Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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terça-feira, dezembro 30, 2014
Presidenciais USA: Jeb Bush como expectável...!
A primeira vez que ouvi falar dele foi há uns três ou quatro anos atrás aquando de um National Prayer Breakfast em Washington. Falaram-me dele como uma promessa segura e prometedora. A sua biografia é boa. Aguardemos o que dirão os do Tea Party para um juízo mais informado...;-)
No Público de ontem saiu um artigo interessante prenunciando um duelo dele com a Hilary Clinton e focando esta coisa curiosa de parecer existir uma certa tendência dinástica na política americana. A seguir...
Mas uma coisa é certa: dá gozo antecipado adivinhar o que não dirá a esquerda se por acaso um terceiro Bush chegar à presidência dos Estados Unidos...lol!
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quarta-feira, junho 11, 2014
Boas notícias: o Tea Party live and kicking!
Nuns tempos de centro-direita português anémico e timorato, incapaz de um juízo sobre o que se passou nas Europeias (os mesmos 1,8 milhões de votantes na esquerda toda e a coligação Aliança Portugal a perder 500 mil votos: 300 mil para a abstenção e 200 mil para Marinho Pinto, na lista do MPT), sabem bem notícias como estas e a confirmação da possibilidade de movimentações semelhantes de "descamisados ideológicos" e finalmente uma sacudidela no sistema partidário (e a propósito, um grande obrigado ao PS pela introdução de primárias!).
A notícia abaixo foi retirada aqui do diário digital "Observador":
primárias republicanas
A notícia abaixo foi retirada aqui do diário digital "Observador":
primárias republicanas
Reviravolta nas primárias republicanas: Eric Cantor derrotado pelo candidato do Tea Party
Eric Cantor foi derrotado de forma inesperada nas eleições primárias do partido republicano. O vencedor foi o pouco conhecido Dave Brat, num golpe de vitória para os conservadores do Tea Party.
Autor
- Rita Dinis
- Está a ser descrita na imprensa norte-americana como uma das reviravoltas mais impressionantes da história do Congresso. O líder da maioria Eric Cantor, que era o grande favorito para suceder ao presidente Câmara dos Representantes John Boehner, teve uma estrondosa derrota nas primárias republicanas no distrito de Virgínia. Quem venceu foi Dave Brat, um professor de economia apoiado pelo Tea Party que centrou a sua campanha no argumento de que Cantor não era suficientemente conservador.
O resultado apanhou de surpresa o Partido Republicano e as repercussões podem-se fazer sentir em Washington e no debate nacional sobre a imigração. Dave Brat focou-se muito no tema da imigração ao longo da campanha, acusando o adversário de ser muito suave nas políticas de imigração e de apoiar uma amnistia para os imigrantes ilegais.
De acordo com o New York Times, a campanha de Brat teve um financiamento de pouco mais de 200 mil dólares, muito aquém da máquina de Cantor, que desembolsou mais de um milhão de dólares na reta final, entre abril e maio, a par do apoio de associações que ajudaram na publicidade.
A participação eleitoral nas primárias republicanas foi bastante elevada: cerca de 65 mil pessoas foram às urnas, muito mais do que as 47 mil que votaram há dois anos, e que deram a Eric Cantor 79% dos votos.
“Adoro cada uma das pessoas deste planeta porque são todas filhas de Deus”, disse Brat a dada altura da campanha, usando o trunfo ultraconservador do Tea Party para se sobrepor a Cantor – que acusava de ser demasiado liberal. A “responsabilidade fiscal” foi outra das bandeiras de Brat para chegar à vitória.
Dave Brat foi assim o nome escolhido pelos republicanos para defrontar o democrata Jack Trammell, também professor na universidade Randolph-Macon, onde Brat leciona. O derrotado Cantor falou de “desilusão” e, acompanhado da mulher, reconheceu a queda. “Servir-vos como o congressista do 7º Distrito e ter o privilégio de ser o líder da maioria foi a maior honra da minha vida”, disse.
De acordo com o New York Times, a campanha de Brat teve um financiamento de pouco mais de 200 mil dólares, muito aquém da máquina de Cantor, que desembolsou mais de um milhão de dólares na reta final, entre abril e maio, a par do apoio de associações que ajudaram na publicidade.
