, pouco importa. É quase patético ter de anunciar a minha condição de adepto dum clube apenas porque se reconhece a obra de alguém ímpar na nossa comunidade, de alguém que honrou o nome da cidade do Porto e de Portugal.
Muito obrigado, sr. Pinto da Costa.
Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico.
PEDRO MARQUES LOPES

publicado a 2012-04-22 às 01:15

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domingo, março 18, 2012

Anselmo Borges e João Luís César das Neves

Estava para escrever sobre a entrevista de Anselmo Borges hoje no Diário de Notícias mas conclui que devia agradecer a Deus e uma vez mais o facto da Igreja ser Santa independentemente dos limites dele, Anselmo Borges, e meus...

Já, em contrapartida, é muito consolador (e adianta mais já que estamos em pleno lançamento da nossa campanha Defender o Futuro) ver esta entrevista do João Luís César das Neves em representação da petição.

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Houve "desvio colossal" ou não?

O Diário de Notícias de hoje titulava assim uma notícia: "Afinal não houve um desvio colossal na despesa em 2011" e depois no corpo de texto explica-o. Lê-se e fica-se com a dúvida acima e se de facto algumas das medidas de austeridade não seria possível passar sem elas...
Mas ao mesmo tempo percebo a ideia do Governo: quanto mais a sério isto levarmos, mais depressa nos livramos deste pesadelo. Se calhar têm razão...?
Expressa assim a dúvida acima devo acrescentar dois pontos:
1. Temos de confiar em quem nos governa (desde que reunidas condições minimas, já se sabe), se não estamos "perdidos".
2. Confio em Passos Coelho. Tendo-o conhecido (desde a sua primeira candidatura no PSD) posso asseverar que "what you see is what you get". E só isso já é um grande conforto.

sábado, janeiro 21, 2012

Barrigas de Aluguer: tudo o que importa saber

Está no Blog Avenida da Liberdade de José Ribeiro e Castro.




No meio de muita informação importante e comentários que a ajudam a compreender, um facto extraordinário: é tal e tão apaixonada a ligação de alguns jornalistas ao Bloco de Esquerda (que lhes deve aliás tanto em projecção e resultados decorrentes...) que um deles, João Pedro Henriques, hoje no Diário de Notícias, numa daquelas colunas de sobe e desce, coloca o Louçã a subir, por as barrigas de aluguer terem passado na Assembleia da República, "com a Igreja calma e os radicais Pró-Vida isolados"...loooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooool!

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Politicos pressionados a assumir que são maçons

O Diário de Notícias de hoje lança a discussão sobre se os políticos devem ser obrigados a assumir a sua pertença à Maçonaria (maliciosamente naquela tipica misturada que se faz nestas ocasiões acrescenta-se o Opus Dei ao rol...). Vindo isto a propósito do caso do relatório da audiência numa comissão parlamentar de um dos ex.chefes dos serviços secretos e também ele Maçon.
Assim a quente e pouco estruturado, parece-me:
1. Era só o que faltava que se instituisse essa regra seja para a pertença à Maçonaria, seja para a pertença a qualquer associação religiosa. Está-se aqui no campo da reserva da vida privada e da liberdade individual e nada justifica, nunca!, um atentado a esses valores.
2. Até porque e no caso (como muito bem diz o Deputado António Filipe com aquele bom senso e realismo que em geral caracteriza os comunistas) a regra seria inútil. Se a Maçonaria é uma associação secreta, os seus membros pura e simplesmente, não o declararariam, sob pena de que lá se ia o secretismo...! ;-)
3. É verdade que a Maçonaria tem formalmente um compromisso de entre-ajuda que não existe nas organizações religiosas e por isso em certa medida a liberdade dos seus membros, no exercicio das suas funções, está limitada por um factor que pode prejudicar a transparência da vida democrática e da decisão política. Mesmo assim...deve prevalecer a liberdade individual!
4. Questão completamente diferente e eventualmente aplicável ao caso é a questão do "conflito de interesses" para o qual existem regras que limitam o exercício dos políticos (sejam os nacionais, seja, como é o meu caso, os autarcas [sou membro da Assembleia Municipal de Lisboa, eleito pelo PPD-PSD na Coligação Lisboa com Sentido]). Isto é: da mesma maneira que um sócio de uma sociedade que venda um certo produto e simultâneamente seja um político chamado a decidir sobre uma lei que importa de alguma forma uma vantagem para aquele produto, deve declará-lo, eximindo-se de votar, da mesma maneira um Maçon chamado a intervir num processo político em que a Maçonaria possa ser parte interessada (por exemplo, a entrega de um Palacete em Lisboa a um qualquer Grande Oriente) dever-se-ia escusar de votar na deliberação que o previsse.
Um exemplo comigo: já não me lembro porquê, mas quando estava na Assembleia da República e sendo membro da Ordem dos Advogados, juntamente com outros colegas de profissão, declarei-me impedido de votar uma lei qualquer respeitante ao exercício da profissão (peço desculpa, mas não me lembro qual...:-(
Mas isto são só as primeiras impressões. Aguardemos pelo debate.

