Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quarta-feira, fevereiro 19, 2014
De regresso quatro semanas depois: como é que eles conseguem...?
Foram quatro semanas intensas entre o trabalho, a família, o Colóquio da Federação Portuguesa pela Vida de balanço de sete anos sobre o segundo referendo do aborto e todas as tarefas associadas á apresentação de uma moção ao próximo Congresso do PSD...
Vivendo assim uma vida real e tão empenhada, interrogo-me como é possível a tantos reproduzi-la no espaço virtual e ter tempo para aí estar...mistério!
Mas gosto pensar é por ter uma vida real que isso me acontece e em todas as circunstâncias da vida o que me acontece é o que por analogia aqui reproduzo abaixo...;-)
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segunda-feira, março 26, 2012
O Congresso do PSD e o Emplastro
Nem só de política vive um homem...nem o Congresso do PSD...estava eu com amigos do mesmo grupo de lista ao Conselho Nacional, a jantar descansadamente, no Sábado passado, quando para grande surpresa minha, quem aparece no restaurante? O Emplastro!
Seja no embalo do maravilhoso (e depois desperdiçado :-( empate do Benfica seja naquela identificação imediata do Emplastro com a cidade do Porto, o glorioso FCP e o imemorial presidente Pinto da Costa, quer eu, quer um amigo meu, não perdemos a oportunidade de tirar uma fotografia com o dito, como se vê pelas duas amostras juntas...lol!
Nota: quem o terá trazido ao Congresso do PSD? Porque veio? Saberia sequer do que se tratava naquele fim-de-semana? De que viverá (além do euro por cabeça que cobra a quem tira uma fotografia com ele)? Que representará para ele (de conforto e de quebra da solidão) este reconhecimento que tem?
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sábado, março 24, 2012
Congresso do PSD: algumas notas sobre estatutos e Jardim
Hoje de manhã discussão das propostas de alteração estatutárias. Muita parra e pouca uva...este é um partido que adora discutir estatutos, mas depois, no fim (nas votações), detesta mudá-los...! Na verdade tanto quanto percebi (as votações foram confusas, parecendo que não um jurista, faz muita falta e na mesa do Congresso não havia nenhum, pelo menos que actuasse como tal) foram ao ar as primárias e também o estatuto do simpatizante. Dizia alguém: "foram ao ar as duas medidas que nos abriam ao exterior"...
O juizo acima, no entanto, não é justo. Primeiro porque essa classificação de exterior é muito relativa tal como a oposição entre sociedade civil e a partidária (como se fosse a militar...). Depois porque o estatuto de simpatizante com dificuldade se diferenciava de filiado. Por fim, porque os militantes partidários não são propriamente "aliens" que não tenham âmbitos de pertença a comunidades...
A tarde (e a noite que aí vem) está a ser em cheio com a apresentação das moções temáticas e depois as intervenções livres. Brilhante início de Alberto João Jardim com a defesa da Vida nas primeiras linhas e uma denúncia (frequente e abençoada nele) do contributo da comunicação social para a formação de uma mentalidade que depois produz resultados políticos. Um homem livre, sem dúvida.
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Congresso do PSD: alguns discursos
O de Pedro Passos Coelho: há uma diferença no homem. Bem ilustrada com o facto de pela primeira vez desde sempre o Governo não ter dado números sobre a greve. Por respeito por quem a fez e não se sujeitando a discussão dos mesmos. Quem quis trabalhou (apesar de alguns o terem querido e não conseguido por causa de outros grevistas...) e quem não quis fez greve. O Governo e o país seguiram em frente.
Depois, tem coragem. Descrevendo as dificuldades ilustra com exemplo da Madeira não receando o desconforto que poderia haver e ao mesmo tempo abraçando Alberto João Jardim com uma história bem humorada. É outra marca dele a humanidade.
E depois a meio de um bom discurso salta a marca do PPD/PSD e que de fora é tão desconhecida embora compreensivelmente dados os disparates que às vezes se vê acontecer no grupo parlamentar e na sua fracção BE...refiro-me àquela parte do discurso em que fala da pessoa como o centro da política, do predominio da realidade sobre a ideologia, de que não compete ao Estado inventar a felicidade da pessoa, mas a esta procurá-la livremente (mais tarde Carlos Coelho retomaria o tema de forma também muito feliz).
Depois deste discurso vem Aguiar Branco que com frontalidade desmonta a boataria à volta da proposta do novo programa do partido e que como alma boa e militante dedicado que é há 38 anos que é coloca o assunto no lugar denunciando bem a atitude prima-donna de tantos políticos. Muito bom.