A participação eleitoral nas primárias republicanas foi bastante elevada: cerca de 65 mil pessoas foram às urnas, muito mais do que as 47 mil que votaram há dois anos, e que deram a Eric Cantor 79% dos votos.
“Adoro cada uma das pessoas deste planeta porque são todas filhas de Deus”, disse Brat a dada altura da campanha, usando o trunfo ultraconservador do Tea Party para se sobrepor a Cantor – que acusava de ser demasiado liberal. A “responsabilidade fiscal” foi outra das bandeiras de Brat para chegar à vitória.
Dave Brat foi assim o nome escolhido pelos republicanos para defrontar o democrata Jack Trammell, também professor na universidade Randolph-Macon, onde Brat leciona. O derrotado Cantor falou de “desilusão” e, acompanhado da mulher, reconheceu a queda. “Servir-vos como o congressista do 7º Distrito e ter o privilégio de ser o líder da maioria foi a maior honra da minha vida”, disse.
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terça-feira, janeiro 22, 2013
Ainda a posse de Obama
Há quase um ano atrás em Washington participei, pela segunda vez na vida, no National Prayer Breakfast, onde tive a ocasião de presenciar e ouvir, à distância de apenas uns poucos metros, o discurso do presidente Obama.
Se o recordo hoje é porque, ao contrário do que tinha sido o teor da sua intervenção no ano anterior (mais na primeira pessoa, sobre a sua experiência de fé cristã) a intervenção de 2012 foi muito política e tendo como conteúdo essencial a defesa das suas políticas "sociais" usando uma hábil analogia com a história da vida pública e pregação de Jesus. Não gostei, confesso, e como eu creio a maioria da sala.
A memória desta intervenção veio-me com as referências que hoje vi na comunicação social ao que terá sido o conteúdo do seu discurso ontem na tomada de posse pública como presidente dos Estados Unidos, chegando ao ponto de trazer à baila (sem surpresa, é infelizmente verdade) os temas mais "de ponta" de um discurso aguerrido de quem tem uma agenda (dita progressista) e está decidido a levá-la a cabo, sem as inibições que terá experimentado no seu primeiro mandato.
Se por um lado é de temer o pior (não uma tragédia porque graças a Deus lá está o Congresso para o travar...) por outro não se pode deixar de invejar a situação: um presidente que foi eleito e confortado nesse apoio pretende realizar as suas ideias e conta com o apoio dos seus no Congresso e do povo que o elegeu para isso. O que não se pode dizer seja bem o caso em alguns países europeus e no nosso em particular...
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quarta-feira, agosto 29, 2012
Convenção Republicana 2012: que lavar de alma!
O que vale nestes dias (em que o regresso de férias coincide seja com a anormalidade descrita no post abaixo, seja em constatar o estado anémico do centro-direita português) é que está a decorrer a Convenção do Partido Republicano (dos Estados Unidos)...!
Que lavar de alma...! Uma direita com energia e coragem, alma e sangue, musculos e carne, sem pedir desculpa pelo que é, certa das soluções que apresenta, conhecedora de onde parte e por isso de para onde vai, princípios claros e bonitos, sem medo da esquerda, da comunicação social ou do politicamente correcto. Só um pingo daquela movimentação (um movimento de activistas como o Tea Party, um Think-tank minimamente estruturado e muito gosto pelo fragor da batalha social, cultural e mediatica) e o centro-direita em Portugal levava uma volta...
Enfim, é aprender (com a melhor intervenção do primeiro dia como se escreve no Blog EUA 2012: a do Governador de New Jersey, Chris Christie, veja-se filme acima) e talvez não esteja longe a ocasião em que se possa começar e levar a cabo algo parecido: umas primárias no centro-direita para as próximas presidenciais portuguesas, por exemplo...!?
Nota: pode-se seguir a Convenção em directo, aqui.
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quinta-feira, agosto 16, 2012
Discurso de Passos Coelho no Pontal
Simpatizo com Pedro Passos Coelho e com a sua actuação como Primeiro-ministro. Como simpatizo e confio na acção deste Governo para pôr as contas nacionais em ordem e levar a bom termo as tarefas que a Troika nos impõe (diga-se até que de certa maneira foi um alívio ter aparecido esta obrigação porque algumas das medidas nunca Governo nenhum teria coragem de aplicar...).
