Parece-me bem a intenção do Primeiro-Ministro britânico de tomar medidas contra a sexualização precoce das crianças e adolescentes. A notícia vem hoje na Sábado e também no Público.
Encontrei-a aqui e também aqui com mais alguns desenvolvimentos.
Não faltará quem fale já em "cruzada" ou "moralismo" mas a verdade é que muitos dos problemas que sofrem as nossas sociedades (pedofilia, gravidez adolescente, violência sexual, etc.) tem a sua origem neste vale tudo e mostra tudo em que presentemente vivemos.
O que não implica qualquer censura ou proibição (a liberdade de cada um editar, produzir e consumir o que entender, não deve ser coibida, salvaguardados os direitos humanos e os principios de ordem pública) mas apenas que a exposição a essas coisas não aconteça de forma espontânea mas apenas a quem a procura (isto é, não se está a dizer que se proibam materiais pornográficos, apenas que esses não devem estar expostos ou ser exibidos junto a outros da mesma natureza mas diferente propósitos: numa banca de jornais, por exemplo).
Claro que em Portugal se fossem Passos Coelho ou Portas a propor a mesma coisa, caía o Carmo e a Trindade...
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quarta-feira, junho 08, 2011
David Cameron e a sexualização precoce
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Tribunal Europeu dos Direitos Humanos
segunda-feira, março 08, 2010
Estrasburgo: Tribunal aceita recurso sobre o crucifixo
Finalmente um pouco de bom senso e, espera-se, respeito pelo principio da subsidiariedade, sem o que não há pachorra para aturar a União Europeia...diz a Ecclesia:
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou o recurso apresentado pelo Governo italiano, depois de ter decidido, em Novembro de 2009, que os crucifixos não deviam estar nas salas de aula das escolas.
A sentença do tribunal dava razão a uma mãe de família que alegava que os crucifixos atentavam contra o seu direito de dar uma educação secular aos filhos.
Perante a decisão, o Governo da Itália defendeu a presença dos crucifixos nas salas de aula dos colégios públicos, como um símbolo que representa as raízes cristãs do país.
A respeito disto, o Reitor da Universidade LUMSA, de Roma, Giuseppe Dalla Torre, comentou em entrevista com a agência SIR que recebeu “com alegria este primeiro resultado”, e espera que o tribunal compreenda os argumentos do Governo e decida a favor da Itália.
“A decisão tomada pelo tribunal em Novembro do ano passado causou um grande impacto não só na Itália, mas também em outros países da Europa”, continuou Dalla Torre, em declarações à Radio Vaticano.
Segundo o reitor universitário, “isto é algo positivo já que os países da Europa, especialmente os da União Europeia, apoiam o facto de que os aspectos religiosos devem ser resolvidos democrática e constitucionalmente pela jurisdição de cada país. Estes casos correspondem à identidade nacional de cada país”, finalizou.
Internacional | Renascença (RR) | 2010-03-07 | 14:25:00 | 1655 Caracteres | Europa
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou o recurso apresentado pelo Governo italiano, depois de ter decidido, em Novembro de 2009, que os crucifixos não deviam estar nas salas de aula das escolas.
A sentença do tribunal dava razão a uma mãe de família que alegava que os crucifixos atentavam contra o seu direito de dar uma educação secular aos filhos.
Perante a decisão, o Governo da Itália defendeu a presença dos crucifixos nas salas de aula dos colégios públicos, como um símbolo que representa as raízes cristãs do país.
A respeito disto, o Reitor da Universidade LUMSA, de Roma, Giuseppe Dalla Torre, comentou em entrevista com a agência SIR que recebeu “com alegria este primeiro resultado”, e espera que o tribunal compreenda os argumentos do Governo e decida a favor da Itália.
“A decisão tomada pelo tribunal em Novembro do ano passado causou um grande impacto não só na Itália, mas também em outros países da Europa”, continuou Dalla Torre, em declarações à Radio Vaticano.
Segundo o reitor universitário, “isto é algo positivo já que os países da Europa, especialmente os da União Europeia, apoiam o facto de que os aspectos religiosos devem ser resolvidos democrática e constitucionalmente pela jurisdição de cada país. Estes casos correspondem à identidade nacional de cada país”, finalizou.
Internacional | Renascença (RR) | 2010-03-07 | 14:25:00 | 1655 Caracteres | Europa
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