Desde então é espantoso olhar para o conteúdo dos discursos (o assunto recordo é o novo programa do partido) de Marco António, Carlos Coelho, Ricardo Baptista Leite, Rui Machete (um grande senhor!), anónimos dedicados. Discursos recheados de referência ao valor da instituição familiar, da dignidade humana, da subsidiariedade, da iniciativa individual, do primado da pessoa face ao Estado, e até o reconhecimento da matriz democrata-cristã (sic) do gene partidário do PPD/PSD.
Enfim, um consolo para a alma, um conforto quanto ao estado ideológico do partido, uma injecção de esperança quanto ao futuro e à razão que assiste a quem se espanta com a deriva esquerdista que por vezes atinge o partido no seu topo.
Depois, tem coragem. Descrevendo as dificuldades ilustra com exemplo da Madeira não receando o desconforto que poderia haver e ao mesmo tempo abraçando Alberto João Jardim com uma história bem humorada. É outra marca dele a humanidade.
E depois a meio de um bom discurso salta a marca do PPD/PSD e que de fora é tão desconhecida embora compreensivelmente dados os disparates que às vezes se vê acontecer no grupo parlamentar e na sua fracção BE...refiro-me àquela parte do discurso em que fala da pessoa como o centro da política, do predominio da realidade sobre a ideologia, de que não compete ao Estado inventar a felicidade da pessoa, mas a esta procurá-la livremente (mais tarde Carlos Coelho retomaria o tema de forma também muito feliz).
Depois deste discurso vem Aguiar Branco que com frontalidade desmonta a boataria à volta da proposta do novo programa do partido e que como alma boa e militante dedicado que é há 38 anos que é coloca o assunto no lugar denunciando bem a atitude prima-donna de tantos políticos. Muito bom.
Desde então é espantoso olhar para o conteúdo dos discursos (o assunto recordo é o novo programa do partido) de Marco António, Carlos Coelho, Ricardo Baptista Leite, Rui Machete (um grande senhor!), anónimos dedicados. Discursos recheados de referência ao valor da instituição familiar, da dignidade humana, da subsidiariedade, da iniciativa individual, do primado da pessoa face ao Estado, e até o reconhecimento da matriz democrata-cristã (sic) do gene partidário do PPD/PSD.
Enfim, um consolo para a alma, um conforto quanto ao estado ideológico do partido, uma injecção de esperança quanto ao futuro e à razão que assiste a quem se espanta com a deriva esquerdista que por vezes atinge o partido no seu topo.
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Inicio do Congresso do PSD
Inicio do Congresso do PSD: é como o encontro de uma grande família. Amigos, conhecidos, rostos que se cruzam com frequência. Gente do norte e do sul, de muitas origens sociais, económicas e culturais. Pertenças ideológicas diversas e diferentes confissões religiosas com predomínio acentuado do catolicismo (militante ou de hábito ou de nome). Todas as idades e sexos apenas dois (por mais que se esforce a ideologia do género, não há mais do que esses...;-) Alguns muito importantes, a maioria modestos militantes. Uns com muita história no partido e muitas histórias nas suas lutas internas, outros a iniciar o caminho e alguns com poucos anos (é o meu caso: 7 anos de filiação). Ministros, quadros importantes do Estado ou membros de gabinetes, autarcas (muitos, muitos), profissionais (funcionários) do partido, e (dominante) as célebres bases.
Jornalistas interessados e outros distraídos. Muitos fixos no acessório, outros no essencial. Ás vezes não se percebendo se quem faz a importância é a comunicação social ou se esta se limita a reconhecê-la. Deve ser as duas ao mesmo tempo...?
Uma agenda rica: aprovação novo programa (hoje à noite), alteração de estatutos (amanhã de manhã), moções e intervenções livres (amanhã à tarde e noite). Isto promete porque está de facto em causa o fundamental. Vai ser cansativo mas certamente interessante. Problema: este fim-de-semana não vai dar para dormir...:-(
Olhadela rápida pela documentação distribuída: um caderno com o regulamento do Congresso, a Proposta de Estratégia Global (do presidente do partido), Propostas de Alteração Estatutárias (quatro: da direcção nacional, da JSD, da Distrital de Lisboa e uma das bases, liderada por Paulo Ribeiro, que subscrevo), Propostas Temáticas (16) muito variadas e lista de Delegados e Participantes. Além disso um quadro comparativo das propostas de alteração estatutárias, a proposta do novo programa e um brinde (um tapete de rato) do Partido Popular Europeu. Numa primeira revista:
- Moção da Madeira recheada de citações de São Tomás de Aquino e de Enciclicas Papais, clara na questão dos costumes e da família, como é timbre de Alberto João Jardim
- Temas muito variados nas moções: emigração, ensino profissional, o distrito de Bragança, coesão territorial e poder local, juventude, família, turismo, etc.
- Produção cuidada dos materiais distribuídos e uma malinha para o transportar a condizer
Uma mais-valia: um bar no átrio contiguo à sala onde decorre o Congresso. Fundamental!