Simpatizo também com o pendor liberalizante e uma profunda intenção reformista não apenas de leis e estruturas mas de mentalidade mesmo.
No entanto algumas coisas não percebo e outras intuo. Nas que não percebo é como em alguns sectores não se tomaram já algumas medidas que não sendo complicadas podiam dar já resultados a curto-prazo. Entre outras a revogação da lei do divórcio selvagem, a revisão da regulamentação da lei do aborto ou passos mais decididos no sentido de conferir aos pais a liberdade de escolha da escola e educação para os seus filhos. E por fim porque não está a funcionar a verificação diploma a diploma da eficácia pro-família das decisões tomadas (vide programa do Governo).
Nas que intuo a principal é que falta uma alma de centro-direita, propugnar pelos valores desta área política, não iria tão longe chamando-lhe "agenda moral", no sentido americano do termo, mas qualquer coisa semelhante, de horizontes mais largos, do que a simples gestão de pequenices políticas, dominio das contas públicas ou glosar temas da moda...
Mas como sempre em política, pouco importa a constatação, ou o lamento. O que importa é agir no sentido de demonstrar aos lideres do centro-direita que nesse povo, a parte mais fiel e constante do mesmo é isso que deles espera e por menos do que isso não se mobiliza nem sequer naquilo que justamente é convidado para. Daí a importância de iniciativas como a da Petição Defender o Futuro que atingindo como previsto as assinaturas necessárias em tempo breve, lançará de novo este tema na arena política, obrigando os agentes do sistema a definir-se.
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terça-feira, agosto 14, 2012
Paul Ryan ou dos católicos no Partido Republicano
A escolha por Mitt Romney de Paul Ryan, um católico, como seu candidato à vice-presidência dos Estados Unidos, além de demonstrar a importância da componente católica da movimentação republicana, e de ser um factor importantissimo na mobilização da militância Tea party, vem também mostrar como é cada vez mais saudável a relação entre católicos e outras confissões religiosas cristãs, desde os Mórmons aos Evangélicos.
Um sinal de esperança para a América e também para todos os países onde fenómenos semelhantes estão a ocorrer. Entre todos lembro-me agora da bancada evangélica no parlamento brasileiro ou do que se passou em Portugal na última campanha do Não ou na batalha por um referendo ao casamento gay.
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sexta-feira, junho 22, 2012
Aborto com taxa moderadora: PSD, CDS-PP e o Sol
No Sol de hoje sob o título "Taxar abortos é impossível" há maus augurios sobre os anunciados mas desconhecidos (pelo menos publicamente) projectos dos dois partidos da maioria para o regime de taxas moderadoras do aborto. Presume-se os mesmos venham à luz do dia no próximo dia 5 de Julho, dia em que na Assembleia da República terá lugar novo debate sobre o aborto. Sendo o motivo para isso a apreciação em plenário do relatório de avaliação da aplicação da respectiva lei, da autoria da Deputada do PSD Conceição Ruão, surgido na sequência da Petição "Lemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar" entregue no parlamento pela Federação Portuguesa pela Vida em Fevereiro do ano passado.
Que o projecto do PSD (aplicar taxas moderadoras no aborto apenas nas repetições, uma ideia peregrina do grupo dominante na direcção do respectivo grupo parlamentar) tenha um mau augurio, é fatal em face da desrazoabilidade da ideia, completamente impraticável como explica o jornal (os dados clinicos das mulheres que abortam não são partilháveis e só uma tola se lembraria de invocar uma clásula que lhe tornaria o aborto mais caro...!).
Já quanto ao projecto do CDS-PP (que não haja para o aborto uma inexplicável isenção de taxa moderadora o que coloca esse acto, que não é médico, em igualdade com os actos realmente médicos) o mau augurio deve-se a um equivoco das jornalistas que escrevem a notícia (o que espanta porque normalmente e a contra-corrente da restante classe jornalistica até são das poucas que normalmente escrevem bem sobre o assunto) e a uma constatação que está na origem da confusão actual (não apenas de isenção de taxas mas também de atribuição de licença paga de 30 dias...).
O equivoco que as jornalistas fazem é na suposta indistinção que haveria no sistema hospitalar entre o aborto espontâneo e o aborto provocado. E que, e ainda bem, não existe.
