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quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Stephen Hawking: mais uma prova da existência de Deus





Fui ontem ver A Teoria de Tudo. Impressionante! Uma história extraordinária. Uma representação de tirar o folgo (tive a mesma sensação quando vi a Cate Blanchett em Blue Jasmine: é de se lhe enviar, a Eddie Redmayne , imediatamente a estatueta sem ter de esperar pela cerimónia oficial ;-). Um filme bem montado, uma história brilhantemente contada, impecável banda sonora, esquecemos-nos que estamos no cinema.

Mas acima de tudo é um filme que mostra o tamanho do coração humano, seja no desejo de tudo, na ilimitada vontade de compreender, seja no que o amor é capaz, o que é mesmo (mais do que atracção, desejo, romance ou bem-estar): um por-se ao serviço do outro, querendo mais o seu bem, que o nosso próprio. E isto sem ser num conto de fadas. Não esquecendo os limites nem ocultando as dificuldades. É também sobre a ilimitada capacidade da mente humana, a inteligência no enfrentar da realidade, a possibilidade de não perder a face se no tempo descobrimos que a tese anterior não era a verdadeira e ficamos felizes por o descobrir, porque mais perto da verdade. E depois pormenores engraçados: como a definição da cosmologia como sendo a religião dos ateus...lol!

Por isso tudo e tranquilamente se pode escrever o título deste post. Stephen Hawking: mais uma prova da existência de Deus! Ah, é verdade, e a Felicity Jones fez-me lembrar a definição de algumas raparigas que um amigo meu dava "querida todos os dias!"... ;-)

domingo, janeiro 18, 2015

Os Pilares da Criação: alguém ainda duvida da existência de Deus?



(esta imagem foi retirada da notícia do Público a que se refere este Post)

No passado dia 8 no Público há duas páginas fascinantes sobre os chamados Pilares da Criação, ou seja uns berçários de estrelas, existentes a uma distância de 6.500 milhões de ano-luz, da nossa Terra. Primeiro descobertos pelo Telescópio Espacial Hubble, agora há novas imagens A notícia pode ler-se aqui e aqui (onde há uma série de fotografias óptimas).

O tema já por si (e a beleza estonteante das imagens) é fascinante. Mas sobretudo suscita a grande pergunta: quem o fez? E, desculpem a pretensão, também a pergunta: alguém ainda duvida da existência de Deus?


quinta-feira, janeiro 26, 2012

Tempestade solar e Aurora Boreal

Tem-se falado nos jornais sobre as mais recentes tempestades solar. As forças vivas do Universo no seu expoente máximo de manifestação. No Diário de Notícias de hoje além de uma noticia sobre o facto aparece a esse propósito uma fotografia impressionante de uma Aurora Boreal. Tipo desta:




Mais explicações sobre o que sejam Auroras Boreais e outros fenómenos correlacionados é muito útil ir aqui (explicações simples e fotografias maravilhosas).

Mas sobretudo ocorre-me aquele aquele diálogo entre Deus e Job que está no Livro deste no número 38 e seguintes (pode ler-se mais aqui):

1. Então, do seio da tempestade, o Senhor deu a Jó esta resposta:
2. Quem é aquele que obscurece assim a Providência com discursos sem inteligência?
3. Cinge os teus rins como um homem; vou interrogar-te e tu me responderás.
4. Onde estavas quando lancei os fundamentos da terra? Fala, se estiveres informado disso.
5. Quem lhe tomou as medidas, já que o sabes? Quem sobre ela estendeu o cordel?
6. Sobre que repousam suas bases? Quem colocou nela a pedra de ângulo,
7. sob os alegres concertos dos astros da manhã, sob as aclamações de todos os filhos de Deus?
8. Quem fechou com portas o mar, quando brotou do seio maternal,
9. quando lhe dei as nuvens por vestimenta, e o enfaixava com névoas tenebrosas;
10. quando lhe tracei limites, e lhe pus portas e ferrolhos,
11. dizendo: Chegarás até aqui, não irás mais longe; aqui se deterá o orgulho de tuas ondas?
12. Algum dia na vida deste ordens à manhã? Indicaste à aurora o seu lugar,
13. para que ela alcançasse as extremidades da terra, e dela sacudisse os maus,
14. para que ela tome forma como a argila de sinete e tome cor como um vestido,
15. para que seja recusada aos maus a sua luz, e sejam quebrados seus braços já erguidos?
16. Foste até as fontes do mar? Passaste até o fundo do abismo?
17. Apareceram-te, porventura, as portas da morte? Viste, por acaso, as portas da tenebrosa morada?
18. Abraçaste com o olhar a extensão da terra? Fala, se sabes tudo isso!
19. Qual é o caminho da morada luminosa? Onde é a residência das trevas?
20. Poderias alcançá-la em seu domínio, e reconhecer as veredas de sua morada?
21. Deverias sabê-lo, pois já tinhas nascido: são tão numerosos os teus dias!
22. Penetraste nos depósitos da neve? Visitaste os armazéns dos granizos,
23. que reservo para os tempos de tormento, para os dias de luta e de batalha?
24. Por que caminho se espalha o nevoeiro, e o vento do oriente se expande pela terra?
25. Quem abre um canal para os aguaceiros, e uma rota para o relâmpago,
26. para fazer chover sobre uma terra desabitada, sobre um deserto sem seres humanos,
27. para regar regiões vastas e desoladas, para nelas fazer germinar a erva verdejante?
28. Terá a chuva um pai? Quem gera as gotas do orvalho?
29. De que seio sai o gelo, quem engendra a geada do céu,
30. quando endurecem as águas como a pedra, e se torna sólida a superfície do abismo?
31. És tu que atas os laços das Plêiades, ou que desatas as correntes do Órion?
32. És tu que fazes sair a seu tempo as constelações, e conduzes a grande Ursa com seus filhinhos?
33. Conheces as leis do céu, regulas sua influência sobre a terra?
34. Levantarás a tua voz até as nuvens, e o dilúvio te obedecerá?
35. Tua ordem fará os relâmpagos surgirem, e dir-te-ão eles: Eis-nos aqui?
36. Quem pôs a sabedoria nas nuvens, e a inteligência no meteoro?
37. Quem pode enumerar as nuvens, e inclinar as urnas do céu,
38. para que a poeira se mova em massa compacta, e os seus torrões se aglomerem?
39. És tu que caças a presa para a leoa, e que satisfazes a fome dos leõezinhos
40. quando estão deitados em seus covis, ou quando se emboscam nas covas?
41. Quem prepara ao corvo o seu sustento, quando seus filhinhos gritam para Deus, quando andam de um lado para outro sem comida?

Concluo exclamando: de facto que insensatos são os que te negam Senhor!