Jornalistas interessados e outros distraídos. Muitos fixos no acessório, outros no essencial. Ás vezes não se percebendo se quem faz a importância é a comunicação social ou se esta se limita a reconhecê-la. Deve ser as duas ao mesmo tempo...?
Uma agenda rica: aprovação novo programa (hoje à noite), alteração de estatutos (amanhã de manhã), moções e intervenções livres (amanhã à tarde e noite). Isto promete porque está de facto em causa o fundamental. Vai ser cansativo mas certamente interessante. Problema: este fim-de-semana não vai dar para dormir...:-(
Olhadela rápida pela documentação distribuída: um caderno com o regulamento do Congresso, a Proposta de Estratégia Global (do presidente do partido), Propostas de Alteração Estatutárias (quatro: da direcção nacional, da JSD, da Distrital de Lisboa e uma das bases, liderada por Paulo Ribeiro, que subscrevo), Propostas Temáticas (16) muito variadas e lista de Delegados e Participantes. Além disso um quadro comparativo das propostas de alteração estatutárias, a proposta do novo programa e um brinde (um tapete de rato) do Partido Popular Europeu. Numa primeira revista:
- Moção da Madeira recheada de citações de São Tomás de Aquino e de Enciclicas Papais, clara na questão dos costumes e da família, como é timbre de Alberto João Jardim
- Temas muito variados nas moções: emigração, ensino profissional, o distrito de Bragança, coesão territorial e poder local, juventude, família, turismo, etc.
- Produção cuidada dos materiais distribuídos e uma malinha para o transportar a condizer
Uma mais-valia: um bar no átrio contiguo à sala onde decorre o Congresso. Fundamental!
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sexta-feira, março 23, 2012
Congresso do PSD: pela Família e pela Vida!
Este fim-de-semana em Lisboa realiza-se o XXXIV Congresso do PSD (estando quase a passar passar 38 anos sobre o 25 de Abril isso significa uma média de um por ano, o que creio deve ser o record nos partidos políticos portugueses...?) sob o lema (inspirador e inspirado!) de "Um Partido de Causas".
Desde há uns anos (desde 2005 para ser mais exacto) que estou com outros amigos empenhado em construir no interior do partido um espaço de gente identificada com a chamada agenda Mais Vida Mais Família: Liberdade de Educação e Religiosa, Subsidiariedade, defesa da Vida e promoção da Família). Tem sido um caminho esforçado e lento, mas muito compensador e com frutos concretos e visiveis, sobretudo nos últimos anos. Não é o único caminho de promoção de aquela agenda (há outros partidos em que se pode fazer e fora dos partidos também) mas é o meu caminho.
Também ao mesmo tempo este mesmo partido (a designação por mim utilizada por PPD/PSD denotando já uma escolha, amizades, tendência Santanista e concepçãodo partido e política...;-) é o lugar em que procuro servir o bem comum em termos mais genéricos e por isso estou, eleito pelo partido, na Assembleia Municipal de Lisboa, onde presido também por designação do meu grupo municipal (cuja direcção agora integro), presidente da Comissão de Intervenção Social e Promoção da Igualdade de Oportunidades.
Uma vez mais serei delegado (pela Secção de Lisboa) e lá estarei o tempo todo (o programa está aqui e é possivel através daqui segui-lo em directo e online). Tenciono votar nesta proposta de alteração dos estatutos (promovida pelo Paulo Ribeiro e um grupo de delegados com quem tenho estado junto no partido e em Lisboa) e nesta Moção do António Proa.
Na primeira (intitulada "Valorização das estruturas municipais (secções e núcleos) e dinamização da participação dos militantes") porque o conteúdo corresponde ao título e trata-se do que me parece mais importante: proporcionar que no partido haja mais democracia, participação das bases e de quem se interessar e quiser intervir politicamente, evitando o aparelho "coma" todas as estruturas e funções. Na segunda porque também o título diz tudo ("Pela afirmação de uma política de promoção da Família. Pelo futuro de Portugal") e trata-se, se não estou em errro, da primeira vez que é apresentada a Congresso uma Moção exclusivamente dedicada ao tema.
Enfim, com o sacrificio implícito (deitar tarde, acordar cedo, perder a ocasião de descansar e recarregar as baterias), tratar-se-á certamente (estar no Congresso) de testemunhar a todo o partido e ao país (tenciono tentar fazer uma intervenção a esse propósito na linha da Petição Defender o Futuro) que na raiz da crise em que estamos está também aquela mentalidade que deu origem, amparou e deu vencimento, à série absurda de leis fracturantes que tivemos nos últimos seis anos. Ou seja de contribuir a meu modo para que o PPD/PSD seja um partido de causas!
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