A constatação, aqui acertada, é que a origem da confusão está na indistinção entre a grávida que pretende ter o filho e a grávida que quer o aborto provocado. E nada, mas nada, justifica que ambas tenham tratamento igual.
Concluindo: nada disto bem entendido resolverá o problema de uma lei injusta e iníqua. Mas o aperto da regulamentação é um passo indispensável de moralidade política e hoje em dia uma exigência em que se encontram muitos dos dois lados da batalha.
Desabafo: tivessemos nós um centro-direita que tivesse consciência de si próprio (das suas razões e ideais) e esta parte já estava resolvida há muito. Ou muito me engano ou as próximas presidenciais (e a escolha em primárias do candidato deste espaço político) vão ser o princípio dessa reviravolta que se torna urgente...
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quinta-feira, abril 19, 2012
Estados Unidos: taxar os ricos
Confesso que não sou propriamente um especialista em teoria da justiça e equidade fiscal mas pareceu-me bem o chumbo pelos republicanos da Regra Buffett que pretendia um aumento fiscal para os mais ricos. Não só porque tendencialmente desconfio do que Obama defende mas também porque (e recorrendo aos exemplos do jornal Público) não me choca que 374 mil dólares (de rendimento anual, mais ou menos 300 mil euros) paguem 35% de imposto (receita fiscal de 105 mil euros) e 21.7 milhões de dólares (de rendimento anual, mais ou menos 17 milhões de euros) paguem 13.9% de imposto (receita fiscal de 2,4 milhões de euros)...
Maxime, concordaria com a diminuição da despesa do Governo americano (é o meu conjunto de costelas Tea Party) e que diminuisse também a taxação dos rendimentos "mais baixos" (do exemplo)...
Sem falar que sem riqueza não há investimento nem, nos Estados Unidos, esmagadora beneficiência...!
Maxime, concordaria com a diminuição da despesa do Governo americano (é o meu conjunto de costelas Tea Party) e que diminuisse também a taxação dos rendimentos "mais baixos" (do exemplo)...
Sem falar que sem riqueza não há investimento nem, nos Estados Unidos, esmagadora beneficiência...!
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domingo, fevereiro 19, 2012
Um bom conservador é difícil de encontrar...
É o título de um artigo que hoje saiu no Público e que recomendo vivamente. É uma reportagem na Conservative Political Action Conference que teve lugar a semana passada em Washington e a que já fiz referência aqui há uns dias (a propósito de excelente discurso de Sarah Palin).
Tem graça porque ainda que superficialmente (o espaço são duas páginas mas apenas uma de texto...) refere todas as tribos que se abrigam naquele espaço político e acaba por reconhecer alguns factos que a esquerda gosta de evitar (nomeadamente que hoje em dia, na média, as mulheres mais bonitas são as da direita...;-)
"Um bom conservador é difícil de encontrar
Por Kathleen Gomes, em Washington
A América está a ficar "maricas". As raparigas de direita são mais bonitas do que as de esquerda. A masculinidade de um candidato pode decidir eleições. Passámos três dias na maior convenção anual de conservadores norte-americanos. São eles que vão decidir quem será o rival de Barack Obama nas presidenciais de Novembro. Que espécie é essa, um conservador americano?"
(infelizmente o artigo é daqueles que está "trancado" pelo que terão mesmo de comprar o jornal ;-)
Tem graça porque ainda que superficialmente (o espaço são duas páginas mas apenas uma de texto...) refere todas as tribos que se abrigam naquele espaço político e acaba por reconhecer alguns factos que a esquerda gosta de evitar (nomeadamente que hoje em dia, na média, as mulheres mais bonitas são as da direita...;-)
"Um bom conservador é difícil de encontrar
Por Kathleen Gomes, em Washington
A América está a ficar "maricas". As raparigas de direita são mais bonitas do que as de esquerda. A masculinidade de um candidato pode decidir eleições. Passámos três dias na maior convenção anual de conservadores norte-americanos. São eles que vão decidir quem será o rival de Barack Obama nas presidenciais de Novembro. Que espécie é essa, um conservador americano?"