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Feriados e pontes: mal, mas que remédio...

No Frases de ontem do Público encontra-se esta de Pedro Marques Lopes retirada do Diário de Notícias de ontem:
"Quero lá saber se os outros povos têm mais ou menos dias santos ou datas comemorativas. Os que temos são nossos, os que decidimos como comunidade celebrar e que têm um significado atente a maioria da população a eles ou não."
É exactamente o que eu penso. E no valor inestimável familiar e de amizade das pontes e de outras ocasiões preciosas de estarmos juntos, descansar e também de, quando aplicável, celebrar a nossa fé. Se nos tiram isso para onde vão aqueles traços de vida mais calma e bem gozada, atenta ao principal, que são caracteristicas dos povos do Sul...? Quero lá saber o que pensa a Troika disso...!
Embora reconheça que no estado em que estamos (ou seja necessitados do dinheiro dos outros) o que mais temos é que sujeitar-nos :-( (nesse sentido é muito clara e explicita a excelente entrevista de Passos Coelho que saiu ontem, se não estou em erro, no Público...

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Aumenta a infecção de SIDA nos homossexuais

Creio já o ter referido neste Blog mas a noticia hoje no Diário Notícias (fiz uma pesquisa e os resultados estão aqui) veio mais uma vez alertar para que "Aumenta o número de infectados nos homossexuais". Por força do politicamente correcto e por receio do lobby gay os media, o associativismo civico do tema e instâncias oficiais, esforçaram-se ao longo dos últimos anos por jurar a pés juntos que não, que a infecção da Sida não tinha nada a ver com homossexualidade, que quem corria grandes riscos era a população heterosexual, que os toxicodependentes só estavam em risco se não obedecessem à ditadura da redução de danos, etc. Resultado: a infecção cresce impante na comunidade (como hoje em dia se diz) homossexual e a situação não promete melhor. Veja-se este artigo.
O que mais espanta não é que isto aconteça (era fatal...) mas que demorem tanto tempo a perceber...veja-se por todas, esta noticia de 2009 no Diário de Notícias (e se há jornal insuspeito é este...;-)
No fundo, no fundo, em nome da ideologia, assim se matam os amigos...

sábado, abril 10, 2010

Da importância de acreditar na Ressurreição

Se conclui por este artigo genial (como habitualmente) do João César das Neves:

Inconsciência
DESTAK | 07 | 04 | 2010 22.03H

João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

«Duzentos e cinquenta mil católicos não acreditam na vida eterna». No passado domingo, Domingo de Páscoa, o Diário de Notícias fez disto primeira página.

Segundo um estudo, 25% dos inquiridos não acreditam na ressurreição após a morte, 10% dos quais dizem ir à missa habitualmente. Cometendo um abuso estatístico comum, esses valores foram multiplicados pela população nacional para dar o título bombástico.

A confusão numérica é fácil de destrinçar. Não são 10% dos praticantes que não acreditam, mas 10% dos que não acreditam dizem ir à missa. Por outro lado, não se quis reparar que a esmagadora maioria dos portugueses (75%) acredita na ressurreição, a maior parte deles sem sequer praticar religião.

O mais curioso é não se terem notado as enormes consequências políticas e sociais da questão. Porque acreditar na ressurreição não é aspecto menor, mas decisivo na vida comunitária. Como disse há 1900 anos o primeiro filósofo cristão, S. Justino Mártir: «Se a morte terminasse na inconsciência, seria uma boa sorte para todos os malvados» (I Apologia, 18).

Acreditar que na morte acaba tudo, que não existe justiça certa e que o que se faz fica esquecido, tem enormes consequências na vida pessoal e social concreta. Pode-se ser bom assim, mas essa costuma ser a crença cómoda dos que seguem os seus caprichos.