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terça-feira, janeiro 24, 2012
Newt Gingrich: o pavor da esquerda europeia
É engraçado ler nos jornais o diagnóstico que os media fazem sobre o resultado das primárias na Carolina do Sul e a vitória de Newt Gingrich: um misto de "wishful thinking" ("com este como candidato isto vai ser um passeio para Obama") e de incompreensão com o que tem pela frente...
De facto para quem faz (eu incluído muitas vezes quando me refiro à diferença, neste aspecto, entre sociedades católicas e protestantes) da direita americana, um bastião do moralismo, torna-se dificil compreender que a agitada vida afectiva e marital deste candidato, não o coloque no último lugar da fila dos candidatos...
Mas o principal não é isso, mas a distracção em que estes meios de comunicação estão em relação ao que se passou nas últimas eleições para o Senado e a Câmara dos Representantes, em que uma onda eleitoral conservadora, tributária do Tea Party, varreu não apenas o eleitorado do partido republicano, como do povo americano em geral. E se o fenómeno se repetir nas presidenciais? Quero então ver a cara do nosso "establishment" jornalistico, de esquerda e cultural...! ;-)
Nota final: gostei tanto da definição do Público do eleitorado conservador americano: "ruidoso, insurrecto, anti-sistema". Exactamente o que precisa o centro-direita em Portugal!
De facto para quem faz (eu incluído muitas vezes quando me refiro à diferença, neste aspecto, entre sociedades católicas e protestantes) da direita americana, um bastião do moralismo, torna-se dificil compreender que a agitada vida afectiva e marital deste candidato, não o coloque no último lugar da fila dos candidatos...
Mas o principal não é isso, mas a distracção em que estes meios de comunicação estão em relação ao que se passou nas últimas eleições para o Senado e a Câmara dos Representantes, em que uma onda eleitoral conservadora, tributária do Tea Party, varreu não apenas o eleitorado do partido republicano, como do povo americano em geral. E se o fenómeno se repetir nas presidenciais? Quero então ver a cara do nosso "establishment" jornalistico, de esquerda e cultural...! ;-)
Nota final: gostei tanto da definição do Público do eleitorado conservador americano: "ruidoso, insurrecto, anti-sistema". Exactamente o que precisa o centro-direita em Portugal!
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sexta-feira, janeiro 13, 2012
Orgulho Conservador: a Okie from Muskogee!
De alguma forma em relação aos temas fracturantes (esta semana foram horas à volta das Barrigas de Aluguer...) é assim que me sinto: a Okie from Muskogee ...;-)
Ou seja, estou numa onda de "Orgulho Conservador"...! lol!
O autor deste Blog agradece penhoradamente se alguém lhe traduzir "Okie". Já que o "from" parece querer indicar que Muskogee é um lugar (um lugarejo, um vilório, suponho ;-)...!?
Já sei que alguns dos que comigo batalham pelo país não gostam da expressão, mas isto é Tea Party no seu melhor...! lol!
Ou seja, estou numa onda de "Orgulho Conservador"...! lol!
O autor deste Blog agradece penhoradamente se alguém lhe traduzir "Okie". Já que o "from" parece querer indicar que Muskogee é um lugar (um lugarejo, um vilório, suponho ;-)...!?
Já sei que alguns dos que comigo batalham pelo país não gostam da expressão, mas isto é Tea Party no seu melhor...! lol!
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quarta-feira, janeiro 11, 2012
Exit Polls: Tea Party Supporters Went for Romney
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domingo, janeiro 08, 2012
Newsmax: entrevista com Mike Huckabee
Conforme email recebido da Newsmax (uma revista de enquadramento Tea Party):
"In an exclusive interview with Newsmax.TV, former Arkansas governor and 2008 presidential candidate Mike Huckabee says Rick Santorum “can make it all the way” to gain the GOP nomination for president. Huckabee also says Rick Perry will not make a comeback in South Carolina, and warns that President Barack Obama will wage a “vicious campaign” for re-election — but that the GOP’s “best weapon against Obama is Obama.”
A notícia e o vídeo estão aqui.
"In an exclusive interview with Newsmax.TV, former Arkansas governor and 2008 presidential candidate Mike Huckabee says Rick Santorum “can make it all the way” to gain the GOP nomination for president. Huckabee also says Rick Perry will not make a comeback in South Carolina, and warns that President Barack Obama will wage a “vicious campaign” for re-election — but that the GOP’s “best weapon against Obama is Obama.”