Os terríveis abusos do nosso tempo, corrupção, falta de honra e crise de valores, que todos os quadrantes denunciam, têm certamente a ver com isto. Por cá as coisas só não são piores porque felizmente três quartos dos portugueses acreditam na ressurreição.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

3º aniversário referendo do aborto

Passam hoje três anos sobre o segundo (para distinguir do terceiro que terá lugar quando as condições políticas nos forem favoráveis) referendo do aborto.
Como me comentava uma amiga e companheira de anos de defesa da Vida "porque é que ter razão pode às vezes não dar alegria nenhuma...?"...
Na verdade lê-se o DN de ontem e tudo o que prevíamos se confirmou...!
Mas a concentração hoje em frente da Clinica dos Arcos demonstrou que não desistimos. Como dizia Madre Teresa de Calcutá "não pararemos enquanto houver nas nossas cidades uma mulher que diga: eu abortei porque não encontrei quem me ajudasse"!

sexta-feira, abril 10, 2009

Aborto e como mentem os abortistas

Ou se não acreditam, leiam este comunicado ontem emitido pelos Juntos pela Vida (que também enviei à Fernanda Câncio e sempre quero ver se esta tem a coragem de apurar o assunto ou se o DN só publica propaganda facturante...):

Úteros perfurados e Corações partidos

1. A Associação Juntos pela Vida foi surpreendida pelas declarações (veja-se entre outros o Diário de Notícias de ontem, 8 de Abril de 2009) do Director Geral de Saúde, Dr. Francisco George, congratulando-se com o fim das perfurações do útero após a aprovação da lei do aborto.
2. Cumpre esclarecer que de acordo com as informações oficiais da Direcção Geral de Saúde em 2002 e 2006 houve um caso de perfuração do útero de mulheres que fizeram um aborto clandestino. De 2003 a 2005 houve zero casos de úteros perfurados.
3. Em 2007, primeiro ano de vigência da lei do aborto, houve 12 casos de perfurações do útero;
4. Os dados de 2008 são apenas conhecidos do Dr Francisco George, mas permitimo-nos expressar a dúvida de que em 2008 tenha havido menos úteros perfurados do que houve no período 2003-2005.
5. Além disso, ao número de úteros perfurados em 2008 convém juntar os 8 mil e 500 úteros rasgados das 8 mil e 500 meninas que foram cruelmente abortadas durante esse ano. [durante o ano de 2008 houve, de acordo com a DGS, 16.839 abortos legais sendo razoável estimar que ½ das crianças abortadas fossem do género feminino]
6. Vistas seja por que prisma for as declarações do Director-geral de Saúde são não apenas infelizes como sobretudo revelam um desconhecimento não apenas das informações oficias que ele próprio presta como um profundo desconhecimento da realidade
7. Por nada nos garantir que o Director-geral de Saúde não trate com igual displicência, insensibilidade e irresponsabilidade, outros dos importantes assuntos que lhe estão confiados e fundamentais para a saúde dos portugueses, interrogamo-nos se tem justificação a sua continuidade nas actuais funções…

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Ainda Sócrates e o Freeport

Continuo convencido que os media e a sociedade em geral estão a tratar o caso Freeport e outros de forma paranóica e que o que é perfeitamente normal transforma-se nas páginas dos jornais em casos complicadissimos e conspirações gigantescas...
No entanto o artigo de João Miguel Tavares ontem no Diário de Notícias é também justissimo ao explicar porque é que a defesa assente no "querem-me fazer mal que eu bem os conheço" é completamente descabida. Vale a pena lê-lo.
Já agora não resisto a contar esta: há pelo menos uma identidade (semelhança) nitida entre Sócrates (o filósofo) e Sócrates (o primeiro-ministro): ambos nunca foram Engenheiros...! Genial ;-)

quarta-feira, novembro 14, 2007

Prostituição: teoria e realidade

Hoje no Diário de Notícias (artigo de Fernanda Câncio) é lançada a discussão sobre a legalização das casas de passe ou da prostituição. O debate surge periodicamente e também teve lugar quando eu estava no parlamento (entre 2002 e 2005). Recordo particularmente uma conversa que então tive com a Inês Fontinha (da Associação O Ninho) e um debate com a JSD sobre o assunto.
O que então mais me impressionou foi o contraste entre uma visão "romantizada" (no caso da JSD "enebriada" com as reportagens sobre umas "universitárias" simpáticas que completavam assim a mesada escassa da família...) ou descarnada (isto é sem ter presente a violência, brutalidade e desumanidade da prostituição, mesmo quando exercida de forma "livre") dos adeptos da legalização e a visão lucida, realista, experimentada, feita de amizades, memórias, encontros e aflições, da Inês Fontinha e seus companheiros de percurso. O contraste entre a teoria e a realidade.