A notícia e o vídeo estão aqui.
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sexta-feira, janeiro 06, 2012
Eleições USA: a desistência de Michele Bachmann
No EUA 2012 é retomada a renúncia de Michele Bachmann na corrida à designação como candidata a presidente dos EUA pelo Partido Republicano. E bem sublinhada a possível vantagem que isso representa para Rick Santorum junto da ala conservadora do partido (Tea Party).
Mas omisso o post numa questão: e se vier ela a ser a número dois da candidatura junto com Mitt Romney...? ;-)
Em homenagem pelo caminho percorrido (e retomando outros meus posts sobre ela) aqui fica a fotografia de Michele Bachmann:
Mas omisso o post numa questão: e se vier ela a ser a número dois da candidatura junto com Mitt Romney...? ;-)
Em homenagem pelo caminho percorrido (e retomando outros meus posts sobre ela) aqui fica a fotografia de Michele Bachmann:
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sexta-feira, dezembro 23, 2011
Espanha: revisão da lei do aborto
Noticia hoje a TSF que o Governo espanhol vai rever a lei do aborto. Durante toda a campanha o actual Primeiro-Ministro Rajoy havia-o assumido como compromisso eleitoral e agora vai cumpri-lo. A diferença que faz haver dirigentes do centro-direita "com eles no sítio" e também no seio desse mesmo centro-direita uma força operante capaz de puxar os seus dirigentes para a frente...!
Um trabalho apaixonante para levar por diante aqui em Portugal...!;-)
Um trabalho apaixonante para levar por diante aqui em Portugal...!;-)
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terça-feira, junho 28, 2011
Michelle Bachmann abre campanha no Iowa
É com este título que o Público de hoje noticia o inicio oficial da campanha desta candidata republicana que parece estar a mobilizar o inteiro Tea Party.
O fenómeno é interessante de seguir não apenas porque relevante em termos americanos, mas porque na actual reviravolta política em Portugal, começa a existirem condições para que no centro-direita venham à tona movimentos como estes, dando expressão a um sector político que existe e está aí.
O fenómeno é interessante de seguir não apenas porque relevante em termos americanos, mas porque na actual reviravolta política em Portugal, começa a existirem condições para que no centro-direita venham à tona movimentos como estes, dando expressão a um sector político que existe e está aí.
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quarta-feira, junho 15, 2011
Michelle Bachmann e as presidenciais americanas
O comentário será provavelmente sexista, segundo as regras do politicamente correcto, mas há uma nova geração de mulheres conservadoras na política que dá gosto e que na média são claramente mais bonitas que as suas oponentes da esquerda...;-)
A observação surge na sequência do anúncio por Michelle Bachmann de que se apresentar nas primárias dos republicanos como candidata á presidência dos Estados Unidos e também da notícia hoje no Público sobre o debate na CNN entre os actualmente sete candidatos do lado republicano, numa prova de vitalidade política que certamente dará ainda muito trabalho a Obama. Com o consolo de se verificar (na apresentação de Michelle Bachmann) que por ora o Tea Party está aí para lavar e durar (tenho uma decidida simpatia, apesar de todos os limites e extravagâncias do movimento, por estes "descamisados" que se estão a impor ao establishment republicano e também aos media esquerdistas, apesar da chuva de impropérios e campanhas de descrédito lançados por estes sobre aqueles ;-)
Enfim, uma campanha a acompanhar com interesse...
A observação surge na sequência do anúncio por Michelle Bachmann de que se apresentar nas primárias dos republicanos como candidata á presidência dos Estados Unidos e também da notícia hoje no Público sobre o debate na CNN entre os actualmente sete candidatos do lado republicano, numa prova de vitalidade política que certamente dará ainda muito trabalho a Obama. Com o consolo de se verificar (na apresentação de Michelle Bachmann) que por ora o Tea Party está aí para lavar e durar (tenho uma decidida simpatia, apesar de todos os limites e extravagâncias do movimento, por estes "descamisados" que se estão a impor ao establishment republicano e também aos media esquerdistas, apesar da chuva de impropérios e campanhas de descrédito lançados por estes sobre aqueles ;-)
Enfim, uma campanha a acompanhar com interesse...
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